Source Code – Contra o Tempo


Como é bom assistir a um roteiro que tem originalidade. Finalmente um filme de ficção científica que não faz um “apanhadão” geral de várias ideias anteriores – sim, sempre que eu posso eu dou esta “cutucada” no fraco Inception. Source Code é destas produções que comprovam que ainda é possível ser original no cinema, mesmo que isso não signifique redescobrir a roda. E nem é preciso. Basta um roteiro que convença, que envolva e interesse do início ao final. E Source Code consegue isso. Sem contar que o filme é protagonizado pelo ótimo Jake Gyllenhaal, bem acompanhado de Michelle Monaghan e Vera Farmiga. Diversão garantida – e com uma boa dose de ideias novas, para nosso alívio.

A HISTÓRIA: Grande cidades, estradas movimentadas e um trem percorre com rapidez alguns trilhos. Um homem dentro do trem acorda relutante. Ele parece perdido. À sua frente, uma mulher agradece por um conselho que ele lhe deu. Um rapaz sentado no mesmo vagão abre uma lata de refrigerante e, em seguida, uma mulher derrama café no sapato do protagonista. A mulher à frente dele lhe chama de Sean, mas ele continua aturdido. Em seguida, um homem reclama do horário e a mulher em frente ao protagonista reclama do ex-namorado que está ligando pela terceira vez naquele dia. Ela avisa que deu aviso prévio, ele fica surpreso, e pouco depois pedem para ver o bilhete de trem dele.  Após ouvir algumas reclamações de passageiros sobre o atraso do trem, ele diz para a mulher que está a sua frente que ele não é a pessoa que ela pensa que é, mas que se chama Colter Stevens (Jake Gyllenhaal), é capitão do Exército e piloto militar em missão no Afeganistão. Ele sai do trem para tomar um ar, e pergunta onde está, quando descobre que o trem parou em Chicago. Ele volta para o vagão e vê, no reflexo da janela, um rosto que não é o seu. No banheiro, confirma a impressão. Pouco depois, ele acorda em uma sala escura e descobre, ao falar com a militar Colleen Goodwin (Vera Farmiga), que está em um missão estranha. Ele tem oito minutos da memória de Sean Fentress (Frédérick De Grandpré) para descobrir quem é o culpado e onde está a bomba que explodiu o trem em que o professor estava junto de Christina Warren (Michelle Monaghan). Se cumprir a sua missão, Stevens poderá evitar um segundo e mais destrutivo ataque terrorista nos Estados Unidos.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso só recomendo que continue a ler quem já assistiu a Source Code): A impressão inicial que eu tive de Source Code não foi das melhores. As cenas que abrem a produção, durante os créditos, são acompanhadas de uma trilha sonora exageradamente dramática. Naquele momento, pensei: “Será que esse filme vai ser um daqueles exageros em que o roteiro vai tentar, a todo momento, pregar peças no espectador? Dai-me paciência se for assim…”. A abertura do filme, parte da trilha sonora de Chris Bacon, está realmente um pouco acima do tom. Mas o exagero não atrapalha o desenrolar da história porque, afinal de contas, ela é muito boa.

Por mais que o filme, como qualquer boa história de suspense, possa dar algumas dicas aqui e ali logo no início, ele não cai em armadilhas comuns como entregar informações demais para o espectador antes da hora ou pregar peças desnecessária para tentar surpreender quem está assistindo. Não. O roteiro de Ben Ripley tem um ritmo perfeito. Ele utiliza, para começar, um artifício bastante conhecido: coloca o espectador na mesma posição “perdida” do protagonista. Assim, a história cria uma identificação entre o personagem principal e quem está assistindo ao filme. Contribui para isso, também, o carisma de Gyllenhaal, um cara que veste perfeitamente a “roupa” de herói comum.

Muito interessante como o roteiro vai ganhando corpo com o tempo. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). E quem pudesse esperar que uma volta ad infinitum na história, com repetidas incursões de Stevens nos oito minutos de memória preservada de Sean Fentress, pudesse tornar o filme cansativo, vai se surpreender, como eu me surpreendi, nos recursos utilizados pelo roteirista e pelo diretor Duncan Jones para não tornar estes retornos “mais do mesmo”. Inteligentes, eles criaram uma forma do personagem de Stevens retornar sempre com algum elemento novo e, mesmo o que se repetia, não parecer cansativo com ângulos e dinâmicas diferentes de filmagens.

Uma outra qualidade do roteiro: ele explica o que está acontecendo de maneira rápida, breve, sem dar muitas voltas ou complicar o que não precisa ser complicado. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Junto com Stevens, vamos descobrindo, pouco a pouco, o que está acontecendo. Sabemos, primeiro, que ele não pode evitar a catástrofe da explosão do trem. E que qualquer tentativa de fazer isso é “irrelevante”, como insiste Goodwin. Com esta informação, o personagem e os espectadores descobrem que ele está acessando sempre a memória de um morto, mas que por uma estranha razão, ele não a acessa como uma gravação de videotape, mas consegue explorar aquela realidade já passada de tempo e espaço para descobrir informações novas.

