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Oscar 2019

E o Oscar 2019 foi para… (Cobertura online e lista com todos os premiados)

Olá povo, boa noite – ou bom dia, dependendo do seu caso! 😉

Pois sim. Mais uma vez, estamos aqui “juntos” para comentar sobre a maior premiação da indústria do cinema nos Estados Unidos. Hoje é o dia de assistir a um Oscar diferente.

A diferença começa até pela minha “animação” com as entregas dos prêmios nesse ano. Francamente? Para mim, esta é uma das safras de filmes mais fracas que tivemos nos últimos anos. Não assisti a nenhuma produção que realmente tenha me surpreendido ou me encantado. Assim, não terei um filme para realmente torcer.

Essa é uma das diferenças desta noite. Outra é que não teremos aquele apresentador – ou apresentadora – chato com várias piadas mais ou menos nos fazendo torcer para o discurso acabar logo e irmos para a parte que realmente interessa, que é a entrega dos prêmios e os discursos dos diretores, produtores, astros e estrelas de quem gostamos tanto.

Hoje à noite, como não teremos apenas um apresentador do Oscar e sim vários apresentadores – espalhados pelas diferentes categorias, acredito -, imagino que a premiação será mais “econômica” nas piadinhas e mais objetiva, mais dinâmica. Se isso acontecer, sairemos ganhando. Com menos discursos entre uma premiação e outra, espero que os vencedores também tenham mais espaço para falar. Afinal, os discursos deles costumam ser mais interessantes do que as piadinhas dos apresentadores.

E o que esperar dessa noite em termos de premiação? Honestamente, por ser um dos anos mais emblemáticos por não termos um grande favorito, praticamente tudo pode acontecer na premiação de hoje. Há ótimas disputas nas categorias de Melhor Ator e Melhor Atriz, assim como uma ótima disputa em Melhor Filme e em outras categorias.

O Oscar soube equilibrar muito bem filmes bastante populares – Black Panther (comentado aqui) e Bohemian Rhapsody (com crítica neste link) – com filmes que são mais densos e não muito populares – como Vice (comentado aqui) e The Favourite (crítica neste link). Durante a noite vamos saber se os melhores intérpretes e filmes irão realmente se consagrar ou se o Oscar terá uma ou duas injustiças para entrarem no seu histórico – dificilmente há algum ano da premiação em que isso não acontece. Veremos…

Acho que este será mais um ano, a exemplo de 2018, em que diversos filmes irão dividir os prêmios, sem termos um grande vencedor – esqueça a época em que uma produção ganhava os 5 principais prêmios. E falando em um Oscar diferente, algo muito interessante deste ano é como filmes estrangeiros conseguiram emplacar mais de uma indicação. Ou seja, eles não ficaram restritos à categoria Melhor Filme em Língua Estrangeira.

O maior exemplo disso está sendo Roma (comentado aqui), é claro. A produção de Alfonso Cuarón ganhou nada menos que 10 indicações ao Oscar. O filme é favoritíssimo para emplacar em Melhor Filme em Língua Estrangeira e em Melhor Diretor – dificilmente Cuarón não receberá o terceiro Oscar da carreira. Mas além dele, foi bonito ver Cold War (com crítica neste link) e Never Look Away emplacando outras indicações, como em Melhor Direção de Fotografia. Isso ajuda a mostrar que o Oscar está mais aberto ao mundo realmente – além de mais aberto à opinião do público e/ou blockbusters.

Estou acompanhando já o “tapete vermelho” do Oscar, mas nada de destaque para comentar até agora. Acho que o realmente interessante veremos quando a premiação começar, a partir das 22h. 😉

Algo interessante deste ano é que seis dos oito indicados a Melhor Filme são livremente inspirados em histórias reais. Ou seja, nunca o hóspede esteve tão próximo da realidade e longe da fantasia quanto neste ano. Apenas Black Panther e A Star Is Born não são baseados em fatos reais. Todos os outros (BlacKkKlansman, Bohemian Rhapsody, The Favourite, Green Book, Roma e Vice) sim, tem um fundo na realidade. Interessante.

Entrevistada no tapete vermelho, Yalitza Aparicio, estrela de Roma, comentou que não esperava que o filme chegaria tão longe e que seria tão prestigiado. Afinal, as pessoas não estão habituadas a assistir filmes em preto e branco. Além disso, Roma é uma produção muito pessoal sobre o diretor. Ela tem razão. Realmente é surpreendente como Roma se consagrou e está se consagrando ainda – mais entre os críticos do que entre o público, me parece.

Entrevistada em seguida, Marina de Tavira, que também estrela Roma e que também está indicada no Oscar, comentou que acha que o filme está encantando tantas pessoas por falar da infância, por resgatar um saudosismo desta época – saudosismo que todos têm. Marina disse que nunca imaginou conseguir uma indicação ao Oscar, mas que ela se sente agradecida por ter tido o seu trabalho visto pela Academia. Realmente, 10 indicações para Roma foi algo surpreendente. Quem já leu a minha crítica sobre o filme aqui no blog sabe que eu esperava mais da produção.

Vou pagar mico agora, com a permissão de vocês. Hahahaha. Ela não está concorrendo à nadica de nada nesta noite, mas eu não posso deixar de colocá-la por aqui. Afinal, Emilia Clarke é uma das estrelas de uma das minhas séries favoritas de todos os tempos, Game of Thrones… série essa que vai se despedir dos fãs(náticos) nesse ano. Então vou deixar ela aqui só por causa disso, tudo bem?

Agora sim, voltando para o tapete vermelho com pessoas indicadas nessa noite. Regina King disse que se identificou muito com o seu papel em If Beale Street Could Talk. Eis um filme que eu ainda quero assistir. Acredito que King deve estar arrebatadora por ter ganho premiações importantes por se papel até o momento. Caso ganhar, ela certamente fará um discurso bastante interessante. A conferir.

Entrevistado no tapete vermelho, o ator e diretor Bradley Cooper comentou sobre a emoção de se apresentar com Lady Gaga logo mais. A apresentação deles, assim como do Queen, certamente serão pontos altos da premiação de hoje. Não é todo dia que temos a grandes canções e astros assim em cena.

Alfonso Cuarón falou sobre Roma no tapete vermelho. Ele comentou que o maior desafio foi encontrar o tom e o tema da história. Falou também sobre a importância de falar do papel das domésticas e do racismo que existe no mundo – temas que surgiram a partir de Roma. Nos Estados Unidos, o filme está sendo utilizado inclusive pelas domésticas para buscar um “empoderamento” e a discussão sobre a sua função na sociedade.

Entrevistada no tapete vermelho, Glenn Close disse que nunca visitou o Brasil, mas que o genro dela é meio brasileiro. Ela comentou que a história de The Wife foi muito importante para ela porque ela se lembrou muito da mãe, e resgatou parte das histórias que ela contava para interpretar a sua personagem. Glenn também elogiou o trabalho da filha em The Wife e disse que espera que ela se desenvolva no trabalho dela. Francamente? Acho que esse é o ano de Glenn Close. Está na hora dela receber um prêmio de Melhor Atriz. Se não for para ela, torço por Olivia Colman, que está ótima em The Favourite. Ambas merecem.

Agora sim, vamos lá para a premiação. 😉 Começando com nada menos que apresentação do Queen. Aí sim, hein? Beeeem melhor que piadinhas sem graça de apresentadores. Curti. Bóra lá colocar rock para tocar, bebê! Hoje a noite é de rock. E será que Bohemian vai levar no final? Seria interessante. A plateia curtiu o micro show do Queen, ficando de pé no início da apresentação. Merecido. Melhor começo de Oscar do qual eu tenho lembrança. No final da apresentação, todos da plateia em pé novamente.

Do show, partimos para uma introdução um tanto estranha sobre os astros e estrelas que chegaram no tapete vermelho e que representam as produções indicadas como Melhor Filme do Ano. Além destas cenas de tapete vermelho, vimos a trechos de filmes que marcaram o ano – alguns indicados, outros não. Bacana eles terem citado um número maior de filmes no clipe, afinal, o cinema é feito de uma grande diversidade, algo que o Oscar nunca vai conseguir abarcar nas suas 24 categorias.

Depois de algumas piadas, algumas boas, outras razoáveis, tivemos a primeira entrega de prêmio da noite. E o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante foi para… Regina King, por If Beale Street Could Talk. Ela era a favorita, mas vamos combinar que esta categoria estava bem disputada este ano. Ainda preciso assistir a If Beale Street Could Talk, mas entre o trabalho das demais, acho que Emma Stone merecia o Oscar. Mas acredito que Regina King mereceu. A conferir.

Em seu discurso, Regina King disse que é surreal estar sobre o palco para representar um dos melhores artistas deste tempo, James Baldwin – autor do livro em que o filme foi inspirado. Ela disse que está certo dela estar ali porque ela representa o quanto o amor faz a diferença. Regina então agradeceu a mãe sobre ensinar o que é Deus estar em sua direção. Um discurso emocionado. Agradeceu também as demais atrizes que concorreram com ela, e que ela se sente honrada por estar com elas nessa categoria.

Em seguida, Helen Mirren brinca que os tempos mudaram, a ponto dela, uma inglesa, vestir uma cor parecida com um ator havaiano, Jason Mamoa. Os dois entregaram o Oscar para Melhor Documentário. E o Oscar foi para… Free Solo. A produção foi dirigida por Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi. O casal agradeceu a National Geographic por dar espaço para a diversidade, e agradeceram a Dierdre Wolownick por ele ter inspirado eles a acreditarem no impossível. Começamos bem esse Oscar.

