American Gangster – O Gângster


americangangster.jpg 

Eu tinha escrito minha crítica de American Gangster antes. Agora há pouco. Mas apaguei. Fui sendo sincera e dizendo na lata tudo o que achei do filme nessas primeiras linhas. Erro fatal. Eu não gostaria que alguém me dissesse o que eu ia escrevendo aqui antes de vê-lo. Por isso vou respeitar você, caro leitor, que chegou aqui. Não falarei nada aqui que possa comprometer o filme ou revelar o quanto gostei dele. Afinal, a expectativa é o pior aliado antes de uma experiência. E eu não quero que ninguém, absolutamente ninguém seja afetado por muita expectativa antes de ver esse filme. Só quero que algo fiquei claro: vá assistir a American Gangster. Nada mais. Vá assistí-lo na primeira oportunidade. Depois termine de ler essa crítica. Só depois.

A HISTÓRIA: O filme começa com Frank Lucas (Denzel Washington) acompanhando e observando o seu “mestre” Ellsworth “Bumpy” Johnson (Clarence Williams III) no Harlem em 1968. Bumpy é como uma “unanimidade” na região, um líder respeitado e admirado que vive do tráfico. Quando ele morre, Frank Lucas vê a calma do Harlem terminar, com todos os demais traficantes brigando por cada centímetro do bairro, todos explorando todos e terminando o “respeito” entre os criminosos. Assistindo ao telejornal um dia, sobre como as drogas estão dominando, enfraquecendo e corrompendo os soldados americanos no Vietnã, Lucas tem uma idéia. Ele, um negro pobre que migrou da Carolina do Norte para o Harlem e trabalhou para Bumpy por pouco mais de 15 anos, decide tomar as rédeas de sua vida. Lucas liga para seu primo, um oficial do Exército em Bangok, e viaja para o Vietnã, onde passa a fazer negócio diretamente com o fornecedor primário de drogas na região. Utilizando os aviões do Exército norte-americano que saem do país em guerra, Frank Lucas constrói o maior império do tráfico de Manhattan. Em paralelo, o filme conta a história do investigador Richie Roberts (Russell Crowe), um dos poucos policiais honestos da cidade. Quando o governo dos Estados Unidos – com direito a declarações de Richard Nixon sobre o tema na TV – percebe que as drogas são um de seus maiores câncer, Roberts é chamado para formar um grupo novo de investigação especializado em prender os “grandes” do tráfico na cidade. As histórias de Lucas e Roberts vão se cruzar inevitavelmente.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – advirto aos navegantes que este é o maior SPOILER de todos, ou seja, extremamente não recomendado para quem não assistiu a American Gangster ainda… se for o seu caso, não leia!): Talvez você esteja pensando algo que eu também pensei antes de assistir a American Gangster: “Mais um filme de gângsters, mais um filme de mafiosos… o que pode nos contar de novo?”. Bem, até um certo ponto é verdade que esse filme não reinventa a roda. Muito da história realmente já vimos em outros filmes, desde Os Bons Companheiros, Operação França até Traffic. Ok, já ouvimos também histórias sobre corrupção policial, traficantes que vão subindo até se tornarem reis da máfia (Al Pacino em Scarface) e tal, mas poucos filmes misturam tantos elementos em um e, ainda assim, parecem nos contar algo novo. Esse American Gangster é isso, e mais.

O filme é uma mescla de vários gêneros, nos remete a várias outras histórias. Mas isso só depois, quando começamos a racionalizar o que vimos e a “puxar” referências, porque antes, enquanto American Gangster está sendo projetado na frente dos nossos olhos, nada mais importa. Nenhum outro filme interessa. O diretor inglês Ridley Scott comprova, de uma vez por todas, porque aos 70 anos ele é um dos grandes cineastas vivos em atividade. Faz um trabalho muito maior e melhor do que Martin Scorsese em seu The Departed (que, para mim, foi muito celebrado sem merecer. E eu já achava isso antes de assistir a American Gangster, tanto que me surpreendi com ele recebendo o Oscar – para mim, mais um “acerto de contas” da premiação com alguém que deveria ter recebido o Oscar antes, e nada mais).