Além do mistério do trem, que por si só já tornaria a história interessante, há outro mistério paralelo. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Afinal, por que a “capsula” em que Stevens está parece estar sempre com algum problema? Ele está em risco? E se está, porque as pessoas responsáveis pela missão dele não podem ajudá-lo? As respostas para os dois mistérios vão aparecendo aos poucos e simultaneamente, porque o protagonista não está interessado apenas em terminar a missão que deram para ele, mas entender o que aconteceu com ele desde a sua última memória, que era de ser um piloto de helicóptero no Afeganistão. Um pouco por “acidente” e um tanto a contragosto, o cientista Dr. Rutledge (Jeffrey Wright) explica para Stevens, bem an passant, alguns princípios de mecânica quântica. Fala de “cálculos de parábolas”, explica que “há reflexões quando uma luz se apaga”, o efeito halo, que se aplica também ao cérebro humano.

O “campo eletromagnético” do cérebro continuaria a funcionar brevemente mesmo após a morte. (SPOILER – não leia… você sabe). “O circuito continua aberto” e o cérebro consegue manter preservado os últimos oito minutos da memória da pessoa. Estes dois fatores permitem que seja criado o “código fonte”, que explora a sobreposição dos dois fenômenos. Por isso Stevens conseguiria fazer essa viagem no tempo que, na verdade, não é uma viagem no tempo, explica o Dr. Rutledge. Para ele, não seria possível Stevens viver como Fentress além daqueles oito minutos. Nas palavras do cientista, o Código Fonte seria apenas uma “realocação no tempo” que permite que o militar acesse uma “realidade paralela”. Como ele tenta salvar a Christina, mas descobre que ela continua morta “no mundo real”, a única saída para ele parece ser seguir a missão até descobrir o culpado e evitar uma próxima tragédia.

Honestamente fiquei curiosa sobre estes conceitos de mecânica quântica e fui me informar um pouco mais a respeito. Os conceitos são interessantes – falarei deles um pouco mais ali embaixo. Tenho certeza que alguns teóricos vão questionar e talvez torçam o nariz para o desenrolar desta história, mas achei ela interessante. Além dos dois mistérios serem bem explicados, o roteiro de Ripley ainda nos reserva algumas surpresas. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Primeiro, achei uma cereja no bolo a “real condição” do nosso herói. Um filme hollywoodiano padrão diria que ele teria alguma chance de sobrevivência por conta própria, certo? Mas não Source Code. Mesmo que não seja o foco principal desta história, ela deixa clara a crítica ao “vale tudo”, a obsessão dos Estados Unidos para proteger o seu povo e, se possível, o restante do mundo – mantendo uma relação de poder que para eles, mais que nada, é economicamente interessante. Em Source Code, o pai de Stevens não autorizou o uso “final” que deram para o seu filho. Pelo contrário, ele foi enganado pelo Exército. O próprio soldado Stevens não teve poder de decisão. E não há uma redenção possível neste cenário – pelo menos não uma que dependa deste Exército, de uma instituição que pode ter ótimas intenções, mas que nem sempre tem os seus métodos justificados por elas.

E além desta “cereja no bolo”, há um outro ponto interessante no final. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Francamente, eu não esperava que Stevens estivesse certo. Quando ele faz a sua última “incursão” no Código Fonte e os oito minutos terminam, para mim só havia duas possibilidades: 1) a história dele ficaria congelada naquele momento do beijo ou 2) ele teria uma “sobrevida” de apenas mais oito minutos – afinal, ele mesmo estava sendo “desligado” e, sei que isso não tem lógica, mas achei que ele poderia ter esta “extensão” de tempo antes de “apagar” de vez. Alguns até podem fazer uma leitura do final religiosa, acreditando que ele foi para o Paraíso – e por isso seguiu ao lado de Christina, de quem ele se apaixonou.

Mas eu prefiro seguir com a lógica do próprio filme (SPOILER – não leia… bem você já sabe): Stevens e Christina continuaram vivos porque ele impediu que o trem explodisse e salvou o mundo em uma realidade paralela, como a mecânica quântica propõe. Das outras vezes, ele não seguiu vivo porque ou o trem explodiu, ou ele caiu nos trilhos ou levou tiros. Mas na vez em que ele caiu nos trilhos, por exemplo, naquela realidade paralela, é bem provável que Christina continuou viva. Tema para debates. Mas algo considero indiscutível: o filme tem uma história bem amarrada, interessante e envolvente, com uma direção que consegue manter um bom ritmo do início ao fim e um grupo de atores que vestem a camisa e convencem. Na parte técnica, tudo funciona bem. Então é um filme praticamente perfeito. Apenas detalhes não me deixam dar a nota máxima para ele. Entre outros, achei que na primeira sequência do Código Fonte ficou subentendido demais o possível culpado, assim como achei desnecessária aquela “charada” perto do final, com a longa sequência de ação congelada. Ok, foi interessante a cena, tecnicamente falando. Mas a pequena “armadilha” não fazia falta. Mas o filme é praticamente irretocável. O que, convenhamos, em uma produção do gênero, é difícil de acontecer.

