Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile – Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal

Uma história interessante que se perde em um filme que carece de propósito e de um norte claro. Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile resgata a história de um dos mais conhecidos serial killers da história dos Estados Unidos mas faz isso de uma forma estranha. Algumas vezes, parece até que os realizadores querem “defender” o homem ou criar dúvida suficiente sobre a sua culpabilidade.

Acabamos vendo muito do “bom moço” que fica obcecado por uma de suas namoradas e sabemos pouco sobre as mortes pelas quais ele foi acusado. Um filme que só não é um verdadeiro desperdício de tempo por causa dos atores. Mas isso acaba sendo pouco, no final.

A HISTÓRIA: Começa com uma frase de Goethe: “Poucas pessoas tem imaginação para a realidade” (ou, no original em inglês, “Few people have the imagination for reality”). Em uma prisão, enquanto guardas fazem a ronda com escopetas, dentro de uma sala de visita, Liz (Lily Collins) aguarda sentada e olhando para baixo. A porta abre e Ted (Zac Efron) aparece. Ela vê as algemas dele sendo soltas.

A história volta para Seattle em 1969. Em um bar, Liz pergunta para a amiga Joanna (Angela Sarafyan) porque ela a levou para um bar de faculdade. A amiga diz que naquela noite Liz não é uma mãe solteira ou uma secretária, mas uma garota solteira e livre. De volta para a prisão, Liz fala que não foi até lá para paquerar, e pergunta se ele lembra da noite em que eles se conheceram. Em breve, vamos acompanhar a história deles.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile): Não cai de paraquedas nesse filme.

Tinha visto já que ele não tinha sido bem avaliado por crítica e público mas, mesmo assim, quis ver a forma com que contaram a história de Ted Bundy, um dos mais conhecidos serial killers e psicopatas da longa lista de assassinos conhecidos dos EUA.

Um dos “incentivos” para ver a esse filme é que, recentemente, assisti à segunda temporada de Mindhunter, uma série incrível que trata, justamente, sobre serial killers, psicopatas e as investigações sobre eles.

Depois de ver a série, tive ainda mais vontade de assistir a esse filme. Claro que cada obra é única e não dá para comparar uma com a outra, mas fiquei instigada a assistir a esse filme depois de retomar a série.

Devo dizer que Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile até que começa bem. Afinal, sabemos como alguns psicopatas são manipuladores profissionais. Conseguem envolver as pessoas, passar por sujeitos maravilhosos, quase perfeitos, constroem um personagem incrível enquanto mantém uma vida dupla – e o lado que eles escondem é justamente de assassinos cruéis e incansáveis.

Por isso o início de Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile não deixa de ser interessante. O filme dirigido por Joe Berlinger e com roteiro de Michael Werwie, baseado no livro de Elizabeth Kloepfer “The Phantom Prince: My Life with Ted Bundy”, inicia daquela forma clássica que já vimos tantas vezes: com um preview do final da história, com os protagonistas se encontrando depois de muitos anos de afastamento para, em seguida, retrocedermos no tempo e na história.

O recurso utilizado nesse início é bastante conhecido – e até um bocado gasto. Mas esse não é o problema. Quando o filme retorna no tempo, para 1969, é justamente para começarmos a acompanhar a história de Ted Bundy com Liz Kendall. Como o filme é contado sob a ótica dela, esse resgate da relação deles acaba sendo um tempero interessante da história.

Assim, a parte inicial da produção se justifica e faz sentido. Um ponto positivo do roteiro de Werwie é que ele não perde muito tempo na história particular de Ted e de Liz. Rapidamente pulamos da noite em que eles se conhecem para 1974, cinco anos depois, portanto, quando as notícias de alguns crimes envolvendo jovens, inclusive o caso do Lago Sammamish, ganham os noticiários.

Pouco tempo depois, em 1975, em Utah, Ted é preso pela primeira vez. Detido por um policial enquanto dirigia o seu Fusca à noite, Ted afirma que a namorada mora em Seattle, mas que ele está fazendo Direito em Utah. Em breve ele saberá que já vinha sendo monitorado pela polícia, após ele ter tido o seu nome envolvido com a descrição do assassino das jovens do Lago Sammamish.

Suspeito de um caso de sequestro e de tentativa de assalto, Ted é reconhecido pela vítima e condenado em julgamento. Esse é apenas o primeiro caso no qual ele é julgado e condenado.

Até esse momento, o filme apresenta interpretações interessantes, especialmente de Zac Efron, e uma história que faz sentido, que é envolvente e que tem uma carga dramática que se justifica. O problema é o que acontece a partir deste ponto – quando o filme nem está na metade ainda.

