P.S., I Love You – P.S. Eu Te Amo


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Eu juro que foi totalmente sem querer o lance de escrever esse comentário justo hoje, no Valentine´s Day (ou Dia dos Namorados em muitos países mundo afora, exceto pelo Brasil, que o celebra em 12 de junho). Até porque eu sempre me “perco” nesta data… Geralmente não lembro dela até que alguém me faça recordar. hahahahahahaha. Bem, tudo isso para dizer que devo alertar aos possíveis casais que querem assistir a esse filme porque ele parece romântico e tal. Ok, ele é um filme “água-com-açúcar” e que tenta ser um lindo, mas um lindo mesmo filme sobre o amor. Mas minha opinião a respeito é bem outra. Achei P.S., I Love You um filme chatíssimo, destes que tu tens que fazer um esforço para terminar de ver. Eu poderia fazer uma lista de pelo menos outras 30 histórias de amor no cinema melhor contadas que esta. De verdade, se puderes evitar esse filme, o evite. Para ser beeeeeeeeeem franca, ele só vale a pena para ver gente bonita. No caso das mulheres, para ver os gostosíssimos Gerard Butler (ainda que ele pareça um retardado no filme) e Jeffrey Dean Morgan. E, no caso dos homens, para ver Hilary Swank com roupas íntimas… Mas nada mais. Fora a curiosidade por partes anatômicas das pessoas, o filme não vale o seu tempo gasto. E já que para mim essa curiosidade é totalmente supérflua, o filme realmente não vale a pena.

A HISTÓRIA: O casal Holly (Hilary Swank) e Gerry Kennedy (Gerard Butler) chegam em casa brigando. Em mais essa discussão se percebe a carência de Holly por se sentir segura – ela tem no passado o histórico do abandono do pai – e a luta de Gerry de tornar o casamento deles possível. No caso específico da noite que dá início ao filme, eles brigam por algo que Gerry falou para a mãe de Holly, Patricia (Kathy Bates) e pela indecisão deles de que rumo dar para suas vidas. Pouco depois acompanhamos como Holly deve encarar a separação de Gerry com a ajuda das amigas Denise Hennessey (Lisa Kudrow) e Sharon McCarthy (Gina Gershon), do novo amigo Daniel Connelly (Harry Connick Jr.) e com, para surpresa de todos, uma ajuda do próprio Gerry.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que parte do texto à seguir conta trechos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a P.S., I Love You): A verdade sobre esse filme é a seguinte: se você consegue aguentar os primeiros 12 minutos dele, ou seja, aquela chata e irritante e infantil briga do casal da história antes dos créditos iniciais do filme, você é capaz de assistí-lo até o final. Não lembro a última vez que eu vi um começo de filme tão irritante. O pior é que depois o filme não melhora muito mas, pelo menos, não piora. hahahahahahahahaha. A cena do streap-tease de Gerry também é deprimente. Não sei, talvez tem gente que ache graça, mas eu achei ridícula (e antes que alguém me diga que a idéia era essa, quero comentar que existe diferença entre você fazer algo querendo ser ridículo e você realmente conseguir ser ridículo querendo fazer algo ridículo – a segunda opção é o caso do filme). Fora estes dois pontos e quase todas as aparições da personagem de Lisa Kudrow, o filme até que não te dá muitas ânsias de vômito. hahahahahahaha. Ok, eu sei que fui meio chata agora, mas tudo bem.

Mas vejamos com um pouco mais de atenção a sequencia inicial do filme. Holly caminha para casa visivelmente irritada, enquanto Gerry corre atrás em seu encalço. Quando passam da porta do prédio para dentro, ele começa a querer saber o que deixou ela tão irritada – usando a velha tática de dizer que sim, ela deve estar certa em estar assim porque ele “deve” ter feito algo errado. Os 12 primeiros minutos do filme são isso, uma briga de casal chata. Ela diz que não gostou do que ele falou para a mãe sobre ter filhos, porque ela não sabe para onde vai a relação deles, porque ele pode querer ir embora e tal… ele joga na cara dela que ela não sabe ter estabilidade, que não fica nos trabalhos dela e nem se sente confortável estando casada – algo, em teoria, para “toda a vida”. Ok, percebemos que ela é carente, que ela teve algum problema com o pai dela. Também percebemos que ele a conhece muito bem, a ponto de fazer o seu joguinho… Para resumir: chato. Não achei nem graça e nem comovente essa introdução. Achei um tédio, na verdade.