NOTA: 9,8.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Vários filmes já trataram sobre viagens no tempo ou sobre realidades paralelas. Sobre este último tema, talvez um dos mais conhecidos – e cultuados, com muitos méritos – seja The Butterfly Effect. Mas mesmo tendo sido precedido por vários filmes interessantes que versam sobre alguns conceitos da mecânica e da física quântica, Source Code não derrapa nos lugares-comum e nem faz uma “releitura” do que foi feito antes. Algo difícil e, por isso mesmo, louvável. Tão diferente de Inception e sua “colagem” de outros filmes. Me perdoem os “fanáticos” por Inception, mas quem acompanha este blog há mais tempo sabe que eu tenho vários motivos para não ter “babado” sobre a produção dirigida por Christopher Nolan.

Gosto de diretores que fazem o seu trabalho e que não se imaginam os melhores realizadores de filme do mundo. Prepotência é o caminho mais rápido para um tiro no próprio pé. Por isso é interessante esse inglês Duncan Jones, um sujeito jovem, que logo mais – no dia 30 de maio – completará 40 anos. Ele ficou conhecido – e foi bastante elogiado – por Moon que, infelizmente, ainda não assisti. Antes, ele havia dirigido apenas um curta, Whistle. Agora, admito, fiquei interessada em seguir esta figura. Jones é um diretor que merece ser acompanhado.

Todos os atores de Source Code estão muito bem. Jake Gyllenhaal e Michelle Monaghan fazem um dueto interessante, divertido, e que responde a cada situação de uma maneira bastante convincente e leve. Méritos do roteiro, claro, mas também da sintonia dos intérpretes. Vera Farmiga dá mais uma demonstração de grande preparo e repertório técnico. Mesmo “contracenando” boa parte do tempo com uma tela e um microfone, ela passa todos os sentimentos que precisa passar com exatidão. Além deles, vale citar o trabalho do coadjuvante Michael Arden como Derek Frost.

Apesar do exagero da sequência dos créditos iniciais, é preciso admitir que a trilha sonora de Chris Bacon faz um trabalho competente de ajudar o filme a manter um ritmo interessante do início ao final. A direção de fotografia de Don Burgess também merece palmas, porque ele conseguiu solucionar algumas questões técnicas bastante complicadas de forma criativa. Para isso, ele contou com a ajuda fundamental do departamento de efeitos especiais comandado por Suzanne Simard, com uma equipe de 10 profissionais, e com a gigantesca equipe que trabalhou com os efeitos visuais. Nada menos que 160 profissionais contribuíram para que o espectador fosse inserido naqueles episódios de destruição e de ação tensa. Sem dúvida este filme sai na frente para o Oscar do próximo ano nestas categorias técnicas. Claro que é muito cedo para saber se ele terá chances, mas ele é um pré-candidato, sem dúvidas. Outro que faz um ótimo trabalho é o editor Paul Hirsch.

Source Code trata, rapidamente, de vários conceitos diferentes. O personagem do Dr. Rutledge cita a mecânica quântica, o efeito halo, cálculos de parábolas, entre outros. Fui procurar mais informações sobre cada um deles, inclusive para lembrar o que eu li, há bastante tempo atrás, sobre os conceitos de mecânica e física quântica. Com certeza há pessoas muito mais informadas, estudiosos bem mais preparados do que eu para falar a este respeito. Mas o que eu acho essencial citar é que, conforme explica este texto de forma bastante simplificada, pela Teoria dos Mundos proposta por Hugh Everett, existem vários universos que existem de forma simultânea, e que cada resultado diferente de uma situação cria um novo universo. Mas estes universos são inacessíveis uns aos outros. O texto do Jonathan Quartuccio faz um grande apanhado dos principais conceitos da mecânica quântica, por isso achei interessante citá-lo.

Recomendo também a leitura deste texto assinado pelo professor Luiz Gazzola. Ele explica, por exemplo, que a física quântica “ensina que a maior parte do universo está vazia. A matéria na verdade não possui substância. (…) Devemos, pois, pensar cada vez mais em possibilidades. Tudo é possibilidade subconsciente. Podemos transformar o meio em que vivemos. (…) Num universo onde a maior parte é vazio, a coisa mais sólida que pode existir é um pensamento.” Ele não fala muito de realidades paralelas mas, como pode-se perceber pelo resumo acima, ele trata sobre o potencial de cada indivíduo em moldar a própria realidade. O que serve para explicar Source Code também. Há ainda este outro texto, escrito em espanhol, que afirma: “todas as vertentes de um projeto/vida estão extra-dimensionadas em realidades paralelas que chamamos de multimodais, e algumas destas possibilidades podem entrar em colapso no plano terrestre em qualquer instante”. Um bocado assustador, não? 🙂 A verdade é que existem diferentes interpretações sobre os conceitos da mecânica e física quântica, por isso não pode ser considerado absurdo o que é proposto no filme – se é que alguém se importe com isso.