Dois filmes para eu assistir logo que possível. Free Solo e If Beale Street Could Talk. Estão na minha lista. A piada de Helen Mirren e Momoa é especialmente interessante para o Brasil, não é mesmo? Onde tem gente que ainda discute que cor de roupa meninos e meninas devem vestir.

Na volta do intervalo, todos viram o clipe de Vice. Para mim, um dos melhores filmes do ano. Denso, cínico, muito bem editado e dirigido, ele foge do óbvio e surpreende. Só por isso, tem a minha admiração. Logo na sequência, foi apresentada a categoria Melhor Maquiagem e Cabelo. E o Oscar foi para… Vice. Merecido. Realmente um grande trabalho dos artistas responsáveis por esse aspecto do filme. Sobre o palco, eles agradeceram ao diretor Adam McKay, aos atores e à diversas outras pessoas que fizeram parte da equipe e do trabalho. Uma pena, mas subiram a música antes da hora – além de cortarem o microfone. Pecado.

Na sequência, foram apresentados os filmes indicados a Melhor Figurino. E o Oscar foi para… Black Panther. Oh yeah! Parabéns para o filme, que já fez história. Sobre o palco, Ruth Carter, a primeira negra a receber um prêmio nessa categoria. Ela agradeceu pela Academia por homenagear a realeza africana e a força das mulheres na tela. Agradeceu também a equipe dela, que está espalhada no mundo todo.

Fico realmente feliz pelo filme. Ruth ainda agradeceu à mãe, que chamou da verdadeira heroína da história. Fofa. Antes de ganhar por Black Panther, Ruth Carter já tinha sido indicada em outras duas ocasiões ao Oscar – por Amistad e por Malcolm X (por isso agradeceu a Spike Lee, diretor do segundo filme).

Na volta do intervalo, Chris Evans e Jennifer Lopez apresentaram os indicados na categoria Melhor Design de Produção. E o Oscar foi para… Black Panther. Show! Sobre o palco, Hannah Beachler e Greg Berry. Ela, segundo os comentaristas do Oscar, a primeira negra a ser indicada e ganhar nesta categoria. Ela comentou que está naquele dia mais forte do que antes.

Ela agradeceu especialmente Ryan Coogler, o diretor de Black Panther, por ele ter feito ela um profissional e uma pessoa melhor. Aliás, Coogler não ter sido indicado no Oscar deste ano foi realmente estranho. No final, ela disse que quando alguém pensar que algo é impossível, deve pensar que fez o melhor que pode e isso é o suficiente. Bacana.

Na sequência, os indicados na categoria de Melhor Direção de Fotografia. Uma das minhas categorias favoritas. E o Oscar foi para… Roma. O primeiro – possivelmente de três – prêmios de Alfonso Cuarón nesta noite. O diretor começou comentando que o trabalho de construir cada quadro de um filme depende de muitas pessoas, e ele começou agradecendo às estrelas do filme. Ele agradeceu também ao México, mas não fez um discurso excepcional. Deve ter guardado o restante para depois.

Minha homenageada antes, Emilia Clarke apresentou uma das concorrentes em Melhor Canção do Oscar 2019. Sobre o palco, cantando “I’ll Fight”, a premiada Jennifer Hudson. A música dela aparece apenas nos créditos finais de RBG, mas a canção é realmente uma beleza. Um verdadeiro hino. E Jennifer Hudson deu um show no Oscar – como esperado. De arrepiar.

Na volta do intervalo, Serena Williams apresentou outro indicado a Melhor Filme. O público assistiu ao clipe de A Star Is Born. Outro filme que vai render uma apresentação muito interessante de música nessa noite. De fato, o melhor do filme é justamente a canção de Gaga.

Em seguida, vimos os indicados em Melhor Edição de Som. E o Oscar foi para… Bohemian Rhapsody. Bacana. Ganharam de First Man. Esse pode ser apenas um dos vários prêmios que a produção poderá vencer nessa noite. De fato, o som é um dos destaques da produção. Mas a disputa estava boa. Em seguida, descobrimos o vencedor de Melhor Mixagem de Som. E o Oscar foi para… Bohemian Rhapsody. Opa! O filme já não sairá de mãos vazias nessa noite. Fico feliz por Bohemian Rhapsody e por Black Panther, até agora. Dois filmes muito populares e que mereciam ser reconhecidos no Oscar.

Após um intervalo rápido – estou gostando do ritmo desta noite do Oscar -, Queen Latifah apresenta um outro indicado a Melhor Filme da noite, The Favourite. Um filme também diferenciado – mas que, infelizmente, não sustenta a sua força e tom surpreendente até o final. Mas é um bom filme. Veremos se ela ganha algo nessa noite ou sairá de mãos vazias.

Javier Bardem falando em espanhol… ai, pirei! Lindo! Guapo! Em seguida, os indicados a Melhor Filme em Língua Estrangeira. E o Oscar foi para… Roma. Como era mais que esperado. Ainda preciso assistir a outros filmes indicados nessa categoria este ano, mas não sei… Roma não me encantou como eu achei que iria. Mas ok. Hollywood realmente gosta de Cuarón. O diretor comentou que sempre se inspirou em filmes estrangeiros, e citou vários deles. Comentou também que alguns perguntam sobre a nova onda – de mexicanos, talvez? – mas que não existe uma nova onda, e sim um grande oceano de talentos. Isso é fato. Por isso amo tanto essa categoria.

Na sequência, assistimos à apresentação de outro concorrente em Melhor Canção Original. Beth Midler cantou “The Place Where Lost Things Go”, do filme Mary Poppins Returns. Uma bela escolha de intérprete, devo dizer. Diva. 😉 Até o momento, gostei das escolhas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood sobre o tom da premiação. Tivemos apenas algumas piadinhas apresentadas no início da noite pelo trio Tina Fey, Maya Rudolph e Amy Poehler. Algumas piadas boas, outras nem tanto. Mas o melhor de tudo: sem prolongar isso a noite toda. Podiam repetir o formato de hoje nos próximos anos.

Só acho que o Cuarón, que já ganhou dois prêmios e deve levar o terceiro como Melhor Diretor, poderia ter compartilhado o palco na categoria Melhor Filme em Língua Estrangeira com o seu elenco, não? Do jeito que ele fez, subindo sozinho pela segunda vez mas “homenageando” as suas atrizes, ele me fez lembrar The Wife (entendedores entenderão #prontofalei).

Na volta do intervalo, o público foi apresentado ao clipe de outro indicado a Melhor Filme nesse ano, Black Panther e o seu Forever Wakanda. Realmente um belo filme baseado em HQ – possivelmente o melhor que vimos até o momento. Em seguida, fomos apresentados aos indicados de uma categoria mega concorrida. Michael Keaton apresentou os indicados em Melhor Edição. E o Oscar foi para… Bohemian Rhapsody.

Opa. Vejam só! Interessante. Com esse Oscar, estou achando que o filme pode ganhar até Melhor Filme, viu? Está ganhando disputas importantes. John Ottman agradeceu a mãe, em primeiro lugar, e depois disse que o filme é fruto do amor de todos os envolvidos, que foram reunidos por Freddie Mercury. Ottman dedicou os filmes aos pais… muito fofo também!

Em seguida, Daniel Craig e Charlize Theron apresentaram a categoria Melhor Ator Coadjuvante. E o Oscar foi para… Mahershala Ali. Posso dizer? Outro favoritíssimo e que mereceu ter ganho por seu trabalho em Green Book. Para mim, esse ano, essa era uma das categorias mais “tranquilas” da noite, já que os demais atores estavam bem, mas sem graaaande destaque. Bem, ainda preciso ver a Richard E. Grant. Mas fiquei feliz por Ali. Grande ator.

Sobre o palco, Mahershala Ali começou agradecendo pela Academia e também ao Dr. Don Shirley. Ele disse que foi um aprendizado trabalhar com Viggo Mortensen e agradeceu ao diretor Peter Farrelly, assim como Octavia Spencer. Também agradeceu a avó, que disse que ele deveria insistir mesmo que não tivesse sucesso, e que deveria sempre insistir. Agradeceu à esposa e à filha. Muito sóbrio e humilde. Realmente parece ser um grande cara.

Na volta do intervalo – mais um rápido -, Laura Dern apresentou o novo Museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Momento para uma propaganda para a Academia. Achei justo. Na sequência, fomos apresentados os filmes indicados a Melhor Animação. E o Oscar foi para… Spider-Man: Into the Spider-Verse. Tenho que assistir. Eis outro favorito que foi confirmado nessa noite. Mais um grupo de premiados que teve o microfone cortado. Uma lástima.

Em seguida, vemos a apresentação de outra indicada a Melhor Canção Original, “When a Cowboy Trades His Spurs for Wing”, do filme The Ballad of Buster Scruggs. No retorno de mais um intervalo, Mike Myers e Dana Carvey apresentaram a outro indicado como Melhor Filme, Bohemian Rhapsody.

Na sequência, fomos apresentados aos indicados em Melhor Curta de Animação. E o Oscar foi para… Bao. A diretora Domee Shi e a produtora Becky Neiman subiram ao palco para agradecer quem lhes deu oportunidade de fazer o curta e às pessoas da equipe. Becky comentou que ela fez um filme sobre ser uma mãe quando ela também estava aprendendo a ser mãe.

