The Girlfriend Experience – Confissões de Uma Garota de Programa


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Tem filmes que são exatamente aquilo que eles prometem ser. Outros, nem chegam a satisfazer a expectativa criada pelo trailer ou por outras formas de propaganda. E existe ainda aquela categoria de filmes que vai além das aparências. The Girlfriend Experience, novo filme do diretor Steven Soderbergh, criou reboliço por ter uma atriz pornô como protagonista. A produção também chamou as atenções por narrar o cotidiano de uma “acompanhante de luxo” que vive em uma Manhattan nas vésperas de eleições presidenciais de 2008. Mas francamente The Girlfriend Experience é muito mais que umas “confissões de uma garota de programa”, como quer resumir o título escolhido para o Brasil. Ele é um grande exercício narrativo de Soderbergh que demonstra, com apuro técnico e inspiração, como um contador de histórias pode transformar o que parecia ser uma narrativa banal em uma pequena e preciosa pérola do cinema.

A HISTÓRIA: Um jovem casal acaba de sair do cinema e, dentro de um táxi, falam de suas impressões sobre o filme. Depois, eles jantam em um restaurante intimista e, ao chegarem em seu apartamento, Philip (Philip Eytan) conta a Chelsea (Sasha Grey) sobre os empréstimos que tem feito para um amigo que parece não saber a hora de parar de pedir favores. Depois eles namoram no sofá. No dia seguinte, ele pede um café da manhã para os dois e ela vai embora. O que parece uma noite romântica e uma manhã normal de um casal qualquer com um certo padrão de vida em Nova York é, na verdade, o trabalho de Chelsea (que se chama, na verdade, Christine). Acompanhante de executivos, roteiristas e demais homens de dinheiro, ela narra seu cotidiano em uma época de incertezas nos Estados Unidos – e no mundo.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a The Girlfriend Experience): Um filme pode ser interessante de maneira óbvia ou fugindo dos padrões. Este novo filme de Soderbergh, com um ótimo roteiro de David Levien e Brian Koppelman é tudo, menos tradicional. Para começar, ele muitas vezes insinua ser algo, mas acaba sendo outra coisa totalmente diferente. Por exemplo, a questão da narrativa. Aparentemente, The Girlfriend Experience nos mostra o cotidiano de Chelsea/Christine de forma linear. Ledo engano. O único fio condutor “linear” desta história é a entrevista da garota com um jornalista (Mark Jacobson). O restante do filme é contado em um vai-e-vem entre o passado e o presente da protagonista.

Essa “complexidade” do roteiro, provavelmente, passará desapercebida de muita gente. Assim sendo, boa parte dos espectadores ficará em dúvida sobre o que aconteceu com Chelsea e seu namorado, Chris (Chris Santos). (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Se a história fosse contada de forma linear, a impressão que temos é que Chris se mandou para Las Vegas e que Chelsea quebrou a cara com seu novo cliente, levando um bolo no final de semana que tinha sido motivo de uma briga dela com o namorado. Mas é justamente a entrevista com o jornalista que nos revela a “cilada” do roteiro. Vou dar a dica para vocês: lá pelo no minuto 53 do filme, Chelsea conta como determinados livros de personalogia são importantes para o seu trabalho, para o momento em que ela aceita ou não sair com algum cliente novo.

No final deste trecho, o jornalista pergunta para ela como ela lidou com um cliente (David, interpretado por David Levien, co-roteirista do filme) pelo qual ela tinha se interessado (e o qual tinha se interessado por ela) e Chelsea revela que ainda estava lidando com o caso. Outras cenas também comprovam que ela não se encontrou apenas uma vez com David – o que a cena seguinte, quando ela informa para Chris que vai passar o final de semana com tal cliente, insinua. Se comparamos também a sequência do minuto 34 (quando “pegamos o bonde andando”) com a que ocorre logo após a pergunta-chave do jornalista, pelo minuto 54, fica comprovado como a história não é linear. E isso faz toda a diferença na hora de entender ou não ao filme.