Ainda sobre conceitos interessantes, vale citar este texto sobre a teoria das supercordas, que afirma que existem 11 dimensões: três de natureza espacial, uma temporal e sete recurvadas, “as quais incorporam também massa atômica e carga elétrica, entre outras características. Estas outras esferas não seriam visíveis, como sugerem os estudiosos desta teoria, por não captarem a luz, essencial para que possamos ver e conhecer”. Seguindo esta lógica, as ações como vemos em determinado momento do filme não poderiam ocorrer em alguma outra realidade paralela. Longa discussão, imagino. 🙂 Finalmente, acho interessante indicar este texto sobre o efeito halo que, aparentemente, não tem nada a ver com mecânica ou física quântica. O efeito halo é “considerado o mais sério e o mais difundido de todos os erros de avaliação”. Seria uma piada do roteirista a respeito da própria história – ou melhor, da leitura do personagem do Dr. Rutledge? É de se pensar…

Uma curiosidade do filme: o Beleaguered Castle citado na produção foi inspirado em um jogo de paciência. Li que a série de TV Quantum Leap, de 1989, tem uma premissa parecida com Source Code. Como não assisti a essa série, não posso confirmar e nem negar. Mas fica a dica para quem quiser conferir. 🙂

Source Code estreou no dia 11 de março no desconhecido Southwest Film Festival, nos Estados Unidos. Depois ele participou do Beaune Film Festival, na França, e na Mostra de Valência, na Espanha. Entrou em cartaz no circuito comercial de quatro países no dia 31 de março e, no dia seguinte, estreou em outros cinco países, incluíndo os Estados Unidos. Até o dia 15 de maio, a produção, que custou aproximadamente US$ 32 milhões, arrecadou pouco mais de US$ 52,2 milhões apenas nos Estados Unidos. Certamente ela vai lucrar mais que o dobro do custo, o que é um excelente resultado.

O filme também foi bem na avaliação de público e crítica. Os usuários do site IMDb deram a nota 7,7 para o filme, um bom conceito para os padrões do site. Os críticos que tem seus textos linkados no Rotten Tomatoes, contudo, foram mais generosos: eles dedicaram 196 críticas positivas e apenas 20 negativas para a produção, o que lhe garante uma aprovação de 91% e uma nota média de 7,5.

CONCLUSÃO: Suspense, tensão, mistério, ciência e drama em um mesmo pacote. Adicione a estes ingredientes um roteiro com uma ótima carga de originalidade, uma direção que não deixa a peteca cair, atores afinados e efeitos especiais/visuais irretocáveis. A mistura de tudo isso resulta em Source Code, um dos melhores filmes que mistura ficção científica e ação dos últimos tempos. Esqueça Inception e a salada mista que ele faz de filmes anteriores. Com Source Code, finalmente, alguma criatividade surge em cena. Certo que a ideia de brincar com conceitos de mecânica quântica não é exatamente nova, mas o diferencial é a forma com que o roteirista Ben Ripley e o ótimo diretor Duncan Jones fazem isso. E o interessante que, além de todos os ingredientes citados anteriormente, esta produção ainda tem espaço para a emoção, para “acertos de contas”, para uma leve critica ao “fim justificam os meios” do Exército dos Estados Unidos e para a saudável autocrítica de que não sabemos tudo – e que mesmo a ciência mais avançada ainda tem muito que aprender. Mas um detalhe importante: tudo isso sem sufocar ou parecer “pretensioso” demais. Source Code é um filme direto, honesto, simples e complexo ao mesmo tempo. E que, apesar de tudo isso, consegue o seu objetivo principal: entreter. De tirar o chapéu, pois.

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54 comentários em “Source Code – Contra o Tempo

  1. Nossa, ótimo texto sobre o filme! Assisti ele ontem, e achei super bacana! E como você disse, apenas alguns detalhes impedem de ser nota 10, então 9,9 vai hahaha.

    Parabéns pelo texto, bem completo.

    Beijos.

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    1. Oi Fabrício!

      Muito obrigada.

      Realmente é um grande filme. Surpreendente. Envolvente. Gostoso de assistir.

      Fico feliz que tenhas gostado do texto.

      Espero que ele te motive a voltar por aqui muitas vezes ainda. Inclusive para falar de outros filmes.

      Abraços e inté!

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  2. sensacional! o “código fonte” desse filme é brilhante e não me deixou piscar de tanto interesse. Parabéns moça, você realmente achou um furo no código do filme. A Cristina continua viva naquela sequência do trem.
    E cá entre nós, tomara que existam outras realidades paralelas não é mesmo ? a coisa tá feia por aqui.

    beijão. sua crítica está 10.

