Dragon Wars – D-War


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Dragões são importantíssimos nas lendas e na iconografia oriental. Ouso dizer que é o símbolo mais conhecido e copiado desta mitologia mundo afora. Pessoalmente, sempre gostei muito de dragões e de suas lendas. Por isso que quando vi o cartaz deste Dragon Wars fiquei interessada. E o filme começa bem, apesar de uma ou duas ressalvas. Até a metade da história o espectador realmente se diverte mas, depois, o diretor sul-coreano Hyung-rae Shim, responsável também pelo roteiro, perde a mão na dose de perseguições e o filme fica repetitivo e chato. O final também não é dos melhores mas, algo tenho que admitir: os efeitos especiais e o confronto de dragões foi muito bem feito. Mas deixemos os detalhes para depois do resumo da história.

A HISTÓRIA: O filme é baseado em uma lenda coreana. Depois de sermos apresentados a ela, acompanhamos o trabalho do repórter Ethan Kendrick (Jason Behr) que vai produzir uma matéria para o canal de tevê CGNN sobre um terrível acidente em Los Angeles. Quando está gravando as cenas, ele percebe alguns investigadores do FBI revelando um objeto curioso que, através de imagem ampliada na redação em que ele trabalha, Ethan descobre ser conhecido. Ele acredita que acaba de identificar uma escama de dragão. Esse é o sinal para que Ethan se lembre de uma experiência em uma loja de antiguidades quando era pequeno. Nessa época, ele vai até a loja com seu pai e acaba ouvindo uma história sobre renascimento de dragões contada por Jack (Robert Foster), o dono da loja. Além de ouvir a história, Ethan ganha um amuleto que, segundo Jack, lhe protegerá de todo o mal quando chegar a hora dele se encontrar com Sarah (Amanda Brooks), a peça-chave da lenda. Agora que Ethan encontra o sinal do dragão, ele pretende buscar a Sarah. Em pouco tempo, contudo, a “serpente do mal” começará a sua busca pela jovem e, com ela, a destruição de parte da cidade.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que parte do texto a seguir traz informações essenciais para o filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Dragon Wars): Como eu dizia antes, o filme começa bem. Em pouco tempo ele explica a lenda coreana, inclusive com uma ambientação na Coréia de 500 anos antes. Essa parte é bacana e bem feita, ainda que nada excepcional. Só que aqui já começa o absurdo da história, porque 500 anos depois do que Jack está narrando, porque justamente em Los Angeles a história se passa? Como os dragões foram parar aí? Extremamente sem sentido, mas tudo bem. Nem sempre dá para pedir lógica para os filmes. Só achei que o diretor abriu mão um pouco da originalidade da história para filmá-la onde era mais fácil “fazer dinheiro e ser conhecido”, ou seja, nos Estados Unidos e, mais precisamente, em Los Angeles. Para mim o filme perde pontos por isso. Preferia uma produção menos caprichada mas mais coerente com a história.

Além disso, depois da parte da “reconstituição histórica” contada por Jack, o filme cai bastante de ritmo. Especialmente depois que Ethan encontra a Sarah. Os dois começam uma fuga “sem sentido e sem direção” que é simplesmente cômica. Primeiro, param em uma praia. Depois pedem ajuda de Bruce (Craig Robinson), colega de Ethan, para conseguir credenciais (heim?) para Sarah, sem contar que eles fazem uma parada em um hipnotizador (Holmes Osborne) para que entendam melhor o que está acontecendo. O que eles vêem todos já sabiam e não esclarece nada. Ou seja: uma grande perda de tempo. Esses deslizes no roteiro vão tornando o filme chato, sem contar os vários e vários minutos que parecem de “repeteco” no qual a horda da serpente do mal e ela própria lutam contra policiais e o Exército. O filme, nessas alturas, já está meio perdido.

A lenda coreana diz que a cada 500 anos nasce uma mulher com o poder de transformar uma serpente chamada Imoogi em um dragão alado. O problema é que muitas vezes Imoogi se transforma em duas serpentes que disputam esse poder: uma do bem (chamada apenas de Imoogi do bem, que vai subir aos céus e proteger a humanidade) e outra do mal (chamada Buraki, que quer utilizar o poder para destruir o mundo). Pois depois de nenhum das duas serpentes conseguirem o seu propósito no século 16, elas voltam agora, nos anos 2000, para tentar sua “ascensão” mais uma vez. Por isso elas buscam a mulher com o símbolo de nascença de um dragão no ombro, a chamada Yeouijoo, que deve ser “sacrificada” quando completa 20 anos.