O peso de cada elemento em American Gangster parece ter sido medido em uma balança de precisão destas que os traficantes utilizam para faturar mais em seu negócio. Nessa história temos em doses certas o drama, o suspense, a cinebiografia, o policial, a comédia – por que não? – e a ação. Boa parte da culpa disto, além da direção precisa de Scott, é do roteirista Steven Zaillian, que escreveu a história baseado em um artigo do jornalista Mark Jacobson.

O filme é realmente impressionante. Um de seus muitos acertos é desmascarar, por exemplo, a última cortina a respeito da Guerra do Vietnã. Eu sabia que durante a guerra os soldados norte-americanos estavam mais preocupados com drogas, rock e demais distrações do que em lutar, mas não sabia que a guerra tinha sido utilizada para trazer toneladas e toneladas de heroína e de outras drogas para os Estados Unidos. Interessante e impressionante.

Assim como é interessante e impressionante a história de Frank Lucas, um negro norte-americano que soube erguer um império do tráfico e que só caiu por ter se rendido a luxúria – como explicar que um homem como ele, tão cuidadoso em não aparentar o poder que ele tinha, sucumbir ao casamento com uma ex-Miss Porto Rico (Lymari Nadal)? E, pior, aceitar um casaco de peles como aquele de presente e utilizá-lo em uma luta de boxe tão visada? Ele caiu em aquele momento, em nenhum outro. Luxúria, ambição… o filme mexe também com o “sonho americano” e todos os valores que aquela sociedade acredita que está fundada. E tudo o que esses valores trazem de podre quando são utilizados para justificar qualquer ação.

O novo do filme? Justamente o que eu comentei: ele olha de uma maneira direta e crítica para os “valores” em que a sociedade estadunidense firmou os seus pilares. A Guerra do Vietnã não é uma chaga só porque eles perderam a guerra ou porque fizeram atrocidades durante o tempo em que estiveram lá… também não é um problema porque marcou a vida de tantas famílias e de tantos “veteranos” de guerra que voltaram para lá marcados para o resto da sua existência recente. É uma chaga por todo o demais, é uma vergonha pela corrupção e pelos problemas que migraram para dentro dos Estados Unidos “pelo subsolo”, como as drogas. O filme trata disso de uma maneira muito honesta e interessante.

Falando nisso, um dos melhores momentos do filme para mim é quando o “superior” de Richie Roberts lhe dá uma dura, logo depois que ele abre um dos caxões de um soldado que está voltando para casa morto logo depois que é declarado o fim da guerra. Quando o “superior” diz que é um absurdo a investigação de Roberts porque ela demonstraria que o Exército estaria trazendo drogas para dentro do país e que era uma “piada” ainda maior dizer que ele estava atrás de Frank Lucas, um negro norte-americano que seria mais poderoso no tráfico do que os tão conhecidos clãs familiares de italianos e similares, quase bati palmas. Essa é a tradicional ironia dos Estados Unidos que me faz, na verdade, ter pena daquele país e da maioria das pessoas que vivem lá. Afinal, acho que poucos ignoram a verdade com tanta convicção do que eles ou conseguem ser tão cínicos. Não digo todos de lá, desde logo, mas a maioria.

American Gangster é um soco no estômago dos Estados Unidos. Fala de verdades que o nosso Tropa de Elite nos conta sobre o Brasil.

Eu teria que escrever um livro para falar de todos os aspectos, temas e pontos interessantes do filme. A corrupção policial, a luta pelo poder, a noção de justiça… são muitas leituras possíveis. Interessante também como Lucas, querendo ou não, cuida de seus negócios e de sua família como um verdadeiro gângster italiano, ainda que ele não tenha sido inspirado por um. O filme merece ser visto e apreciado, em cada nuance e interpretação. Todos fazem o seu trabalho muito bem. E eu torço para que a justiça seja feita e esse filme ganhe vários e vários Oscars. Ele merece.

NOTA: 10.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: American Gangster me impressionou tanto que todos os outros filmes deste blog terão que sofrer as consequências. Quem acompanha o que eu escrevo há mais tempo já deveria ter notado que eu tinha dado notas 10 para alguns filmes. Todos realmente muito bons. Mas agora, nenhum outro receberá esse 10. Baixei a nota de todos. Por enquanto e até outro filme me impressionar tanto, só American Gangster receberá 10 por aqui.