A partir deste ponto, Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile intercala sempre a “crise existencial” e o drama particular de Liz, que parece lidar com a situação de Ted de uma maneira conflitante, com cenas que mostram a obsessão de Ted por Liz.

Entendo o interesse dos realizadores em apresentarem a ótica de uma outra vítima de Ted – Liz não foi morta ou torturada por ele, mas se tornou também uma de suas prisioneiras -, mas a forma com que eles fazem isso e, especialmente, como eles focam no protagonista, tornam o filme um tanto confuso.

Uma coisa é explorarem a Síndrome de Estocolmo de Liz e toda a manipulação que Ted possa ter feito com a jovem mãe solteira, outra bem diferente é darem voz apenas para o acusado e toda a sua fantasia de inocência. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Como o filme é todo narrado sob a perspectiva de Liz e de Ted, fica de fora da história as provas utilizadas pela polícia e a investigação que levou ele até diversos julgamentos.

Ainda que esse não era o foco do filme, aparentemente, e sim a ótica de Liz e de Ted, senti falta do espectador ter mais informações sobre o “outro lado”. Afinal, como conseguiram tantas condenações dele? Que tipo de detalhes dos crimes ele contou depois de já estar preso?

Assistirmos a essa história sem, de fato, mergulharmos na cabeça do serial killer e nos detalhes das investigações empobrece o filme e nos deixa menos envolvidos com o seu enredo.

O que é uma pena, realmente. Ted Bundy era um sujeito “encantador”, charmoso, manipulador e virou quase uma “febre” entre as garotas da sua época. Parte disso é esboçado nessa produção. Mas o que existia além do charme e da manipulação dele? Isso fica de fora deste filme.

Interessante, claro, termos a ótica de uma das namoradas do personagem – uma das, importante ressaltar, já que ele se envolveu com várias mulheres enquanto matava outras -, mas apenas a tortura psicológica pela qual ela passou e o seu esforço em reconstruir a própria vida não sustentam a história.

Existe um aspecto interessante relacionado com o final de Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Quando o filme retoma aquela sequência inicial, ou seja, quando Liz finalmente “confronta” Ted após muito tempo sem se comunicar com ele, ela finalmente revela que foi ela quem o denunciou inicialmente. Conforme ele vai passando por julgamentos e sendo condenado, ela desiste de acompanhá-lo nos julgamentos, mas parece não conseguir se livrar dele.

Na verdade, e essa é a parte interessante do filme e da ótica de Liz da história, ela não se sente culpada por ter ligado pela polícia. Ela tem dificuldade de perdoar a si mesma por ter sido enganada por ele, por ter se apaixonado e amado alguém tão cruel, manipulador e sanguinário. O que ela não entendeu é que ele não era um sujeito comum. Ele era, como todo psicopata, um exímio manipulador. Qualquer um pode cair em um golpe feito por um sujeito assim.

Mas o problema de Liz é justamente ver Ted como ele era e não a fantasia que ainda tinha sobrado dele. Aceitar que o que eles viveram foi teatro e que as ligações dele para ela tinham a ver com necessidade dele de apoio, especialmente em relação à opinião pública, e nada a ver com amor. Ver o outro como ele é, mesmo que isso doa, e perdoar a si mesmo por se deixar levar por alguém manipulador e mentiroso é mais difícil. Mas é possível.

Acredito que o único fator de interesse de Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile, além do belo trabalho de Zac Efron como Ted Bundy, seja mesmo essa reflexão que o filme faz o espectador ter a respeito das diversas vítimas que um psicopata deixa pelo caminho.

Há as vítimas óbvias, aquelas que foram mortas, mas há também as outras que não chegaram a desaparecer, mas que morreram um pouco internamente. Esse é o lado interessante do filme, mas é pouco.

NOTA: 6.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Eu tinha ouvido falar muito sobre Ted Bundy, mas não tinha detalhes sobre a sua história. Achei que Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile poderia me explicar melhor quem ele foi e o que ele fez, mas não. O filme trata apenas de parte da sua história.

O roteiro de Michael Werwie fica restrito demais à obra de Elizabeth Kloepfer e perde, com isso, a oportunidade de tratar de outras fontes e de outras óticas. Ou seja, abre mão de ser mais amplo e completo para ter uma visão restrita.

Não é o filme ideal para quem está buscando realmente saber a história de Bundy. Aliás, eu fiquei sabendo mais sobre ele, os crimes pelos quais ele foi acusado e as “confissões” que ele fez pesquisando a respeito depois de assistir ao filme do que ao ver o trabalho de Joe Berlinger.

