Sleuth – Um Jogo de Vida ou Morte


Tem filmes que estão na minha “pequena-gigantesca” lista para serem vistos há muitos e muitos meses. Sleuth (que no Brasil recebeu o nome de Um Jogo de Vida ou Morte) é um destes. Atrativo número 1: a dupla de atores inglesas que faz um legítimo e intenso duelo de personalidades e dúbias intenções do primeiro ao último minuto do filme. Atrativo número 2: direção de Kenneth Branagh, que para mim sempre foi – e continua sendo – um dos melhores atores/diretores de sua geração. Além disso, o filme tinha sido indicado por aqui também – logo comento mais sobre isso no final deste texto. Mas acabei vendo outros na frente, até hoje. Agora, finalmente, posso comentar em detalhes sobre esta refilmagem com pontos muito positivos e alguma “estranheza”. Ah, e antes de mais nada, um aviso aos navegantes: o filme é bom, realmente, mas está centrado apenas nos dois atores principais… por isto acho que ele não deve ser visto por pessoas que “necessitam” de muita ação ou de várias histórias para não dormir durante o tempo de projeção, já que ele realmente tem um ritmo um tanto “lento”. 🙂

A HISTÓRIA: O escritor bestseller Andrew (Michael Caine) recebe a “visita” do ator Milo (Jude Law). Pouco a pouco, durante a conversa, vamos descobrindo que os dois homens aparentemente sem elos em comum, na verdade, são marido e amante, respectivamente, de uma mesma mulher. Na verdade, a razão da visita de Milo é conseguir o divórcio para a mulher que diz amar. Andrew resiste a dar o divórcio e convida o “inimigo” a entrar em um plano de roubo de jóias valiosíssimas que tem em casa. Segundo Andrew, com este plano Milo ganha dinheiro suficiente para sustentar os caprichos da mulher que ele conhece bem; enquanto ele próprio ganha uma fortuna da empresa de seguros que tem contratada. Quando Milo aceita a proposta, o jogo entre os dois está apenas começando.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta trechos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Sleuth): O cartaz do filme já sugere um “duelo” entre os protagonistas… mas a verdade é que o filme me surpreendeu um pouco pelo fato de que se trata apenas disto, de um duelo entre os dois. Com isto não quero dizer que o filme seja menos interessante, não. Até porque Michael Caine e Jude Law dão um show de interpretação – muito mais o primeiro que o segundo, na minha opinião, porque Jude Law acaba caindo em alguns trejeitos bem estereotipados lá pelas tantas.

Bem, mas o que eu quero mesmo fazer é um pequeno alerta, como o que está no início deste texto, para os espectadores que tem uma certa necessidade de assistir filmes com uma determinada velocidade e/ou diversidade de histórias e atuações. Como disse um pouco lá em cima, Sleuth é um filme de dois atores. E ponto. E como a história toda se passa na casa do escritor, ele também não é um filme com muito “movimento”. Na verdade, se trata de um longo jogo de xadrez entre os dois homens em cena. Isso significa qualidade de atuações, claro. E também um importante acerto em questões técnicas como a direção de fotografia (fantástica, na verdade) e a direção de arte.

Na verdade, o filme realmente lembra uma peça de teatro. Algo que, olhando para o histórico de Kenneth Branagh, se pode dizer que é sua especialidade – junto com Shakespeare. Mas, por mais paradóxico que isso possa parecer, notei também que Sleuth se distancia da linguagem teatral tão peculiar no trabalho de Banagh. Explico: ainda que toda a história se desenvolva com poucos atores (dois, neste caso) e num único cenário – ainda que dividido em mais de um “espaço cênico” -, ou seja, características comuns no teatro, o filme se torna interessante justamente por utilizar técnicas específicas do cinema. Entre elas, o “exagero” de closes, os cortes abruptos entre os distintos personagens e, para minha surpresa, uma certa “câmera ausente” (parada em um lugar, sem necessariamente acompanhar os atores) que outros diretores estão habituados a usar, mas que é algo novo para Branagh. Resumindo: o filme parece uma peça de teatro, por um lado, mas escancara as qualidades do cinema, por outro.

