Milk – A Voz da Igualdade


milk

Como transformar a história de um homem que perdeu repetidas vezes na política até conseguir ganhar uma eleição em algo interessante? E não estou me referindo ao Lula, o presidente do nosso Brasil. Falo de Harvey Milk, o primeiro ativista gay dos Estados Unidos a vencer uma eleição defendendo a causa da igualdade de direitos para gays e lésbicas. Apenas um diretor como Gus Van Sant e um elenco formado pelos californianos Sean Penn, James Franco, Josh Brolin, Emile Hirsch, entre outros, para apresentar uma história que tinha tudo para ser “chata” (pela parte política) ou panfletária (pela parte da causa gay) em um filme de primeiríssima. Não é por acaso que Milk vem acumulando prêmios e é uma das produções mais cotadas para o próximo Oscar.

A HISTÓRIA: O filme conta a história de Harvey Milk (Sean Penn) do seu aniversário de 40 anos até a sua vitória nas eleições para conselheiro distrital por São Francisco, em 1977. Cronologicamente, o filme conta a história do executivo de Wall Street que abandonou tudo para viver uma vida abertamente gay em São Francisco desde que ele se muda de Nova York para a Califórnia até os acontecimentos logo posteriores ao seu aniversário de 48 anos. O filme mostra a vida de Milk desde a fase quase “hippie” até a de político “visualmente certinho”, contando no trajeto suas histórias amorosas, resumidas principalmente pelas relações com Scott Smith (James Franco) e Jack Lira (Diego Luna); e sua luta pelos direitos civis e, principalmente, da comunidade gay, com a ajuda de apoiadores e agentes fundamentais em suas campanhas como Cleve Jones (Emile Hirsch), Anne Kronenberg (Alison Pill), Dick Pabich (Joseph Cross), Jim Rivaldo (Brandon Boyce), Michael Wong (Kelvin Yu), o fotógrafo Danny Nicoletta (Lucas Grabeel), entre outros.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Milk): Logo no início do filme o roteiro de Dustin Lance Black termina com qualquer suspense sobre o futuro de Harvey Milk para pessoas que, como eu, não sabiam da história deste ícone da luta pelos direitos dos gays nos Estados Unidos: sim, ele será assassinado. Como JFK. Bem, não exatamente da mesma forma, mas sim, com tiros também. Achei importante o filme logo no início deixar isso claro, porque daí termina o suspense sobre o que vai acontecer no final e, com isso, o espectador pode se concentrar em tudo o que vem no meio, ou seja, na história toda da transformação de Milk.

Gus Van Sant é um dos grandes responsáveis pelo filme ter a força e a qualidade que ele tem. Realmente este é um dos grandes trabalhos do diretor, que contou com naturalidade e bastante energia a história do político que ajudou a movimentar os Estados Unidos nos anos 70. Boa parte do filme mostra os bastidores do movimento social que começou a provocar a mudança no país sobre a aceitação plena da homossexualidade. Com a história de Harvey Milk é possível entender como o movimento gay conseguiu se unir, se fortalecer e ser ouvido. Como o próprio político afirma, o importante é fazer ruído, é chegar ao poder e  ser ouvido. A vida de Milk a partir do início dos anos 70 foi buscar isso, ainda que para conseguir seu objetivo ele teve que abdicar de sua vida pessoal.

Outro grande responsável pelo êxito do filme é o roteirista Dustin Lance Black. Tudo bem que não faltou material para ele pesquisar sobre Harvey Milk – incluindo o documentário The Times of Harvey Milk, de 1984, premiado com o Oscar -, mas, ainda assim, seu roteiro mede com colherinhas pequenas as doses precisas de cada elemento: comédia, drama, um pouco de suspense e militância política. Como eu disse no início deste texto, não é nada fácil transformar a história de um político em algo realmente interessante e revigorante.

Voltando novamente a Gus Van Sant. O diretor resgatou imagens da época e as colocou no filme de maneira precisa, dando ainda mais peso a história. Palmas também para o editor Elliot Graham – o mesmo de Quebrando a Banca (21). Aliás, tecnicamente falando, o filme é perfeito. Fiquei encantada, por exemplo, com o figurino assinado por Danny Glicker – para mim, ele deveria concorrer ao Oscar. Merecem igualmente crédito por nos ambientar tão perfeitamente aos anos 70 o trabalho do diretor de arte Charley Beal e pelo cenografia de Barbara Munch. Sem falar da trilha sonora do sempre competente Danny Elfman.