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    1. Oi Mangabeira!

      Grande filme, não é mesmo? Também gostei muito. E bem, acho que ele deve ter mais de um furo… o que não compromete, também, o roteiro. Afinal, falhas fazem parte – desde que sejam pequenas. 🙂

      Verdade. Também espero que existam realidades paralelas, planetas habitados em outras partes e por aí em diante. Afinal, é preciso ter esperança para realidades alternativas e menos enlouquecidas que a nossa, certo?

      Obrigada por mais essa visita e comentário. Fico feliz que o texto tenha te agradado. 🙂

      Abraços e inté!

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    1. Oi Illy!

      Muito obrigada.

      Fico feliz que tenhas gostado da crítica e que ela tenha te incentivado a assistir ao filme. E o principal: que você tenha gostado dele.

      Realmente, Source Code é um filme surpreendente. E muito bom.

      Obrigada pela visita e comentário, e volte mais vezes.

      Abraços e inté!

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    1. Oi Paulo!

      Antes de mais nada, seja bem-vindo por aqui.

      Fico feliz que tenhas gostado do texto. Mas acho que você está equivocado. De fato, existe o efeito halo que citaste, que é um efeito óptico. Mas o filme não trata dele. Em momento algum. Trata sim do que eu citei na crítica acima.

      Tem certeza que você assistiu o mesmo que filme que eu? Fiquei na dúvida, porque realmente Source Code não fala do efeito óptico halo…

      Bem, de qualquer forma, te agradeço pela visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes.

      Abraços e inté!

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    1. Oi Tote!

      Muito obrigada pela tua visita e pelo teu comentário.

      Fico feliz que tenhas gostado do texto. O filme, realmente, é ótimo.

      Não assisti ao 13º Andar, mas anotei aqui como uma sugestão tua. Vou assisti-lo quando for possível. Obrigada pela dica.

      Obrigada também pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui outras vezes, inclusive para comentar sobre outros filmes.

      Abraços e inté!

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  3. Me interesso e me informo sobre física quântica, e gosto muito também dos filmes de ficção científica.
    Concordo plenamente com a crítica acima, a qual é abrangente e esclarecedora.
    Parabéns ao autor!

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    1. Oi Marcio!

      Antes de mais nada, seja bem-vindo por aqui.

      Também me interesse por física, especialmente a quântica, e pelos filmes de ficção científica. Não sou especializada em nenhum deles, mas me interesso. hehehehe

      Fico feliz que tenhas gostado da crítica. De veras. Até porque você deve entender mais de física e assuntos correlatos do que eu.

      Muito obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes.

      Abraços e inté!

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  4. Esse é um comentario que explica tudo da maneira mais simples
    ATENÇÂO Spoiler, se não assistiu o filme não leia hehe
    Sean morre no trem na REALIDADE 1, Capitão “morre” na REALIDADE 1, a capitã se fode na REALIDADE 1, Christina morre na REALIDADE 1. Ja na REALIDADE 2 (Codigo Fonte) ainda existem todos os personagens: Sean, Colter(Capitão), Christina, capitã, enfim todos… O detalhe eh q a “alma” do capitão esta agora comandando o corpo de Sean e TAMBEM seu proprio corpo q vai começar a passar pelo o sistema de codigo fonte como ele havia passado na REALIDADE 1, a diferença entre as duas “almas” na REALIDADE 2 eh que a q habita o corpo de Sean esta vivendo na REALIDADE 2 mas com a mentalidade da REALIDADE 1. Ja o corpo do capitão na REALIDADE 2 passaria pelo mesmo processo e se descobrisse oq descobriu na REALIDADE 1, entao varias realidades poderão ser criadas, 3, 4, 5 ! Obs: comentario resumido e traduzido de Duncan Jones, ninguém melhor pra explicar hehehe

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    1. Oi douglas!

      Nossa, lendo o teu comentário, a minha cabeça deu um nó. Acho que seria mais fácil de entender fazendo um “esquema” com toda essa explicação.

      Acho que fica muito, mas muito mais fácil entender a história assistindo ao filme mesmo. Pelo menos eu não tive dificuldade de entender o que aconteceu. Source Code exige atenção, mas não acho muito complicado de entender o que se passa não.

      De qualquer forma, obrigada pela tua contribuição, trazendo para cá um comentário do Duncan Jones.

      Espero que voltes por aqui mais vezes.

      Abraços e inté!

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      1. Oi Ana!

        Bacana, não é? Também gostei da forma sistemática e simples com que o douglas explicou o filme. Ainda que, para acompanhar, é preciso fazer um desenho mental do esquema que ele explica. hehehehe

        Obrigada pela tua visita e comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes. Abraços!

