Wanted – O Procurado


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Resolvi dar “um tempo” nos filmes sérios e ver algo para me divertir. Wanted é um desses filmes que você sabe exatamente para que ele serve. Cheio de tiroteiros, pancadaria, cenas de ação e alguma piada interessante jogada aqui e ali, ele é feito para você relaxar um pouco dos compromissos cotidianos e dos “papos sérios”. Claro que para as pessoas que não gostam de sangue e nem de violência, ele não serve. Provavelmente para estas pessoas um paralelo no sentido “descompromisso” devem ser os filmes extra-água-com-açúcar. Francamente? Ainda prefiro um filme como Wanted para relaxar. Afinal, ele é bem mais cinema do que os filmes extra-água-com-açúcar. Exige mais talento, técnica, perfeição tecnológica e de equipe para funcionar. E ele funciona.

A HISTÓRIA: Wesley Gibson (James McAvoy) é um administrador contábil que odeia a sua chefe, é traído pela namorada com quem divide um apartamento, Cathy (Kristen Hager), com seu melhor amigo, Barry (Chris Pratt), e precisa tomar remédios para segurar as pontas. Com praticamente nenhum dinheiro no banco e sentindo-se um perdedor, em uma certa noite Wesley vê sua vida mudar radicalmente quando fica no meio de um tiroteio entre Fox (Angelina Jolie) e Cross (Thomas Kretschmann). Sequestrado por Fox, ele é apresentado a Sloan (Morgan Freeman) e a uma organização de assassinos profissionais conhecida como A Fraternidade.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Wanted): Antes de mais nada, aviso para as pessoas que não gostam de violência, de pancadaria, de tiros e de cenas impossíveis de serem reproduzidas no mundo real para ficarem longe desse filme. Afinal, ninguém quer ouvir o velho papo de “Ah, mas que filme absurdo!”. Claro que é um filme absurdo. Como a maioria dos filmes de ação do mercado. 

Dito isso, vamos ao que interessa: Wanted e suas “gozações”. Sim, porque só pode ser piada dos roteiristas Michael Brandt, Derek Haas e Chris Morgan toda aquela idéia de “sociedade secreta de assassinos” que dependem de uma antiga máquina de tecelagem para criar uma lista de alvos, não é mesmo? Eu achei uma piada e por isso dei risada quando o Sr. Morgan Freeman vai mostrar para o ótimo James McAvoy o “segredo” do grupo. Para mim, foi a maneira dos roteiristas dizerem: “Ei, tanto faz a origem desta lista de alvos, ninguém precisa de algo lógico para fazer um filme de ação”. Como piada, foi uma ótima sacada. Ainda mais porque o “sistema” funciona com o mesmo código binário no qual a alta tecnologia atualmente se baseia – seria, além de tudo, uma crítica a essa “nossa” confiança tão grande nos computadores e demais plataformas tecnológicas? Talvez…

Mas ok, se a “fonte” dos atos da organização é cômica de tão absurda, ela nos revela um pouco também sobre os “alicerces” da maioria das sociedades secretas que existiram e ainda perduram até hoje. A maioria delas (para não dizer que todas) se baseiam muito mais em dogmas, em gestos que viram tradições e são seguidos a risca do que em atitudes realmente válidas ou efetivas nos dias atuais. Existe em seus “modos de atuar” muito tradicionalismo e pouca autocrítica. Mas enfim… certamente este não é um tema do filme – ainda que tenha me feito pensar. 

Não sei vocês, mas desde o início eu achei que Wanted não deixa claro quem é o bandido e quem é o mocinho do filme. (SPOILER – não leia se você ainda não assistiu ao filme). Por isso que quando a “máscara cai” e ficamos sabendo que Cross é o mocinho da história e o verdadeiro pai de Wesley, juro que não me surpreendi. Então este filme não é um daqueles que vai te deixar “de cara”, surpreendido, abismado com a reviravolta da história e fascinado com a surpresa final. As cenas de ação valem o filme – e desde a “captura” de Wesley por Fox com o carro, meio que no início do filme, você já sabe que muitas dela serão absurdas, irreais e impossíveis na vida real. Mas quem se importa? O que interessa é que neste filme, sem grandes surpresas e com grandes atores em tela, não faltam tiroteios, socos na cara, tortura, facadas, mais tiroteios, perseguições de carro, mais tiroteios, e por aí segue.

Não foi por acaso que Wanted recebeu duas indicações técnicas no último Oscar – nas categorias de Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som. O filme funciona a perfeição em suas múltiplas cenas de ação. Merecem destaque neste processo os trabalhos do diretor de fotografia Mitchell Amundsen, a excelente trilha sonora de Danny Elfman, o minucioso trabalho do editor David Brenner e, claro, as dezenas de profissionais que trabalharam nos efeitos especiais e de som neste filme.

E merece uma menção especial a direção precisa e inspirada de Timur Bekmambetov (que tem um blog em russo…) – que desde os filmes Nochnoy Dozor e Dnevnoy Dozor (este último comentado aqui no blog), de 2004 e 2006, respectivamente, entrou na lista dos grandes diretores da atualidade. O homem, nascido na antiga União Soviética, merece respeito. Como diretor, Bekmambetov tem talento, criatividade, e um senso apurado para equilibrar ação e dinâmica entre atores. Sem dúvida, é um nome para ficarmos atentos. Levado para Hollywood, além de dirigir Wanted, ele terá financiamento da Fox para terminar a sua trilogia de ficção conhecida como Night Watch (as duas outras partes eu citei anteriormente). Twilight Watch, último capítulo da trilogia, está previsto para ser lançado ainda este ano.

