Jack Goes Boating – Vejo Você no Próximo Verão


Ah, que diferença faz um texto bem escrito! Um filme simples, para variar. Que não complica o que não precisa ser complicado. E que, com muita sensibilidade, sequências perfeitas, simplicidade, um ótimo roteiro, atores afinados e uma trilha sonora impecável, mostra como um filme pode ser delicioso. Jack Goes Boating conquista o espectador da mesma forma com que o seu protagonista luta para vencer desafios e para conquistar a própria felicidade. Com direção e uma interpretação impecável de Philip Seymour Hoffman, é destes filmes que mostra, por A + B, qual é a grande graça do amor.

A HISTÓRIA: Deitado na cama, com as mãos cruzadas sobre o peito, Jack (Philip Seymour Hoffman) parece mergulhado em reflexões profundas. Depois, sentado em uma das limousines da empresa de seu tio, Frank (Richard Petrocelli), ele coloca um reggae para relaxar. Neste momento, ele acerta com o amigo e parceiro de trabalho, Clyde (John Ortiz) para conhecer a Connie (Amy Ryan). Ela começou há pouco a trabalhar com a mulher de Clyde, Lucy (Daphne Rubin-Vega). Confiante que este é o momento de começar um relacionamento pra valer, Jack vai investir em Connie, encarando diferentes desafios para que eles dêem certo. Paralelamente, o casamento de Clyde e Lucy passa por uma de suas piores crises.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a Jack Goes Boating): Com tantas histórias de amor contadas pelo cinema, como tratar de um romance sem parecer repetitivo? Bem, uma das formas mais óbvias é pegar um casal totalmente fora dos padrões e contar a sua história. É basicamente isso que o ator e diretor Philip Seymour Hoffman faz com Jack Goes Boating. Mas não é apenas isso que ele faz.

Como escrevi anteriormente na crítica de Gigante, outro filme romântico que foge dos padrões, é muito bom quando um roteiro nos surpreende positivamente com uma história nada óbvia. Mas não basta isso para que uma produção seja excepcional. É importante também que ela vá direto ao ponto, não enrole. Que seja simples, concisa, mas nem por isso menos sensível. Isso vale tanto para as linhas do roteiro, para os diálogos entre os atores, como também para a condução da trama, para as cenas filmadas. Jack Goes Boating consegue aliar tudo isso.

Esta é uma linda história de amor. Que como a vida mesma, não está inerte aos problemas, aos sustos e ao drama. Existe medo, alguma dose de violência e loucura nesta produção. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Mas mais que isso, existe o comprometimento. A determinação de Jack e Connie para apaixonarem-se. O que apenas reforça uma teoria que eu tenho há muito tempo: algumas vezes, tão ou mais importante que ter sintonia com outra pessoa, é a vontade que você e esta outra pessoa tem para ficarem encantados um com o outro. Porque não existem pessoas perfeitas. Isso Jack Goes Boating deixa muito claro. O que existe são pessoas que concordam em ficarem juntas, em dedicarem-se uma a outra porque, juntas, elas são melhores do que separadas, isoladas. É isso, nada mais, nada menos.

Agora, quantos filmes conseguiram falar isso e de forma tão leve, tão despretensiosa e bonita? Poucos, muito poucos. Além de ter essa ideia central, Jack Goes Boating tem outro diferencial que me deixou, devo admitir, encantada. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). A forma com que o roteirista Robert Glaudini, autor também da peça teatral que originou este filme, revela sem receio as “feridas” e dilemas que os dois personagens principais devem curar/enfrentar antes de conseguirem ser felizes juntos. E mais que isso, o esforço verdadeiramente belo de Jack e Connie para enfrentar esses “demônios”, medos e traumas com uma única certeza: que era preciso vencê-los para que eles conseguissem o que queriam. Nada menos que ser felizes. E que belo o esforço dos dois para isso. Especialmente os desafios de Jack que, após soltar duas ideias para Connie, sentiu-se “obrigado” a aprender a nadar e a cozinhar para conquistá-la.

Ah, vamos e venhamos, há algo mais lindo no amor do que uma pessoa se esforçar para conquistar a outra? E não com mentiras, máscaras ou simulações, mas com um verdadeiro esforço para ser melhor, para superar-se e para aprender coisas novas. Essa é a essência deste filme, e uma mensagem que pode servir de incentivo para muitas pessoas que talvez fujam do “padrão” de beleza atual. Porque nenhum dos personagens de Jack Goes Boating pode ser considerado um modelo de beleza. E, ainda assim, eles são belíssimos. Porque o que interessa, no fim das contas – e vou ser bem lugar-comum agora – não é a superfície, mas o que as pessoas fazem, como elas atuam, de que forma elas percebem os outros e se posicionam frente à vida. Todo aquele pacote que verdadeiramente dá significado a um indivíduo e o diferencia dos outros.