Feitos estes comentários, vamos ao que interessa: a história e como ela se desenrola. Desde o princípio você sabe que algo de errado está acontecendo. Ou melhor: que algo de MUITO errado vai acontecer. Os diálogos inicialmente sem sentido vão ganhando cada vez mais lógica e tudo leva a crer que não ocorrerá o melhor em cena. Até aí, tudo bem. Eu diria que até o fim do “primeiro ato” da história, do jogo entre os personagens, tudo vai bem. Mas a partir daí… (SPOILER – recomendo que você não continue lendo se não assistiu o filme ainda). Quando entra em cena o tal investigador falando de um jeito super estranho e sem que aparecesse o seu rosto direito (pelo menos no início dos diálogos), logo pensei: “É ele”. Na verdade a tal “surpresa” não foi tão surpreendente. Para mim, o filme perde pontos ao tentar sempre fabricar “reviravoltas” impactantes sem que elas, contudo, se tornem efetivas.

O melhor da história é realmente a constante troca de papéis entre os dois de quem manipula e quem acaba sendo manipulado. Ainda que, no fundo, sempre ficou claro quem era o “forte” da história. O duelo é interessante mas, para mim, longo e previsível demais. Os dois primeiros “atos” foram bastante fáceis de prever… o último, talvez, um pouco menos. Ainda assim, a história não causou o impacto que eu achei que causaria – talvez porque o filme tinha sido indicado por dois leitores deste blog antes e eu, para variar, fui esperando um pouco mais do que deveria esperar.

No fim das contas, o filme vale a pena. Tem ótima direção, troca de diálogos bem interessantes – ainda que algumas exageradamente nonsense -, uma direção de fotografia exemplar de Haris Zambarloukos, um trabalho igualmente poderoso de direção de arte de Celia Bobak, e uma trilha sonora cuidadosamente selecionada (e clássica) para dar o tom exato do “drama” feita por Patrick Doyle.

NOTA: 8.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Sei que a nota que eu dei vai desagradar várias pessoas que gostaram muito do filme, mas realmente ele não conseguiu tirar de mim uma impressão melhor. O filme é bom, mas não é excelente. Não faço nenhuma questão de filmes que fujam do padrão dele, ou seja, que tenham mais atores ou mais cenários. Tanto que sou fanática por Rope (Festim Diabólico) e por Dial M for Murder (Disque M para Matar), duas obras-primas de Alfred Hitchcock – ambos ambientados em um único cenário. Mas o problema de Sleuth é que ele não me convence de todo com seus personagens. Primeiro que eu não acho que Milo seria tão “inocente” a ponto de cair nos “contos” seguidos de Andrew. E depois que eu acho que o filme perde um bocado de força ao buscar tantas reviravoltas na história. O problema do roteirista que tenta isso é quando ele não consegue surpreender – o que se passa com Sleuth.

Mas ok, o filme realmente vale pelas interpretações e por tudo o mais. Sem contar a direção realmente interessante de Branagh, que abusa de planos não muito usuais – seja nas “alturas”, como na sequencia inicial, ou depois em planos abaixo da cintura, durante vários momentos do filme – para contar a história. Bacana. Também gostei da sintonia entre o diretor e a edição de Neil Farrell para valorizar as interpretações de Caine e Law, abusando de closes que relembram os “grandes duelos” do gênero faroeste – guardando as devidas proporções, claro.

Como comentei no início, Sleuth é uma refilmagem. O filme original, homônimo, é de 1972 e foi dirigido por Joseph L. Mankiewicz. Aliás, foi o último filme do diretor. Naquela época, o roteiro foi assinado por Anthony Shaffer, o autor do livro que rendeu a adaptação cinematográfica. Para falar a verdade, fiquei curiosa para ver o filme original – para saber o quanto a história pode ser diferente deste segundo. O curioso é que no filme de 1972 Michael Caine interpretou Milo Tindle. O personagem de Andrew Wyke foi assumido pelo astro Laurence Olivier. Como comentei, não assisti ao filme, mas já notei que ele tem algo de diferente: entra em cena, com papéis importantes, uma dupla de detetives então interpretados por Alec Cawthorne e John Matthews. Realmente diferente da versão de 2007.