Bem, dito isso, depois de todo confronto das hordas da serpente do mal contra o Exército e a polícia pela ruas de Los Angeles, nossos “inocentes” heróis Ethan e Sarah estão tranquilos guiando para fora da cidade em um carro quando são capturados. Daí já vamos para a parte final realmente do filme, com um esperado confronto entre as duas serpentes. Mas aí outra questão: onde diabos estava metida a serpente “do bem” até então? Por que ela não interferiu antes? Enfim…

No final das contas é um filme que começa bem mas, depois, descamba. Uma pena, especialmente porque ele custou uma fortuna e poderia ter rendido algo melhor. O diretor e roteirista, realmente, para mim, se perdeu no caminho com alguns “desvios” totalmente sem sentido. E os protagonistas… são bem fraquinhos. Vale por uma ou outra cena com os dragões e pelo começo, não muito mais que isso.

NOTA: 4,5.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: O diretor e roteirista também tenta ser engraçado em vários momentos, especialmente com a história do guarda do zoológico (interpretado por Billy Gardell). O problema é que as piadas não funcionam tão bem quanto ele gostaria. Também merecem destaque por suas participações secundárias no filme Aimee Garcia (como Brandy, a amiga de Sarah), Chris Mulkey (o agente do FBI Frank Pinsky) e John Ales (o agente do FBI Judah Campbell). Por falar em FBI, nada convincente a parte em que os agentes do filme estão super bem informados sobre a lenda coreana. Afinal, por melhor que seja o departamento de inteligência norte-americano, alguém de fato pode acreditar que eles seriam quase “especialistas” no assunto? Não, né.

O filme custou aproximadamente US$ 75,4 milhões – alguns calculam em US$ 100 milhões. Mesmo que o número inicial seja o mais aproximado, é uma fortuna. Nos Estados Unidos Dragon Wars foi mal nas bilheterias: arrecadou no período de 16 de setembro até 14 de outubro apenas US$ 10,9 milhões – o que não é pouco, mas está abaixo do que os produtores gostariam levando em conta a fortuna que o filme gastou. Segundo o site IMDb, contudo, fora dos Estados Unidos o filme teria faturado, até 26 de agosto, US$ 53,5 milhões – especialmente na Coréia do Sul, berço do diretor Hyung-rae Shim, e nos demais países asiáticos. O filme deve se pagar mas está longe de ser um sucesso.

No mesmo site IMDb, os usuários lhe deram a nota 4,3. Realmente o filme não convenceu os espectadores norte-americanos.

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27 comentários em “Dragon Wars – D-War

  1. Olá Emmanuel!

    Puxa, desculpa por ter feito você deixar de ver o filme. Sabes que eu sou sempre da opinião que por pior que um filme seja, ele merece ser visto… nem que for pra gente ficar com raiva depois. hehehehehhehehe

    E sabe como é que é… algumas vezes a gente vai com tantas opiniões negativas sobre um filme na cabeça que até consegue ver vários pontos positivos nele… hehehehehe. Como eu disse, tem efeitos especiais em D-War que são bacanas. Pelo menos isso.

    Visitei o Undercult. Gostei. Só tenho que outra hora gastar mais tempo nele e ler as entrevistas e as matérias. Também vou aproveitar ele para me atualizar nas bandas underground… sempre tem algo bacana que eu desconheço rolando por aí.

    Obrigadíssimo pela visita e pelo comentário. Volte mais vezes, especialmente para falar de outros filmes – inclusive os que tu viu. hehehehehe
    Abraços!

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  2. Esse filme é uma bosta…
    A porpósito, vc sqceu de citar o terno do reporter ethan, q passa por diversas explosões, acidentes de transito, é cortado, amarrado, enfim, literalmente fudido, e no final, depois de td isso, o terno tah intero, igualzinho, como se tivesse acabado de passar…
    acho q o diretor devia ter se preocupado mais com lógica e história doq com os efeitos especiais, q ficaram magavilosos[ e kros pra caralho]

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  3. Olá Musha!