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  5. eu adorei o filme.. e o texto e comentários me ajudaram a viajar ainda mais sobre o final, q eu realmente não captei o que realmente foi… tipo isso das realiades e da mente do Sean

    mas amei a critica.. super concordoo!

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    1. Oi Carol!

      Grande filme, não é mesmo? Também gostei muito dele.

      Fico feliz que tenhas gostado da crítica e dos comentários que seguiram o texto. Essa troca de ideias é o que torna o blog um espaço interessante. Gosto muito disso.

      Muito obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes, inclusive para falar de outros filmes.

      Abraços e inté!

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  6. Ótimo texto, concordo com a maioria de seus comentarios a respeito desse filmaço.

    Detalhe que o filme ainda é uma critica bem construtiva sobre caracteristicas tipicas do ser humano. Desde o excesso de ganância, atropelando completamente conceitos como ética e altruismo (representados pelo cientista Dr. Rutledge, criador do código-fonte); até as teoricamente últimas ações de Stevens, que ao pensar que estava vivenciando seus últimos minutos de vida, primeiramente deu conselhos para um senhor super emburrado por alguma bobagem, e depois pagou para o comediante do trem fazer todas as pessoas presentes se divertirem. Achei fantástica a cena que congela a imagem de todos sorrindo.

    Enfim, esse foi um dos raros filmes que me deixaram pensando a respeito de diversas coisas após o seu desfecho, tal como o próprio Inception que você criticou mas eu adorei, hehehe.

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    1. Oi Jorge N.!

      Antes de mais nada, seja bem-vindo por aqui!

      Fico feliz que tenhas gostado do texto sobre o filme.

      E sim, tens razão, Source Code tem esse plus de tratar de temas mais “profundos”, por assim dizer, do espírito humano. Como cobiça e generosidade, coragem e covardia, etc.

      Nesta sequência que comentas, do povo sorrindo, fiquei pensando em algo… se temos que passar por situações iguais ou muito similares, tropeçar sempre com a mesma pedra, porque não fazer sempre um pouco diferente? Lembrando da música do Chico, “todo dia ela faz tudo sempre igual”, se é assim, porque não inovar em um milímetro, que seja, e nisto fazer a vida de alguém, ou de várias pessoas, mais interessante?

      Eu vejo por aí. Eis outra ideia que o filme nos dá. De fazer algo bacana mesmo quando fazemos sempre a mesma coisa. Mudar, nem que for um milímetro que seja, para o bem, ainda que já sabemos o final trágico que nos espera.

      Também fiquei pensando em Source Code bastante tempo depois. Sobre Inception… vou te deixar com a tua boa impressão. Mas eu, cá entre nós, sigo com a minha. hehehehe.

      Muito obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes.

      Abraços e inté!

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    1. Oi zeka!

      Você quer dizer a Goodwin? Como ela sabia o nome do terrorista?

      Tem um momento do filme, quando o protagonista descobriu o nome do terrorista e que ele pede para voltar para o trem para salvar as pessoas, em que ele fala a identidade do terrorista. Você perdeu essa parte?

      Além disso, quando ele manda aquela mensagem para a Goodwin, que faz ela ir até o chefe dela, ele mandou o SMS do celular do Derek Frost. Duas fontes de informação para a capitão.

      Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes.

      Abraços e inté!

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  7. Excelente o texto.

    Fiquei com várias duvidas tambem.Uma delas seguem abaixo.

    Para ele(Dr. Rutledge), não seria possível Stevens viver como Fentress além daqueles oito minutos.

    Na realidade paralela o trem não explodiu.Então o personagem Fentress não morreu.

    Como que as duas conciências poderia habitar o mesmo corpo ?

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    1. Oi Antonio!

      Muito obrigada. Fico feliz que tenhas gostado do texto.

      Esta tua dúvida é uma ótima questão. Boa pergunta.

      Não tenho a resposta definitiva, mas eu acho que a consciência de Stevens acabou sobressaindo e dominando o corpo de Fentress. Ou seja, o Dr. Rutledge estava errado – como ele pensava que não existiria maneira de salvar as pessoas do trem.

      Essa acho que é uma leitura possível…

      Volte mais vezes por aqui, combinado? Inclusive para falar de outros filmes que você tenha gostado.

      Abraços e inté!

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      1. Feliz 2012 para todos !!!!

        Já revi varias vezes o filme, e sempre me pergunto como que duas consciencias podem
        habitar o mesmo corpo, mesmo que seja em realidades paralelas.

        Se nesta realidade paralela o Capitão Stevens fosse “acordado”, será que a consciencia
        do Sean tambem despertaria ?

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    1. Oi Pedro!

      Grande filme, não é mesmo? Ele merece 10 sim… eu que fui um pouco exigente e acabei reduzindo dois décimos da nota máxima. 🙂

      Fico feliz que tenhas gostado da crítica e do blog.

      Seja bem-vindo por aqui.
      Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. E volte mais vezes, ok?