Bastante interessante, também, o proposital momento distinto que vivem os dois casais de protagonistas desta história. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Aparentemente, Clyde e Lucy eram experientes no amor, sabiam muito mais sobre relacionamentos que os “solteirões” Jack e Connie. Pela ótica da sociedade, os solteirões é que são os “estranhos”, talvez até sentimentalmente problemáticos. Só que eles, mesmo com várias razões para preservarem os seus respectivos traumas – Jack por fugir dos padrões de beleza, Connie pelos repetidos abusos pelos quais passou -, enfrentaram os próprios demônios para começarem uma nova relação, sabendo que ela será feita de muitos desafios. Mas optaram por amar e por lutar por um aprendizado conjunto. Clyde e Lucy, por outro lado, tão experientes no amor, não conseguiram atingir a maturidade no relacionamento. Os dois se enxergavam como pessoas que poderiam dar conselhos para os amigos “despreparados” até que, no final das contas, quem poderia dar lição para eles era justamente Jack e Connie.

Talvez uma das grandes mensagens do filme é que para uma relação dar certo, mais que qualquer outra coisa, é preciso que as pessoas queiram que ela dê certo. É necessário ter fé no relacionamento, dedicar-se para que as coisas funcionem. Isso vale muito mais do que afinidade de signos, idade, semelhanças de classe social, educação ou o que for. Ficar fascinado por alguém e dedicar-se a ser bom e bacana para aquela pessoa é o que faz a diferença. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Há uma cena específica, em Jack Goes Boating, que eu tenho certeza que pode ter deixado muita gente com “as orelhas em pé”. Aquela em que Jack pergunta para Connie o que ela quer em um homem e ela faz a mesma pergunta para ele. Há quem possa argumentar que isso é bobagem, que ninguém vai mudar por causa do que a outra pessoa quer. Mas realmente o que cada um deles falou é algo absurdo? O que nós queremos de outra pessoa é algo tão esquemático que não vai respeitar a individualidade de quem a gente gosta? Não, acho que não. Mas o gesto deles é o que importa: quantos de nós já fizemos essa pergunta para quem gostamos? A preocupação de Jack e de Connie tem total fundamento porque, ao saberem claramente sobre a expectativa do outro, eles vão tentar suprí-la, mas sem perderem as suas próprias características. E caso a expectativa seja absurda, nada melhor do que saber sobre ela logo de cara para, se for o caso, pular fora do barco antes que ele afunde.

Alguém que olhar com displicência para esse filme pode achá-lo simples demais, talvez até um pouco “bobo”. Mas se você percebê-lo com um pouco mais de atenção, vai notar a inteligência do roteiro. Jack Goes Boating mostra que é possível ser genial sendo simples. E que, aliás, esse é o melhor caminho. Porque tenho certeza que este filme poderá ser assistido por pessoas de qualquer idade e que elas, não importa de onde são ou o que fizeram da vida, não terão dificuldade de entender a essência da história. Isso sim é uma peça de arte. Porque a arte, verdadeira, tem essa característica de universalidade. Além disso, sei que um filme está bem acima da média quando eu tenho dificuldade de escolher apenas uma sequência ou uma parte do roteiro como favorita. Nesta produção há várias partes que eu poderia selecionar. Mas há uma, em especial, que me deixou encantada. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Todas as sequências em que Jack planeja o que vai fazer, repete mentalmente as suas ações futuras, em busca da perfeição, são excepcionais. Mas aquela em que dá braçadas sobre a passarela que passa por cima de uma avenida movimentada de carros é especialmente bela. De arrepiar.

NOTA: 10.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Só um grande ator pode saber exatamente o que interessa ou o que pode sobrar em um filme. Jack Goes Boating tem a duração exata e faz cada minuto da produção ser deliciado pelos espectadores. Isso porque Philip Seymour Hoffman preocupou-se, e isso fica evidente na produção, com cada cena. Nenhum diálogo ou imagem está sobrando. Não há gorduras para cortar. O que apenas destaca o ótimo roteiro de Robert Glaudini, a direção de Hoffman e a super competente edição de Brian A. Kates.