Mas as aparências não enganam apenas na forma com que o roteiro é desenvolvido. Cada escolha de cena feita pelo diretor Steven Soderbergh reforça a idéia de que tudo o que parece fútil e conversa vazia é, na verdade, um jogo de cena. Quando o diretor tira o foco dos atores para mostrar o cenário, a cidade, o “alto nível” de restaurantes e apartamentos de luxo, ele nos faz refletir sobre a importância que aquele momento histórico dá para as pessoas e para as “coisas”. Todos vivem em um momento de neurose coletiva, alimentada por uma “crise financeira mundial” que domina as conversas das pessoas – mesmo quando o tema parece ser as eleições entre Barack Obama e John McCain.

As conversas sobre a crise e as eleições são como uma cortina de fumaça de algo maior, que é a histeria coletiva. Todos correm para mudar de vida, para se “aprimorar” como resposta ao medo que a tal crise provoca. Isso vale para a “garota de programa” de luxo, para seu namorado, um atlético preparador físico de uma academia, para os executivos, comerciantes, roteiristas de cinema, atores de tevê e demais clientes de Chelsea. Esta talvez seja a grande tacada de mestre de Soderbergh que, ao narrar um curioso e um pouco “picante” cotidiano de uma “garota de programa”, acaba fazendo uma crônica visual, mais que verbal, sobre as características da sociedade dos Estados Unidos atual.

De quebra, os roteiristas ainda insinuam que existe pouca diferença entre os que votam em democratas ou republicanos em solo estadunidense. Todos, no fundo, querem saber de ganhar dinheiro e de manter o seu alto padrão de vida. Cada cliente de Chelsea fala da crise e da necessidade de superação para enfrentar os “novos tempos”, mas ninguém deixa de pagar altas quantias por uma acompanhante, nem de frequentar os melhores restaurantes ou, no caso dos “novos amigos” de Chris, de viajar com um jatinho particular para passar um final de semana de festas em Las Vegas. A crítica nas entrelinhas à hipocrisia do discurso vigente é um dos pontos altos do filme.

Sou suspeita para falar, mas achei a direção de Steven Soderbergh em The Girlfriend Experience, uma das mais interessantes dos últimos tempos. Alguns afirmam que este é um grande exercício de cinema experimental. Concordo que o diretor roça neste tipo de cinema. Mas ele não faz manobras endiabradas com a câmera. Pelo contrário. Cada escolha de foco ou de plano para a câmera é feita de forma premeditada. A exemplo de Cristian Mungiu em 4 Luni, 3 Saptamâni si 2 Zile, a escolha mais frequente é a da câmera parada, com um plano aberto, mantendo certa distância e “imparcialidade” sobre a narrativa que está se desenvolvendo.

Mas Soderbergh vai um pouco além desta escolha feita por Mungiu e outros cineastas anteriormente. Como esboçou em filmes que precederam The Girlfriend Experience, Soderbergh se debruça em elementos de beleza urbana. Lhe interessa, igualmente, as letras de uma vitrine ou a iluminação diferenciada de um restaurante. A beleza dos detalhes ganha protagonismo na visão do diretor, mais que alguns momentos de interpretação dos atores. Mas isso não significa que ele não dê a devida atenção para o que os protagonistas falam ou como eles agem. Não. Nos momentos decisivos – e até nos mais inusitados, como em algumas “corridas” de táxi – a lente de Soderbergh está atenta para revelar as melhores expressões de seus atores.

E falando neles… que grande e grata surpresa esta Sasha Grey. Belíssima, charmosa, a atriz equilibra no tom exato as idéias de sensualidade, superficialidade, fragilidade, um misto de pessoa comum com mulher “extraordinária” e, ainda, elegância. Juro que se eu não tivesse lido que Sasha Grey é (ou era?) uma atriz pornô, jamais pensaria em algo assim. Há um tempinho eu não via um “rosto desconhecido” comunicar tanto apenas com o olhar e com o sorriso quanto esta garota. Ela carrega o filme, sem dúvida. Os demais atores – talvez a exceção seja David Levien -, inclusive Chris Santos, estão apenas razoáveis.