    Bem-vindo por aqui, em primeiro lugar.

    Pois sim, o filme é bem idiota… como eu disse, acho que só os primeiros minutos valem, o resto podia ser resumido a dois minutos de cenas com os dragões. Ou seja: um curta resolvia. hehehehehehehe

    Tens razão, o terno do repórter “eternamente” novo é outro detalhe de como a produção gastou os tubos em efeitos especiais e esqueceu de ítens básicos como o figurino e a continuidade. Mas enfim… como o filme é uma meleca mesmo, tanto faz, né? Um detalhe ruim no meio de muita coisa ruim… hahahahahahahahha

    É… teria sido melhor gastar esses milhões em outras histórias – daria para fazer dois ou três filmes com essa grana, mas tudo bem.

    Obrigada por teu comentário e por tua visita. Espero que voltes por aqui várias vezes ainda… Um abraço!

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  4. Oi Guilherme!!

    Antes de mais nada, seja bem-vindo por aqui. Espero que esta seja apenas a primeira visita de muitas.

    Olha, o filme é ruim por tudo que eu comentei no texto acima… mas pode ser um divertido passatempo se você assistí-lo sem grandes expectativas – ou pensando que ele é ruim. Comigo isso sempre funciona: se vou assistir a um filme achando que ele será horrível, é bem provável que eu me divirta pelo menos um pouco com ele. hehehehehehe

    Vale pelos efeitos, mas não por muito mais. Ele cansa, como eu disse antes, porque repete muito a fórmula das perseguições e luta dos dragões. Também tem vários problemas de roteiro e de sequencias, mas pode ser um passatempo, volto a dizer. Agora, que existem dezenas – talvez centenas – de outros filmes melhores para alugar na locadora ou para assistir no cinema, ah, isso existe!

    Beijosssssssssssssss e volte mais vezes!

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  5. Tb me empolguei com o trailer, e resolvi assistir com meu namorado, e no fim estávamos rindo muito da total incoerência do filme.
    Tipo tb não entendi para que ela precisavas das credenciais, tão pouco a questão do FBI entender de uma lenda sem pé nem cabeça, no começo do filme tb, tem uma cena, onde o pai do Ethan vai até a farmácia achando que o outro estava tendo um enfarte, ele não volta mais, tipo, se fosse enfarte msm, adeus…rsrs…A cena de romance deles é pra lá de ridícula, eles mal se conhecem e o clima surge sem lá da onde.
    Chegando no final, todo a cidade sendo destruída, muita gente morrendo, e os dois indo de carro, curtindo um papo cabeça para “ir de encontro ao destino”, poxa, será que dá para ir mais rápido e com mais preocupação, e qd eles estão amarrados, e surge aquele raio do céu, se o “céu” não ia deixar ela ser devorada pela Buraki para que todo o trabalho?
    Enfim, péssimo. Ficaria um dia inteiro falando sobre todos os erros do filme.

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  6. Eu assisti o filme não é ruim, não é uma bosta
    primeiro vc tem q gostar um pouco de filme de japas
    o filme se perde e talz
    os efeitos não são perfeitos ta certo
    mas acontece fazer o que
    tem tantos filmes ruins rodando por ai, q o pessoal adorou, q prefiro nem comentar
    e ai ficam detonando esse filme, filmes caros tbem.
    lembrando q o roteirista e diretor não são James Cameron, um Spilperg da vida neh.
    e q para um filme coreano, o filme está muito bem, pq eles fazem uns filminhos q pelamor de deus viu, num dá nem pra assistir.

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  7. Oi Mari!

    Pois sim, esse filme é um amontoado de “coisas sem pé nem cabeça”… mas enfim. Como comédia, para rir, até que vale a pena. hehehehehehehehe
    Agora, para quem gosta de lendas e de histórias um pouquinho melhor trabalhadas, realmente ele é terrível.

    Achei divertido o teu comentário… também achei cômicos todos os trechos que tu comentou.