Em seguida, os indicados a Melhor Curta Documentário. E o Oscar foi para… Period. End the Sentence. A diretora Rayka Zehtabchi, muito emocionada, disse que não estava chorando porque estava menstruada, mas porque achava incrível um filme sobre menstruação ganhar o Oscar. A produtora do curta, Melissa Berton, dedicou o filme para estudantes e professores do mundo inteiro – a produção parece ter surgido por iniciativa de estudantes. Bacana. Um dos momentos mais legais da noite.

Esse ano, com a correria que tem sido os meus dias, acabei não falando dos curtas indicados ao Oscar. Mas, quem sabe, faço um post ainda sobre os premiados? Veremos…

Em mais um retorno do intervalo, fomos apresentados ao clipe de outro indicador a Melhor Filme, a produção Roma. Filme que já levou dois Oscar’s nessa noite – e que deve levar mais um, de Melhor Diretor. Na sequência, fomos apresentados aos indicados em Melhores Efeitos Visuais. E o Oscar foi para… First Man. Opa! Gostei. Para mim, um dos melhores filmes do ano. Que ao menos aqui foi reconhecido com um Oscar. Os premiados agradeceram, entre outros, ao diretor Damien Chazelle. Grande diretor.

Em seguida, em uma bela entrada de músicos e de piano em cena, vimos a partir da parte de trás do palco a subida de Bradley Cooper e Lady Gaga até o palco. Os dois para apresentar à melhor parte de A Star Is Born, a música indicada como Melhor Canção Original, Shallow. De arrepiar, realmente. Se o filme merece ganhar algo, é o Oscar por essa música. E a apresentação… para ficar para a história da premiação. De arrepiar. Linda! Vão falar sobre essa apresentação por muitos anos ainda. Grande momento! Depois da apresentação, a plateia aplaudiu Cooper e Gaga de pé. Realmente… 🙂

Após mais um intervalo, fomos apresentados aos indicados em Melhor Curta. E o Oscar foi para… Skin. Sobre o palco Guy Nattiv fala sobre como ele veio há cinco anos de Israel e como a discriminação continua acontecendo e deve ser combatida. Estou bem curiosa para ver esse curta. Aliás, parece que todos os curtas esse ano eram interessantes.

Na sequência, Brie Larson e Samuel L. Jackson apareceram em cena para apresentar os indicados a Melhor Roteiro Original. E o Oscar foi para… Green Book. Será que essa produção vai levar Melhor Filme também? Veremos. Nick Vallelonga, Brian Currie e Peter Farrelly subiram ao palco para agradecer às suas famílias e ao elenco que foi fundamental para a produção.

Na sequência, Brie e Samuel apresentaram aos indicados na categoria Melhor Roteiro Adaptado. E o Oscar foi para… BlacKkKlansman. Vejam só! Bacana. Samuel L. Jackson comemorou muito com o amigo Spike Lee. E o diretor e roteirista foi aplaudido de pé e muito comemorado.

Logo de cara ele pediu para o microfone não ser desligado – o que aconteceu algumas vezes na noite. Lee falou sobre a história dos negros nos Estados Unidos e especialmente sobre a avó, a grande responsável por ele ter feito o cinema e ter feito uma carreira. Ele pediu para as pessoas se mobilizarem e para fazerem a coisa certa – inclusive porque uma nova eleição está se aproximando nos Estados Unidos. Discurso político e muito aplaudido.

Até agora, devo dizer, não achei nenhuma injustiça entre os vencedores. Ok que não assisti a todos os premiados – como Melhor Documentário e Melhor Animação -, mas me parece que havia um certo favoritismo e quase unanimidade nestas categorias. E nas demais, nas quais assisti aos concorrentes, tenho achado justo. E bacana ver uma pulverização de premiações. Já era esperado, aliás.

Passado mais um intervalo, fomos apresentados aos indicados na categoria Melhor Trilha Sonora. E o Oscar foi para… Black Panther. Muito bom! Mais um Oscar para um dos filmes favoritos do público em 2018. Ganhando em sua primeira indicação ao Oscar, Ludwig Goransson compartilha o prêmio com todos os artistas africanos que trabalharam com ele, assim como todos os músicos clássicos de Londres que gravaram a trilha. Agradeceu ainda a família. Singelo e bacana. Simpático.

Em seguida, relembramos os indicados em Melhor Canção Original. E o Oscar foi para… Shallow, de A Star is Born. Merecido. Se tem algo que o filme merecia era esse Oscar. Lady Gaga conseguiu a sua estatueta, portanto. 😉 Lady Gaga emulando a si mesma nas outras premiações, iniciou agradecendo muito os parceiros de composição, a família e Bradley Cooper. Gaga ainda falou para as pessoas que estavam em casa, comentando que o prêmio era o símbolo de ter trabalhado muito. E que não se tratava de ganhar, mas de insistir e de perseverar.

Na sequência, o presidente da Academia, John Bailey, fez uma homenagem os 212 indicados ao Oscar 2019 e à todos os nomes da indústria que morreram desde a última premiação. Diversos nomes muito conhecidos, como Burt Reynolds, Nelson Pereira do Santos, Milos Forman, Stan Lee, Bruno Ganz, Albert Finney, entre tantos outros.

No retorno do intervalo, tivemos um rápido resumo dos prêmios honorários e dos prêmios técnicos que são entregues antes da celebração televisionada do Oscar. Na sequência, Barbra Streisand subiu ao palco e foi ovacionada pela plateia. Ela comentou sobre BlacKkKlansman, de como ela se emocionou ao ver ao filme, e de como ele, apesar de fantástico, era baseado na verdade, e “a verdade é tão importante nos dias de hoje”. Ela diz que teve que elogiar o filme no Twitter e que a partir daí ela começou a trocar mensagens com Spike Lee.

De acordo com a atriz, o diálogo entre eles fluiu de forma natural porque ambos cresceram no Bronx, e brincou que ambos gostam de chapéus. Uma interessante homenagem a uma das produções indicadas a Melhor Filme neste ano. Em seguida, Allison Janney e Gary Oldman sobem ao palco para apresentar os indicados a Melhor Ator. E o Oscar foi para… Rami Malek, por Bohemian Rhapsody. Fiquei feliz. Ele é um grande ator e faz um excelente trabalho como Freddie Mercury.

Logo que sobre ao palco, Malek, que é genial em Mr. Robot, fala sobre a mãe, que está em algum lugar da plateia. Ele fala sobre o pai também, que não chegou a ver o filho fazer tudo isso, mas que o está vendo “lá de cima”. Malek também agradece a todas as pessoas que apostaram nele. Disse que ele não devia ser a escolha óbvia – ele foi o terceiro cotado para o papel, na verdade -, mas que acabou dando certo no fim. Agradeceu ao pessoal do Queen e disse que sempre terá uma dívida com eles. Agradeceu a equipe e o elenco do filme. Um fofo!

“Fizemos um filme sobre um homem gay, imigrante, e que viveu a vida sem pedir desculpas”, comentou. Falou sobre ele também ser americano de primeira geração e que o Malek criança ficaria fascinado de saber onde chegaria, já que ele tinha problemas de identidade no passado. No fim, agradece a Lucy Boynton, sua parceira de cena, que ele disse estar no centro da produção e que lhe roubou o coração. Tentem assistir a Malek em Mr. Robot, se ainda não assistiram. Fiquei feliz pelo ator, que tem uma carreira em pleno crescimento, já ser reconhecido com o Oscar. Realmente ele está gigante como Mercury. Fiquei feliz por ele.

No retorno do intervalo, fomos apresentados para o último indicado na categoria Melhor Filme, a produção Green Book. Um filme singelo, mas cheio de verdade e interessante. Na sequência, Frances McDormand e Sam Rockwell apresentam as indicadas na categoria Melhor Atriz. E o Oscar foi para… Olivia Colman, or The Favourite. Uau! De boas? Merecido, viu? Ela arrasou em The Favourite. Sem dúvida ela e Glenn Close mereciam a estatueta – pena que o Oscar não permite empate.

O filme The Favourite tem no seu elenco o seu grande trunfo, e Olivia está genial. Sobre o palco, ela começa dizendo que é muito estressante toda a situação, assim como hilária. Diz que precisa agradecer a tantas pessoas, começando pelo diretor Yorgos Lanthimos e pelas maravilhosas companheira de cena, Emma Stone e Rachel Weisz. Fala da admiração que sempre teve por Glenn Close e agradece aos familiares, inclusive aos filhos, que ela espera que estejam em casa. Um dos melhores discursos da noite. Engraçadíssima e fantástica em toda a sua emoção.

Olha, eu vou dizer para vocês. Até agora, nenhuma injustiça. Todos os que ganharam o prêmio até agora mereciam. Fiquei feliz pelos que não eram considerados favoritos, mas que venceram, como Malek e Olivia. Porque ambos mereceram. Roubam a cena e se superam nos seus filmes. Bacana. Acho que esse será um Oscar para lembrarmo por algum tempo ainda. Tivemos alguns grandes momentos da noite e muitos talentos reconhecidos. Dá para pedir mais?

No retorno do intervalo, Guillermo del Toro surgiu para apresentar os indicados a Melhor Diretor. E o Oscar foi para… Alfonso Cuarón, por Roma. E, assim, del Toro entregou a estatueta dourada para o seu amigo. Ele brincou que nunca se cansa de subir ao palco, e que espera que del Toro também nunca se canse. Para não variar, agradeceu às atrizes (zzzzz), aos produtores, aos amigos del Toro e Iñarritu e falou sobre o filme, que mostra a importância de não esquecer os “desprezados”. Ok, deu para ti Cuarón. Espero levar muitos anos para vê-lo novamente no Oscar.

