Les Amours Imaginaires – Heartbeats – Amores Imaginários


Ah, a doce ilusão do amor… Doce, sensual, cheia de artifícios, provocante, ilusória, dolorida. Les Amours Imaginaires trata destes elementos e deixa circular, em sua medula, alguns destes contos que certas vezes inventamos para nós mesmos. Com um texto muito bem escrito, uma trilha sonora deliciosa, atores ótimos e muito estilo, este filme do diretor e roteirista Xavier Dolan revela-se um deleite. Inventivo, com um ritmo que equilibra diálogos acelerados com muitas e muitas cenas em câmera lenta, Les Amours Imaginaires chega a roçar a perfeição. Mas não atinge o lugar mais alto entre os filmes porque não vai além da reflexão irônica e cai na facilidade de algumas repetições.

A HISTÓRIA: O filme começa com uma frase de Alfred De Musset: “A única verdade é o amor para além da razão”. Em seguida, começam os “depoimentos” de pessoas que se iludiram com o amor e se entregaram completamente à história mal fadadas. Sotaques diferentes, maneiras distintas de encarar o engano, trejeitos curiosos e narrativas que fazem rir ou pensar começam a surgir na tela. Até que o estilo “documentário” abre passo para a crônica de um equívoco. Conhecemos Nicolas (Niels Schneider), um sujeito do interior que se mudou há pouco para a cidade e que, em um encontro entre amigos, se destaca pela vivacidade e beleza. Imediatamente ele desperta o interesse dos amigos Marie (Monia Chokri) e Francis (Xavier Dolan). Aí começa um jogo de flertes, de atração que vai enredando os amigos cada vez mais, fazendo-os competir até o momento em que eles enfrentam a realidade do que está acontecendo e buscam uma solução e um caminho a seguir.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a Les Amours Imaginaires): Quando uma pessoa está aberta ao amor e ao romance, é fácil equivocar-se. Os sinais mais idiotas parecem significativos. Frases de duplo sentido podem ganhar justamente o significado que a imaginação (e a libido) deseja. E o mais irônico de tudo isso é que a pessoa equivocada pode viver intensamente um amor de mão única – já que o outro nem ao menos percebe o que está acontecendo.

Les Amours Imaginaires é um filme bem escrito e com muito estilo que conta algumas destas crônicas do engano. Pontuando “depoimentos” que lembram as conversas com a câmera de um documentário com a narrativa de um trio amoroso fantasioso, este filme do diretor, roteirista e ator Xavier Dolan é um deleite para os olhos. Primeiro, pelos atores, belos e carismáticos. Depois, pela escolha que Nolan faz de cada cena. Esforçados na conquista, os atores principais – especialmente os personagens de Marie e Francis – sabem escolher as suas “armas”. Se vestem e se portam muito bem. E os ângulos escolhidos pelo diretor, assim como o ritmo lento que ele imprime volta e meia para ressaltar a beleza das pessoas e dos lugares, torna as cenas ainda mais prazerosas de serem assistidas.

O mérito das belas imagens também deve ser compartilhado com a diretora de fotografia Stéphanie Anne Weber Biron, que faz um belíssimo trabalho. Cineasta autoral, Dolan responde por quase todos os outros aspectos do filme – além dos já citados, ele assina também a edição, o figurino, a direção de arte e a produção de Les Amours Imaginaires. O que apenas aumenta a sua pontuação, já que a edição e a fotografia, assim como a direção e o roteiro, são os pontos fortes do filme. Junto com a fotografia e a trilha sonora. Falando nas músicas, três dominam a produção: a fantástica (e que me fez dar pequena risadas cada vez que tocava nesta produção) Bang Bang, de Dalida; Keep the Streets Empty for Me, de Fever Ray; e Pass this On, de The Knife. Todas inseridas em momentos especiais, fazendo com que elas ganhem uma relevância interessante na produção.

