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Dark Waters – O Preço da Verdade


A ambição e o desejo de faturar mais está, muitas vezes, acima da vida. Vivemos em uma sociedade em que muitos são medidos pelo que tem, pelos postos que alcançam e não pelo que pensam, vivem, oferecem de benefício para os demais – ou para o planeta. Dark Waters trata de um destes casos em que o interesse corporativo ditou as regras, escondeu informações e provas e matou pessoas. Um filme importante por sua temática e interessante na sua condução.

A HISTÓRIA

Inicia com uma caminhonete percorrendo uma rua da cidade de Parkesburg, em West Virginia, nos Estados Unidos, em 1975. Alguns jovens pulam a cerca de uma propriedade. Um deles oferece ajuda para uma garota, que recusa. Alguém lembra que eles devem levar as cervejas para dentro. Eles correm até a água e mergulham.

Eles brincam no local até que um barco se aproxima. Um homem diz para eles saírem do local. Em seguida, ele xinga “essas crianças” e segue passando um produto na água. Corta. A história então passa para a cidade de Cincinnati, em Ohio, em 1998. Em seguida, aparece a informação que o filme é baseado no artigo “The Lawyer who Became Dupont’s Worst Nightmare”, assinado por Nathaniel Rich e publicado na The New York Times Magazine.

VOLTANDO À CRÍTICA

(SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Dark Waters). Gente, o que foi isso? Não apenas essa loucura que aconteceu no mundo por causa da COVID-19 mas também o fato de eu ficar cinco meses sem atualizar o blog por aqui! Sim, foi um tempo muito longo. Como vocês podem imaginar, parte da “culpa” foi por causa da pandemia do novo coronavírus. Mas parte, não foi. Admito.

A verdade é que mudei a minha vida um bocado desde o final de 2019 para cá. Mudei de cidade, mudei o foco da minha carreira e, desde a pandemia, alterei totalmente a minha rotina. Como muitos de vocês, eu sei. A boa notícia é que eu voltei. 😉 Demorei bastante, desta vez. Acredito que nunca antes na história deste blog eu fiquei tanto tempo sem atualizá-lo. Mas paciência. Acontece.

Agora, quero retomar as publicações sem demorar tanto entre um texto e outro. Mas já adianto que a minha nova rotina, bem mais atribulada que antes, provavelmente me fará publicar menos textos por aqui. Mas tentarei, dentro do possível, atualizar o blog ao menos uma vez por semana. Isso eu espero. 🙂 Agradeço pela paciência de quem esperou – aqueles que já acompanhavam o blog – e dou as boas-vindas para os que descobriram este espaço nos últimos meses.

Bem, feitos esses comentários, vamos ao filme. Assisti a Dark Waters antes da minha longa ausência. Então, devo admitir, parte das minhas impressões sobre ele já se perderam no caminho. Mas procurei rever parte do filme para rememorar essas minhas impressões e para comentar melhor sobre esta produção por aqui.

Algo que me chamou muito a atenção quando eu assisti ao filme é de como ele aborda um assunto espinhoso e nada fácil de tratar como algo acessível para a grande audiência. Claro que ajuda muito o roteiro de Mario Correa e de Matthew Michael Carnahan termos pela frente uma trama um tanto “policialesca” que envolve o trabalho de um advogado.

Toda trama que segue uma linha de investigação, por si só, já tem potencial de prender a atenção da audiência. Mas diferente de outros filmes de advocacia, temos em Dark Waters uma história que foge totalmente da trama criminal. Então não existe, de forma tradicional, um crime que precisa ser investigado e resolvido.

Importante ressaltar aqui o “de forma tradicional”. Porque sim, Dark Waters transforma uma trama de crime corporativo e contra a saúde pública como algo interessante de ser contado no cinema. Antes, a história do advogado Rob Bilott (Mark Ruffalo) havia sido narrada por Nathaniel Rich em uma reportagem para a The New York Times Magazine. Ou seja, mais uma grande reportagem que chega até os cinemas. O que é sempre prazeroso de se ver.

Feita esta contextualização sobre a história, importante vermos Hollywood, especialmente um diretor respeitado como Todd Haynes, encarando uma história como esta. Isso porque ela dá outro nível de visibilidade para uma matéria jornalística que toca em um tema que poucos tem a coragem de abordar: a culpa de empresas e de corporações por diversos danos que temos não apenas na natureza e nos ecossistemas, mas que também deixam pessoas doentes e até mata indivíduos inocentes.

Mais que isso, esta produção mostra muito bem como grandes corporações pagam os melhores advogados para conseguir manipular informações e defender causas que são visivelmente contra o bem comum. Além disso, grandes empresas tem dinheiro suficiente para influenciar governos, comprar congressistas para aprovar leis que sejam favoráveis a elas e manipular inclusive organismos que deveriam cuidar da saúde pública.