Fechando a noite, a linda Julia Roberts subiu ao palco para apresentar os indicados a Melhor Filme. E o Oscar foi para… Green Book. Opa! Então, não é exatamente uma surpresa. O filme já tinha vencido o prêmio dos produtores – e isso costuma ser uma prévia. Bacana. Um filme simples e bem acabado que passa mensagens importantes nesse ano. Não foi injusto, em um ano com diversos filmes que poderiam ter ganho essa estatueta.

O produtor falou que o filme foi feito com carinho, com respeito e com amor. Uma bela mensagem. Peter Farrelly falou que tudo isso é verdade, e que o filme fala sobre como todos são iguais. Também destacou Viggo Mortensen e Mahershala Ali, afirmando que a produção não existiria sem eles. E assim, o Oscar 2019 conseguiu realmente distribuir vários prêmios. O que é sempre positivo e, especialmente este ano, sem um filme que realmente tenha sido arrebatador, bastante coerente.

Agradeço, mais um ano, por quem acompanhou o Oscar aqui pelo blog. Abraços e até o próximo ano! 😉

CONFIRA A LISTA COM TODOS OS PREMIADOS DO OSCAR 2019:

Melhor Filme: Green Book

Melhor Ator: Rami Malek (Bohemian Rhapsody)

Melhor Atriz: Olivia Colman (The Favourite)

Melhor Ator Coadjuvante: Mahershala Ali (Green Book)

Melhor Atriz Coadjuvante: Regina King (If Beale Street Could Talk)

Melhor Diretor: Alfonso Cuarón (Roma)

Melhor Animação: Spider-Man: Into the Spider-Verse

Melhor Filme em Língua Estrangeira: Roma

Melhor Documentário: Free Solo

Melhor Roteiro Adaptado: BlacKkKlansman

Melhor Roteiro Original: Green Book

Melhor Fotografia: Roma

Melhor Figurino: Black Panther

Melhor Edição: Bohemian Rhapsody

Melhor Design de Produção: Black Panther

Melhor Maquiagem e Cabelo: Vice

Melhor Edição de Som: Bohemian Rhapsody

Melhor Mixagem de Som: Bohemian Rhapsody

Melhores Efeitos Visuais: First Man

Melhor Trilha Sonora: Black Panther

Melhor Canção: “Shallow” (A Star Is Born)

Melhor Curta: Skin

Melhor Curta Documentário: Period. End the Sentence

Melhor Curta Animação: Bao

 

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Oscar 2019

Indicados ao Oscar 2019 – Lista completa e avaliações

Olá turma!

Coloquem na agenda: nessa próxima terça-feira, dia 22 de janeiro, a partir das 11h20 (horário de Brasília), o mistério sobre todas as produções, astros e estrelas que serão indicados ao prêmio anual da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood chegará ao fim.

Nesse dia, a exemplo dos anos anteriores, a Academia vai anunciar os indicados nas 24 categorias da sua premiação em duas sessões curtas que serão transmitidas pela internet. Às 11h20, serão divulgados os indicados nas categorias Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora, Melhor Curta de Animação, Melhor Curta, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som.

Dez minutos depois, às 11h30, serão divulgados os indicados nas outras categorias. A saber: Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Animação, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Diretor, Melhor Documentário, Melhor Curta Documentário, Melhor Filme em Língua Estrangeira, Melhor Maquiagem e Cabelo, Melhor Filme, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Roteiro Original, Melhor Canção Original e Melhor Design de Produção.

Essa foi a ordem das categorias divulgada pela Academia em nota enviada por e-mail para quem cobre a premiação. Mas a ordem de divulgação dos indicados não deve seguir exatamente esta sequência. De qualquer forma, antes do meio-dia de terça-feira, já saberemos quem conseguiu emplacar ou indicação e quem ficou de fora. Os apresentadores do dia, que vão acabar com o mistério sobre os indicados ao Oscar, serão os atores Kumail Nanjiani e Tracee Ellis Ross.

Zebras e “esquecimentos” – alguns chamam de “injustiças” – sempre acontecem. É normal da indústria do cinema. Além disso, nunca vamos conseguir um consenso sobre quem merece ou não chegar ao prêmio máximo de Hollywood. Ainda assim, acho que teremos algumas indicações bastante previsíveis e que seguirão às premiações recentes.

Devem receber um número importante de indicações filmes como Rhapsody Melody, Black Panther, Green Book, Vice, Roma, The Favourite, A Star is Born e BlacKkKlansman. Outras produções buscam o seu lugar ao sol e emplacar as suas indicações. Veremos o quanto as premiações anteriores irão se repetir no Oscar – como eu disse, sempre há uma margem de surpresa que deve ser considerada.

E como vai funcionar a “cobertura” aqui no blog? Como estarei trabalhando naquele horário, vou apenas divulgar, logo depois das categorias terem sido anunciada, a lista dos indicados. Apenas no final da noite, provavelmente, eu vou conseguir atualizar esse blog post com os meus pitacos e opiniões sobre cada categoria. Então é isso.

Vou deixar esse post aqui, inclusive com o link para a transmissão que será feita pela Academia, para que os fanáticos como eu possam acompanhar o evento. E prometo atualizar esse blog post duas ou mais vezes até o final daquele dia. Abraços e até logo mais!

 

Agora sim, vamos aos indicados nas 24 categorias do Oscar 2019:

Melhor Ator Coadjuvante

Avaliação: Quem vinha acompanhando as premiações até os indicados ao Oscar serem anunciados, não viu grande surpresa por aqui. Tenho que ver ainda ao trabalho de Rockwell, de E. Grant e do favoritíssimo nessa categoria, Ali, mas posso dizer que todos são talentosos e devem ter merecido essa indicação. Driver e Elliott são igualmente talentosos e fazem belos trabalhos em seus respectivos filmes, mas o suficiente para serem indicados ao Oscar?

O que estou achando desta premiação é que ela está um tanto “fraca”, ou seja, selecionando grandes nomes em todas as categorias, é claro, mas nem sempre trabalhos realmente excepcionais. Com isso, a meu ver, o Oscar se enfraquece. Portanto, vale olharmos os indicados mas também quem ficou de fora das listas. Pelas premiações até o momento, seria uma zebra se outro nome que não o de Mahershala Ali ganhasse esse prêmio. Francamente, o ator merece, por seu talento e por estar em alta. Mas ainda preciso ver a Green Book.

 

Melhor Atriz Coadjuvante

Avaliação: Nesta categoria, tivemos ao menos uma grande surpresa: Roma emplacando Marina de Tavira. Isso revela a força do filme nesse ano. Vejo também como algo positivo, em relação a Roma e a Cold War, do Oscar estar aceitando melhor a filmes estrangeiros entre os indicados em suas principais categorias. Preciso assistir aos outros filmes indicados, mas as outras indicações eram previsíveis.

Pelas premiações entregues até o momento, Regina King é a favorita para levar este Oscar. Algo interessante é que um filme forte em interpretações, pelo que comentaram até o momento, The Favourite, acabe emplacando dois nomes na disputa e, consequentemente, dividindo os votos. Surpresas sempre podem acontecer, mas se eu tivesse que votar em alguém, votaria em King. Todas as atrizes são ótimas e Tavira faz um ótimo trabalho. Mas acho que King realmente deverá levar a estatueta.

 

Melhor Figurino

Avaliação: Dois filmes de época, um filme baseado em HQ, um faroeste e um resgate de um clássico. Tenho que assistir a 4 dos 5 indicados, mas já adianto que eu torço por Black Panther. Gostaria que o filme ganhasse a várias estatuetas esse ano para mostrar “como se faz” para os filmes do gênero. As produções de HQ podem buscar cada vez mais qualidade, especialmente de narrativa, e Black Panther é um bom exemplo disso.

Sem ter assistido aos demais concorrentes, fica difícil opinar, mas pelo histórico das premiações da Academia, dificilmente filmes de época correm por fora da disputa. Mas os figurinos de Black Panther… são realmente incríveis. Veremos logo mais, mas talvez The Favourite corra na frente dos demais.

 

Melhor Edição

Avaliação: Novamente, tenho que assistir a 4 das 5 produções para realmente opinar. Mas me parece que esqueceram First Man nessa relação – um filme que tem uma edição fantástica e fundamental. Eu também acho que Black Panther poderia fazer parte desta lista. A conferir as demais edições, para saber se todas realmente mereciam estar aí. BlacKkKlansman tem um belo trabalho nesse quesito, mas não sei se digno de estar concorrendo ao Oscar.

No mais, me pareceu que esta lista buscou reforçar a alguns dos favoritos da noite, mas sem, necessariamente, listar os principais filmes em Edição do ano. Como comentei, First Man deveria estar nessa relação.

 

Melhor Trilha Sonora

Avaliação: Muito estranho o filme favorito para levar Melhor Canção Original e uma produção que só está na lista de Melhor Filme por ser um musical não ser indicado em Melhor Trilha Sonora. Sim, me refiro a A Star Is Born. Esse foi um esquecimento, no mínimo, curioso. Black Panther era um dos mais esperados nessa categoria, e considero um dos fortes concorrentes. BlacKkKlansman também merece estar aí, mas os demais… ainda preciso assistir as produções para saber.

