Before I Fall – Antes Que Eu Vá


Todos os dias nós fazemos uma série de escolhas. Nem sempre nos damos conta que elas poderão ser as nossas últimas decisões na vida. Before I Fall trata de um tema importante e que sempre vale boas histórias quando estas são bem contadas: a nossa mortalidade. Mas não é apenas isso. Este filme acerta em cheio ao tratar de um público específico e de um tema muito importante nos nossos dias – e em qualquer outro dia, mas devemos admitir que, agora, em especial. Um filme sensível e interessante, com um belo elenco e um roteiro que dá conta do recado, apesar de ser um tanto previsível.

A HISTÓRIA: Samantha Kingston (Zoey Deutch) olha para a frente e comenta que talvez para quem esteja a ouvindo, exista um amanhã. Ou milhares, ou dezenas deles. Enquanto ouvimos as suas palavras, vemos vários personagens desta história em cenas cotidianas. Ela comenta que para muitos apenas o presente importa. Fala sobre o fim, e de como nunca sabemos sobre ele.

O dia em que tudo muda começa como outro qualquer. No caso de Samantha, este dia é justamente o Dia dos Namorados nos Estados Unidos, o dia 12 de fevereiro. Ela desperta com o celular tocando e recebe uma mensagem da amiga Lindsay Edgecomb (Halston Sage). Este será um dia importante, mas Samantha nem imagina ainda o quanto.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que o texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Before I Fall): Para muitos a história deste filme pode ser “bobinha”. A narrativa pode parecer “juvenil” demais, ou então o desenrolar repetitivo da história um tanto cansativo ou previsível. Bem, de fato o roteiro de Maria Maggenti baseado no livro de Lauren Oliver é bastante “previsível” lá pelas tantas.

Não é preciso ser nenhum gênio para “matar” a moral da história muito antes dela emergir. Mas não é tanto isso o que importa. O que realmente interessa aqui são outros pontos. O primeiro, a meu ver, é que Before I Fall trata de um público e de acontecimentos que são muito atuais – e, me arrisco a dizer, sempre atuais. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). A questão central desta produção é o quanto a vida é valiosa. O quanto viver é algo precioso, ainda que nem sempre façamos esta constatação.

A “moral da história” de Before I Fall tem a ver um pouco com aquela música do Paulinho Moska. Se você soubesse que este é o seu último dia de vida, o que você faria? A grande questão, muito bem abordada por Before I Fall, é que nós realmente nunca sabemos quando será o nosso último dia. Pode ser qualquer dia, na verdade, porque ninguém sabe quando vai morrer – exceto se faz esta escolha, e este é um outro tema fundamental desta produção.

Para mim, tão importante quanto a “moral da história” sobre a valorização da vida, Before I Fall acerta na mosca ao tratar do suicídio entre jovens. Tenho ouvido várias pessoas, especialmente na igreja, comentando sobre como tem aumentado o suicídio entre adolescentes. O contexto que vemos nesta produção ajuda para isso, com bullying e tudo o mais. Mas isso não explica tudo.

Afinal, não sei você que me lê, porque eu não sei a tua idade, mas se você, como eu, já tem um pouco mais de “experiência” de vida – eu tenho 38 anos, então tive infância nos anos 1980 e adolescência nos anos 1990 -, sabe que ainda que na “nossa época” ninguém falasse de bullying, ele já existia. E, acredito, ele sempre existiu e sempre vai existir. Porque é um pouco do “espírito humano” e do processo de autodescoberta as crianças e adolescentes manifestarem as suas “sinceridades” e, muitas vezes, serem cruéis. Com isso não quero dizer que o bullying deve existir. Não. Para isso estão os pais e todo o sistema educacional para educar as crianças e jovens de como eles devem tratar os demais.

Mas o que eu estou tentando comentar é que “trollagem” e brincadeiras, algumas vezes exageradas, vão existir provavelmente sempre entre os estudantes. O papel dos “adultos” é colocar limites e cuidar para que esta dose não seja exagerada. Dito isso, o que eu acho que mudou e que explica um aumento no número de suicídios entre jovens é porque o contexto geral para eles, muitas vezes, piorou. Não é apenas o bullying, mas muitas vezes a desestruturação das famílias e a falta deste apreço pela vida que, acredito, não pode ser “ensinado”, mas pode ser sim incentivado. E nem sempre o jovem tem este incentivo.

Então algo que achei ótimo neste filme é que ele se apresenta super adequado para o público jovem. Vi em cena um contexto juvenil – final do ensino médio – bem apresentado e que, ao menos para mim, foi convincente e fez sentido. Como sempre, está em cena a autoafirmação e autodescoberta dos indivíduos. Consequentemente, entram em cena a questão família, amigos e sexualidade. Tudo isso está bem apresentado na narrativa centrada na protagonista de Before I Fall.