      Abraços e inté!

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    1. Oi Raissa!

      Puxa, muito obrigada.

      Fico feliz que tenhas gostado da crítica e que tenhas considerado ela à altura do filme. Uau, ler isso foi uma honra.

      Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes.

      Abraços e inté!

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  8. Boa crítica. 😀

    Devo alertar que acabou buscando em fontes um tanto duvidosas sobre mecânica quântica.

    O que o filme usa (com um pouco de “liberdade poética” de uma ficção) é uma interpretação da macânica quântica chamada interpretação de muitos mundos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Interpreta%C3%A7%C3%A3o_de_muitos_mundos

    Na mecânica quântica se acaba podendo inferir apenas probabilidades sobre qual será o resultado de uma medição. Na interpretação de muitos mundos, cada uma das possibilidades se concretiza em realidades paralelas.

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    1. Olá lihigeIvan!

      Tudo bem?

      Muito obrigada pela tua contribuição. Achei interessantíssima a “interpretação de muitos mundos”. Que é uma forma de tratar os princípios que eu havia comentado de mecância quântica, certo?

      Bacana. Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário.

      Seja bem-vindo por aqui. Espero que voltes por aqui mais vezes, inclusive para falar de outros filmes.

      Abraços e inté!

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  9. Antonio Durval :

    Excelente o texto.
    Fiquei com várias duvidas tambem.Uma delas seguem abaixo.
    Para ele(Dr. Rutledge), não seria possível Stevens viver como Fentress além daqueles oito minutos.
    Na realidade paralela o trem não explodiu.Então o personagem Fentress não morreu.
    Como que as duas conciências poderia habitar o mesmo corpo ?

    Estou com a mesma dúvida Antonio, se ele salvou o trem, quer dizer que ele mudou o futuro, desse modo, quem estava na consciência de Sean era o Capitão, e ele continuou, tanto que no final aparece o corpo de Sean refletindo naquela “bola de espelho”. As dúvidas são: por qnto tempo ele ficará no corpo de Sean? E o q aconteceu com a consciência do próprio Sean nesse tempo em q o Capitão está em seu corpo?

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    1. Oi Willian!

      Pois então, como eu respondi para o Antonio, essa é uma boa questão.

      Eu acho que ele mudou uma das realidades – de várias possíveis e que continuariam existindo paralelamente. E nesta realidade, ele seguirá “ocupando” o corpo de Sean indefinidamente.

      Esta é a minha leitura. Mas nada de concreto me diz que estou certa. 🙂

      Muito obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. E volte por aqui mais vezes, combinado?

      Abraços e inté!

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  10. Concordo com a critica do blog q por sinal é mto boa! Inception nem de longe é tudo isso que falam, a ideia é interessante mas muito mal aproveitada, o filme é fraco! Fala vagamente de um assunto que deveria ter sido melhor explorado dando mta atenção aos problemas pessoas do personagem do Leonardo DiCaprio (nao lembro o nome do personagem)

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  11. Oi Davi!

    Antes de mais nada, seja bem-vindo por aqui!

    Fico feliz que tenhas gostado da crítica.

    Bom saber que não sou apenas eu que não vejo “tudo aquilo” em Inception. É um filme bom, ok, mas não é lá muito inovador – pelo menos não tanto quanto alguns pintaram.

    Também acho que a vertente “científica” do filme poderia ser melhor explorada. Aquela “novelinha” do personagem principal poderia sim ter sido encurtada. Mas enfim, nem sempre um bom diretor acerta na dose.

    Mas Source Code sim, é outra história. Tem o ritmo e a dosagem exata.

    Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes, inclusive para falar sobre outros filmes.

    Abraços e inté!

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  12. Antonio Durval de Moraes :

    Feliz 2012 para todos !!!!

    Já revi varias vezes o filme, e sempre me pergunto como que duas consciencias podem
    habitar o mesmo corpo, mesmo que seja em realidades paralelas.

    Se nesta realidade paralela o Capitão Stevens fosse “acordado”, será que a consciencia
    do Sean tambem despertaria ?

    Oi Antonio!

    Pois é, esta é uma boa dúvida.
    Não tenho base científica para argumentar, mas eu acho que uma consciência “predominaria” sobre a outra. Como no caso de identidades múltiplas… uma aparece e se manifesta enquanto as outras ficam “na sombra”.

    Talvez Colter Stevens consiga se sobresair sempre… ou talvez ele perda algumas vezes na “quebra-de-braço” com a consciência de Sean. Vai saber… aí eu acho que depende da imaginação de cada espectador.

    Abraços e obrigada pela tua visita e comentário. E volte por aqui mais vezes, ok? Inclusive para falar de outros filmes. Inté!

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    1. Olá Zebereita!

      Nossa, por que tanta bronca com a física quântica? hehehehehe
      É o seu direito, é claro. Mas achei curioso detonares esta parte da ciência assim, tão “gratuitamente”.