De qualquer forma, me parece, Isle of Dogs entrou como concorrente surpresa. Roubando a vaga, quem sabe, de um dos favoritos, A Star Is Born. Apesar de precisar ainda assistir a 3 dos concorrentes, minha torcida inicial vai para Black Panther – pelos mesmos motivos citados mais acima.

 

Melhor Curta de Animação

  • Animal Behaviour
  • Bao
  • Late Afternoon
  • One Small Step
  • Weekends

Avaliação: Segundo as bolsas de apostas antes das indicações ao Oscar saírem, parece que não tivemos nenhuma grande surpresa por aqui. Mas vou assistir aos curtas e/ou trailers deles, publicando um blog post sobre isso, para então realmente opinar sobre os indicados.

 

Melhor Curta

  • Detainment
  • Fauve
  • Marguerite
  • Mother
  • Skin

Avaliação: Idem o comentário da categoria anterior. Como ainda não assisti a esses curtas, vou primeiro fazer isso para poder comentar sobre estas indicações. Produziu um post sobre o tema, como nos anos anteriores. Em breve. 😉

 

Melhor Edição de Som

Avaliação: Aqui sim, assistir a quase todos os indicados. Ufa que, desta vez, não esqueceram a Fist Man. O filme tem um trabalho técnico excepcional em vários quesitos, inclusive em Edição de Som. Para mim, ele é o favorito nesta categoria. Mas não seria também uma surpresa se outros concorrentes conseguissem a estatueta. Esta é uma categoria bastante acirrada, nesse ano, porque tanto Black Panther quanto A Quiet Place tem um trabalho excepcional em Edição de Som.

Roma também é competente neste quesito, mas considero que o filme corre por fora – e entrou aqui mais para “fazer crescer” a candidatura do filme de Cuarón. Acho que os outros concorrentes deste ano são mais fortes. O meu voto iria para First Man, mas considero que a vitória de Black Panther também seria uma boa – ou mesmo A Quiet Place, uma das belas surpresas do ano. Preciso assistir ainda a Bohemian Rhapsody.

 

Melhor Mixagem de Som

Avaliação: Praticamente um repeteco da lista anterior, com a diferença da entrada de A Star Is Born. A lista faz sentido – ainda que Roma, mais uma vez, poderia até ter ficado de fora da relação. Novamente, considero Fist Man o favorito na disputa, mas não seria uma surpresa ver a consagração de Black Panther ou de algum outro. Como na categoria anterior, esta aqui também está com uma disputa acirrada.

 

Melhor Ator

Avaliação: Aqui, também nenhuma surpresa. Talvez apenas Willem Dafoe emplacando a sua candidatura – já vista em outras premiações – no lugar de Timothée Chalamet. Pelas premiações que vimos até o momento, a disputa parece estar centrada entre Christian Bale e Rami Malek. Dificilmente um deles não vá levar a estatueta.

Claro, surpresas sempre podem acontecer. Caso o Oscar decidir dar muitos prêmios para Green Book, por exemplo, Viggo Mortensen, que é ótimo ator, poderia surpreender. Mas acho isso muito, mas muito difícil mesmo. Bale têm recebido a alguns dos principais prêmios deste ano, mas Malek levou o Globo de Ouro.

Particularmente, eu gostaria de ver muito a Malek, que acompanho desde Mr. Robot, ser premiado. Mas gosto muito de Bale também… então acho que o Oscar indo para qualquer um dos dois, estará em boas mãos. Lembrando que ainda preciso ver a interpretação deles em seus respectivos filmes para realmente opinar. 😉

 

Melhor Atriz

Avaliação: Aqui, uma bela e merecida surpresa: a indicação de Yalitza Aparicio por sua interpretação em Roma. Sem ela, o filme não seria metade do que é. Sem dúvida, uma indicação merecida. As chances dela? Olha, acho que seria uma grande surpresa se ela ganhasse – apenas se o Oscar resolveu realmente consagrar a um filme que não estreou comercialmente nos cinemas, e sim foi lançado em streaming na Netflix.

Pessoalmente, acho isso muito difícil. Acho que a indicação de Aparicio,mais que merecida, já é o seu prêmio. A disputa, me parece, ficará entre Glenn Close e Lady Gaga. Quem merece? Bem, os fãs de Gaga vão dizer que ela, não é mesmo? Ela faz um belo trabalho em A Star Is Born, mas sempre me incomoda quando alguém se sai bem interpretando a si mesma. Assim, prefiro Glenn Close em The Wife – próximo filme que vou comentar por aqui.

The Wife me surpreendeu positivamente, e Glenn Close e Jonathan Pryce são duas das grandes razões – junto com o roteiro – para isso. Ela é uma atriz mais experiente e completa que Lady Gaga, então eu não tenho dúvida para quem deveria ir o prêmio. Ainda assim, claro, a Academia pode querer “surpreender” e consagrar um ícone pop. Olivia Colman é uma atriz fantástica e, me parece, corre por fora na disputa. McCarthy, apesar de ótima atriz, me parece que não tem chances nesse ano.

 

Melhor Animação

  • Incredibles 2
  • Isle of Dogs
  • Mirai
  • Ralph Breaks the Internet
  • Spider-Man: Into the Spider-Verse

Avaliação: Mais uma vez, nenhuma surpresa entre os indicados. Todos já tinham sido muito cotados para esta categoria e, acredito, esta era a lista mais previsível – ou uma das mais – do ano. Não assisti a nenhum dos concorrentes, mas me parece, avaliando as premiações até aqui, que Spider-Man: Into the Spider-Verse é o favorito da noite. Ele pode ser surpreendido por Incredibles 2 ou Isle of Dogs, mas acho difícil isso acontecer.

 

Melhor Direção de Fotografia

Avaliação: Mais um indicado “surpreendente” que conquistou a sua vaga com muitos, muitos méritos. Gostei muito de ver Cold War entre os indicados. O filme tem, realmente, uma Fotografia excepcional. Gostei de ver também ao alemão Never Look Away por aqui. Dos cinco indicados, portanto, temos a três filmes estrangeiros. Isso é um marco para o Oscar e mostra como a Academia começa, realmente, a se abrir para o mundo. Acho isso fundamental.

Bem, não assisti ainda ao filme alemão e nem mesmo a The Favourite. Os outros três na disputa tem fotografias maravilhosas, mas ainda acho Cold War melhor. Ele vai ganhar? Com Roma com tantas indicações e, me parece, com bastante lobby, acho difícil. Acredito que Roma esteja na dianteira nessa categoria. Mas a disputa é forte, então surpresas podem acontecer. Por mérito, acho que deveria levar Cold War. Por lógica, parece que Roma é o favorito. Veremos. Ah sim, e um adendo: pena que First Man não conseguiu a sua vaga. Merecia.

 

Melhor Diretor

Avaliação: Novamente, me alegrei ao ver a tantos estrangeiros entre os indicados como Melhor Diretor. Temos a Pawlikowski – a surpresa da categoria -, a Lanthimos e a Cuarón. Muito bacana! Porque Hollywood é feita de talentos do mundo inteiro, não apenas dos Estados Unidos. Junto com eles, estão os veteranos Lee e McKay.

Pelo andar da carruagem e das premiações, não há dúvidas que Alfonso Cuarón é o favoritíssimo nessa categoria. Dificilmente – para não dizer que será impossível – o prêmio escapa dele. O diretor faz um grande trabalho em Roma, na direção, é verdade. Mas para mim é difícil acreditar que ele receberá um prêmio de Diretor por um estilo de filme que foi consagrado por Federico Fellini – que nunca recebeu um Oscar.

Enfim, destas coisas que a Academia nos apresenta. Particularmente, prefiro o trabalho de Pawel Pawlikowski em Cold War ou até mesmo a consagração de uma filmografia de Spike Lee. Mas, pelo visto, serei “derrotada” neste ano no Oscar nesta categoria. Cuarón, que é um diretor que eu admiro, parece que receberá o seu terceiro Oscar este ano – ok que ele é bom, mas para ter três estatuetas em casa? Não acho que seja para tanto.

 

Melhor Documentário

  • Free Solo
  • Hale County This Morning, This Evening
  • Minding the Gap
  • Of Fathers and Sons
  • RBG

Avaliação: Aqui sim, temos a grande injustiça nos indicados deste ano do Oscar. Acho um absurdo que o documentário Won’t You Be My Neighbor? (comentado aqui) não tenha sido indicado. Não assisti a 4 dos filmes da lista acima, é verdade, mas achei Won’t tão fora da curva, tão bem feito, que acho impossível todos os demais serem melhores que ele. Assisti a RBG, e achei o filme bom, mas não tão bom quanto Won’t.

Dito isso, que o melhor filme do ano no gênero não está na disputa, fica difícil acertar quais dos outros podem levar. Diria que a disputa está mais entre RBG e Minding the Gap. Mas preciso assistir a 4 dos 5 filmes para poder opinar melhor. Free Solo também parece ter chances, enquanto os outros dois correm por fora.

 

Melhor Curta Documentário

  • Black Sheep
  • End Game
  • Lifeboat
  • A Night at The Garden
  • Period. End the Sentence

Avaliação: A exemplo das outras duas categorias envolvendo curtas esse ano, vou preferir falar sobre estes concorrentes quando eu tiver os assistido. Mas vendo a lista, de maneira fria, me parece que os favoritos – ou a maior parte deles – foram indicados nesse ano.