Agora, sem dúvida, o trabalho do elenco é responsável pela força do filme. Sean Penn está assombroso no papel-título. Seria fácil qualquer um deslizar em algum momento em algum exagero no tom do personagem – afinal, o ator não é gay e poderia, perfeitamente, estereotipar um. Mas não. Ele realmente incorpora Harvey Milk de maneira perfeita. Assim como James Franco, para mim o segundo melhor na lista dos intérpretes. Fiquei abismada com a maneira natural com que ele interpretou Scott Smith do início até o final do filme. Os dois, aliás, fazem um casal dos mais bonitos que eu já vi em cena, com muita sintonia e carisma – e para os homófobos de plantão, além de um tratamento psicológico urgente, eu sugiro distância deste filme, já que não faltam beijos entre os casais gays e nem cenas de “quase-sexo”. 

Outra pessoa que reafirmou o seu talento foi Josh Brolin. Para mim ele está no mesmo patamar de James Franco. Os dois, ao lado de Sean Penn, dão um show de interpretações. Por outro lado, achei que Emile Hirsch ficou um pouco “abaixo” dos demais. Algumas vezes me pareceu que ele caiu no exagero. O mesmo posso falar de Diego Luna – em seu primeiro grande papel em Hollywood (depois do elogiado Mister Lonely). Certo que existem gays de diferentes “tipos” e que atuam de maneiras diversas – como “ursos”, “barbies”, etc. – mas, ainda assim, os dois não me convenceram tanto quanto os outros que aparecem em cena. Estão bem, apenas isto… não chegam a estar fantásticos.

Gostei também do ator Victor Garber como o prefeito George Moscone, que acaba apoiando Milk ao perceber a força que este supervisor por São Francisco tinha entre os eleitores. Falando na força dele, achei especialmente interessante a campanha e posterior lei defendida por Milk para que os proprietários dos cães da cidade fossem responsáveis pela “caca” dos seus animais. Um dos grandes momentos do filme, sem dúvida. Assim como a luta de Harvey e de Scott para conseguirem montar e manter a loja deles de fotografia. 

O emocionante do filme, contudo, não é apenas contar a história real destas pessoas de maneira esteticamente perfeita. O que emociona é ver os bastidores de uma causa popular, entender como o movimento gay conseguiu se unir e ser ouvido e, lembrando da mensagem final e do que isso tudo simboliza, perceber o quanto é importante lutar pela igualdade das pessoas. Ou como diz Harvey Milk no final (SPOILER: não leia se não quiser estragar a surpresa): o importante é seguir lutando para que as pessoas tenham esperança. Porque a vida só tem sentido se existe a tal esperança. E isso para todas as pessoas, não apenas para os gays – e ele cita demais extratos da sociedade que ainda são marginalizados. Admito que me emocionei com o final. E, realmente, o homem que vemos em cena era muito, mas muito bom no debate político e em seus discursos. 

NOTA: 9,8.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Dei uma nota alta para o filme porque, para mim, todos os elementos nele funcionam perfeitamente. Da direção inspirada de Gus Van Sant até as atuações do elenco, a reconstrução de época, a maneira com que a história é contada. Em nenhum momento a equipe deixa a “peteca cair”. Discursos políticos não se tornam repetitivos ou chatos. Os romances de Harvey Milk são interessantes. A luta política nos bastidores também. Será um filme cultuado entre os gays e, possivelmente, visto com certa ojeiriza pelos que “não gostam muito” do tema. Aliás, sugiro que os preconceituosos fiquem longe do filme – não irão gostar, realmente. 

O filme foi todo rodado em São Francisco – com uma direção de fotografia muito competente e precisa nos tons pastéis de Harris Savides, colaborador antigo de Gus Van Sant. Os dois trabalharam juntos em cinco produções – e Savides ainda foi o responsável pelas ótimas fotografias de American Gangster e Zodiac, entre outros.