O contexto de ensino médio em que você tem os estudantes populares e os “losers” também é parte fundamental da produção. Em toda a parte inicial de Before I Fall eu achei o roteiro de Maria Maggenti muito acertado. Afinal, logo de cara entendemos que Samantha vai morrer e que vamos acompanhar aquele que parece ser o último dia de vida dela. Apenas esse argumento já desperta a atenção e o interesse do espectador. Afinal, o que poderia ter mudado no dia daquela garota para fazer ela morrer naquele dia?

Logo de cara pensei em duas alternativas: crime ou morte no trânsito. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Como a vida de Samantha era bastante normal, só poderia ser algo inesperado para acabar com a trajetória dela tão rápido. De fato, não demora muito para sabermos que a morte dela foi por acidente, mas aí o roteiro dá uma virada interessante. A exemplo de outras produções, Samantha entra em um “dia sem fim”. A história dela vira um grande looping, com aquele dia fatídico sendo repetido uma e outra vez.

Na primeira vez que o dia se repete, Samantha age com incredulidade. Ela não acredita realmente que tudo esteja se repetindo e até comenta sobre um longo déjà-vu. Este é o primeiro estágio, segundo a psicologia, do luto – a negação. Conforme as repetições vão acontecendo, Samantha começa a repensar sobre aquilo. Acaba partindo para o segundo estágio do luto, a raiva, quando resolve “radicalizar” e dar uma de “garota má”. Já que nada vai mudar e ela vai viver aquele dia novamente, que tal entrar de soleira em quase todas as situações e falar “tudo o que pensa”?

A questão é que ela apenas está se revoltando contra aquele looping sem fim. Como Kent McFuller (Logan Miller) mesmo observa, aquelas atitudes não são, realmente, de Samantha. Assim, de forma inteligente, Before I Fall vai explorando a história segundo os cinco estágios do luto – confira mais sobre o modelo de Kübler-Ross por aqui ou através deste texto. Depois da revolta e do comportamento “rebelde”, a protagonista “desacelera” e começa a curtir aqueles dias de forma diferente.

Passa a aproveitar melhor a presença da família (fase da barganha e, porque não dizer, do início da tomada de consciência) e, finalmente, tem uma temporada de viver aqueles dias sem ânimo (essa parte, da depressão, é pouco explorada por Maggenti). Na reta final da produção, Samantha vai, finalmente, vendo a própria ficha cair. Ela percebe que mais do que realmente aproveitar aquele último dia de vida ao máximo, ela deve ser mais generosa com as pessoas. Fazer o bem. Ela então entra na parte da aceitação sobre o próprio destino.

Esta leitura sobre as cinco fases para aceitar a perda/luto eu fui entender depois de ter visto o filme e ao começar a refletir sobre o que ele fala nas entrelinhas. Mas enquanto assistia à produção, me chamou muito a atenção a mensagem de Before I Fall de que deveríamos aproveitar melhor o nosso tempo para fazer o bem e para sermos atenciosos com quem a gente ama e com todas as outras pessoas. Demonstrar amor para valer e ter um olhar um pouco mais cuidadoso para quem está sofrendo.

Daí a importância desta produção neste momento. Before I Fall trata de depressão e de suicídio focando em um público em que este tema está mais presente agora do que nunca. A produção mostra de forma despretensiosa mas muito potente algo que vamos aprender apenas com o tempo e com a maturidade que ele nos trás: que tudo nesta vida é passageira. Inclusive a dor, o incômodo e a angústia que muitas vezes ocupa os dias da nossa adolescência. Não importa o que façam com você quando você é jovem, com o tempo isso vai passar e pode ser curado se você achar os caminhos e as ferramentas certas.

Nada é permanente. Nem a dor, nem a felicidade, muito menos a vida – ao menos a terrestre. Quando somos jovens, tudo parece imenso, algumas vezes insolúvel, mas isso é porque ainda não olhamos para a frente e em perspectiva como vamos aprender depois. De sua maneira muito simples, Before I Fall nos faz refletir sobre como a nossa rotina acaba nos “engolindo”, e como é necessário, de tempos em tempos, parar tudo e fazermos o que precisamos fazer de mais importante, que é ajudar quem precisa e de falar para quem amamos que os amamos para valer.

Enfim, há muitas maneiras de viver a vida, como Before I Fall demonstra de maneira pueril. Claro que o assunto poderia ser tratado com maior profundidade, mas aí este filme não falaria com o público jovem como ele fala. E isso, pelas razões que eu comentei antes, é bastante importante. O único ponto que me “incomodou” um pouco no filme é que o espectador mata a “charada” sobre o que Samantha precisa fazer muito antes do que a própria personagem. Isso não costuma ser bom para um filme, mas em Before I Fall esta obviedade do roteiro é um bocado ofuscada pelo talento de Zoey Deutch.