Eu sou fã de filmes que mexem com as pessoas, que fazem elas pensarem além de “reagirem” instintivamente com o que estão vendo. Claro que gosto de comédias e de um ou outro besteirol de vez em quando, mas nada como um filme que te “atinge o estômago”. Gosto de filmes com filosofia, carisma ou até um pouco existenciais, por que não? American Gangster não é existencial, mas tem vários elementos que me fazem amar um filme. Eu sou fã de Os Bons Companheiros e de vários outros filmes sobre mafiosos. Mas esse, realmente, é o melhor do gênero em muito tempo. Bati palmas quando Denzel Washington diz que bebida ele quer no final das investigações de Russell Crowe. Maravilhoso!

Falando em equipe do filme, acho que está na hora – ou melhor, passou da hora – do Oscar se render pela terceira vez ao talento deste homem: Denzel Washington. Ele merece mais uma estatueta na sua estante. E acho também que Ridley Scott e o roteirista deste filme merecem outras duas. Espero mesmo que American Gangster seja indicado a muitos prêmios e que ganhe todos ou, pelo menos, quase todos.

Além de Denzel Washington e Russell Crowe, dois nomes que merecem destaque do elenco: Chiwetel Ejiofor como Huey Lucas, um dos irmãos e o braço direito do personagem de Washington; e Josh Brolin como o detetive corrupto Trupo.

O filme ganhou dos usuários do site IMDb a nota 8,8.

American Gangster teria custado aproximadamente US$ 100 milhões. Ele teve uma première em Nova York no dia 19 de outubro. No dia 2 de novembro American Gangster estréia oficialmente nos Estados Unidos, Canadá, Bulgária e outros países, chegando no dia 14 de novembro à França e Bélgica e nos demais dias aos outros países. O filme deve estreiar no Brasil apenas no dia 25 de janeiro de 2008.

EXTRA EXTRA: Inicio aqui outra “seção” nos comentários de filmes… sempre vou colocar como “extra extra” quando atualizo algum comentário, como agora.

Pois acho inevitável comentar que o filme American Gangster estreou nesse final de semana nos Estados Unidos e arrasou! Já contabiliza a bilheteria de US$ 46,3 milhões. Se seguir nesse ritmo – e tem tudo para isso, porque é um excelente filme – vai passar tranquilamente dos US$ 100 milhões. Para se ter uma idéia, American Gangster conseguiu logo na estréia mais dinheiro que o filme Michael Clayton – comentado aqui no blog antes – em todas as semanas em que ele está em cartaz. Michael Clayton faturou até agora US$ 33,2 milhões e segue diminuindo o faturamento.

PALPITE PARA O OSCAR: Como comentei antes, no post original deste filme, American Gangster tem o meu voto para todas as principais categorias do Oscar. Acho realmente que ele irá concorrer como Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro, Melhor Ator e, quem sabe, em algumas outras categorias secundárias, como Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora, etc. Não assisti ainda a There Will Be Blood, um filme que vêm crescendo nas apostas nos últimos tempos, mas comparando aos demais filmes que estão na lista dos especialistas (e que comento neste blog), acho que American Gangster é o que merece levar as principais estatuetas, incluindo filme, direção, roteiro e ator. Talvez mude a minha opinião ao ver o filme de Paul Thomas Anderson, mas acho difícil. (OBS: post atualizado no dia 19 de dezembro, depois das indicações ao Globo de Ouro)

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14 comentários em “American Gangster – O Gângster

  1. Gostei da maneira como vc escreve e o que escreveu nesse post.
    Entretanto, uma curiosidade me está deixando muito ansioso, pois queria ver logo esse filme por vários fatores…
    Como vc viu o filme?
    Cópia pirata na rua??
    Baixou pela Net??
    A Publicidade do filme diz que ele só chega aqui em janeiro de 2008.
    abraços
    Paulo Duarte

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  2. Olá Paulo!

    Realmente, acho que a sua pergunta não é só sua, mas de muitas pessoas que lêem as críticas e que se perguntam como eu vejo os filmes antes.