Algo curioso do filme é como Harvey Milk conseguiu superar o preconceito ainda dominante na época e uniu, com sua atuação política, a grupos tão diferentes quanto a terceira idade e os sindicalistas. Ele lutava pelos gays, mas não apenas para eles. Milk buscou sempre agregar as pessoas, lutar pelas causas justas e ouvir, mais que a média dos políticos, o que as ruas lhe diziam. Não sei até que ponto a história contada por Black e Van Sant “santifica” o homem, mas se a sua história for realmente parecida com o que se vê na tela, ele foi um grande visionário.

Milk enfrentou “peixes grandes”, incluindo o senador pela Califórnia John Briggs (Denis O’Hare) e a “estrela da TV”, cantora e política de projeção nacional Anita Bryant. Incentivando nos bastidores o ativismo nas ruas e através de seu carisma, ele conseguiu derrubar na Califórnia a Proposição número 6, que defendia que os professores gays fossem demitidos das escolas públicas. 

Apenas me pareceu um pouco confuso o espaço que Milk e White desempenhavam no governo. Só lendo as notas de produção do filme é que entendi que Harvey Milk foi eleito conselheiro distrital pela zona número 5, que compreendia o bairro Castro e alguns outros próximos a ele; e que Dan White (Josh Brolin) foi eleito conselheiro pela zona 8 – ou seja, eles não teriam que “lutar” pelos mesmos eleitores, necessariamente.

Também descobri que Milk foi ganhando populariedade por leis como a que atendia a terceira idade – a da “caca dos cachorros” – e a que exigia um desenho mais prático para as máquinas de votação (um que pudesse ser compreensível para todos os cidadãos). Com a ajuda da defensora dos direitos da mulher e também conselheira distrital Carol Ruth Silver (Wendy Tremont King) ele consegue aprovar quase por unanimidade – exceto pelo voto negativo de White – uma lei que garantia os direitos dos gays em São Francisco. Justamente em uma época em que Anita Bryant fazia campanha pelos meios de comunicação pelo país contra os gays – e apelando para a “moral, os bons costumes e a tradição familiar”. Ou seja: Milk literalmente nadou contra a corrente e venceu. Não é por acaso que ele seja cultuado pelos gays norte-americanos.

Também não achei que ficou claro no filme a reação de Dan White, mas lendo as notas de produção entendi o que ocorreu. Vendo o sucesso de Milk em São Francisco, White resolveu pedir demissão de seu cargo de conselheiro distrital. Ok, até aí o filme explica bem. O que a produção não deixa claro depois – pelo menos para mim – é que ele decide voltar atrás e pedir o cargo para o prefeito de volta. Depois que teve o pedido recusado é que ele se revoltou e partiu para a ignorância. Um maníaco descontrolado, em resumo. 

Aliás, os bastidores da política, com negociações e lutas pelo poder são tratados de forma interessante no filme. Outro ponto à favor de Milk. 

Também ficou mais clara a alegação de inocência por parte de White quando ele foi julgado, em janeiro de 1979. Ele alegou descontrole mental provocado pelo isolamento, a “falta de intimidade” com sua esposa (interpretada por Hope Tuck) e por uma dieta que consistia em uma ingestão exagerada de doces – o que tornou a sua defesa conhecida como “defesa Twinkie“, um popular doce recheado bastante consumido no país.

Achei curioso também que o documentário The Times of Harvey Milk foi lançado justamente no ano em que Dan White conseguiu a liberdade condicional – e o filme ganhou o Oscar pouco menos de sete meses antes dele se suicidar

Em 1999 a revista Time, uma das mais respeitadas dos Estados Unidos, inclui Harvey Milk na sua lista dos “100 heróis e ícones” do século 20. Em 2008 foi aprovada a criação do Dia Harvey Milk, que poderá ser celebrado na data de nascimento do político, dia 22 de maio – isso se o governador Arnold Schwarzenegger aprovar a lei.

Achei curiosa a influência de Barcelona na história. Afinal, foi a imagem impressionante das passeatas gays na cidade espanhola que inspiraram Cleve Jones a “importar” a mesma coragem e trabalho pelas ruas para São Francisco. 

As notas de produção do filme contam que o roteirista se interessou pela história de Milk ao assistir ao documentário oscarizado que narrava a trajetória do político assassinado. Como gay, ele achou importante resgatar a história do “Martin Luther King” do grupo. Para isso, Dustin Lance Black foi atrás das pessoas que conviveram com Milk e que continuam vivas, começando a série de entrevistas com Cleve Jones. Uma das grandes contribuições para o projeto foi a de Michael Wong, que deixou para o roteirista uma cópia de um diário pessoal que tinha da época das campanhas políticas de Milk.