O filme começa a ganhar alma e corpo naquele primeiro encontro entre Jack e Connie. A conversa é absurda. Mas matematicamente desenhada para mostrar a “fobia” social dos personagens que estão tentando sair das suas respectivas zonas de conforto – e de isolamento. Seja o desabafo de Connie, seja a paciência infinita de Jack – e sua forma de responder sem responder nada do que ela está dizendo -, estes elementos refletem com uma precisão espantosa e simultânea a “situação das coisas” da mesma forma com que revela o esforço deles para alterar este quadro. Lindo. Depois, claro, o filme só vai crescendo em relação aos diálogos. Tão bacana ver o quanto as pessoas podem prestar a atenção no que as outras estão falando, e não apenas perfilar uma série de frases vazias e/ou forjadas para criar uma impressão – muita vezes falsa.

Logo no início, achei fantástica a trilha sonora deste filme. Palmas para a dupla Grizzly Bear e Evan Lurie. Como deveria acontecer sempre no cinema, em Jack Goes Boating a trilha sonora compõe a história e ajuda a contá-la. A música vira parte da “alma” da produção. Representa, neste caso, não apenas o gosto musical do protagonista, mas um estilo de vida que Jack escolheu adotar. Claro que a música acaba rendendo “detalhes” cômicos, como os “rastas” que o personagem adota lá pelas tantas. Mas se todos nós somos “mutantes”, estamos sempre nos recriando conforme avançamos na vida, por que ele não pode assumir uma postura que ele acha interessante e dominá-la em certa altura da vida? Achei genial. Até porque reforça outro conceito que eu há tempos acredito: que nós somos e seremos aquilo que quisermos. Porque somos produtos de muitas coisas mas, especialmente, das escolhas que nós mesmos fazemos.

Muito bacana também, e merece aplausos, a direção de fotografia de W. Mott Hupfel III. Pelas lentes dele, acompanhamos o melhor das interpretações dos fabulosos atores em cena. Hupfel III exprime a vivacidade da história, está atento a todos os detalhes. Junto com a direção de Hoffman, destaca o trabalho dos atores e a beleza de cada cena. Um grande trabalho.

Falando em atores, tiro o meu chapéu para o quarteto que lidera a narrativa. Todos estão muito bem. Tenho dificuldade de destacar um nome. Claro que Hoffman sempre faz um trabalho acima da média e se destaca. Até porque ele é o protagonista. Mas achei igualmente estupendas as interpretações de John Ortiz, Amy Ryan (especialmente) e de Daphne Rubin-Vega. Todos se entregam e exprimem com veracidade cada diálogo do roteiro. Mais palmas. Além deles, vale citar o bom trabalho dos coadjuvantes Thomas McCarthy como Dr. Bob e Salvatore Inzerillo em uma rápida aparição como Federic/Cannoli.

Curioso, mas eu acho que eu fiquei mais empolgada com esse filme do que a média das pessoas que o assistiram. Digo isso porque os usuários do site IMDb deram apenas a nota 6,4 para a produção. E os críticos que tem os seus textos linkados no Rotten Tomatoes também não foram muito além disso: eles dedicaram 56 críticas positivas e 28 negativas para a produção, o que lhe garante uma aprovação de 67% – e uma nota média de 6,4. Mas pelo menos críticos respeitados como Tom Long, Lisa Kennedy, Roger Moore e J.R. Jones aprovaram o filme. Não estou sozinha. 🙂 Ainda assim, eu acho que é bom alertar as pessoas que estão lendo esse texto e que ainda não viram ao filme que, talvez, vocês devam pensar que apenas eu me empolguei com ele. hehehehehe

E uma curiosidade sobre a produção: antes de protagonizar e dirigir este filme, Philip Seymour Hoffman havia interpretado o mesmo papel no teatro, na peça original. Sinal que ele gostou tanto do projeto que decidiu “eternizá-lo” para o cinema. Bacana.

Em relação às bilheterias, Jack Goes Boating conseguiu um resultado bastante baixo nos Estados Unidos. Entre setembro e novembro do ano passado, quando o filme ficou em cartaz, ele conseguiu arrecadar pouco mais de US$ 538,8 mil nas bilheterias. Muito pouco para os padrões de Hollywood – e em uma produção envolvendo um nome conhecido como o de Hoffman.