Mas falemos da história… (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Não sei vocês, mas logo nos primeiros minutos eu percebi o engano de Marie e Francis. Era evidente que Nicolas era apenas um bom garoto, simpático e comprometido na missão de fazer novos amigos. Nada mais. Mas para Marie e Francis qualquer gesto, convite, sorriso de Nicolas parecia um indicativo de algo poderia rolar a qualquer momento. Mas não… pura ilusão. Quem dera que nós, quando vivemos a mesma situação que eles, em algum momento da vida – e sorte de quem nunca passou por isso -, tivéssemos a mesma visão clara das coisas. Mas daí não nos enganaríamos nunca com o amor. E acho que até esse erro é válido – não para que nunca mais tropecemos outra vez, mas para percebermos que não somos tão “inacessíveis” ao equívoco como, algumas vezes, tentamos acreditar. A ilusão amorosa que, mais cedo ou mais tarde, passa fatura e faz com que nos sintamos mal, no fundo de um poço imaginário (também), também serve para entendermos as nossas limitações. E superá-las.

Uma questão importante, e que Les Amours Imaginaires deixa muito claro, é que a pessoa tem que estar muito, mas muito propensa a encontrar um amor para que o seu equívoco seja igualmente imenso. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Marie e Francis, mesmo sem admitir – e eles jamais admitiriam, porque querem parecer sempre muito “senhores” de si mesmos – estão desesperados para viver um grande amor. E eles caem no lugar-comum que as novelas, filmes, romances das mais variadas fontes querem fazer os seus consumidores (nós) acreditar: que só existe um grande amor. E que ele será único, imenso, totalmente diferenciado dos demais. Que ele nos fará perder o chão, as estribeiras, a razão. Ok, amores assim existem. Mas eles acontecem, surgem e se consolidam sem esperarmos. O problema nasce quando esperamos e desejamos tanto que isso aconteça que, no fim das contas, inventamos um amor assim com sinais falsos. É isso o que acontece com Marie e Francis.

Ao mesmo tempo, e isso é o supra ironismo do filme, o casal de amigos vive os seus romances ordinários – que poderiam ser também grandes amores, se eles estivessem dispostos a dar valor para o comum. Mas não, eles querem o cara mais bonito do grupo. Aquele que, quando sorri, ilumina a sala, a rua, a cidade. Eles querem o “Adonis” da turma. E para que? Ele seria uma espécie de troféu? (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Aliás, no início não fica tão evidente a disputa pessoal entre Marie e Francis. Mas pouco a pouco essa queda de braço deles vai se tornando mais evidente, ao ponto do “grand finale” tornar as ações dos amigos previsíveis e ridículas. Se ele não fosse gay – mas daí eles também não disputariam uma conquista -, eu diria que eles deveriam resolver essa questão na cama. 🙂

Há uma cena específica do filme que me chamou a atenção: quando Marie não esconde o desprezo do parceiro de cama quando ele pergunta se ela pensa em atores do cinema enquanto transa com alguém. Mesmo dizendo que quando está com ela ele não faz isso, ele admite que pensa em atrizes quando está com outras pessoas.

Achei o diálogo e esta cena especialmente irônicos – como vários outros pontos da produção – porque eles revelam o contrasenso da protagonista. Enquanto ela demonstra desprezo pelo sujeito que lhe dá prazer, apenas sexual, ela está fazendo o mesmo que ele, pensando em outra pessoa enquanto eles estão envolvidos. No caso dela, no lugar de um ator, está Nicolas.

Essa cena é bastante ilustrativa por duas razões: mostra o contrasenso e a hipocrisia das pessoas que se consideram muito racionais e acima de qualquer suspeita, como é o caso de Marie e Francis, ao mesmo tempo em que registra uma das piores experiências de quem está obcecado por uma história de amor imaginária. Estar com alguém, pele com pele, e pensar no amor impossível/imaginário é o ocaso do amor. Um alarme deveria tocar toda vez que isso acontece. 🙂 E sobre o contrasenso do “super-racional”, vejo como a única solução a humildade e a autocrítica para perceber-se em uma cilada.