 

Melhor Filme em Língua Estrangeira

  • Capernaum (Líbano)
  • Cold War (Polônia)
  • Never Look Away (Alemanha)
  • Roma (México)
  • Shoplifters (Japão)

Avaliação: Categoria sempre muito disputada, neste ano as vagas em Melhor Filme em Língua Estrangeira realmente parecem ter sido conquistada à fórceps. Eu diria que os quatro primeiros filmes da lista eram mais que esperados nessa lista. A última vaga acabou sendo conquistada por Shoplifters, do Japão, em uma disputa acirrada com Beoning, da Coreia do Sul (com crítica neste link).

Roma vai levar, sobre isso eu não tenho nenhuma dúvida. Basta notar o número de categorias em que o filme conseguiu uma indicação nesse ano. Então sim, aparentemente, esta é a vitória mais fácil da noite. Ele é o melhor filme nesta categoria neste ano? Ainda preciso ver a 3 filmes na disputa, mas não, não acho ele o melhor. Entre ele e Cold War (comentado por aqui), por exemplo, ainda prefiro a Cold War – que me parece uma obra mais densa e rica. Mais completa.

Mas Hollywood tem dessas. Volta e meia eles resolvem consagrar alguém, e este é o caso de Cuarón. Que levará mais algumas estatuetas para casa neste ano.

 

Melhor Maquiagem e Cabelo

  • Border
  • Mary Queen of Scots
  • Vice

Avaliação: Única categoria que se “acostumou” a ter apenas três indicados. Pelo trabalho visto até o momento, acredito que Vice seja o favorito a receber esta estatueta. Mas como não vi a nenhum dos três filmes ainda, este é apenas um palpite ao avaliar a conjuntura. A conferir ainda cada um desses trabalhos.

 

Melhor Filme

Avaliação: Aqui, me parece, quase nenhuma surpresa. Talvez apenas Roma, emplacando não apenas uma indicação como Melhor Filme em Língua Estrangeira mas, também, como Melhor Filme. O filme é tudo isso? Não acho, mas a Academia gosta de consagrar alguns nomes de tempos em tempos – e esse parece ser o ano de Cuarón.

Para mim, um outro filme merecia muito mais do que Roma estar nesta lista: First Man. Mas ok, essa não é a única injustiça deste ano – vide Melhor Documentário. Entre os concorrentes, pelas premiações anteriores, me parece que a disputa ficará entre Green Book e Bohemian Rhapsody. Podemos ter alguma surpresa na noite? Sim, podemos. Até porque esse, me parece, é um dos anos mais fracos de indicados a Melhor Filme.

Dos filmes a lista que eu assisti até o momento, francamente, apenas Black Panther estaria acima da média. Mas nenhum deles realmente me cativou, me surpreendeu ou me fez torcer por alguém. Claro, falta assistir aos demais, mas eu espero que a safra do ano que vem esteja melhor. Esta na hora do Oscar melhorar as suas escolhas – ou do cinema voltar a nos apresentar filmes mais contundentes.

 

Melhores Efeitos Visuais

Avaliação: Sem grandes surpresas por aqui também. Talvez apenas a ausência de Black Panther nesta categoria. Dos filmes indicados, o meu favorito é First Man. Mas vejo que a categoria está bem disputada. Grandes filmes com grandes Efeitos Visuais em disputa. Acho que a disputa estará entre First Man e Avengers.

 

Melhor Roteiro Adaptado

Avaliação: Sem nenhuma grande novidade por aqui também. Essa lista já estava bem “cantada” antes do anúncio da Academia. Ainda assim, devo dizer, acho meio absurdo A Star Is Born ser indicado a Melhor Roteiro Adaptado já que, a meu ver, esse é justamente o principal problema do filme – o seu roteiro. Mas ok, a Academia sempre gosta de destacar alguns filmes a cada ano, e A Star Is Born é um dos filmes escolhidos de 2019.

Não assisti a 3 dos 5 indicados, então fica difícil dizer quem é mais merecedor. Mas pelo que eu tenho ouvido por aí, parece que If Beale Street Could Talk ou Can You Ever Forgive Me? são dos fortíssimos concorrentes. BlacKkKlansman também tem chances, porque achei o roteiro bastante equilibrado. A conferir todos os concorrentes para então opinar. Mas essa categoria me parece um tanto indefinida, sem um grande favorito.

 

Melhor Roteiro Original

Avaliação: Novamente, sem grandes surpresas. Os especialistas e as bolsas de apostas já tinham apontado para esses filmes como os possíveis indicados deste ano. Novamente, não assisti ainda a 3 dos indicados, mas não me surpreenderia que dessem o Oscar para Roma – já que o filme é um dos “queridinhos” da premiação em 2019.

Particularmente, pelo que eu ouvi sobre os filmes até o momento, o meu voto estaria entre Green Book e The Favourite. Caso Green Book se consagre como o Melhor Filme do ano, não seria uma surpresa ele ganhar nesta categoria. Mas acho que a disputa está realmente acirrada. Muitos filmes bons, 4 deles entre os melhores do ano, na disputa. Qualquer um dos quatro – mas talvez com uma dianteira de Green Book e The Favourite – pode levar. First Reformed me parece correr totalmente por fora.

 

Melhor Canção Original

  • All the Stars (Black Panther)
  • I’ll Fight (RBG)
  • The Place Where Lost Things Go (Mary Poppins Returns)
  • Shallow (A Star is Born)
  • When a Cowboy Trades His Spurs for Wing (The Ballad of Buster Scruggs)

Avaliação: Nenhuma surpresa por aqui também. Todas essas canções já estavam bem cotadas e eram as favoritas para conseguir uma vaga no Oscar – em um dos anos com maior disputa para chegar entre os indicados. A grande queda de braço me parece estar entre Shallow e All the Stars, com franco favoritismo para a canção de A Star Is Born.

Francamente, acho que esta é a categoria em que o filme tem maiores chances de ganhar um Oscar. Shallow realmente é uma canção incrível e um dos pontos altos do filme. Por isso eu acho que seria merecido levar. I’ll Fight, apesar de ser muito interessante, aparece apenas nos créditos finais de RBG. All the Stars também é potente e tem relevância em Black Panther, mas não como Shallow em A Star Is Born. Se a música de Gaga não levar, será uma grande surpresa. O que sabemos é que teremos grandes apresentações musicais na noite da premiação.

 

Melhor Design de Produção

Avaliação: Grandes trabalhos entre os indicados nesse ano. Sem grandes surpresas – talvez apenas Roma com força para chegar em mais esta categoria. Entre os indicados, a escolha é difícil. Eu ficaria, provavelmente, entre Black Panther e First Man. Quem tem chances reais? Acredito que Black Panther seja o favorito, mas como Roma está forte este ano… não seria uma surpresa se ele se desse melhor.

Não assisti ainda a The Favourite e a Mary Poppins Returns, mas me parece que o Design de Produção é um dos pontos fortes dos dois filmes. Ou seja, uma categoria bem difícil e disputada. Na dianteira, me parece que está Black Panther. Torço por ele.

 

Bem, as avaliações sobre cada categoria, como comentei antes, farei apenas no final do dia. Mas posso já comentar alguns pontos que me chamaram a atenção. Além de percebermos um certo favoritismo de Roma e um reconhecimento bacana de Black Panther, percebo um Oscar muito mais aberto para os estrangeiros. Isso se nota em várias indicações para produções fora de Hollywood em várias categorias, com destaque para Melhor Diretor.

Algo muito, muito bacana. Realmente a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood está mudando.

ATUALIZAÇÃO (08/02): Olá pessoal! Sei que demorei bastante para atualizar esse post, mas saí alguns dias de férias e estive em uma viagem, então não consegui parar antes para atualizar o blog. Peço desculpas por isso. Mas agora estou voltando à ativa por aqui. Em breve, novas críticas de filmes que estão entre os mais indicados ao Oscar. Ainda não sei se conseguirei fazer a cobertura dos premiados desse ano, como nos anos anteriores, porque estarei bem enrolada na noite do dia 24. Mas, mais cedo ou mais tarde, comentarei sobre a premiação por aqui. Abraços!

Categorias
Cinema Oscar 2019

Finalistas em nove categorias do Oscar 2019 – Confira as listas

O tempo passa, o tempo voa… E já chegamos nos últimos dias de 2018. 😉 Há algumas semanas, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood surpreendeu ao divulgar a lista de longas e de curtas-metragens que avançaram na busca por uma vaga em nove categorias do Oscar 2019.

O bom dessa lista ter saído assim, com antecedência, é facilitar o nosso “trabalho” (e que trabalho bom, diga-se) de conferir a algumas das melhores produções desse ano e que buscam uma estatueta dourada na premiação de 2019. Então que tal dar uma conferida nessa lista e buscar essas produções? Segue a lista e um breve comentário sobre cada uma das produções que avançaram na busca por uma indicação ao Oscar 2019.

Lista dos filmes que avançaram na busca por uma vaga no Oscar 2019

Melhor Documentário:

Inicialmente, 166 longas de documentário foram inscritos e habilitados para buscar uma vaga entre os finalistas nessa categoria no Oscar 2019. Essa lista foi reduzida para 15 filmes na disputa. Os membros da Academia na categoria Documentário foram os responsáveis por fazer essa lista avançar – e eles também serão os responsáveis por apontar os cinco finalistas dessa categoria. Confira quem avançou na disputa:

  • Charm City

Dirigido por Marilyn Ness, Charm City faz um retrato “inesperadamente sincero e observador” sobre as pessoa que ficaram na linha de frente dos três anos de grande violência que marcaram a cidade de Baltimore, nos Estados Unidos. “Com coragem, fúria e compaixão”, um grupo de policiais, cidadãos e funcionários públicos lida com a violência na cidade e buscam uma saída que aponte para o futuro da cidade. Filme com 1h48min de duração.