Neste sentido, Dark Waters é um filme revelador. Mas poderia se apresentar “chato” para o grande público. Para evitar isso, temos uma espécie diferente de “trajetória do herói” em cena. Um ponto de atenção deste filme e a humanização perfeita da história são estampadas no personagem central, do advogado Rob Bilott.

Afinal, ele sai de uma posição confortável, de um reconhecido e premiado advogado corporativo, acostumado a defender empresas como a DuPont, para uma posição totalmente contrária. Isso acontece quando um fazendeiro, Wilbur Tennant (Bill Camp), conhecido da avó do advogado, que é da mesma cidade que ele, resolve procurar Bilott na “cidade grande” para pedir ajuda.

Até então prestigiado por seus resultados positivos defendendo grandes empresas, especialmente do setor químico, Bilott muda de lado. Primeiro, ele resolve visitar a avó e saber mais sobre Tennant. Então ele começa a ir atrás do assunto, primeiro visitando a fazenda onde Tennant perdeu 190 vacas. Ele alega que os animais morreram por causa da água, contaminada com os dejetos do aterro sanitário mantido pela empresa DuPont.

Depois de visitar a fazenda e de saber que a EPA (sigla para Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) esteve no local para fazer um relatório para averiguar as denúncias de contaminação de Tennant, Bilott assiste aos vídeos produzidos pelo fazendeiro e começa a investigar o caso. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). A partir daí, a produção mostra como o advogado foi atrás de evidências e de provas contra a empresa e de que forma a corporação tentou impedir que o caso fosse montado e que Tennant pudesse provar que estava certo.

Impressionante tudo que esta produção revela. Apenas pela coragem do tema e pela abordagem envolvente da produção, este filme merece um prêmio. A forma com que os roteiristas conduzem esta história, mostrando como o protagonista avança nas suas descobertas até chegar ao estarrecedor resultado de que não apenas a água da população de Parkesburg estava contaminada mas de que a empresa fabricava um revestimento utilizado em panelas e utensílios domésticos que estão nas cozinhas de pessoas do mundo inteiro, é exemplar.

Porque sim, o famoso teflon, revestimento de panelas e frigideiras que virou “orgulho da engenhosidade americana” é tóxico. Agora, imaginem um advogado corporativo investigando sobre este assunto em suas horas vagas, virando noites para buscar informações a respeito, ouvindo especialistas independentes para entender composições químicas e seus efeitos no corpo humano… isso é a mola motriz desta produção.

Fundamental, para Dark Waters ter a qualidade que tem, o roteiro de Correa e Carnahan, a trilha sonora envolvente de Marcelo Zarvos e a entrega de Mark Ruffalo para o papel do protagonista. Apesar de envolver uma trama com um advogado como protagonista e uma ação contra uma empresa química, Dark Waters se revela interessante por apresentar a história de pessoas comuns, com suas famílias e preocupações com a saúde e a vida de seus descendentes.

Também é importante como o roteiro traduz uma questão complexa através de coadjuvantes e de papéis pequenos de especialistas que aparecem em cena com esta função. Além disso, temos aqueles elementos clássicos de uma trama de suspense, como os avanços e os percalços do “herói” da história – neste caso, confrontando os interesses de uma grande corporação americana.

Ao lado de Mark Ruffalo, estão diversos atores experientes em papéis secundários. Alguns deles, relevantes para a trama, como os advogados Tom Terp (Tim Robbins) e Harry Dietzler (Bill Pullman), pessoas importantes para que o processo contra a DuPont virasse realidade. Além deles, vale citar o trabalho de Anne Hathaway como Sarah Barlage Bilott, esposa do protagonista.

Para resumir, Dark Waters é um filme com uma temática mais que importante, muito bem conduzido e que nos faz pensar sobre todos os produtos que podem estar nos envenenando diariamente. Porque é sobre isso que esta produção trata. Assim como sobre toda a pressão de diversas empresas e corporações para que certas verdades nunca venham à tona ou sejam conhecidas do grande público.

Uma produção que surpreende pela história e pela condução muito bem feita de Todd Haynes e de seus roteiristas. Um trabalho de entrega de Mark Ruffalo, no qual o ator brilha, e bem complementado pelos atores coadjuvantes cuidadosamente escolhidos para esta produção. Um filme que merece ser mais visto, compartilhado e conhecido. Pelas questões que levanta e pelo debate que fomenta.

Ah sim, alguém pode me perguntar o porquê de eu ter elogiado tanto o filme e ter dado a nota abaixo para ele. Porque, apesar de considerar o roteiro um dos pontos altos do filme, acho que ele poderia ter apresentado personagens mais complexos – ter se aprofundado mais no protagonista da história, por exemplo. Alguns personagens secundários do filme também me pareceram muito “soltos” e pouco desenvolvidos.