A grande qualidade de Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile é, sem dúvida alguma, o trabalho de Zac Efron. O ator tem o carisma e o charme perfeitos para interpretar a um dos serial killers mais “carismáticos” da história dos EUA. Na verdade, o ator é mais bonito do que o Ted Bundy real. Mas sabem como é… há gosto para tudo nesse mundo.

Vendo ao original, não vi grande razão para as mulheres ficarem alvoroçadas por ele. Efron, por outro lado, segue o estereótipo do cara bonitão. Com ele no papel é mais fácil de acreditar na “apaixonite” das gurias pelo personagem.

Zac Efron é o grande nome do filme. Mas outra atriz fundamental nesta história, Lily Collins, que interpreta à protagonista, também faz um bom trabalho. O que não a ajuda muito é o próprio roteiro. Mas como o filme é baseado no livro de Elizabeth Kloepfer, somos levados a crer que a garota realmente vivenciou toda aquela situação que misturou carência, medo, culpa e dificuldade em aceitar a realidade dos fatos.

Coincidências não existem. Só usa o argumento de que elas existem quem quer negar a realidade. Tipo um criminoso, como Ted Bundy. Ele estar sempre nas cidades em que os ataques aconteciam, usar um carro que o criminoso usava e ser igual ao retrato falado que uma vítima fez dele não podem ser coincidências.

Para que, como eu, ficou interessado em saber mais sobre Ted Bundy e seus crimes, esse site resume algumas das histórias pelas quais ele foi julgado e condenado. Pesquisando mais a respeito dele, soube também que a Netflix não produziu apenas Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile, mas, também, um documentário sobre o criminoso que foi morto há 30 anos. Fiquei interessada em conferir o documentário The Ted Bundy Tapes. Quem sabe ele é um pouco mais elucidativo que o filme de Berlinger?

Lendo a essa matéria da Digital Spy na qual eles entrevistam a John Douglas, um dos agentes do FBI por trás da revolução pela qual a agência passou na busca de entender a cabeça dos serial killers – e uma das fontes inspiradoras de Mindhunter -, gostei da crítica dele sobre as produções relacionadas com Ted Bundy. Como ele comenta, algumas vezes essas produções focam demais nos criminosos e pouco nas suas vítimas. Isso é a verdade, e nos faz pensar.

Como eu assisti recentemente à segunda temporada de Mindhunter, fiquei me perguntando se o pessoal do FBI não teria entrevistado Ted Bundy antes dele ser executado em 1989. Pois bem, essa matéria do site Refinery29 responde essa minha dúvida. Ele foi entrevistado diversas vezes e deu elementos interessantes para o FBI pensar e trabalhar. Talvez o personagem dele inclusive apareça na temporada 3 da série. Veremos.

Voltando para Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile. O ponto forte do filme é o trabalho de Zac Efron. A primeira parte da história, até se justifica mas, depois, o roteiro de Michael Werwie e a direção de Joe Berlinger parecem praticamente defender o bandido, tornando ele um jovem rapaz “injustiçado” e “perseguido pela polícia”.

O filme deixa uma margem muito grande para questionarem a culpabilidade dele, além de gastar muito tempo desfilando o “carisma” de Bundy e a culpa de Liz. Em resumo, o filme deixa a desejar e abre mão de ser mais envolvente antes mesmo da metade da produção ter se desenrolado.

Assim, o roteiro de Werwie e a direção um bocado convencional de Berlinger são os pontos fracos da produção. Entre os elementos técnicos do filme, vale destacar o bom trabalho de Brandon Trost na direção de fotografia e a edição de Josh Schaeffer.

Como esse é um filme “de época”, que se passa entre o final dos anos 1960, se desenrola nos anos 1970 e termina nos anos 1980, vale também destacar o bom trabalho de reconstituição destas épocas. Fazem um bom trabalho, nesse sentido, Brandon Tonner-Connolly no design de produção; Matt Hyland na direção de arte; Jennifer Durban na decoração de set; e Megan Stark Evans nos figurinos.

Além de Efron e de Collins, outros atores em papéis secundários merecem ter o seus trabalhos citados. Angela Sarafyan, conhecida por seu trabalho em Westworld, faz bem o papel de Joanna, amiga de Liz; Molly, filha de Liz, é interpretada pelas atrizes Macie Carmosino (que interpreta a personagem quando ela tinha dois anos), Ava Inman (quando ela tinha quatro anos) e Morgan Pyle (quando tinha oito anos); Grace Victoria Cox faz um pequeno papel como Carol Daronch, a vítima que sobreviveu e que garante a primeira condenação de Ted, mas ela está bem no micro papel; Kaya Scodelario está bem no papel da manipulada e um tanto desequilibrada Carole Ann Boone, que namora Ted mesmo depois dele começar a ser condenado; Haley Joel Osment faz um bom trabalho como Jerry, o colega de Liz que acaba se aproximando dela e casando com ela; e Forba Shepherd se sai bem em um micro papel como Louise Bundy, mãe de Ted.