Black comenta que uma de suas principais metas era a de se centrar nas relações que foram importantes em sua trajetória política, relações pessoais que se cruzavam com as relações políticas, segundo o roteirista. Curioso que ele afirma que Harvey Milk se “meteu na política por amor”, ao afirmar que a vontade dele em fazer com que Scott Smith fosse aceito e de que eles tivessem uma relação aberta em uma época em que era ilegal manter relações homossexuais é o que lhe motivou a seguir a carreira política. 

Um dos produtores, Bruce Cohen – que ganhou o Oscar por American Beauty ao lado do produtor Dan Jinks – disse que o roteiro consegue a proeza de fazer o filme ser “íntimo e épico” ao mesmo tempo. Boa definição. 

Milk tem impressionado a crítica, em especial. O público também, mas em uma medida menor. Os usuários do site IMDb conferiram a nota 8,3 para o filme, mas os críticos que tem textos publicados no Rotten Tomatoes foram mais efusivos: dedicaram 149 textos positivos para o filme e apenas 12 negativos.

Além da opinião de público e crítica, Milk tem acumulado prêmios e indicações. Sean Penn ganhou seis vezes como melhor ator por sua interpretação como Harvey Milk, e Josh Brolin ganhou duas vezes por seu papel como Dan White. Penn também foi indicado ao Globo de Ouro por sua interpretação. O Círculo de Críticos de Cinema de Nova York e a Southeastern Film Critics Association ainda consideraram Milk o melhor filme do ano – a segunda ainda premiou o roteiro de Dustin Lance Black. 

A produção teria custado US$ 15 milhões e faturado, em três semanas nos cinemas dos Estados Unidos, pouco mais de US$ 7,5 milhões. Pouco. Parece que ele não vai chegar ao grande público.

Outro ponto interessante da história é o de valorizar a idade com a qual Milk “despertou” para a vida. Até os 40 anos, como ele mesmo disse, ele não tinha feito nada… só a partir daí, e muito realmente impulsionado pelo amor, ele começou a fazer história. Ou seja: nunca é tarde para fazer a sua parte em mudar injustiças – e transformar a realidade, ainda que a local, para melhor.

CONCLUSÃO: Um filme bem escrito e, principalmente, bem dirigido sobre o “nascimento político” de Harvey Milk, o primeiro gay assumido a vencer uma eleição nos Estados Unidos. Seguindo a sua natureza como diretor, Gus Van Sant se aprofunda em todos os aspectos da vida do político, mostrando com detalhes seus romances, os bastidores do movimento gay em São Francisco, na Califórnia, a quebra-de-braço dele nas entranhas do poder e muito mais. Um filme completo e bastante direto. Recomendado para todos que se interessam pela luta pela igualdade entre as pessoas e pela bandeira dos direitos civis – assim como para os interessados em saber como o movimento gay conseguiu tanta força e voz nos Estados Unidos.

PALPITE PARA O OSCAR 2009: Milk tem grandes possibilidades de ser indicado em várias categorias do Oscar. Muitos acreditam – e eu devo segui-los – que Sean Penn é um nome garantido entre os cinco indicados na categoria melhor ator. Também acho que o filme tem boas chances de ter alguma indicação na categoria de ator coadjuvante – possivelmente Josh Brolin, ainda que eu ache que James Franco merecia ser reconhecido também -, como roteiro original, figurino e diretor (eu gostaria de ver Gus Van Sant entre os finalistas). Mas eu acho, mesmo sem assistir aos outros concorrentes – ainda, porque logo poderei comentar praticamente todos por aqui -, que dificilmente Milk sairá como vencedor em muitas categorias. Ainda que o filme seja um manifesto de coragem e uma produção humanista, acho que ele não sairá vencedor como melhor filme, por exemplo. Talvez Sean Penn consiga levar a estatueta para casa – ainda que a disputa seja dura. Pessoalmente, não sei se ele merece ganhar mais do que Clint Eastwood, por exemplo. Ou que outro dos atores bem cotados para a disputa – como Frank Langella. Penn está melhor que Eastwood, é claro, mas fica difícil escolher entre os dois. 😉 Resumindo: acredito sim que Milk tem grandes chances de ser indicado em muitas categorias, mas acho difícil ele ganhar de outros fortes concorrentes neste ano.