Claro que a história era complexa e já pedia bastante espaço no roteiro para ser explicada mas, apesar disso, acho que faltou tratar um pouco melhor os personagens do filme. Por isso a nota abaixo.

NOTA

9.

OBS DE PÉ DE PÁGINA

Advogados e jornalistas, quando abraçam grandes assuntos, podem fazer diferença para diversas pessoas, comunidades e, em casos raros, como o revelado por Dark Waters, para o mundo. Como bem explica esta matéria do site da revista Superinteressante, o escândalo envolvendo a DuPont fez com que a empresa mudasse o componente químico do Teflon. O novo componente realmente é seguro? Nunca vamos saber, se levarmos em conta o que nos conta esse filme. Ou saberemos, um dia, com especialistas independentes avaliando a questão e com advogados e jornalistas fazendo o seu papel.

Você, como eu, ficou curiosa(o) para saber mais sobre este processo judicial contra a DuPont? Há vários materiais disponíveis sobre o assunto na internet, mas achei interessante citar esse artigo da firma Levin Papantonio que faz um resgate interessante do assunto.

O advogado Rob Bilott fez o trabalho mais importante no processo contra a DuPont. Mas ele contou com o apoio de pessoas relevantes em sua caminhada, como um dos sócios e líderes da firma de advocacia na qual ele tinha se tornado sócio, o advogado Tom Terp. Interpretado por Tim Robbins, ele tem uma grande fala na produção, quando convida seus colegas a pararem de defender deliberadamente a DuPont e a verificarem as provas colhidas por Bilott que mostravam, na opinião dele, “negligência deliberada e corrupção” por parte da companhia.

Interessante como o filme mostra a complexidade da questão. Como sempre, há quem defenda as empresas e os empresários porque eles “dão emprego” e geram riqueza. Mas a que custo? (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Conforme os anos passam e a DuPont é processada, não apenas Bilott e sua família são hostilizados pela população da cidade onde o desemprego começa a aumentar pelas demissões feitas pela DuPont mas, também, pessoas que estavam no seu direito de processar a empresa porque elas ficaram doentes começaram a ser hostilizadas.

Isso me faz lembrar estes tempos sinistros nos quais todos estamos vivendo. Em que tem pessoas mais preocupadas com o seu emprego e com a economia do que em salvar vidas. Nem deveríamos ter esse debate. Se fôssemos mais preparados para o dia de amanhã do que somos. Se tivéssemos uma sociedade menos desigual e com maior número de oportunidades, se tivéssemos educação financeira nas escolas e se as pessoas aprendessem a poupar e a planejar o futuro ao invés de viver um dia de cada vez, acredito que muito do que vemos agora seria diferente.

Então ao invés da população de Parkersburg criticar as vítimas da DuPont e o advogado que estava defendendo os seus interesses, não seria mais lógico eles cobrarem dos governantes por eles eleitos o mínimo de planejamento a médio e longo prazo para a cidade? Alguma política pública para que o local não dependesse tanto de uma única empresa?

Porque não é apenas no Brasil em que falta políticas de desenvolvimento a longo prazo e que pensem a cidade de forma inclusiva e que respeita a diversidade destes locais. Em diversos países, como aqui, os políticos estão mais preocupados na próxima eleição do que nos cidadãos que os elegeram – ao menos, a maioria dos políticos. Mais preocupados em começar tudo do zero do que aproveitar o que foi feito de bom pelos governantes anteriores – encarados como oponentes e adversários. Enquanto seguirmos votando e elegendo pessoas assim, nossas cidades, estados e país não irão pra frente. Dark Waters não trata sobre isso, mas faz refletir a respeito também.

Para mim, Dark Waters é uma aula de como buscar a justiça e a reparação através de provas e com a ajuda da ciência. É possível fazer, mesmo que você seja “pequeno”, um indivíduo e esteja indo contra uma grande corporação, por muitos considerada um dos símbolos de uma das maiores economias do mundo. Neste filme temos um exemplo de como fazer uma investigação, montar um processo e transformar isso em algo revolucionário e revelador.

Em certo momento, Dark Waters faz um discurso fundamental. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Quando Bilott conta para a esposa, logo após sair de um jantar de comemoração com a família, que a DuPont iria contestar o painel de cientistas e as conclusões dos exames da população contaminada, levando cada processo para o campo de julgamentos individuais, ele comenta que ninguém poderá fazer nada por eles… a não ser eles mesmos. Ou seja, que a sociedade civil deve se unir para lutar por seus direitos porque ninguém mais fará isso. Ele está certo. E essa é uma bela mensagem.