A atriz, que tem um grande carisma e que não exagera na interpretação em momento algum, é a grande responsável – junto com a “moral da história” – pelo êxito da produção. Quando o roteiro fica óbvio, não nos importamos tanto com isso porque Zoey Deutch brilha em cena. Fiquei emocionada, admito, quando começa o último dia dela para valer. A partir dali, Samantha assume uma postura de gratidão e de confiança sobre o que ela precisa fazer, sobre o que é certo.

A forma com que ela trata os pais e a irmã mais nova, Izzy (Erica Tremblay), em especial, são tocantes. Quem dera que a gente, apesar do cotidiano/rotina que muitas vezes nos engole, soubesse mais vezes acordar com aquele olhar de compreensão plena e de generosidade. No fundo, um filme importante não apenas para o público-alvo, os adolescentes, mas também para qualquer pessoa que precisa, volta e meia, lembrar de sua própria humanidade e mortalidade para, desta forma, ser mais grata e humilde.

NOTA: 9.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Eita que esta semana estou com filmes surpreendentes “na manga”. Antes comentei a Get Out (com crítica neste link), um suspense/terror que se mostrou mais profundo e interessante do que eu poderia imaginar a priori. E agora, ao assistir Before I Fall, uma nova surpresa. Estava esperando um filme “bobinho”, mas vi muito mais conteúdo e relevância nele do que eu poderia imaginar. Isto demonstra como, às vezes, vale muito a pena abraçarmos filmes que não parecem “tudo aquilo” e que, no fim das contas, nos surpreendem positivamente.

Como eu disse antes, uma das qualidades deste filme é o roteiro de Maria Maggenti – ainda que, admito, este também seja o ponto fraco da produção. Explico. Maggenti faz uma apresentação interessante da história, assim como a primeira reviravolta do roteiro. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Depois, ela segue a cartilha e apresenta uma história linear e praticamente sem mais surpresas – a única, eu diria, é a primeira vez que aparece como Juliet Sykes (Elena Kampouris) morre. Mas a maior parte do roteiro é previsível. Ainda assim, a direção de Ry Russo-Young, que sabe explorar muito bem os detalhes das interpretações e apresenta uma dinâmica em cena interessante, segura as pontas. Não sofremos com tédio na produção por causa da dinâmica do filme e pelo desempenho do elenco.

Falando em elenco, o grande destaque da produção é, sem dúvida alguma, Zoey Deutch. Ela sabe tornar a personagem de Samantha, uma garota de “grande coração” e um tanto tímida, mas ao mesmo tempo popular no colégio, em alguém quase familiar do espectador. Difícil alguém não se ver um pouco em Samantha ou, pelo menos, ter alguém parecido na lembrança. E o mesmo acontece com as demais personagens da história. Verdade que a maioria deles é bem lugar-comum, mas para o que o filme se propõe – de ser bem compreendido pelo público jovem -, faz sentido.

A personagem de Zoey Deutch dita o ritmo da produção. A história toda é focada em Samantha e em suas reações, escolhas e atitudes. Mas o grupo que cerca esta personagem também tem relevância na história, por isso é bacana citar o bom trabalho de outros atores e atrizes da produção. Destaque neste sentido para Halston Sage como Lindsay Edgecomb, a melhor amiga de Samantha; Cynthy Wu como Ally Harris, outra amiga próxima da protagonista; Medalion Rahimi como Elody, amiga que fecha o “trio” de melhores amigas de Samantha; Logan Miller como Kent McFuller, o garoto apaixonado pela protagonista; Kian Lawley como Rob Cokran, o namorado “cobiçado” da protagonista e, aparentemente, um tanto “mente vazia”; Erica Tremblay como Izzy, irmã caçula de Samantha; Jennifer Beals como a mãe de Samantha; Nicholas Lea como o pai da garota; Liv Hewson como Anna Cartulo, a lésbica da classe; e Elena Kampouris como Juliet Sykes, taxada de “psicopata” por Lindsay.

Além deste grupo de atores, que é o núcleo central da trama, vale citar Diego Boneta como o professor de Samantha – e que tem, com ela, uma sequência interessante na história; e Keith Powers em uma ponta como Patrick, namorado de Lindsay. Por falar na melhor amiga de Samantha, que é um pouco “garota má” da história – aquela figura superpopular da escola e que tira sarro de metade das pessoas que aparecem pela frente -, até ela deixa uma mensagem interessante para os espectadores. Em determinado momento, Samantha confronta a amiga e fala algumas “verdades” para ela. Mas isso ocorre antes dela passar a ter um olhar generoso para todos e perceber que aquele comportamento equivocado da amiga, muitas vezes, era apenas uma forma de autodefesa. Isso é o que acontece na vida real também. Muita gente age de forma grosseira ou desnecessária por outros motivos que não por maldade. Vale a reflexão.