Outro ponto que chamou muito a minha atenção neste filme é a excelente trilha sonora assinada por Ross Godfrey, do Morcheeba. Além de ter escolhas perfeitas para cada momento do filme, esta trilha sonora é utilizada de uma forma bastante curiosa pelo diretor. Em muitos momentos, ela entra para tomar conta da história e marcar uma quebra narrativa como poucos filmes fizeram anteriormente. É como se não existisse espaço, neste mundo repleto de iPods e demais aparelhos que tocam MP3, para o silêncio. Em The Girlfriend Experience ou as pessoas estão falando qualquer coisa – muitas vezes palavras “vazias” – ou a música está tocando a todo volume. Seja o som produzido por artistas de rua – existe um contraponto maior que eles para a nossa protagonista? – ou uma escolha pontual de Godfrey que “ocupa” a cena. De qualquer forma, aqui temos uma trilha sonora para escutar independente do filme.

Sei que já escrevi demais, mas ainda há um outro ponto de The Girlfriend Experience que fez com que eu ficasse fascinada pelo filme: sua reflexão sobre as “companhias aparentes” e a solidão crônica destes últimos tempos. Parte da conversa de Chelsea com o jornalista é muito reveladora. Especialmente nos pontos em que ele pergunta sobre a “Chelsea real”, sobre a possibilidade dela deixar ser vista por uma fresta em sua (necessária) armadura.

Mais no início do filme, ela responde que se os homens quisessem que ela fosse ela mesma, não estariam pagando para sair com ela. Mas depois, quando Chelsea admite que pode deixar-se conhecer por um de seus clientes, a resposta sobre o “tipo de homem” que seria capaz disto fica, propositalmente, sem resposta. Desta maneira, The Girlfriend Experience demonstra que vivemos em uma era de mudanças cada vez mais constantes. Uma relação “duradoura”, como a que Chelsea/Christine mantêm com Chris, pode estremecer ou evaporar por uma impressão, pelo que um livro que cruza datas de aniversário sugere. As “companhias aparentes” não se estabelecem apenas entre homens que pagam por uma noite com uma bela garota, mas também em relações vazias mantidas mais pelo costume que pelo olhar atento para o outro.

NOTA: 9,5.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Parece evidente, mas não custa comentar: este filme não tem cenas de sexo explícito mas, ainda assim, deve ser considerado inadequado para crianças. Sasha Grey aparece nua em algumas cenas, mas o que pode ferir a sensibilidade de algumas pessoas é mesmo o linguajar do roteiro, recheado com alguns detalhes um pouco “picantes”/fortes da protagonista.

Uma dica para quem quer acompanhar a narrativa não-linear do filme sem se perder muito: preste atenção no vestuário da protagonista. Inicialmente, parece dispensável quando Chelsea anota em sua “agenda” de clientes detalhes sobre os encontros como a roupa com que ela estava vestida. Mas, na verdade, isso acaba sendo fundamental para ela – porque Chelsea não pode repetir figurinos em seus encontros – e para nós, que através do belo figurino escolhido por Christopher Peterson, podemos nos situar melhor na história.

Não falei antes da direção de fotografia, precisa, limpa e acertadíssima. Mas isso porque ela também é de autoria de Steven Soderbergh – que assina o trabalho com o codinome de Peter Andrews. Como venho falando desde o início, a escolha de cada cena é um trabalho muito autoral do diretor. Soderbergh ainda é o responsável pela edição do filme.

Em algumas versões do filme, foi colocada uma cena extra com a atriz Sasha Grey e um de seus “clientes” após os créditos finais. Mas esta cena está disponível em apenas algumas versões – oficialmente a produção tem 77 minutos de duração.

The Girlfriend Experience foi uma das sensações do Festival de Sundance em fevereiro deste ano. Depois de passar por ali, o filme compareceu ainda nos festivais de Tribeca, Cannes (foi comercializado no mercado do evento), Sydney e Edinburgh.

De super baixo orçamento, esta produção teria custado US$ 1,7 milhão. Quem dera que mais cineastas de renome como Soderbergh se aventurassem, de tempos em tempos, em fazer filmes no estilo. O problema é que, mesmo tendo custado tão pouco, o filme não deslanchou nas bilheterias dos Estados Unidos. Depois de estrear em um circuito limitadíssimo – não chegou a 50 cinemas – no dia 24 de maio, The Girlfriend Experience conseguiu pouco mais de US$ 677 mil até o dia 12 de julho.