Bem, depois disto, os créditos do filme. E depois… (AVISO: realmente não continue a ler o texto se você ainda não viu o filme – depois não diz que eu não avisei)… Gerry morre. Ok, daí começa toda uma história de Holly não cair na realidade e nem querer saber da vida. Até que Gerry volta a fazer parte de sua história, agora através de cartas e demais surpresas. Hummmmm… acho que já vi isso em algum lugar. A idéia de que a pessoa que morreu deixa uma mensagem final para o ser amado não é nada original. Muitos filmes já trataram disso. Só que P.S., I Love You leva esta idéia ao extremo, transformando Holly praticamente em uma marionete das idéias de Gerry. Ok que para ela é difícil superar a perda do marido – ainda que eu fique em dúvida sobre o quanto ela realmente o amava, porque lá pelas tantas no filme parece mais que ele era quase “algo para ela se agarrar” na vida, mais do que um amor legítimo. Ok que para ela é difícil administrar o seu complexo de abandono e a sua carência afetiva. Mas o roteiro do diretor Richard LaGravenese e de Steven Rogers, baseado no livro de Cecelia Ahern, exagera na dose. Realmente meio difícil de acreditar que uma mulher adulta seja tão carente a ponto de se “deixar levar” mais pelas mensagens e surpresas do marido morto – ao qual ela não dava tantos ouvidos quando estava vivo – do que pelas pessoas vivas que a rodeiam, como suas amigas ou sua mãe.

Enfim, para mim o filme é um desfile de situações óbvias e pouco críveis. Assim como uma coletânea de idéias já utilizadas em outros filmes – com melhor resultado. E dentro das caricaturas e das obviedades, merece um capítulo a parte a personagem de Denise Hennessey, interpretada por Lisa Kudrow. No fundo eu tenho pena dessa atriz. Parece que ela eternamente terá que interpretar papéis de mulheres meio “descontroladas”, “exóticas” ou “descerebradas” – um legado que sua Phoebe Buffay, de Friends, parece ter-lhe deixado. Em P.S., I Love You ela vive uma mulher “feminista” ao extremo, ou melhor, uma caricatura especialmente exagerada de uma feminista moderna. Tanto que a cena em que ela testa os possíveis “ficantes” é de chorar. Muito mecânica, muito irreal. Talvez alguém ache graça. Eu só achei ridículo.

No fim das contas, o caminho de Holly vai se abrindo como um “conto-de-fadas”, com ela seguindo os conselhos de seu amor morto para que consiga achar o seu caminho. Assim até parece bonito, mas o resultado é medíocre. Para não dizer que nada vale a pena no filme, como comentei antes, ele pode ser visto como uma boa oportunidade de ver o físico e a interpretação (ainda que está último meio capenga) dos atores Gerard Butler e Jeffrey Dean Morgan. O primeiro me fascinou com o filme 300, e o segundo com uma participação em Grey´s Anatomy. O problema é que os dois, com um roteiro tão ruim nas mãos, acabam ficando medianos também. Coitados. Hilary Swank, tadinha, escolheu mal ter entrado nesse filme… e pensar que um dia ela já trabalhou com Clint Eastwood e fez Million Dollar Baby… nossa, parece ser outra realidade e/ou outra pessoa. No fundo o filme serve para algo: para demonstrar, mais uma vez, que bons atores também erram em se meter em alguns filmes…

NOTA: 4.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Estava em dúvida entre dar um 5 ou um 4 para o filme. Mas eu acho, realmente, que ele merece este 4 – e só não dou menos em respeito aos atores principais do elenco.