Pessoas inteligentes, pragmáticas, consideradas “cool” e sensíveis não estão alheias aos erros do amor. Da mesma forma como não estão vacinadas para “bicho de pé”. 🙂 Acreditar que sim é excesso de confiança. O mais engraçado, e Les Amours Imaginaires sugere isso, é que mesmo os mais racionais, exemplificados por Marie, não evitam o erro – e a repetição dele. Eles podem até perceber o rolo em que estão se metendo antes, mas não parecem ser capazes de sair da espiral ilusória.

Como tudo, inclusive no amor – real ou imaginário -, o que marca a diferença é a postura. A escolha. Cair no engano talvez seja inevitável. Mas perdurar nele é sim uma questão de escolha. Da mesma forma com que abrimos as portas e as janelas para um relacionamento, podemos escolher como e para quem deixar estas oportunidades abertas. Algumas vezes, por pressa ou excesso de determinação, “metemos a pata”, entendemos os sinais errados e, após a identificação do problema, seguimos dando murro em ponta de faca.

Saber onde buscar e, principalmente, entender que não é em outra pessoa que vamos encontrar o que nos falta, faz toda a diferença. Há pressões sociais, da idade, dos hormônios, das expectativas surgidas de várias partes para que nos lancemos. Mas algumas vezes o que pode marcar a diferença é fazer ouvidos “surdos” para todo esse vozerio e escutar um som muitas vezes abafado, interior. Ter paciência, distanciar-se e escutar o que nos importa. Preencher os vazios com o que importa e que não precisa de nenhuma “alma gêmea”, como nos vendem todos os manuais da “felicidade”. O amor é fundamental. Mas o real, que pode ser vivido de diferentes maneiras e com distintas pessoas. O imaginário serve apenas para experiências pessoais ruins e para fazer-se bom cinema.

NOTA: 9,5.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Xavier Dolan é um fenômeno. Aos 22 anos, o filho do ator Manuel Tadros contabiliza sete filmes, três curtas e três séries de TV no currículo como intérprete. Em 2009, ele estreou na direção e como roteirista com o elogiado J’ai Tué Ma Mère. A segunda tacada dele autoral é este divertido Les Amours Imaginaires. Para o próximo ano, está previsto o seu terceiro trabalho como roteirista e diretor, Laurence Anyways. Dolan é um nome a ser acompanhado, pois.

Alguns dos “depoimentos” que aparecem no filme se mostram mais interessantes que outros. Gostei, em especial, do texto e do desempenho da primeira atriz que aparece em cena, magra e com óculos, Anne-Élisabeth Bossé. Ela é maravilhosamente descontrolada e obcecada por seu “amado”, Jean-Marc. Irônica, um tanto surtada, ela demonstra como uma pessoa “séria e inteligente” pode ficar descontrolada por causa de um amor – ou seria apenas obsessão? Gostei também do segundo garoto, interpretado por Olivier Morin, que introduz o tema da Escala Kinsey sobre a sexualidade. Nunca é demais citar o pesquisador polêmico.

Um dos trechos dos “depoimentos” me pareceu especialmente interessante. Aquele dito pela personagem de Magalie Lépine Blondeau. Ela narra o fim de seu relacionamento e fala, lá pelas tantas: “… Estava acabado. Claro que, no começo, não queríamos admitir porque nos sentíamos mal, entende? A mudança, o transporte, todas essas coisas. Isso é jogar muita grana fora. Ao mesmo tempo, ‘meu homem está ganhando bem, agora ele pode ir se danar’. É como se nós estivéssemos… e quando digo ‘nós’, falo por mim. Eu… para mim, eu era apaixonada pelo tipo de amor que tivemos. (…) Isso não existe. O que se ama é o conceito. Você ama mais o conceito do que a ele. É a distância que você ama, mas, quando não há mais distância, quando não há mais oceano para atravessar, e o que há para atravessar é um corredor, enfim… está acabado agora”. E eis um dos pontos fundamentais… muitas vezes, não amamos ou estamos obcecados por uma determinada pessoa, mas pelo conceito de uma certa história de amor. Que, muitas vezes, para completar, é apenas imaginada.