No site IMDb o filme não foi muito bem, ganhou apenas a nota 6,4 por parte dos usuários. Enquanto isso, o site Rotten Tomatoes oferece 40 críticas positivas e 72 negativas para o filme. E uma curiosidade: o Sleuth original, de 1972, tem uma nota melhor no IMDb… ostenta por ali um 8,2. Um motivo a mais para vê-lo um dia.

Achei curioso também que o filme foi indicado até o momento a apenas três prêmios. Destes, ganhou um: o de menção especial para o diretor Kenneth Branagh no Festival de Veneza do ano passado.

Nas bilheterias o filme foi mal… conseguiu nos Estados Unidos pouco mais de US$ 342,8 mil. Na Inglaterra, ficou quase no mesmo: passou um pouco das 315,7 mil libras esterlinas.

Fui atrás de mais informação sobre o autor Anthony Shaffer e descobri, por exemplo, que ele era irmão gêmeo do conhecido autor teatral e escritor Peter Schaffer e que escreveu, além de Sleuth, os roteiros de Frenzy (Frenesi), de Alfred Hitchcock, e de The Wicker Man (O Homem de Palha, dirigida por Robin Hardy). Fiquei com vontade de assistir o segundo.

CONCLUSÃO: Um filme interessante pelo duelo de atuações, pela direção que explora algumas das melhores qualidades do cinema e por detalhes técnicos. Por outro lado, o roteiro deixa a desejar. Nem tanto pelos diálogos, mas pela ânsia de provocar reviravoltas difíceis de acreditar/surpreender.

SUGESTÃO DE LEITORES: Esse filme foi indicado há vários e vários meses atrás pelo Breno (cadê você? desistiu deste blog?) e, mais recentemente, pelo Rogerio. Espero que os dois venham aqui comentar o quanto concordam ou discordam de mim… acho que vão mais discordar que concordar, não? hehehehehehehe. Quero críticas dos dois e também dizer que estou sempre levando em conta as recomendações – ainda que ultimamente esteja demorando para escrever sobre os filmes… 🙂

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13 comentários em “Sleuth – Um Jogo de Vida ou Morte

  1. Ale !

    Não pense que sumi, é que tenho visto poucos filmes devido ao trabalho e a faculdade, o último que vi foi “The Bank Job”, mas tenho acompanhado todos os seus textos pelos feeds.

    Eu acho que Sleuth erra exatamente em tentar ser surpreendente, mas sem criar o cenário para isso, resultado: Acaba ficando previsível e com história lenta, que termina o filme quase que se arrastando.

    A falta de cenário e movimentos não me incomoda, acho que se a história se sustentar não há problemas em ter um filme “parado”, aliás, um dos melhores filmes que já assisti, tem apenas um cenário durante as quase 2 horas de filme, se puder, dê uma conferida em “The Man from Earth”, o roteiro é simplesmente genial.
    http://www.imdb.com/title/tt0756683/

    Eu daria uma nota um pouco menor que a sua, no máximo um 7, mas acho que a dupla de protagonistas não merecem. Caine nunca desaponta e Law confirma o seu talento, mas em compensação, a história… Então fica tudo certo.

    Realmente, acho que para vermos qual a real intenção do filme, teremos que pegar o original, de 1972.

    Eu tenho até vergonha de comentar em suas críticas, pois é um texto tão primoroso, daqueles que a gente só deve apreciar, sem falar nada.

    Abraços e tudo de bom !

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  2. Acho que acabaram indo dois comentários, é que enviei o primeiro sem terminar, e quando fui ver, tinha apagado tudo que tinha escrito até o momento, ai na hora da fazer outro comentário, nunca lembramos o que acabamos de escrever.

    Leve em consideração apenas o 2º comentário, é uma versão 2.0 do que enviei primeiro.

    Abraços e tudo de bom !

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  3. Oi Breno!