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6 comentários em “Milk – A Voz da Igualdade

  1. Só eu até agora?
    Alê, mesmo sem ter visto – ainda – as interpretações de Rourke e Langella, minha expectativa está totalmente no Sean Penn para o oscar de melhor ator. Como você mesmo disse, ele incorporou um gay à frente do seu tempo sem forçar a barra, sem adicionar exageros e afetações, o que já não ocorreu com o Luna.
    Enfim, o filme é maravilhoso, conseguiu me deixar estático nos minutos finais até o momento em que todos os créditos acabam e muito, muito bem dirigido e escrito, pois o que poderia ser um filme chato sobre os bastidores da política na verdade é uma história de coragem, amor e esperança.

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  2. Oi Caio!!

    Pois é, você viu? Só você se importou de escrever algo sobre Milk… 🙂

    Então, o Sr. Rourke está bem em um papel bastante autobiográfico. Mr. Langella faz um trabalho muito técnico. Mas estou contigo… Sean Penn realmente fez um papel difícil sem cair em muitos trejeitos. Ele realmente incorporou o personagem e vestiu a camisa. Um grande trabalho. Para mim, ele também merece a estatueta.

    O Luna… putz! Certo que existem gays “afetados”, “bichinhas um pouco desmioladas”, como diria um amigo meu que é gay, mas achei ele um tanto “over” (usando um termo do comentário do Laio que acabo de responder.

    Realmente, Milk é um grande filme. Espero que seja visto por muita gente sem preconceitos – ou que ajude a quebrar vários preconceitos que ainda persistem. Também acho que o mais difícil eles fizeram, transformar uma história que podia ser chata em algo muito bonito, amoroso e corajoso.

    Um grande abraço, menino, e até a próxima…

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  3. Oi Ale! Poxa, segunda a comentar! Esse filme simplesmente me encantou! Tb torço pro Sean Penn levar a estatueta, porque ele estava muito bem! Em muitos aspectos gostei mais de Milk do que de Slumdog Millionaire. Achei que o filme leva a mais reflexões.
    E agora como prometido, fiz meu blog e te linkei lá, tá?
    O link pra minha opinião sobre Milk: http://estantedasala.wordpress.com/2009/02/08/lme/

    Ah, é a Isa, tá? ehhee

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  4. Oi Isa!!!

    CLARO que eu sabia que era você, oras pois. 😉

    Visitei seu blog logo no primeiro dia… que bacana!! Adorei que você entrou também na blogosfera. E manda ver!! Suas receitas parecem ótimas.

    Li a crítica de Milk também. Só discordo que ele não tem um elenco com várias estrelas… afinal, Sean Penn, Josh Brolin, James Franco e Emile Hirsch não estão na categoria “estrelas”? Eu acho que sim… hehehehehehehehe

    Mas é isso mesmo, é um filme corajoso e esperançoso, ainda que mostre como a ignorância humana pode nos levar a momentos de puro absurdo, não é mesmo? E o filme acerta ao mostrar estas duas faces da nossa moeda. Realmente é um filme muito bom e torço pelo Penn, ainda que admita que o Rourke pode levar a estatueta para casa também – e merecido, afinal de contas. Sei lá…

    Agora, ainda acho Slumdog superior. E ainda que seja uma história “feliz”, acho que ele nos faz pensar bastante, sobre vários temas… aliás, todos os filmes que estão concorrendo a melhor do ano no Oscar fazem isso, não é mesmo? Uns de uma forma, outros de outra, mas todos fazem pensar. O que é ótimo.

    Beijos, menina, e muita sorte com teu blog. Obrigadíssimo, aliás, por linkar meu humilde blog por lá. Valeu mesmo! Beijosssssss e até a próxima.

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  5. Oi Angela!!

    Bem-vinda por aqui, em primeiríssimo lugar.

    Que bom que você gostou de Milk. E Slumdog então… maravilhoso, não é mesmo? Faz bem para a alma ver filmes otimistas algumas vezes, né? Sem contar que é um grande trabalho do diretor, do roteirista, do editor, enfim, uma ótima peça de cinema mesmo.

    Obrigada por teu comentário e por tua visita. Espero que ambos se repitam muitas vezes ainda, com outros filmes.

    Um abraço!

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