Todos os atores que aparecem nesta produção fazem um grande trabalho, mas babei, em especial, no trio de protagonistas. Além de ótimo e inspirado diretor/roteirista, Dolan faz um grande trabalho como ator. Mas o destaque, sem dúvida, vai para Monia Chokri. Ela dá um show!

Les Amours Imaginaires custou, aproximadamente, 600 mil dólares canadenses (cerca de R$ 1,04 milhão). O filme não conseguiu emplacar nas bilheterias de seu país de origem, o que sempre é ruim. Segundo o site IMDb, a produção acumulou pouco mais de 411 mil dólares canadenses nos cinemas. Nos Estados Unidos, onde Dolan é conhecido quase que apenas nos circuitos alternativos, o filme teve um desempenho pífio: acumulou pouco menos de US$ 63 mil. Nada, comparado com qualquer filme mediano made in USA. Mas o fato dele ter ficado restrito a, no máximo, seis cinemas, ajuda a explicar esse resultado. Uma pena o filme ter sido ignorado desta maneira.

A estreia de Les Amours Imaginaires ocorreu no Festival de Cannes em maio de 2010. Depois de participar do evento, ele percorreu ainda 30 festivais e mostras pelo mundo. Um número impressionante e que torna a produção de Nolan uma espécime legítima de “filme de festival”.

Nesta trajetória, Les Amours Imaginaires ganhou três prêmios e foi indicado a outros oito. Entre os que levou para casa, estão os prêmios Regards Jeunes do Festival de Cannes; o de melhor fotografia no Festival Internacional de Cinema de Hamptons; e um prêmio especial no festival canadense Jutra por ter sido o filme do país melhor sucedido fora de Quebec.

Os usuários do site IMDb deram a nota 6,9 para a produção. Achei uma nota muito baixa, mesmo para os padrões exigentes de quem está inscrito e vota no site. Os críticos que tem os seus textos linkados no Rotten Tomatoes foram um pouco mais generosos: dedicaram 48 críticas positivas e 18 negativas para Les Amours Imaginaires – o que lhe garantiu uma aprovação de 73% (e uma nota média de 6,9).

Um dos críticos linkados no Rotten Tomatoes que escreveu um texto negativo para o filme de Dolan foi Steven Rea, do Philadelphia Inquirer. Na parte conclusiva de sua crítica, Rea disse que, “infelizmente, apesar de que Heartbeats seja muito bonito de se ver, ele não mostra muita coisa acontecendo, afinal”. Tenho que concordar com ele. Esse certo “vazio” narrativo – ou uma certa previsibilidade da história, apesar do visual surpreendente e interessante – me impede de dar a nota máxima para a produção. Apesar de muito bem acabado e interessante, este filme carece de um pouco de conteúdo, apesar das aparências. Rea segue escrevendo que, para preencher as relações melancólicas do trio de protagonistas, o diretor utiliza depoimentos ao estilo de documentário. Mesmo criticando Les Amours Imaginaires, Rea afirma que Dolan é um talento que merece ser assistido – e que promete melhorar conforme for amadurecendo.

O crítico Wesley Morris, do Boston Globe, foi um pouco mais generoso em seu texto. Ele comenta que o filme de Dolan “transforma” uma premissa “slim – dois rapazes, uma garota e uma cidade – em um desfile de passeios slow-motion e olhares saudosos”. No momento mais decisivo de seu texto, Morris afirma que o “ardor” de Les Amours Imaginaires “não está na perseguição de Marie ou Francis por Nicholas (ou na perseguição de Nicholas por eles) mas no frescor desta perseguição feita pela filmagem de Dolan. Estas situações conhecidas parecem novas para ele. Enfim, o trágico e incrível sobre a atração é como ela faz uma lavagem cerebral para que seja possível acreditar que ela é tudo que existe”. Tenho que concordar com ele. Les Amours Imaginaires é um filme que funciona porque o olhar de Dolan lança vivacidade e inovação em uma história conhecida. Eis seu mérito principal.