O diretor Richard LaGravenese dirigiu, também em 2007, o filme Freedom Writers. Ainda não o assisti – e depois de P.S., I Love You eu fico um pouco com o “pé atrás” em vê-lo, na verdade -, mas o curioso é que é outra produção encabeçada por Hilary Swank e com Patrick Dempsey no elenco. Antes destes dois filmes, ele tinha dirigido, em 2003, ao documentário A Decade Under the Influence, examinando a produção cinematográfica nos Estados Unidos nos anos 70. Sobre esse filme eu fiquei mais interessada. E antes deste, LaGravenese havia dirigido a Living Out Loud (ou Volta por Cima), sua estréia na direção em 1998.

No site IMDb o filme registra a nota 6,9, enquanto no Rotten Tomatoes ele abriga 68 críticas negativas e 18 positivas. Ainda fico surpresa que ele tenha conseguido 18 positivas. 🙂

Apenas nos Estados Unidos o filme faturou quase US$ 52,5 milhões. Realmente deve ter sido uma alegria para os produtores – levando em conta a qualidade do filme.

Gerard Butler poderá ser visto, este ano, estrelando Nim´s Island, uma aventura com Jodie Foster no elenco. Ele também estrela o novo filme de Guy Ritchie, RocknRolla. Acho que vale a pena dar a ele mais algumas chances… hehehehehehehe. O interessante Jeffrey Dean Morgan poderá ser visto, em breve, no filme The Accidental Husband – que tem toda a pinta para ser outra porcaria. No filme ele faz um “triângulo amoroso” com Uma Thurman e Colin Firth. Por outro lado, ele está no elenco de Watchmen, a adaptação para o cinema dos quadrinhos arrepiantes e maravilhosos de Alan Moore e Dave Gibbons. No filme ele viverá Edward Blake/O Comediante. Esse filme promete!

CONCLUSÃO: Um filme que pretende ser uma bela história de amor com vários toques irônicos e que, no fundo, se demonstra uma grande chatice. Totalmente dispensável. Só vale a pena para quem tem interesse de ver a Gerard Butler, Jeffrey Dean Morgan e Hilary Swank em cenas de pouca ou nenhuma roupa. hehehehehehehehe

Sobre Alessandra

Jornalista com doutorado pelo curso de Comunicación, Cambio Social y Desarrollo da Universidad Complutense de Madrid, sou uma apaixonada pelo cinema. Em outras palavras, uma cinéfila inveterada. Também tenho Twitter, conta no Facebook, Polldaddy, Youtube, entre outros sites e recursos online. Tenho 20 anos de experiência como jornalista e hoje trabalho com inbound marketing em Florianópolis (SC), Brasil.

25 Respostas

  1. Lia

    Felizmente não partilho dessa opinião, mas respeito! Penso sinceramente q o filme so deve ser visto por apaixonados e por quem acredita q as pequenas coisas da vida podem ter muito mais significado do q grandes acontecimentos. É um fime que nos faz sonhar, mas apenas a quem sonha com coisas pequenas aos olhos dos outros, mas grandes para quem é um eterno apaixonado pela vida e pelos seus encantos! Amei o filme…
    Lia

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  2. larissa

    bom
    minha opinião se resume a:
    o filme é lindo
    a história é consegue ser dramática e bonita ao mesmo tempo
    os atores são SEM DÚVIDA MARAVILHOSOS!

    E opiniões diferentes a essa (minha, da Lia ou da Moema)
    NÃO CONTAM !!

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  3. Vander

    O pior filme que assisti em muitos anos.Realmente é de embrulhar o estomago, da pena de ver uma atriz com a categoria da Hilary entrar numa furada destas, se querem ver algo inteligente e que emociona assistam os doi de Richard Linklater”Before Sunset e Before Sunrise” esses sim romances que te levam a algo grande, mais tem gosto pra tudo.Com todo respeito aos demais, uma grande porcaria..