A principal qualidade de Dark Waters é o roteiro de Mario Correa e Matthew Michael Carnahan. Eles se basearam na reportagem de Nathaniel Rich, como eu comentei antes. O filme revela, assim, a importância do jornalismo que conta histórias relevantes e que muitos não querem que sejam contadas e de filmes que dão visibilidade para histórias como essa.

Além do roteiro, Dark Waters se destaca pela bela condução das cenas feita pelo diretor Todd Haynes. Experiente, ele sabe valorizar o trabalho dos atores e, intercalando diferentes planos, dos mais abertos até os mais detalhados, imprimir um ritmo interessante para a produção. Ajuda muito o trabalho dele a trilha sonora envolvente de Marcelo Zarvos, que tem uma pegada de “suspense” quase permanente.

Outros aspectos técnicos que valem ser citados são a direção de fotografia de Edward Lachman; a edição muito bem feita e minuciosa de Affonso Gonçalves – algo fundamental para dar ritmo para o filme também. Sem grande destaque nesta produção, mas vale citar o design de produção de Hannah Beachler; a direção de arte de Jesse Rosenthal; a decoração de set de Helen Britten e os figurinos de Christopher Peterson.

Mark Ruffalo é o nome da produção. Ator de alta qualidade e que vem ganhando mais projeção nos últimos anos. Além dele, como comentei antes, o filme conta com nomes de peso em papéis secundários. Além dos já citados Anne Hathaway, Tim Robbins e Bill Pullman, vale comentar o belo trabalho de Bill Camp como Wilbur Tennant, o homem que dá início a todo o processo mostrado no filme; Victor Garber como Phil Donnelly, advogado da DuPont; Denise Dal Vera como Sandra Tennant, esposa de Wilbur; entre outros.

Dark Waters estreou em première em Nova York no dia 12 de novembro de 2019. Até julho de 2020, a produção havia participado de quatro festivais de cinema. Na internet, o filme estreou em fevereiro de 2020 nos Estados Unidos. Com a pandemia do novo coronavírus, como vocês devem saber, a internet passou a ser a principal plataforma de lançamento das produções – não foi o caso de Dark Waters, claro, que ainda estreou nos cinemas, mas de filmes lançados depois.

Agora, vale citar algumas curiosidades sobre esta produção. O filho de Rob Bilott, Ted Bilott, trabalhou como estagiário do Departamento de Arte de Dark Waters.

Inicialmente esta produção se chamaria Dry Run, que era o nome do aterro sanitário onde a DuPont jogava os dejetos que acabaram contaminando os lençóis freáticos da população local de uma de suas fábricas.

Dark Waters foi indicado a quatro prêmios, mas não recebeu nenhum até o momento.

Esta produção recebeu a nota 7,6 na avaliação dos usuários do site IMDb. Outro site que eu sempre cito por aqui, o Rotten Tomatoes, apresenta um nível de aprovação de 90%, fruto de 194 críticas positivas e de 21 negativas feitas para a produção – que ganhou nota média de 7,33. O site Metacritic apresenta um “metascore” 73 para esta produção, fruto de 33 críticas positivas e de 5 negativas.

Dark Waters é uma produção 100% dos Estados Unidos. Por causa disso, esse filme passa a fazer parte da lista de produções que atendem a uma votação feita aqui no blog.

Essa produção me fez lembrar outro filme que trata de contaminação feito por uma empresa e que rendeu uma longa batalha judicial. Claro que em um caso com menos projeção que este. Me refiro a Erin Brockovich, estrelado por Julia Roberts, dirigido por Steven Soderbergh e lançado no ano 2000.

Mark Ruffalo foi descoberto pelo grande público especialmente depois que ele começou a estrelar as produções para o cinema da Marvel. A última da grife que eu assisti foi Avengers: Endgame – com crítica neste link.

CONCLUSÃO

Nem sempre as grandes empresas e corporações ganham todas as batalhas. O dinheiro não consegue comprar tudo – ou todos. Dark Waters nos conta a história importante da luta de um advogado e de sua firma de advocacia contra uma grande corporação na busca por justiça e por tornar um caso de contaminação público. Apesar do tema difícil de trabalhar, esta produção se mostra envolvente e instigante. Um belo trabalho de seus realizadores e do elenco, com destaque para Mark Ruffalo e para os roteiristas.

Por Alessandra

Jornalista com doutorado pelo curso de Comunicación, Cambio Social y Desarrollo da Universidad Complutense de Madrid, sou uma apaixonada pelo cinema e "série maníaca". Em outras palavras, uma cinéfila inveterada e uma consumidora de séries voraz - quando o tempo me permite, é claro.

Também tenho Twitter, conta no Facebook, Polldaddy, YouTube, entre outros sites e recursos online. Tenho mais de 20 anos de experiência como jornalista. Trabalhei também com inbound marketing e, atualmente, atuo como professora do curso de Jornalismo da FURB (Universidade Regional de Blumenau).

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