    Que confusão que este WordPress fez com teus comentários, hein? Imagino o susto que você levou postando eles aqui e não aparecendo os principais… hehehehehehehe. O problema, pelo que eu entendi, é que ele colocou o teu comentário em “quarentena” porque ele tinha um link para uma página do IMDb… excesso de precaução, mas tudo bem. Quando entrei no blog eu pude desbloqueá-lo e voilà!

    Te entendo perfeitamente sobre isto de ver poucos filmes ultimamente… sofro do mesmo mal. Mas quero ver se volto com mais força para os comentários aqui no blog em outubro e novembro…

    Que bom que você sempre me acompanha… fico feliz. 😉

    Sleuth realmente erra em tentar surpreender demais. Os atores fazem o que podem, mas tem alguns estereótipos – como aquele do final, simulando a homossexualidade de escritor e ator – que poderiam ter sido menos “plantados” na história. Sei lá, algumas partes pareceram ter sido tiradas, literalmente, da cartola de um mágico.

    Sabias que já tinhas indicado o The Man from Earth?? Eu tenho tua dica aqui anotada, só ainda não consegui assistí-lo. 😦 Mas tentarei fazer isso o mais breve possível – é que tem outros que acabaram se “metendo na frente” dele.

    Talvez o filme merecesse menos do que eu dei… para ser franca, quase mudei a nota dele para um pouco mais baixa antes de publicá-lo. Mas enfim, em respeito aos atores e ao diretor – de quem gosto muito -, deixei assim mesmo.

    E nada disso de não comentar os meus textos… imagina!!! Esse blog só tem sentido com essa troca de comentários. Do contrário, eu voltaria a escrever para o “espaço morto” de um jornal, o que perde muito de qualquer graça. Comente, comente mesmo… e sem vergonha alguma. 🙂
    Além disso, cá entre nós, você foi beeeeeeem generoso em chamar os textos de “primorosos”, né? hehehehehehehehe. Mas obrigada por isso. 🙂

    Vários abraços e tudo de bom também. Se cuida e volta aqui sempre que puder.

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  4. Oi Alessandra.

    então, como comentei no outro post só iria dizer se gostei ou não deste filme após vc assisti-lo.
    Bem, na verdade não gostei deste filme. Não pelas interpretações, mas achei muuuito arrastado. Não que não goste de filmes arrastados, (alias Rope e Dial M são perfeitos) mas sei lá…não me convenceu. Sabe? rs
    Mas assim como vc, fiquei curioso pra ver o original… vc sabe, os originais sempre são os melhores. Vai pra lista. Só não ganhou nota mínima este filme por causa do Caine. E a bilheteria baixa não é de se estranhar.

    Ah…antes que me esqueça, sei que seu tempo é curto mas gostaria de lançar um desafio a você: que você comentasse algum filme antigo aqui de vez em quando, daqueles que só nós gostamos e apreciamos, quem sabe poderia começar com o original deste Sleuth ou ainda um que eu gostaria de ver comentado por você, Aguirre, Coléra dos Deuses que assisti há pouco tempo mas achei fantástico e que de certa forma se passa em um cenário apenas…rs
    É tão bom ver ótimas coisas feitas com tão pouco.

    Abração

    ps. obrigado ao Breno pela dica de filme ai de cima.

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  5. Oi Rogério!!

    Te entendo perfeitamente… sei bem quando um filme não convence. E pode vir o maior especialista do cinema no mundo discursar pra gente que não tem jeito. hehehehehehe. Se algo não nos convence, não nos convence e ponto!

    Também gosto de filmes de todos os tipos… lentos, rápidos, o que for. O que interessa é que eles nos emocionem, nos revoltem, nos prendam por cada segundo, enfim, que sejam uma experiência legítima de cinema. Só acho que, mesmo que os filmes citados do Hitchcock se passem em um mesmo cenário, eles são tudo, menos lentos. 😉

    Vou te contar algo: há muito tempo eu tenho vontade de escrever textos sobre filmes antigos. Inclusive clássicos. Claro que vários deles eu já assisti – mas alguns há duas décadas, 15 anos ou algo assim. Minha idéia era criar uma página dentro do site no estilo “Um segundo olhar”, em que eu comento filmes que eu já assisti – mas dos quais não lembro mais os detalhes. Então além de falar a minha impressão atual sobre eles – com muito mais bagagem hoje do que quando os assisti pela primeira vez -, eu comentaria o que senti diferente hoje em relação à primeira vez (se eu lembrar de algo, claro). Mas essa idéia eu ainda não consegui concretizar… mas quero colocá-la em prática ainda.