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  4. Bruna Moraes

    Infelizmente, o romance está um pouco fora de moda com esse mundo tão materialista e desordenado. As pessoas acham brega, dramatico, melancolico…assistam terror, entre outros.
    Analisar o filme com olhos tecnicos é muito diferente, a direção de fotografia é excelente, figurino, roteiro, direção de arte…gostei muito do filme e recomendo…não só para o crescimento do cinema, mais também pelo sonhar…admirar…gostar…
    Esse genero de filme nos faz sonhar…além dos limites…sonhar pelo verdadeiro amor. E acho importantissimo para carreira dos dois um romance… grandes artistas não devem ser estereotipados. O publico deve saber apreciar.

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  5. André

    O filme é excelente. As pessoas criticam os atores de forma desordenada…
    Achei que houve muita quimica entre o casal, que me tocaram e o fim foi perfeito.
    Compartilho da ideia de que esses filmes nos trazem a tona a ideia dos poucos momentos que temos para dedicarmos ao amor que há em nós. Sabermos aproveitar cada segundo, um segundo que nao dizemos que amamos alguem, que nos faz falta. Sem contar a parte técnica como fotografia, roteiro e dialogo.
    Mas, infelizmente tem gente que nao gosta..

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  6. Mel

    Ola. Na minha opinião, o filme pode nao ser exímio em qualidade de roteiro, nem ter uma trama muito envolvente no que diz respeito a suspense, imprevisibilidade, contudo gostei mesmo muito de ver o filme e de maneira alguma penso que seja assim tao fraco como é da opinião de alguns aqui. Uma vez sonhei que o meu namorado tinha morrido e posso assegurar que foi o pior pesadelo que algum dia já tive. neste filme revi-me muito, tanto no que diz respeito ao sonho que tive, como no medo crescente que fui sentindo de perder o meu amor. creio que para quem viveu ou esta a viver esta mesma situaçao na vida real, o filme pode ser de grande utilidade na medida em que pode por um lado mexer muito com a pessoa, emociona-la, mas, por outro, mostra-lhe a necessidade de seguir em frente. Desculpe o que vou dizer, mas penso que a sua análise do filme foi muito fria e pouco humana. Considerar aqueles diálogos ridículos é o mesmo que considerar diálogos banais entre casais uma coisa ridícula, mas esquece-se de como coisas simples da vida fazem todo o sentido ainda para mais quando a pessoa que nós amamos já nao esta do nosso lado. Na análise de um filme não podemos ter em conta apenas questões técnicas mas tambem temos de nos concentrar na mensagem que ele pretende passar e na utilidade que ele pode vir a ter, senao em nós, por esse mundo a fora.

    Beijos

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  7. Isa

    Poxa, não queria comentar um post tão longe, mas dessa nota eu realmente discordo! Eu daria um 7 ou 8. Tudo bem, a cena do striptease foi ridícula, a briga do início foi um pouco irritante e a morte dele foi introduzida na trama de forma súbita. Mas acho que essa parte da briga era mais pra mostrar como a realidade de um casal é diferente daquela coisa ‘e viveram felizes para sempre” das comédias românticas. A gente briga, a gente enche o saco por coisas idiotas e faz as pazes por coisas mais idiotas ainda. Pensar em mudar de casa, ter filhos, trocar de emprego, gastar com sapatos, tudo tem que ser discutido na vida a dois e isso pode levar a esse tipo de atrito bobo ehehehe. E as fraquezas emocionais das pessoas afloram nesses momentos…
    A seqüência das cartas só mostrava o quão bem ele conhecia ela, sabia sobre seus medos e sabia quais seria as suas reações apóas a morte. Tá, TAMANHA previsibilidade não existe na vida real, mas eu achei bonito ehhehee
    Também gostei da forma como os flashbacks se inseriram, mostrando um pouco da história do casal.
    E o final que abriu as portas da vida dela pra novas possibilidades, tb me agradou, apesar de ser uma opção pelo menos arriscado.
    Chorei quase o filme inteiro, mas é um filme que me fez bem ehehehehhe