  • Communion

Fiquei em dúvida sobre esse título porque o único documentário recente com este título é Komunia, filme dirigido por Anna Zamecka e que tem 10 prêmios no currículo. A sinopse do filme é um pouco vaga. Ela comenta que Communion “revela a beleza do rejeitado, a força dos fracos e a necessidade de mudança quando essa mudança parece impossível”. Aparentemente, a produção trata sobre a adoção de crianças e de como nenhuma “falha” é impossível de ser contornada quando o amor faz parte da equação. Interessante. Esse documentário tem 1h12min de duração.

  • Crime + Punishment

Dirigido por Stephen Maing, esse documentário conta a história de um grupo de policiais do Departamento de Polícia de Nova York que “arrisca tudo para expor a verdade sobre as práticas ilegais no departamento de polícia”. Produzido pelo serviço de streaming Hulu, o filme tem uma temática interessante. Esse documentário já conta com nove prêmios no currículo e tem 1h52min de duração.

  • Dark Money

Dirigido por Kimberly Reed, esse documentário tem dois prêmios no currículo e tem uma temática interessante. Autodenominado um “thriller político”, o filme “examina uma das maiores ameaças atuais à democracia americana: a influência do dinheiro corporativo que não pode ser rastreado nas eleições e nas autoridades eleitas”. O documentário busca expor “a verdade chocante e vital de como as eleições americanas são compradas e vendidas”. Gostei da temática – válida para diversos países, diga-se. O filme tem 1h39min de duração.

  • The Distant Barking of Dogs

Dirigido por Simon Lereng Wilmont, este documentário com 1h30min de duração foca a linha de frente da guerra travada no leste da Ucrânia. Mais especificamente, o filme acompanha a vida do garoto ucraniano Oleg, um menino com 10 anos de idade e que vai, pouco a pouco, perdendo a sua inocência por causa das pressões da guerra. Uma história interessante e que, me parece, tem bem o estilo do Oscar. Até o momento, o filme ganhou oito prêmios.

  • Free Solo

Dirigido por Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi, esse filme com 1h40min de duração e 10 prêmios no currículo acompanha de perto Alex Honnold, o homem que se torna a primeira pessoa a escalar sempre sozinha a parede El Capitan, com 3.000 pés de altura, em Yosemite. Sem cordas ou equipamentos de segurança, Honnold completou, segundo os especialistas, o maior feito da escalada.

  • Hale County This Morning, This Evening

Documentário dirigido por RaMell Ross e com 1h16min de duração, esse filme com 11 prêmios se define como uma produção que é “composta por momentos íntimos e sem impedimentos de pessoas de uma comunidade” do Sul histórico dos Estados Unidos. A proposta da produção é produzir uma “impressão emotiva” que valoriza a beleza e as consequências da construção social do Sul americano, com todas as suas questões que envolvem a questão racial desta parte do país. Interessante, especialmente por se tratar de um assunto tão atual e importante.

  • Minding the Gap

Dirigido por Bing Liu, esse documentário com 1h33min de duração e impressionantes 46 prêmios no currículo conta a história de três jovens que se unem para “escapar de famílias voláteis em sua cidade natal, Rust-Belt”. Enquanto esses jovens começam a enfrentar as responsabilidades de adultos, “revelações inesperadas” ameaçam a amizade que eles construíram na última década. Parece uma bela pedida, tanto pela temática quanto pelo número muito relevante de prêmios que essa produção já recebeu.

  • Of Fathers and Sons

Com título original de Kinder Des Kalifats, essa produção com 1h39min de duração é dirigida por Talal Derki, que consegue uma narrativa muito particular ao retornar para a sua terra natal, onde ele ganha a confiança de uma família radical islâmica que, a partir de então, compartilha com o diretor a sua vida diária durante dois anos. Ao conseguir essa proximidade, o realizador consegue uma “visão extremamente rara” sobre o que significa, na prática, crescer em um califado islâmico. Mais uma produção que chama a minha atenção nessa lista. Até o momento, esse filme conta com 13 prêmios no currículo.

  • On Her Shoulders

Filme dirigido por Alexandria Bombach, esse documentário com 1h35min de duração e nove prêmios no currículo conta a história de Nadia Murad, uma Yazidi de 23 anos que sobreviveu ao genocídio e à escravidão sexual praticados pelo Estado Islâmico. Ao contar a sua história, Nadia Murad se sente como a porta-voz do seu povo. Depois que esse documentário foi feito, a ativista dos direitos humanos foi reconhecida como uma das ganhadoras do Prêmio Nobel da Paz de 2018. O filme sobre a sua história é outra boa pedida deste ano.

  • RBG

Dirigido por Julie Cohen e por Betsy West, este documentário com 1h38min de duração e nove prêmios no currículo narra a vida e a carreira da “excepcional Ruth Bader Ginsburg, uma juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos que desenvolveu um legado de tirar o fôlego quando se tornou um ícone inesperado da cultura pop”. Outro filme curioso e que pode servir para uma reflexão interessante para os brasileiros – que tem uma Suprema Corte também bastante atípica.

  • Shirkers

Dirigido por Sandi Tan, esse documentário com duração de 1h36min e cinco prêmios recebidos até o momento tem uma narrativa bastante “intimista”. De acordo com os produtores, o filme conta a história de uma mulher que explora os acontecimentos em torno de uma produção que ela e suas amigas começaram a fazer junto com um “estranho misterioso” há algumas décadas.

  • The Silence of Others

Com o título original de El Silencio de Otros, esse documentário dirigido por Robert Bahar e Almudena Carracedo tem 1h36min de duração e nove prêmios no currículo. O filme revela “a luta épica das vítimas da ditadura que durou 40 anos na Espanha, sob o comando do general Franco, em busca da verdade até hoje”. Filmado ao longo de seis anos, o documentário acompanha os sobreviventes do regime ditatorial em busca de respostas em um país ainda dividido sobre o assunto. Outra produção que parece bastante interessante.

  • Three Identical Strangers

Dirigido por Tim Wardle e com 1h36min de duração, esse filme conta a história de três jovens que são adotados por uma família, nos anos 1980. Eles descobrem, após serem adotados, que eles são, na verdade, trigêmeos que foram separados ao nascer. Procurando respostas sobre as suas origens, eles descobrem a razão de terem sido separados. Até o momento, a produção já recebeu 10 prêmios.

Dirigido por Morgan Neville e com 1h34min de duração, esse documentário é apontado, por muitos, como o favorito na categoria de Melhor Documentário do Oscar 2019. Até o momento, esse filme ganhou impressionantes 30 prêmios. A produção explora a “vida, as lições e o legado do apresentador icônico da televisão infantil norte-americana Fred Rogers”. A conferir porque essa produção é considerada uma forte concorrente no Oscar 2019.

Melhor Curta Documentário:

Inicialmente, 140 curtas do gênero documentário se qualificaram para concorrer nessa categoria. Desta lista original, os membros da Academia que votam nas categorias de Documentário escolheram 10 curtas que avançaram na disputa – destes, cinco serão selecionados para disputar uma estatueta dourada. Ainda vou fazer um post sobre os curtas que chegarem na reta final da disputa, então deixarei para falar sobre eles mais para a frente. Nesse primeiro momento, vou comentar um pouco mais apenas dos longas.

  • Black Sheep
  • End Game
  • Lifeboat
  • Los Comandos
  • My Dead Dad’s Porno Tapes
  • A Night at the Garden
  • Period. End of Sentence
  • 63 Boycott
  • Women of the Gulag
  • Zion

Melhor Filme em Língua Estrangeira:

Inicialmente, 87 filmes foram considerados para essa categoria. De acordo com a Academia, os seus membros sediados em Los Angeles primeiro selecionam as inscrições originais entre meados de outubro e o dia 10 de dezembro. Em seguida, as seis melhores escolhas do grupo, acrescidas de três escolhas adicionais feitas pelo Comitê Executivo do Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira da Academia, formam a lista dos nove filmes que avançam na disputa. Depois desta escolha ter sido feita, os membros da Academia qualificados para participar da rodada de nomeações de votação assistirão aos filmes pré-selecionados. Antes de votar, esses membros devem assistir aos nove filmes “finalistas”. Confira a lista das produções que avançaram na disputa:

  • Birds of Passage (Colômbia)

Com título original de Pájaros de Verano, essa produção made in Colombia é dirigida por Cristina Gallego e por Ciro Guerra. O filme, do gênero Drama, é ambientado durante o período da “bonança da maconha” no país, uma década violenta e na qual a história fica focada em uma família específica: a de Rapayet. Ela e a sua família indígena se envolvem em uma guerra para controlar o negócio da maconha e, nesta tentativa, acabam tendo as suas vidas e a sua cultura destruídas pela violência. A temática e o fato de ser um filme latino chamam muito a atenção. Sem dúvida, vou querer assistir. 😉 Esta produção conta já com 10 prêmios.

Filme bastante interessante que já foi comentado aqui no blog. Como sempre, recomendo que vocês primeiro assistam ao filme antes de ler a crítica. Mas algo posso garantir: esse filme vale o ingresso. Tanto pela temática quanto pela narrativa e o trabalho do protagonista. Com título original de Den Skyldige, esse é um belo trabalho do diretor Gustav Möller. Acredito que o filme tem grandes chances de avançar e ficar entre os cinco finalistas nesta categoria. Estou torcendo para ele chegar lá. Até o momento, o filme ostenta 23 prêmios.