    Eu explico, sem problemas.
    Primeiro, não estou morando no Brasil. Moro em Madrid, na Espanha, e muitos e muitos filmes que não chegaram no Brasil chegam aqui primeiro. Então eu vejo muitos filmes antes por isso.
    Segundo, tem vários filmes, como é o exemplo dessa American Gangster, que chegam muito antes nos Estados Unidos. E como eu não sou muito paciente para esperar longos períodos – uma ou duas semanas até vai -, eu realmente baixo alguns filmes pela internet e assisto no meu computador em casa. É o exemplo de American Gangster, que só chegará na Espanha no final de dezembro.

    Não condeno ninguém e nem nada, mas pessoalmente eu sou contra comprar filmes na rua, de “distribuidores pirata”. Acho realmente ruim alimentar essa “máfia”. Mas cada um sabe o que faz. Quando eu não vejo os filmes no cinema, realmente os consigo através da internet para vê-los no computador. Acho que a internet está aí para isso, para aproximar pessoas e democratizar a cultura e a informação.

    E, realmente, como eu disse no próprio blog, American Gangster chega no Brasil no dia 25 de janeiro. Ainda falta um bocado.

    Obrigada, Paulo, por tua visita. Espero te ver aqui mais vezes, visitando e comentando.

    Um grande abraço

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  3. oi!
    gostei mto do teu blog.
    assisti hoje ao filme no cinema e …ADOREI!
    Fiquei completamente rendida ao filme e como tu ,acho que este é um filme nota 10 e filme que merece vencer mtos Oscares.
    Já tinha saudades de ir ao cinema e de sair de la completamente fascinada com um filme=)
    beijinho,
    joana

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  4. Oi Joana!!!

    Seja muito bem-vinda por aqui!

    Que bom que você gostou do blog. E, melhor ainda, que você assistiu a American Gangster. Que filme maravilhoso, não é mesmo? Excelente.

    Como você, também estava com saudade de ser “vencida” por um filme tão bom. Quando terminei de vê-lo, pensei: “Caramba, isso sim é cinema!”

    Um grande beijo e volte sempre!

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  5. Bem, adorei o seu comentario…
    Eu vivo na Belgica estou indo hoje assititr essa super produçao que o filme American Gangster. Sou uma brasileira fascinda por filmes..
    So lamento que demore tanto a ir aos nossos cinemas em nosso Pais!
    Mas tenho certeza que sera um belo filme!!
    Obrigado pela atençao e recomendo que todos possam assistir-lo!
    Um abraço Fraterno.

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  6. Olá Angela!

    Seja bem-vinda a esse humilde blog. Como você, também sou uma brasileira que vive fora do país (no meu caso Espanha) e que sofro desse fascínio pelo cinema.

    Que bom que você gostou do comentário. Agora, tens que voltar aqui para dizer o que achou do filme e se, depois de vê-lo, continuas gostando do que eu escrevi (tu leu os “spoilers” antes de assistir ao filme?).

    Concordo contigo que é uma lástima o tempo que temos que esperar, estando no Brasil, para ver os principais filmes norte-americanos e europeus passarem lá. E digo os principais porque tem vários outros que simplesmente não chegam aos cinemas. Quanto mais falando de filmes indianos, iranianos, japoneses, chineses, do Oriente Médio, etc… esses mesmo, nunca chegam – alguns nem em DVD. Uma lástima. Mas enfim.

    Logo mais me conta o que achaste de American Gangster. E sempre que puder, visite o blog e comente.

    Um grande abraço

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  7. Maravilhoso comentário!!!!

    Acabei de ver o filme, precariamente, já que era uma cópia legenda de em árabe eu acho com legendas em ingles por cima (alias faltavam muitas legendas ingles) e imagem um pouco apagada….mas nada disso tirou o brilho do filme, que foi um dos melhores que já vi nos últimos tempos. Denzel está ótimo como sempre. As revelações sobre a guerra do vietnã também achei sensacionais.
    São filmes como esse que nos fazem pensar, e refletir…o que posso fazer a respeito disso? Mais um soco no estomago do american way of life, mais um soco no estomago duma sociedade podre e maculada…
    quem não viu, deve ver imediatamente!!!
    Verei se consigo uma cópia melhor!!!

    http://rogerioartes.blogspot.com

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  8. Olá Rogério!

    Muito bom ver outro comentário teu por aqui. Fico feliz!