Outros atores conhecidos acabam fazendo papéis pequenos como advogados ou juízes nas condenações de Ted Bundy. Vale citar Alan B. Jones como o juiz de Utah, Jeffrey Donovan como o advogado de defesa na mesma cidade e Dylan Baker como o promotor naquela condenação; Ken Strunk como o juiz do Colorado, Jared Joplin como o promotor e Justin McCombs como o advogado de defesa no mesmo caso; Brian Geraghty como o advogado de defesa, Jim Parson como o promotor e John Malkovich como o juiz do caso na Flórida. Todos fazem bem o seu papel, mas sem nenhum destaque.

Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile estreou em janeiro de 2019 no Festival de Cinema de Sundance. Depois, o filme participou, ainda, de outros três festivais. Em maio ele começou a ser liberado para os assinantes da Netflix. No Brasil, ele estreou em julho.

Em sua trajetória, o filme ganhou quatro prêmios e foi indicado a outros dois. Os prêmios que ele recebeu foram o Originator Award para Joe Berlinger no Festival de Cinema de Atlanta; o de Melhor Ator para Zac Efron e o prêmio do Grande Júri no Festival de Cinema de Mammoth; e o de Atuação para Zac Efron o Festival de Cinema de Newport Beach.

Agora, vale citar uma curiosidade sobre esta produção. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Os realizadores de Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile usaram de “licença poética” com a cena que abre e fecha esta produção. Isso porque, na vida real, a conversa entre Liz e Ted pouco antes dele ser morto em uma cadeira elétrica não ocorreu pessoalmente e sim através de uma ligação telefônica.

A resposta dele para a pergunta dela se ele era culpado foi mais obtusa do que “hacksaw” mas, segundo o livro de memórias dela, o que ele lhe disse lhe deixou mais aliviada porque ela sabia que ele era culpado e que ela não havia denunciado a um inocente.

Os usuários do site IMDb deram a nota 6,7 para Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile, enquanto que os críticos que tem os seus textos linkados no Rotten Tomatoes dedicaram 94 críticas negativas e 77 positivas para o filme – o que lhe garante uma aprovação de 55% e uma nota média de 5,69. O site Metacritic apresenta um “metascore” de 52 para o filme, fruto de 18 críticas medianas, nove positivas e quatro negativas.

Honestamente, não lembro de ter assistido a outros filmes de Joe Berlinger. Procurei sobre ele aqui no blog e não achei nada. Pesquisando sobre ele no IMDb, vi que ele tem um longo trabalho como produtor e diretor. Foi indicado ao Oscar em 2012 pelo documentário Paradise Lost 3: Purgatory. Pelo que eu vi, sua filmografia é recheada de documentários, muitos deles produzidos para a TV. Ou seja, não é um grande diretor de filmes de ficção. Dá para entender o porquê do seu trabalho ser mediano com este filme.

Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile é um filme 100% dos Estados Unidos, por isso ele atende à uma votação feita há algum tempo aqui no blog.

CONCLUSÃO: Um filme que tinha um potencial muito maior mas que entrega bem menos que o esperado. Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile tem bons atores, mas isso é tudo. O roteiro é fraco, com um desenrolar um tanto repetitivo e perdido, sem nenhuma grande surpresa no caminho e com um propósito um tanto estranho.

Parece até que os realizadores querem que acreditemos que o jovem bonito foi vítima de um complô, injustamente acusado e condenado. A parte mais interessante da história, que seria mergulharmos na mente de alguém capaz de tanta manipulação e de tantos crimes, fica de fora. Uma pena. Quase um desperdício completo esse Extremely Wicked Shockingly Evil and Vile.

Sobre Alessandra

Jornalista com doutorado pelo curso de Comunicación, Cambio Social y Desarrollo da Universidad Complutense de Madrid, sou uma apaixonada pelo cinema. Em outras palavras, uma cinéfila inveterada. Também tenho Twitter, conta no Facebook, Polldaddy, Youtube, entre outros sites e recursos online. Tenho 20 anos de experiência como jornalista e hoje trabalho com inbound marketing em Florianópolis (SC), Brasil.

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