  • Never Look Away (Alemanha)

E a Alemanha, como praticamente em todos os anos, emplacou mais um finalista no Oscar. Isso só demonstra a qualidade do cinema alemão. Com título original de Werk Ohne Autor, esse filme dirigido por Florian Henckel von Donnersmarck tem três prêmios no currículo e foi indicado ao Globo de Ouro 2019. Considerado um filme dos gêneros Drama, Thriller e Histórico, essa produção foca na história do artista alemão Kurt Barnert. Ele escapou da Alemanha Oriental e, durante a narrativa da produção, vive na Alemanha Ocidental, onde é “atormentado por sua infância vivida sob o regime nazista e a RDA”. Mais uma vez o cinema alemão se debruça sobre temas importantes e que ainda marcam a sua história. Vou querer assistir. 😉

  • Shoplifters (Japão)

Produção japonesa dirigida por Hirokazu Koreeda e com o título original de Manbiki Kazoku, esse filme tem 18 prêmios no currículo e foi indicado ao Globo de Ouro 2019. De acordo com os produtores, a produção dos gêneros Drama e Crime conta a história de “uma família de bandidos de pequeno porte que adota uma criança que eles encontram do lado de fora da casa, no frio”. Parece interessante também. 😉

  • Ayka (Cazaquistão)

Dirigido por Sergei Dvortsevoy, esse Drama com cinco prêmios conquistados até aqui conta a história de “uma mulher pobre e sem emprego que luta para criar o seu filho”. Sim, os produtores do filme foram comedidos e econômicos nas palavras. Mas para um país sem tradição no cinema, como o Cazaquistão, avançar na disputa e deixar outras “escolas” para trás, é porque o filme deve ter muitas qualidades. A conferir.

  • Capernaum (Líbano)

Para muitos, considerado um dos fortes concorrentes deste ano, este filme dirigido por Nadine Labaki já tem 19 prêmios conquistados e ainda foi indicado ao Globo de Ouro. Pertencente à categoria Drama, essa produção, com título original de Capharnaüm, conta a história de um menino de 12 anos que cumpre uma sentença de cinco anos de condenação por causa de um crime violento. Enquanto cumpre a sua pena, o garoto processa os pais por negligência. Vamos combinar que a sinopse é matadora. Estou bem curiosa para assistir a esse filme. E, aparentemente, ele realmente deve chegar entre os cinco finalistas. A conferir se merece a estatueta.

Outro fortíssimo candidato deste ano. Dirigido pelo excelente Alfonso Cuarón, esse Drama ostenta nada menos que 90 prêmios e foi indicado em três categorias do Globo do Ouro – Melhor Roteiro, Melhor Diretor e Melhor Filme em Língua Estrangeira. Se existe um filme que saiu na dianteira na disputa, sem dúvida alguma, é este. A produção foca em um ano da vida de uma empregada doméstica de uma família de classe média da Cidade do México no início dos anos 1970. Será o meu próximo filme. Logo mais conto sobre ele aqui no blog. 😉

Filme recém comentado aqui no blog, essa produção, com título original de Zimna Wojna, marca o retorno à direção do interessante cineasta Pawel Pawlikowski. Muito bonito, com uma direção de fotografia primorosa e com um resgate cultura do folclore polonês muito interessante, esse filme carece apenas de uma história um pouco mais original. Sim, ele é um clássico filme de romance, mas tem uma pegada histórica e crítica interessantes. Dos gêneros Drama, Musical e Romance, essa produção já acumula 21 prêmios – e tem boas chances de chegar entre os cinco finalistas. Mais uma vez, recomendo que assistam ao filme antes de ler a minha crítica – mas nela, vocês encontram tudo que eu achei sobre a produção.

Último filme da lista de pré-finalistas desta categoria do Oscar 2019, esse filme sul-coreano também é um dos mais “diferentões” na disputa – pelo menos entre os que eu assisti até agora. Ele não é óbvio, o que é algo interessante a citar da produção dirigida por Chang-dong Lee. O filme é comentado nesta crítica aqui no blog – veja o filme primeiro e leia a crítica depois. Por ser mais “diferentão”, não sei se este filme terá força para chegar entre os finalistas. Com título original de Beoning, esse filme já ostenta 26 prêmios.

Melhor Maquiagem e Cabelo:

Uma das categorias de menor “relevância” do Oscar, ao menos para o grande público, a categoria de Melhor Maquiagem e Cabelo teve sete filmes pré-selecionados para a disputa em 2019. De acordo com a Academia, todos os membros que votam nesta categoria, ou seja, maquiadores e cabeleireiros que trabalham para a indústria do cinema, serão convidados a assistir a trechos de 10 minutos dos filmes concorrentes no dia 5 de janeiro de 2019. Depois de conferirem o trabalho dos pré-selecionados, eles vão escolher os três finalistas nesta categoria. Não vou comentar cada filme, mas apenas trazer a relação dos filmes que avançaram nessa disputa. Confira:

  • Black Panther
  • Bohemian Rhapsosy
  • Border
  • Mary Queen of Scots
  • Stan & Ollie
  • Suspira
  • Vice

Melhor Trilha Sonora:

Segundo a Academia, 156 trilhas sonoras estavam elegíveis para esta categoria, mas 15 delas foram selecionadas para avançar na disputa. Os membros que fazem parte do “ramo” Música da Academia votaram para determinar a lista dos finalistas – e eles também vão escolher os cinco que irão realmente disputar a estatueta dourada no ano que vem. Confira os filmes que avançaram na disputa:

Melhor Música Original:

Aqui nós temas a um dos filmes que estão em uma batalha muito pessoal pela consagração no Oscar 2019. Sim, estou me referindo ao “conturbado” (por dividir opiniões) A Star is Born. O filme que, para mim, deveria ser forte concorrente apenas nesta categoria e em Melhor Trilha Sonora – para a qual, para o meu espanto, ele nem chegou a ser indicado -, pode emplacar diversas indicações nas categorias principais. De acordo com a Academia, 90 músicas podiam ser votadas pelos membros participantes do “ramo” Música, mas apenas 15 chegaram a ser pré-finalistas. Os membros da Academia que fazem parte do grupo que vota em Música escolheram essa lista e também vão votar nos cinco finalistas. Confira quem avançou na disputa:

  • “When A Cowboy Trades His Spurs For Wings” (The Ballad of Buster Scruggs)
  • “Treasure” (Beautiful Boy)
  • “All The Stars” (Black Panther)
  • “Revelation” (Boy Erased)
  • “Girl In The Movies” (Dumplin)
  • “We Won’t Move” (The Hate U Give)
  • “The Place Where Lost Things Go” (Mary Poppins Returns)
  • “Trip A Little Light Fantastic” (Mary Poppins Returns)
  • “Keep Reachin” (Quincy)
  • “I’ll Fight” (RBG)
  • “A Place Called Slaughter Race” (Ralph Breaks the Internet)
  • “OYAHYTT” (Sorry to Bother You)
  • “Shallow” (A Star Is Born)
  • “Suspirium” (Suspiria)
  • “The Big Unknown” (Widows)

Melhor Curta de Animação:

Inicialmente, essa categoria tinha 81 curtas de animação classificados para concorrer entre si. Desta lista, restaram 10 filmes que avançaram na disputa. Os membros das “seções” de curtas-metragens e de animação votaram tanto para escolher essa lista quanto a dos finalistas na categoria. A exemplo da outra categoria de curtas, vou produzir um post sobre os concorrentes depois deles terem sido anunciados. Por enquanto, confira quem avançou na disputa:

  • Age of Sail
  • Animal Behaviour
  • Bao
  • Bilby
  • Bird Karma
  • Late Afternoon
  • Lost & Found
  • One Small Step
  • Pépé le Morse
  • Weekends

Melhor Curta:

No início, 140 curtas foram qualificados para concorrer nessa categoria. Desta lista, 10 avançaram na disputa. Tanto os membros das “seções” curtas-metragens quanto longas de animação votaram para determinar essa lista e também para escolher as produções que farão parte da lista final dos indicados. Confira as produções que avançaram:

  • Caroline
  • Chuchotage
  • Detainment
  • Fauve
  • Icare
  • Marguerite
  • May Day
  • Mother
  • Skin
  • Wale

Melhores Efeitos Visuais:

Fechando a lista das nove categorias que tiveram produções divulgadas como pré-finalistas, chegamos a essa relação. De acordo com a Academia, o Comitê Executivo do Ramo de Efeitos Visuais determinou a lista de finalistas. Agora, no dia 5 de janeiro de 2019, todos os membros desse “ramo” serão convidados a assistir a trechos de 10 minutos dos filmes pré-selecionados para, após as exibições, escolher os cinco filmes que realmente serão votados nessa categoria do Oscar. Eu assisti a alguns dos concorrentes, como vocês podem ver abaixo, e é natural que os filmes de super-heróis dominem nessa categoria, mas acho que tanto First Man quanto Solo deveriam avançar na lista dos finalistas. Veremos. Confira quem avançou na disputa:

A votação dos indicados ao Oscar 2019 começa no dia 7 de janeiro de 2019 e termina no dia 14 do mesmo mês. Os indicados ao Oscar serão anunciados no dia 22 de janeiro. Até lá, bóra ver ao máximo de filmes destas listas – ao menos nas categorias Documentário e Filme em Língua Estrangeira. Até breve. 😉