Jack Goes Boating estrou em janeiro de 2010 no Festival de Sundance. Depois, a produção passou por outros seis festivais, incluindo os de Toronto, Tokyo, Turin e Dubai. Nesta trajetória, ele não ganhou nenhum prêmio. Foi indicado a quatro, um no Prêmio Gotham e a outros três no Independent Spirit, mas não embolsou nenhum deles. Talvez os críticos e o público tenham achado ele “simples” demais para ser digno a prêmios.

Para quem ficou curioso, como eu, para saber onde a produção foi filmada, Jack Goes Boating foi inteiramente rodado em Nova York.

Ah, e vale comentar: este filme marca a estreia na direção do super premiado ator Philip Seymour Hoffman. Depois de estrelar 54 outras produções, o ator resolveu interpretar o protagonista e dirigir este filme. Espero que ele se aventure mais vezes na direção porque ele leva jeito.

CONCLUSÃO: No primeiro diálogo complicado, engraçado e complexo entre os protagonistas, fica claro que Jack Goes Boating não é um filme comum. Esqueça os diálogos prontos, as saídas frequentes para os problemas expostos pelos roteiros. Aqui há invenção. Aliando grandes tiradas, um permanente e eficaz equilíbrio entre humor e drama, uma inusitada carga sexual/sensual e um olhar sensível para os sentimentos dos principais personagens, este é um filme que fala sobre escolhas. Sobre o quanto mágico pode ser quando as pessoas se permitem. Quando elas tomam a decisão de amar e se entregam a isso, mesmo com todas as dificuldades que uma relação pode significar. Porque apesar de ser uma comédia romântica bastante diferente dos padrões, Jack Goes Boating não ignora os problemas e revela apenas a beleza do amor. Não. Pelo contrário, este filme torna muito evidente como uma relação só perdura com o investimento de cada um dos envolvidos cotidianamente. É preciso esforçar-se. Mas também relaxar, entregar-se. Um filme lindo, inspirador. E, como a nota mesmo sugere, altamente recomendável.

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14 comentários em “Jack Goes Boating – Vejo Você no Próximo Verão

  1. Oi Ale eu também adorei o filme. Escolhi-o depois de assistir o trailer pelas cenas da piscina que sempre mexem muito comigo, mas achei uma peça belíssima, um tema comum contado de um jeito simples mas genial, mexeu-me muitíssimo. Concordo completamente com tua crítica e especialmente com a magnificência dessa cena de Jack nadando desde a ponte entre os carros de New York…demais sem dúvida. Beijos!

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    1. Oi Laura!

      Grande filme, não é mesmo?
      Também achei ele sensacional. Simples e profundo, ao mesmo tempo. Cativante. Preciso. Emocionante.

      Fico feliz que tenhas te animado a assisti-lo. E por teres partilhado a tua opinião aqui no blog, contribuindo para os debates que sempre surgem por aqui.

      Abraços e inté!

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  2. PLAC PLAC PLAC PLAC! “O que existe são pessoas que concordam em ficarem juntas, em dedicarem-se uma a outra porque, juntas, elas são melhores do que separadas, isoladas. É isso, nada mais, nada menos.” Perfeito.

    Adorei o filme. O Filme pode parecer simples, mas só é simples ao olhos de quem nao vê alem do que esta um palmo a sua frente..
    Acho que o filme tem muitos detalhes incriveis, e o Jack. Fogo o Jack tem uma vontade de amar! Ele tem uma vontade de dar amor que eu fiquei impressionado!

    No mundo onde vivemos, onde vale mais parecer que ser, eles nao tinham nada, nao eram modelo nem padrão para nada. Mas na vida real, mostraram que sao muito melhores que os modelos, padroes, e experientes. Eles querem amar! Nao querem odiar. E isso faz a diferença.

    Sobre a cena, eu prefiro quando ele reecria mentalmente o jantar. acho incrivel. Gostei mais desta que a da Ponte. 🙂

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    1. Oieee Rafa!

      Gostou do trecho? Fiquei contente. 🙂

      Filme maravilhoso, não é verdade? E como disseste, cheio de detalhes, de nuances, de força e suavidade, ao mesmo tempo. Não por acaso dei a nota máximo para ele, porque, sem dúvida, ele foi uma bela surpresa.

      Jack quer muito amar. E consegue tornar o amor real por causa desta vontade toda. Claro que ele também tem sorte, porque acaba encontrando alguém que, mesmo que no início tenha medo de amar, acaba relaxando e se entregando, descobrindo o prazer da doação. Fantástico!

      Gosto muito da cena que você falou também… na verdade, difícil escolher apenas uma sequência. O filme tem muitos trechos impressionantes, por tão belos.