O filme não conseguiu um desempenho muito bom na avaliação do público e da crítica. No site IMDb ele ostenta apenas uma nota 6,2. Por sua vez, os críticos que tem textos enlaçados no Rotten Tomatoes dedicaram para o filme 43 críticas positivas e 32 negativas, o que lhe garante uma aprovação de 57%. Achei as avaliações de ambos, público e crítica, muito baixas.

O título original do filme, The Girlfriend Experience, faz referência ao tipo de acompanhante de luxo enfocado pela história. Ou seja, garotas de “alto padrão” como Chelsea não são vistas “apenas” como garotas de programa ou putas. Elas cobram bem para, em troca, proporcionarem uma “experiência” como a de namoradas para seus clientes. Daí o termo “girlfriend experience”.

No material de divulgação do filme, The Girlfriend Experience é apresentado como um “drama sobre a relação entre nossa vida profissional e nossa vida pessoal na era da pós-crise do capitalismo”. Eu acrescentaria que este filme é um ensaio crítico sobre os valores dominantes da nossa época – ou, para alguns, da falta deles. Outras curiosidades: o filme narraria cinco dias na vida de Chelsea, que cobra US$ 2 mil por hora de seus clientes, nas semanas que antecederam as eleições dos Estados Unidos em 2008.

Neste mesmo material, fiquei sabendo que Sasha Grey tem 21 anos e que, além de atriz, é escritora, fotógrafa, estrela pornô, uma “artista transgressora” e música experimental. Segundo o texto, ela tem um forte interesse pelos filmes da nouvelle vague e, antes de adotar o nome artístico de Sasha Grey, ela utilizava o de Anna Karina – em homenagem a ex-mulher de Jean-Luc Godard. Sua escolha por Grey teria sido motivada por duas razões: pelo personagem Dorian Grey, criado por Oscar Wilde, e como referência a escala da sexualidade de Kinsey. Não é fraca essa menina! Ah, e o texto ainda comenta que ela tem um “enorme apetite sexual” e que ela considera o seu trabalho no cinema pornô como “performance art”. Seu gosto por tal arte fez com que ela estrelasse mais de 80 filmes pornô. 🙂 Além da página oficial da atriz, divulgada antes, ainda deixo por aqui, para os fãs, seu MySpace.

Chris Santos, por outro lado, estréia nos cinemas neste filme – agora se explica porque ele é um tanto “fraquinho”. Segundo as notas de produção de The Girlfriend Experience, Santos utilizou sua experiência como instrutor atlético e como triatleta para interpretar o personagem de Chris. Mark Jacobson, que entrevista Chelsea no filme, é jornalista há mais de 35 anos, com textos publicados na New York Magazine, na National Geographic, na Rolling Stone e em outras publicações. Pelo visto, Soderbergh pinçou as pessoas “mais condizentes” com seus papéis, ou seja, as que tinham experiência fora das telas parecidas (ou iguais) com as que viviam seus personagens.

CONCLUSÃO: Um filme de baixíssimo orçamento do premiado diretor Steven Soderbergh que resolve fazer uma crônica sobre o estado de ânimo do mundo atual. Filmado nas vésperas das eleições dos Estados Unidos do ano passado, The Girlfriend Experience traça o perfil de uma sociedade de consumo, onde jogam as moedas da aparência, da superficialidade, do medo e da busca por sensações de prazer e de segurança fáceis. Estrelado por uma estrela do cinema pornô, este filme surpreende pela narrativa nada linear (que pode deixar muita gente perdida) e pelas escolhas do diretor. Um trabalho bastante autoral que mexe em dois temas que parecem ser fundamentais para a sociedade contemporânea: dinheiro e sexo (algo que Gay Talese havia revelado há quase três décadas em A Mulher do Próximo/The Neighbor’s Wife). Enfocando muitas vezes o cenário de Manhattan em detrimento das pessoas, Soderbergh deixa claro sua crítica ao protagonismo das “coisas” em lugar do indivíduo. Um filme que provavelmente não vá agradar a todos – seja porque alguns ficarão perdidos nas “mensagens”, seja porque outros não encontrarão as cenas “picantes” que gostariam -, mas que traz uma importante brisa de frescor para o cinema feito nos Estados Unidos.

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10 comentários em “The Girlfriend Experience – Confissões de Uma Garota de Programa

  1. Alessandra,

    Pelas suas descrições iniciais, o filme deve ser muito bom. Parei de ler antes do spoiller, pois pretendo assistir ir ao cinema ver esse Soderbergh, de cujos filmes costumo gostar muito.