CONCLUSÃO: Esse filme deverá despertar o amor e a ira/impaciência de gregos e troianos. Os primeiros, que já se equivocaram verdadeiramente e com apetite no amor alguma vez na vida, darão risadas, vão entender cada uma das piadas e ironias finas de Les Amours Imaginaires. Os segundos, muito racionais, acharão as histórias retratadas pelo filme coisa de “gente tonta”, não encontrarão sentido no filme, porque tem a “certeza” que jamais se iludiriam com sinais inexistentes de interesse por parte de outra pessoa. Paciência. Como eu estou com os gregos e já me equivoquei no amor, fantasiando sinais que não existiam – e dando importância demais para palavras ditas sem pensar -, assisti a este filme me deliciando. Independente se você é grego ou troiano, recomendo que assista a esse filme sem grandes pretensões, sabendo que ele é uma crônica das histórias de muitas pessoas – e lembre que nem sempre o cinema precisa representar a sua história; então faça um esforço para conhecer a de outras pessoas (isso sempre faz bem e amplia horizontes). Bem dirigido, com uma escolha cuidadosa de ângulos de câmera e ritmo para a história, Les Amours Imaginaires consegue um belo equilíbrio entre um ótimo texto e imagens preciosas, com muito estilo. Ele só não é perfeito porque acaba excedendo nas sequências de câmera lenta e não ultrapassa a fronteira de uma crônica divertida dos enganos amorosos – faltou aquela cereja do bolo. Mas nada que tire a graça do filme, que vale a pena ser visto.

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7 comentários em “Les Amours Imaginaires – Heartbeats – Amores Imaginários

  1. Realmente Dolan é fênomeno, tão jovem e com dois ótimos filmes, o antecessor “Eu Matei a Minha Mãe” se torna mais incrível ainda quando sabemos que foi feito quando ele tinha apenas 19 anos.

    E quanto “Amores Imaginários” para alguns é apenas uma obra que “chupou” muito de grandes cineastas, eu prefiro pensar que ele bebeu na fonte de grandes cineastas e conseguiu transformar um ‘banal’ triângulo amoroso em uma ‘obra de arte’.

    E a musiquinha breguinha “bang bang” até hoje não sai de minha cabeça.

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  2. Oi Marcio!

    Antes de mais nada, seja bem-vindo por aqui!

    Então, eu ainda não assisti ao filme anterior do Dolan. Mas certamente vou assistí-lo, qualquer hora destas.

    Também acho que um diretor pode criar sobre a homenagem para vários outros cineastas. Há uma linha tênue entre “chupinhar” e criar usando referências. Francamente, não acho que ele chupinhou. Acho que ele criou fazendo homenagens.

    A música realmente é pegajosa. Ainda bem que eu logo me livrei dela. hehehehehe

    Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes.

    Abraços e inté!

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  3. Oi Marcio!

    Antes de mais nada, seja bem-vindo por aqui!

    Fico feliz que tenhas visitado muitas vezes este espaço. E te incentivo sim para voltar por aqui muitas vezes mais e para comentar, principalmente, sobre os filmes que fores assistindo.

    Essa troca de ideias é o mais bacana do blog, na minha opinião.

    Um grande abraço e inté!

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    1. Olá Shay!

      Você gostou dele tanto assim? De fato, é um belo filme. Mas não cheguei a achá-lo “perfeito”. Mas respeito a tua opinião, é claro.

      Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que você volte por aqui mais vezes.

      Abraços e até a próxima!

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  4. Olá!

    Não tenho críticas, gostei muito do filme, e pude perceber a riqueza que ele trás no sentido de comportamento, pensamentos, atitudes enfim, se bem observado, aprendemos que cada pessoas possui sua maneira peculiar de entender e perceber as coisas, porém o exercer do domínio de uma possível interpretação que não é a imaginada.

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