      Sim, vivemos em uma época de valores trocados. Entre outros, este do conteúdo e da aparência. Assim como a ideia da “impermanência”, tão difundida… ou da falta de fidelidade. Enfim, temas mil. Para um dia que a gente se encontrar sem pressa. 🙂

      Obrigadíssimo por mais essa visita e comentário. Gosto muito quando você aparece por aqui.

      Abraços e inté!

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      1. Não sei Ale. Hoffman é sempre uma boa pedida, eu acho. Tirando alguns papéis que ele interpretou…

        E nossa, como fazia tempo que não te visitava! Bom, vou tornar ao hábito de pitacar aqui.

        Abrazos chica!

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  3. Philip Seymour Hoffman diferente de alguns outros grandes atores, não soa ou parece repetitivo na maioria de seus trabalhos, consegue criar ou interpretar uma personagem tão próxima do que é na vida real, sem caricaturas ou performances exageradas.
    Sem dúvida o que me levou a assistir Jack goes boating foi ser testemunha de mais um grande trabalho dele, embora, concorde com você que o flme é um excelente trabalho em equipe, desde roteiro, direção, elenco, trilha sonora, que por sinal fiquei ouvindo por algumas semanas após ter assistido o filme.

    Parabéns pelas resenhas e críticas!! Saudações!!

    ps.: Gostaria de ler suas críticas quanto a dois filmes:
    Martha Marcy May Marlene
    Perfect Sence

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    1. Oi Marcus!

      Legal te “encontrar” por aqui mais uma vez.

      Realmente, o Hoffman sempre é atrativo. Também gosto de acompanhar a carreira dele e, sempre que possível, assistir a seus filmes.

      Este, em especial, achei brilhante. Muito bem conduzido, com uma história bacana e atuações deliciosas.

      E sim, ele é destes raros atores que realmente mergulha nos personagens e consegue sempre apresentar um trabalho legítimo. Imagino como ele deve ser ótimo sobre um palco…

      Fico feliz que tenhas gostado desta e de outras críticas.

      Muito obrigada pela visita e pelo comentário. Pelo incentivo.
      Anotei as tuas indicações. E coloquei-as na minha lista. Assim que possível, vou comentar os filmes que recomendaste.

      Abraços e inté!

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  4. l3on :

    Não sei Ale. Hoffman é sempre uma boa pedida, eu acho. Tirando alguns papéis que ele interpretou…

    E nossa, como fazia tempo que não te visitava! Bom, vou tornar ao hábito de pitacar aqui.

    Abrazos chica!

    Oi l3on!

    Concordo contigo. Hoffman normalmente está muito bem, mas ele já errou em algumas escolhas – ou não engrenou com tanto afinco em alguns papéis.

    Pois, eu também estava atrasada em responder aos recados do blog. Mas agora quero ver se mantenho uma frequencia melhor em publicações e se consigo responder mais rapidamente os comentários.

    Abrazos y hasta pronto!

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  5. Sábado delicioso, nada melhor que ver esse filme, para fechar com chave de ouro.
    Nota 10, para o filme, direção, artistas, fotografia, música, história e tudo mais…
    Uma doçura de filme.
    Bjs

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    1. Oi leila!

      Demais esse filme, não é mesmo?
      Também me deliciei com ele. E por isso fiz questão de dar a nota máxima.

      Minha intenção, claro, é incentivar que mais pessoas assistam a esse filme. Porque ele merece ser visto.

      Beijos e obrigada por mais esta visita e comentário. E volte mais vezes! Inté!

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  6. Oi, Alessandra!
    Tô de atestado médico devido a uma hérnia de disco e aproveitei para assistir vários filmes. Assisti a esse hoje e gostei muito. Vim aqui pra ver se você havia escrito uma crítica. Faço isso quando gosto muito de um filme. Gostei muito desse, e pelo jeito você também… Assisti outro que também adorei mas não encontrei a crítica: Incêndios. Ainda não viu? Vale a pena. Excelente roteiro. Fica a dica!

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    1. Oi André!

      Puxa, espero que você já esteja melhor.

      Nada como aproveitar o “descanso forçado” para assistir a ótimos filmes, não é mesmo?
      Eu coloquei Incêndios na minha lista de filmes para assistir, há muito tempo atrás, mas até agora não tive oportunidade de vê-lo.

      Quero ver se faço isso logo mais.

      Obrigada por mais esta visita e comentário.

      Abraços e inté!

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