    Passei também para agradecer pela indicação ao Blog de Ouro e comunicar que já indiquei os mues escolhidos. Valeu!

    Um abraço,
    Maurício.

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  2. Oi Mauricio!!

    Então, gostei do filme sim. Mas não exatamente pelas razões mais óbvias do mundo… ou, pelo menos, não pelas idéias que a maioria das pessoas envolvida com o marketing desta produção gosta de repetir. 😉

    Bem, logo mais verás o filme no cinema e daí poderás vir aqui, ler a crítica toda, concorcar ou discordar comigo e, claro, deixar as tuas impressões sobre o novo trabalho do Soderbergh.

    Fiquei bastante feliz com a tua visita. E tenha certeza: tua indicação ao prêmio foi mais que merecida. Gostei bastante do teu blog – e quero visitá-lo mais vezes, assim que tiver um pouco mais de tempo livre. Aliás, obrigadíssimo por teus comentários sobre o Crítica (non)sense na tua página. Bacana o que você comentou – achei engraçado o lance de “blog-quase-portal”… quem me dera, Mauricio, ter tempo para colocar todas as idéias que eu tenho para o blog em dia. Daí sim, meu bom companheiro de longos textos, isso viraria quase um portal. Mas como não tenho esse tempo livre, o blog fica do tamanho que está. 😉

    Um grande abraço, e volte mais vezes!! Até a próxima!

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  3. Olá Alessandra, como está?

    No momento em que escrevo este comentário li apenas a crítica de “The girlfriend experience”, mas, com certeza, retornarei ao seu blog para ler mais sobre cinema.
    Gostei muito da maneira como você redigiu a crítica, passando pela crítica, análise e impressões pessoais com muito estilo e elegância textual.
    Não sou um profundo conhecedor de cinema, mas fiquei feliz ao ver que consegui perceber os detalhes “artístico-cinematográficos” do filme.
    Também achei incrível a forma como o diretor contou a história e espledorosa a atuação da iniciante Sasha Grey.

    Com certeza, o tema do filme foi uma ótima escolha para debater os valores e o clima do mundo atual.

    Ressalto que a sua maneira de escrever me servirá de inspiração para os próximos textos do meu blog.

    Parabéns e sucesso!

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  4. Olá Bruno!!

    Por aqui tudo certo.

    Fico muito feliz que tenhas gostado do blog. E não sei se tenho essa capacidade de perceber os detalhes “artístico-cinematográficos” que comentas… bem, alguns detalhes, admito, que eu percebo, mas acho que falta ainda um longo caminho para que eu realmente entenda do assunto. Preciso me aperfeiçoar. 😉

    Concordo contigo sobre a qualidade do trabalho do Soderbergh, especificamente neste filme, e na grande “estréia” no cinema “sério” da Sasha Grey. A menina realmente está incrível em seu papel.

    Obrigada por teus elogios e, especialmente, por tua visita e comentário. Agora, espero mesmo te “encontrar” por aqui mais vezes. Volte sempre!!

    Ah, e sucesso com o teu blog também. Um grande abraço!!

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  5. bom meu comentario sobre este filme quew ele é confuso,e acho que certas contratacoes como da atriz porno,so fez gerar um interesse, mas o filme ser perde num vazio,em relato,monotonia se cativar e prender o telespectador.foi bom so pra atriz no ponto de vista financeiro.

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  6. Olá prof. cassio!!

    Mesmo? Achaste o filme vazio e monótono?
    Bem, não sei que tipo de filme estavas esperando… as expectativas sempre são importantes em se tratando de cinema – e de outras produções artísticas.

    Eu gostei do filme pelas razões que comentei. Honestamente, por conhecer o trabalho do diretor, eu não estava esperando um filme mais explícito, com cenas picantes, mas realmente o que foi visto: um retrato irônico e um bocado crítico sobre a sociedade estadunidense.

    Agora, certamente o filme foi ótimo para a atriz. Ela ganhou uma exposição na mídia que não teria de outra forma.

    Obrigada por tua visita e comentário. Espero que ambos se repitam muitas vezes ainda.

    Abraços!

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