Da parte técnica do filme, vale destacar a ótima edição de Joe Landauer; a trilha sonora bastante adequada e envolvente de Adam Taylor; o casting competente de Nancy Nayor; o design de produção de Paul Joyal; e os figurinos de Eilidh McAllister.

Pensando agora no que eu escrevi acima, percebi que faltou falar de algo importante. Afinal, o que realmente acontece com Samantha? O que significa aquele looping sem fim? (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Eu não li ao livro que deu origem ao filme, mas a leitura que eu faço é a seguinte: realmente Samantha passou a viver em uma espécie de “purgatório” depois de ter morrido. Ou seja, sim, ela morreu naquele acidente de trânsito, após o capotamento do carro dirigido por Lindsay. Então sim, no fim das contas ela não salvou Juliet. Mas, como ela bem comenta no final, após passar por todos os estágios do luto, ela realmente entendeu aquele último dia de vida e a própria vida dela. Com a experiência de “reviver” aquele último dia mais de uma vez, ela conseguiu fazer as “pazes” com as pessoas que deixou e consigo mesma, e aí pode descansar em paz. Esta é uma leitura possível e que, para mim, faz todo o sentido. Mais do que ela ter vivido aquele dia diversas vezes sem ser após a morte.

Voltemos agora para os comentários usuais desta parte da crítica. 😉 Before I Fall teria custado US$ 5 milhões – um orçamento relativamente baixo – e faturado, apenas nos Estados Unidos, pouco mais de US$ 12,2 milhões. Apenas na semana de estreia o filme fez US$ 4,7 milhões – ou seja, quase cobriu os custos “brutos” da produção. Como o filme vai faturar em outros mercados ainda, certamente fechará as contas com lucro.

Produção 100% dos Estados Unidos – por isso o filme passa a integrar a lista de produções que atendem a uma votação feita há tempos por aqui -, Before I Fall foi totalmente rodado na cidade canadense de British Columbia.

Algumas curiosidades sobre a produção: Before I Fall foi rodado em apenas 24 dias. A história de Sísifo que o professor de Samantha cita em aula não está ali por acaso. O mito de Sísifo conta sobre um homem que foi forçado por um deus a empurrar uma pedra enorme barranco acima sem parar por toda a eternidade – uma alusão clara sobre o “dia sem fim” de Samantha. A protagonista do filme acaba lutando contra o fato de não poder mudar o seu destino – a exemplo de Sísifo – até que, como ele, ela tem uma epifania. Curioso.

Este seria o quinto filme que trata de um filme sendo vivido em looping. Os anteriores seriam Groundhog Day, 12:01, Edge of Tomorrow e Source Code. Lembro de ter assistido apenas ao último (muito bom, aliás, e comentado por aqui).

A jovem diretora nova-iorquina Ry Russo-Young, de 35 anos, já tem sete títulos no currículo, sendo três deles de curtas e quatro longas. Com quatro prêmios no currículo, ela se destacou pelo curta Marion, de 2005, e pelo longa You Wont Miss Me, de 2009. Também roteirista, vale conferir o que mais ela apresentará no futuro. Quem sabe é um nome a ser acompanhado.

Os usuários do site IMDb deram a nota 6,4 para esta produção, enquanto que os críticos que tem os seus textos linkados no Rotten Tomatoes dedicaram 66 críticas positivas e 33 negativas para a produção, o que lhe garante uma aprovação de 66% e uma nota média de 5,9. Verdade que este filme não é realmente surpreendente e que o roteiro tem vários lugares-comum e é um tanto óbvio, mas achei o nível de aprovação e a nota dos críticos do Rotten Tomatoes baixa demais. Neste sentido, ainda a nota do IMDb, levando em conta o padrão do site, me pareceu mais justa. Ou eu que ando sendo “fracote” nas crítica e me deixei levar pelo lado sentimental da produção, vai saber… 😉

CONCLUSÃO: Francamente, este não é um tipo de filme que me atrai, normalmente. Mas é tão bom quando a gente resolve “arriscar” e assistir a uma produção como Before I Fall. Sim, como eu disse antes, o roteiro desta produção não é um primor de inovação ou traz grandes sacadas. Ele é bem previsível, até. Mas o elenco escolhido a dedo e os temas que este filme suscita e a forma com que ele nos faz pensar fazem com que Before I Fall seja, no fim das contas, uma grata, grande surpresa. Um filme competente e que poderá ser bastante relevante especialmente para o público que ele retrata. Vale assistir, recomendar e, quem sabe, até debater a história na família ou em sala de aula.

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