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  8. Ana yah

    Para a primeira comentarista, nao sei o nome, o filme foi somente alvo decriticas destrutivas… mas como ela mesmo comentou … ” Até porque eu sempre me “perco” nesta data… Geralmente não lembro dela até que alguém me faça recordar. hahahahahahaha” … com isto pode-se entender tudo…. hahaha

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  9. simplismente amei este filme tenho 18 aninhos e foi a 1° vez que eu fui ao cineme na época estva passando por uma faze parecida com a historia do filme e uqndo vi o trailler dele na tv fiquei loca pra ve-lo foi o 1° que me chamou atenção tive de ve-lo e assim foi minha 1° vez que fiu o cinema chorei todo tempo me identificava com cada parte o filme é lindo cm certeza 1 dos mais lindos que ja vi… a trilha sonora é maravilhosa o senario então é lindo, tudo lindo

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  10. isabella

    voce nao sabe o que é um verdadeiro filme! Filme bom para voce é o que, Guerra nas estrelas? PS eu te amo se é O é um dos melhores fimes da historia, somente pessoas que sabem o qeu é amar alguem que vao compreender o filme! respeito a opiniao de todos, mas deviao revelo quantas vezes for preciso, ESSE FILME É MARAVILHOSO do começo ao fim!!! Existe muitas historias de amor lindissimas e ate mais bonita do que essa, mas Ps eu te amo é algo criativo(cartas) e ao mesmo tempo totalmente romantico mesmo ao longo da historia Holly nao ficar com Gerry o amor nao se basei nisso. Eu sou escritora e trabalho em um jornal, já todos os livros que voces imaginarem e PS eu te é um dos mais comoventes! O livro é otimo mas só mesmo o filme para voce sentir(pela expressao)a dor que Holly sente! E u já perdi o meu primeiro amor com uma tragia doença e sei MUITO bem como é! É uma dor tao grande que nao é fisica mas como é tao forte a dor ela passa a se tornar fisica, com o tempo agente ”supera”, mas NUNCA deixaremos de amar e sentir a dor que fica!

    ASSISTA O MFILME DENOVO, TENTEM ENTENDER A DOR QUE UMA PESSOA TEM AO PERDER ALGUEM QUE AMA! nao pensem que o amor sempre acaba em finais felizes pois muita das vezes é totalmente ao contrario!

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  11. Adriana Lobo

    Ale,
    até que enfim encontrei alguém que tenha a mesma opinião que eu sobre o chatíssimo filme P.S. Eu te amo. Sou ultrarromântica, sensível e choro até com propagandas, mas este filme me tirou do sério. Não me convenceu, não me envolveu, não me emocionou o que, JURO, é muito difícil.
    Concordo com tudo o que você disse: briga chata, mulher chata, mãe chata, amigas chatas, marido que deixa cartas chatas… Eu achava que o filme fosse deslanchar a partir das cartas, mas elas não transmitiam emoção, parecia mensagem de mãe, do tipo, cuide-se, ou de amigos: viva a vida! Não tinham conteúdos de amor!
    Fiquei chateada com esse filme, pois achei que ele não me tocou em nada. Assisiti com o meu marido e nós não sentimos NADA com esse filme, sabe por quê? Porque ele não tinha nada de real, a personagem não demonstrou dor e sofrimento à altura da perda da pessoa amada.
    Enfim, quando o filme acabou, pensei: se eu fosse adolescente e ainda não conhecesse nada da vida, teria chorado horrores, mas como sou madura e sei o que é o amor, somente lamentei ter perdido o meu tempo, quando podia ter aproveitado pra namorar e declarar ao meu marido o quão grande e significativo é o amor que eu sinto por ele.
    Beijos!

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