    Obrigada mesmo por tua visita, teu comentário e, sinceramente, espero que voltes muitas vezes ainda para comentar outros filmes. Um grande abraço!

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  8. Oi Elizeu!

    Olha, eu gosto de filmes de japas… mas de que japas exatamente você está falando? hehehehehehehhee. Porque o Akira Kurosawa era japa e fazia filmes incríveis, com qualidade de cabo a rabo… 😉

    Mas sério, sei que estás te referindo aos filmes de terror e/ou suspense japoneses. Só que aí que está… não achei que a proposta de Draon Wars fosse ser um filme B – como muitos dos filmes feitos no Japão com esta proposta. Aliás, basta olhar o orçamento do filme… por baixo ele custou US$ 75,4 milhões (alguns, volto a dizer, comentam em US$ 100 milhões). É muito dinheiro para que aconteçam tantos problemas em cena…

    Ainda assim, como eu sempre falo, opiniões estão aí para serem iguais ou distintas… e beleza que tu gostou mais do filme do que eu. Pelo menos alguém se divertiu mais. heheheheheheehehe. E no fundo, como a Mari bem disse antes, lá pelas tantas eu comecei a ver o filme como uma comédia, mais como filme B do que como outra coisa. E daí beleza… nem me estressei. hehehehehehehe

    E sei lá… sempre digo que a gente não deve nivelar por baixo. Se fazem filmes coreanos ruins, eles não devem servir de parâmetro para seguirem fazendo porcarias, né? Acho que o céu deve sempre ser o limite – ou além, como diria o Super-Homem. 😉

    Um abraço e agora vou para teu outro comentário…

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  9. Olá,

    Gostei muito do filme pois ele é baseado em uma coisa que admiro e estou sempre estudando os assuntos que são Dragões.
    Estou aqui para saber se alguem sabe em que lenda Coreana o filme é baseado…gostaria muito de conhecer essa lenda melhor!Se alguem souber e poder me ajudar…facarei Feliz em agradecer a ajuda.

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  10. O filme tem efeitos especiais, mas perdeu o sentido… Não entendemos nada no final!! 0o (e de onde apareceu aquele castelo de fundo??)

    O dragão que persegue a mulher durante o filme (pelo menos eu tinha entendido) era do bem, pois foi o mesmo que o mestre mostrou a 500 anos atrás.

    E se o objetivo de todos do bem, inclusive do Ethan, era matá-la e o mal a queria viva, então por que os monstros atiram fogo em qualquer lugar que ela pudesse estar?? Eles achavam que ela era de feita de quê?? Aço??

    O que me prendeu até o final era a dúvida se o Ethan a mataria ou ela ajudaria o mal, mas não teve nada disso!!

    A lenda era boa o suficiente para render uma grande produção, mas pareceu que estávamos vendo Power Rangers!!!

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  11. Oi Davi!

    Seja bem-vindo a este blog.

    É impressão minha ou foste irônico no teu comentário… em outras palavras: você odiou tanto o filme que só gostou dele quando ele acabou? hehehehehehehehe

    Pois é, realmente este é o típico filme que pode provocar duas reações: 1) Raiva por assistí-lo, se você levar ele a sério ou tiver realmente o desejo de ver algo bacana sobre dragões; 2) Apenas decepção, depois de ter tido a esperança de ver algo bom e desistir disto antes da metade do filme, assumindo a partir daí uma postura de “vamos rir das trapalhadas que surgirem”. Eu assumi a segunda postura e não terminei de ver o filme com raiva. 😉

    Um abraço e volte sempre!

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  12. Oi Nicole e Thaís!

    Bem-vindas por aqui!
    Pois sim, o filme tem BASICAMENTE efeitos especiais… porque roteiro e atuações vamos combinar que praticamente não existem. hehehehehehehe

    Em filmes assim, meio que sem roteiro, aparecerem “elementos” do nada não é algo raro, não é mesmo? Então tudo está valendo… castelo, mocinha “colocada para o sacrifício”, etc.

    Agora, meninas, o tal dragão que persegue a mocinha o filme todo é “do mal”… não é do bem não. Antigamente, vocês devem lembrar, existiam os dois dragões – e ambos “ressuscitam” nos dias atuais. A questão do filme é que o “mal” aparece primeiro na história, criando todo aquele caos e perseguição.