      Mesmo sem falar do filme, propriamente dito, queria te agradecer pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes, quem sabe para falar de cinema? 🙂

      Abraços e até a próxima!

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  13. Crítica excelente, dá gosto de ler!
    Vc realmente procurou saber sobre física quântica para fazê-lo? Admirável!
    Parabéns, agora que descobri o blog, irei lê-los mais vezes.

    Aliás, adorei o filme, me surpreendeu!
    E também me decepcionei com Inception (mais para “Deceception”).
    Me lembrou demais Paprika (ótimo desenho japonês!).

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    1. Olá Giordano!

      Antes de mais nada, obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Seja bem-vindo por aqui!

      Que ótimo que você gostou da crítica e do blog. E espero mesmo que tenhas cumprido a promessa e tenhas voltado mais vezes depois de outubro de 2012. 🙂

      Como podes ver, só agora, início de 2014, estou colocando os recados por aqui em dia. Mas vou fazer isso hoje para começar o ano com o blog e com vocês com o pé direito.

      Então, eu sempre fui uma curiosa sobre física quântica, mas é verdade que fui buscar um pouco mais de informações sobre o tema específico do filme após assisti-lo.

      De fato, Source Code foi uma grata surpresa. E que engraçado que compartilhamos a opinião sobre Inception – gostou da alternativa de nome que deste. hehehehehe

      Não conheço Paprika, mas se você elogiou, com certeza deve ser bom. Vou atrás quando sobrar um tempinho.

      Abraços, obrigada mais uma vez pela visita e até a próxima!

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      1. Olá rafa e amigo_500!

        Vou aproveitar esta mesma mensagem para responder aos dois.

        Primeiramente, quero agradecer a visita e a contribuição de ambos.

        Rafa, o amigo_500 foi bemmmmm mais rápido no gatilho que eu e te respondeu exatamente o que eu ia comentar. Cada quebra que acontecia no tempo fazia com que fosse criada uma realidade paralela diferente. Então em uma delas o protagonista conseguiu avisar a Goodwin.

        Espero que vocês voltem por aqui mais vezes, inclusive para falar de outros filmes que tenham gostado.

        Abraços e inté!

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    1. Olá suchy!

      Primeiramente, obrigada pela tua visita e pelo teu comentário.

      Tens razão. Desta vez o roteirista acertou a mão. Fez o trabalho de casa e marcou um gol. 🙂

      De fato, se quisessem, até poderiam fazer um Source Code 2. Mas, até hoje, ninguém falou a respeito de uma continuação. Tudo indica que ela não vai acontecer.

      Abraços e inté!

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  14. Ótima critica, e adorei o filme!

    Mas acho q no final (A capitã recebendo o e-mail e sabendo sobre tudo antes do acidente)
    seria o Stevens vivendo no código-fonte e a capitã continuaria vivendo na realidade, e ele ficaria preso lá até a hora q morresse! Como um universo paralelo!

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      1. Olá Duravl!

        Obrigada pela tua visita e pelo teu comentário!

        Olha, esse filme abre margem para muitas interpretações. A tua pode estar correta, mas do que eu vi no filme, acho mais viável a teoria de que a capitã estava na “realidade 1”, se podemos chamar assim, ou a “nossa realidade”, e que Stevens estava em um universo paralelo. Eles não estariam no mesmo.

        De qualquer forma, como eu disse, acho que esta questão não fica totalmente clara, por isso ela pode sim dar margem a outras interpretações, como a tua.

        Espero que voltes por aqui mais vezes, inclusive para falar de outros filmes. Um abraço e até mais!

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    1. Olá Douglas!

      Antes de mais nada, muito obrigada pela tua visita e pelo teu comentário.

      Sim, este filme permite múltiplas interpretações. E acredito que a maioria delas esteja correta e seja possível. A tua leitura de universo paralelo e de mais de uma narrativa simultânea é bem possível sim.

      Espero que você apareça aqui mais vezes, inclusive para falar de outros filmes. Um grande abraço e até mais!

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  15. Texto muito inteligente, o seu, e sem preconceitos como infelizmente presenciei em outros sites, que mais pareciam preocupados em esculachar o filme do que tentar enxergar o que o texto queria dizer, de fato a trama deixa uma incógnita a respeito do final, principalmente dada a questão de ser um fim entremeado de filosofia ou desdobramento cientifico… filme bacana de fato e bem diferente de filmes com propostas semelhantes feitos anteriormente!

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  16. A minha dúvida é: será que ele salvou as pessoas, manda o SMS para a capitã e prende o terrorista nesta realidade paralela ou o projeto o faz voltar no tempo e mudar a realidade totalmente? Pq fica esta impressão de que ele mudou a realidade salvando as pessoas, interferiu no passado e mudou o futuro. Só não entendo como ele fIcou vivendo no corpo de Sean? Para onde foi Sean?

    Ah e vão ter sequência do filme. Sairá​ o dois.

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