    Obrigada, mais uma vez, pelo elogio. Se depender de ti e de outras pessoas que comentam aqui, vou escrever sempre. Obrigada!

    Concordo contigo em gênero, número e grau sobre American Gangster ser um dos grandes filmes que vi nos últimos tempos. O problema foi que depois vi outros filmes muito, muito bons, como Into the Wild. hehehehehehehehe. Mas o bom mesmo, sabe o que é? Não ouvir muito falar dos filmes e assistí-los mesmo assim, se surpreendendo (ou não) com eles. E depois fazer o que você fez, que foi ir atrás de comentários e encontrar o meu texto, por exemplo. É melhor do que criar grandes expectativas a respeito antes. Aliás, expectativa é uma merda, né? hehehehhehehe

    Realmente, o Denzel Washington está arrasador. Para mim, ele realmente merecia o Oscar. Por isso fiquei tão indignada quando vi que nem ele e nem o filme chegaram lá. Mas enfim, coisas da Academia…

    Tens razão de que o filme é uma grande crítica ao “american way of life”. Gostei muito da parte dos “bastidores” sobre o crescimento do tráfico, passando pela conivência e pelos interesses dos militares norte-americanos (quem nos garante que isso não continua acontecendo hoje mesmo, com a Guerra do Iraque?). Sabemos que os reais interesses das guerras nunca são revelados. Mas é fato que muita gente fica trilhardária depois de uma guerra. Que o diga a família Bush e seus amigos.

    Sorte para ver o filme com uma cópia melhor. Ele realmente merece ser visto com qualidade. Um grande abraço e volte sempre!

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  9. Eu assisti esse filme ontem
    me impressionei com a riqueza que foi desenvolvido o filme
    e as semelhanças com o meu filme preferido “O Poderoso Chefão”
    se prestarem atenção verão que tem mto em comum
    vlw

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  10. Oi Dammyão!

    Primeiro, seja muito bem-vindo por aqui. Espero que essa tua visita se repita muitas vezes.

    Realmente, American Gangster é um grande filme.
    Interessante a tua comparação com O Poderoso Chefão. Digo isso porque eu assisti a trilogia dos Corleone, claro, mas faz muitíssimo tempo já. E consegui uma cópia dos três filmes recentemente, com vontade de assistí-los na sequência e fazer um comentário aqui em breve. Até porque está na hora de estreiar uma seção aqui no blog de “revisão” de filmes que já vi. Sabe essas produções que faz tempo que assististe, que considera ótimas, mas que não lembras mais dos detalhes e que queres ter uma “outra visão” passado um tempo? Pois quero fazer isso por aqui também, além de continuar escrevendo sobre novos filmes que ando vendo.

    Obrigada por teu comentário e por tua visita. Venha mais vezes! Um abraço!!

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  11. Oi a todos, desde já peço desculpa por não ter comentado antes, uma vez que já vi o filme há muito tempo, tal como todos voces, tenho um imenso fascinio por filmes e desde já decidi aproveitar para deixar o meu contributo.
    O filme é optimo, EXCELENTES representaçoes, OPTIMOS retratamentos dos tempos em que a acção é desenvolvida, perfeitos e o melhor para mim é o facto de um conterraneo conseguir mexer na imagem de “perfeição” que todos tentam dar em relação aos estados unidos e respectivos orgaos sociais.
    FANTASTICO!!!

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  12. Olá Tiago!!!

    Primeiro, obrigadíssimo por tua visita e pelo teu comentário. Espero te ver por aqui muitas e muitas vezes ainda. E comentando, claro.

    Concordo com todos os teus elogios para o filme. Como eu disse e repito, para mim é um dos grandes filmes do ano passado e um dos melhores dos últimos tempos. Ressuscita os filmes sobre gângsters com primor.

    E tens razão sobre a crítica aos Estados Unidos. Realmente diretor e equipe conseguem mostrar uma parte da história daquele país que a maioria das pessoas desconhecia. Uma história forte e bem contada.

    Obrigada por teu comentário e não te preocupe em demorar em responder… afinal, olhe para mim. Estou atualizando super pouco o blog e demorando um monte para responder aos comentários. Desculpe por isso.

    Um grande abraço e volte sempre!

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