    Além disso, tentarei assistir a filmes antigos que eu ainda não vi. Já anotei a tua sugestão – o filme entrou agora para a minha lista. E, realmente, os filmes antigos eram geniais por muitas razões… pela que você falou, de fazerem coisas tão bem feitas com muito pouco, e também porque eles tinham que inventar praticamente tudo, não é? Cada inovação técnica, de narrativa… uma maravilha!!

    Um abração!!

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  6. Olá!

    Originalmente este filme é mesmo uma peça, e eu estou apresentando esta peça neste exato momento. A adaptação se chama “Game, Set & Match” e está em cartaz até domingo na Cultura Inglesa HIgienópolis (Av. Higienópolis, 449 – São Paulo). Se se interessar em assistir, temos apresentações no sábado às 15h e às 20h e no domingo às 19h. É em inglês e grátis.

    Um abraço,

    Rodrigo

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  7. Olá Rodrigo!

    Sim, você tem razão. Sleuth foi escrito por Anthony Shaffer inicialmente para o teatro. Depois é que ele lançou o livro com o texto e fez sua adaptação para os cinemas.

    Que bacana que você cuidou de adaptar este prestigiado texto por aqui. Pena que eu não pude conferí-lo pessoalmente. Mas sinta-se à vontade para divulgar, por aqui, quando for retomar este projeto em outros locais e/ou datas.

    Obrigada por tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes. Um abraço!

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  8. Nossa! Como vc é redundante. Sua crítica é um saco, impossível de ler. Só li, porque queria saber onde vc queria chegar. E fiquei confuso. Achoq ue vc só quer contrariar.

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  9. Oi bruno!

    Antes de mais nada, seja bem vindo por aqui.

    Me achaste redundante? É provável que estejas certo. Em alguns textos eu posso cometer este pecado mortal.

    Agora, prova de que a minha crítica não é impossível de ser lida é de que você, mesmo com má vontade – provavelmente porque a tua impressão do filme foi diferente da minha – conseguiu essa façanha. Veja só! Impressinante. hehehehe

    Pena que você tenha ficado confuso. Talvez se você me perguntar aquilo que não entendeu, eu possa te explicar…

    No mais, meu caro, eu não quero só contrariar não. Também não quero agradar a todo mundo que eventualmente possa ler uma crítica minha. Pelo simples fato que isso é impossível. E se eu fizesse isso, não escreveria críticas, mas textos sob medida para agradar a quem sofre desta carência.

    No mais, obrigada pela tua visita e pelo teu comentário. Espero que voltes por aqui mais vezes, inclusive para tentar entender este e outros textos – se você conseguir chegar até o final deles, é claro.

    Abraços e até mais!

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  10. Acredite: A versão original é BEM melhor. Fiquei bastante surpresoquando o Doppler se revelou como Milo, e também no segundo jogo por ele criado. A edição pra mim é superior, o que nesse tipo de filme ( “parado”; centrado em poucos personagens) faz bastante diferença.

    PS; Só fui ver o post agora, devido a uma busca pelo fime no Google, mas espero que possa ver o comentário!

    Abraços

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    1. Oi Alexandre!

      Legal. Anotei aqui a sugestão para que eu veja o original.
      Não me surpreende que ele seja melhor… normalmente é assim. Poucas refilmagens conseguem superar a produção original.

      Sem dúvida, a edição é um elemento fundamental. Em qualquer filme, mas especialmente nos de ação, não é mesmo?

      Espero que você não perca mais o caminho para voltar ao blog. Aliás, coloca ele nos favoritos. 🙂

      Obrigada por mais este comentário e visita. E volte por aqui mais vezes.

      Abraços e inté!

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