    Agora, bem que ela poderia ter uma “quedinha” para ajudar o mal, né? Seria engraçado… 😉

    hahahahahahahahhahahahahahaha. E verdade que a lenda tinha tudo para render um grande filme, mas acabou sendo mais um Power Rangers da vida. Adorei essa comparação!!

    Meninas, sejam bem-vindas por aqui e voltem sempre! Abraços e um ótimo final de ano!

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  13. Oi Debora!

    Bem-vinda por aqui.

    Então, realmente o filme é bem ruinzinho – pelo menos a história é fraca, porque os efeitos especiais até que são bacanas -, mas nunca se sabe. Vai que teu filho goste. 😉 Acho que vai depender muito da idade que ele tem.

    O filme já está disponível nas videolocadoras, mas poder te indicar alguma, era interessante dizeres em que cidade vocês moram. Daí posso pesquisar em que local o filme pode estar disponível.

    Um abraço e obrigada por tua visita. Volte mais vezes!

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  14. Também achei o filme um pouco ruim! A parte que mais detestei foi a cena de Los Angeles! Por favor! Não acredito que o exército americano seja tão estúpido! Porque é que, em vez de usram helicópteros AH-64 Apache (nao to falando mal desse helicóptero, até é o meu preferido) nao usaram caças ( como o F-22 Raptor)? Além de serem mais rápidos e dificeis de atingir e destruir, devido à sua velocidade, têm um armamento e qualidades de avião muito melhores que esses helicópteros, e nem mesmo os dragões voadores teriam hipóteses contra eles, devido claro, à velocidade!!
    P.S – É muito estúpido uma serpente gigante conseguir resistir ao impacte de mísseis! Poxa! Que animal tão resistente, as escamas dela devem ser feitas quase de Adamantium, como no X-Men!

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  15. Olá Fábio!!

    hahahahahaha. Sim, sim… o Exército dos Estados Unidos é totalmente estúpido. Pelo menos segundo a ótica do diretor Shim.

    Mas também, já imaginou se no filme eles fossem inteligentes? Dragon Wars duraria 15 minutos, e olha lá… bem, talvez ele fosse melhor como curta. 😉

    Agora, adorei você com todos os teus conhecimentos de aeronaves. Amei! Eu jamais poderia citar os helicópteros e caças que você citou. Por essas e por outras é que eu gosto deste blog… vivo aprendendo coisas novas.

    Ah sim, as escamas dos queridos répteis deste filme eram feitas de material milenar, precioso, mais duro que o diamante ou da mesma gama do adamantium. hehehehehe. Boa observação!

    Um grande abraço, Fábio, e seja bem-vindo. Espero que apareças mais vezes.

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  16. O incrível é que durante a cena de Los Angeles (não percebo poque puseram esta bela cidade a ser destruída, aliás ela é americana, não coreana)a horda da serpente do mal põe-se a disparar por tudo quanto é sítio, quando elas estavam à procura dela e precisvam dela viva. Não entendo nada! A única parte boa do filme é o início! Só tenho 2 palavras para este pseudo-filme: ”Que bosta!”

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  17. Olá Fábio!

    hehehehehehe

    Sim, o começo de Dragon Wars é bastante interessante. Mas depois o filme segue ladeira abaixo até as profundezas da terra. 🙂
    Não existe uma explicação para Los Angeles, assim como não existem explicações para muitas coisas.

    Mas paciência, não é mesmo? Eu sou da teoria que é preciso filmes ruins, como este, para sabermos valorizar os bons. 🙂

    Ele pelo menos motivou uma visita e um comentário teus. Aliás, obrigada por ambos. Espero que voltes aqui mais vezes, inclusive para falar de outros filmes.

    Abraços e até mais!

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    1. Oi Felipe!

      Na boa, fico feliz que tenhas gostado do filme.

      Eu me diverti com ele… até com as suas falhas. Sem dúvida, não é destes filmes muito surpreendentes, nem bem feitos, mas também não é um desastre completo.

      Acho que quando a pessoa relaxa e desliga o botão de exigência, até pode achar o filme envolvente.

      Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. E volte por aqui mais vezes, ok?

      Abraços e inté!

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