Pessoalmente, não tenho um gosto especial por armas – não tenho nenhuma e nem penso em ter. Mas cá entre nós: que armas lindas que foram escolhidas para esse filme! Só imagino o êxtase da homarada com esse filme… afinal, ele tem cenas de ação geniais, armas incríveis, carros idem e, de quebra, Angelina Jolie. hehehehehehehehehehehe

Mas para não dizer que o filme é perfeito, me cansou um bocado aquela idéia de “Ei cara, você também pode sair da sua vida medíocre e se tornar “O CARA”…”. Certo. Para isso basta ser encontrado por uma organização secreta que tem mil anos de história, passar por seis semanas de treinamento porrada e tudo beleza. Ah, meus amigos, aquela frase final e, principalmente, essa idéia de “qualquer pessoa pode se tornar o máximo” foi totalmente fora de tom, vai. Podíamos ter passado sem essa. 

NOTA: 7,7 7.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Como falei anteriormente, Wanted foi indicado a dois Oscar’s – e perdeu ambos. Em sua trajetória por prêmios, ele foi indicado a outros sete, mas não conseguiu abocanhar nenhum. Ainda que seja tecnicamente muito bem acabado, parece que este filme é daqueles para fazer bilheteria – e não para ganhar prêmios.

Achei curioso que Wanted é um filme dirigido por um russo, com elenco de várias partes do mundo e com investimento dos Estados Unidos e da Alemanha. Ainda que seja financiado pelos germânicos, não vou acrescentá-lo na minha lista de filmes alemães da atual safra, ok? 😉

Como sempre acontece com os filmes do diretor Timur Bekmambetov, o material de divulgação do filme é muito bacana. Os cartazes são ótimos.

De crítica o filme não foi muito bem – como quase sempre quando o filme é de ação. Os usuários do site IMDb deram uma nota 6,9 para a produção, enquanto que os críticos do Rotten Tomatoes foram um pouco mais bondosos: dedicaram 135 textos positivos e 52 negativos para o filme, o que lhe garantiu uma aprovação de 72%. Nas bilheterias ele já foi melhor… faturou pouco mais de US$ 134,2 milhões nos Estados Unidos. Saiu bastante no lucro, já que ele teria custado aproximadamente US$ 75 milhões. 

Gostei que o diretor levou o protagonista de sua trilogia Night Watch para Wanted. Konstantin Khabenskiy pode ser visto como o “cara da enfermaria”. Seu papel é pequeno e ele não tem muito tempo de mostrar o bom ator que ele é, mas tá valendo. Merecem ser citados ainda os atores Terence Stamp como o fabricante de armamentos Pekwarsky; Common como o “armeiro”; Marc Warren como “o cara dos reparos”; David O’Hara em uma superponta como Mr. X; Dato Bakhtadze como “o açougueiro” (mestre das facas); e Lorna Scott como a insuportável Janice, chefe de Wesley.

Falando no Mr. X, algo que me incomodou um pouco foi a repetição do estilo Nochnoy Dozor neste novo filme do diretor. Ok, o recurso esse pode até ser entendido como uma “marca registrada” de Timur Bekmambetov, mas acho que ele tem que inovar um pouco mais. Do contrário, ele ficará repetitivo e chato muito rapidamente. Também achei desnecessária aquela história da “motivação” da Fox, com um flashback de sua triste história de infância. Enfim, esse último momento e a frase final do filme não o estragam, mas poderiam ter sido cortados, na minha opinião.

E para quem não sabe – eu, ao menos, não sabia – Wanted é mais uma adaptação do universo dos quadrinhos para o cinema. O filme é inspirado livremente – alguns dizem que “bem livremente” – na HQ de Mark Millar e J. G. Jones. Lendo um pouco mais a respeito, percebi melhor o sentido da história ao confirmar uma suspeita: a obra é uma sátira ao universo típico dos superheróis de editoras como Marvel e DC. Justo o que eu comentei antes sem saber… Só gostaria de saber a opinião dos fãs deste HQ sobre a adaptação dele para o cinema. Quem tiver lido os quadrinhos pronunciem-se, por favor.

Mas algo que eu posso adiantar – mesmo sem ter lido os HQ’s de Wanted – é que Mark Millar aprovou algumas mudanças da adaptação de sua obra para os cinemas e desaprovou outras. Segundo esta matéria, ele gostou, por exemplo, de que os personagens não aparecem no filme com uniformes – uma idéia que ele tinha tido para os HQ’s mas que, depois, teria “esquecido”. Por outro lado, ele não aprovou a idéia de transformar os personagens principais em pessoas comuns. Nos quadrinhos o grupo era formado por super-vilões com seus respectivos poderes. 

E se alguém ainda tinha dúvidas, agora não existe mais espaço para nenhuma delas no que se refere ao ator James McAvoy: sem dúvida ele é um dos novos queridinhos de Hollywood – com razões, diga-se.

CONCLUSÃO: Um filme de ação dos bons, perfeito tecnicamente falando e com um roteiro que deve ser encarado um pouco como uma “paródia” dos filmes do gênero, brincando com a idéia das sociedades secretas de assassinos e seus métodos. Com um elenco de estrelas e um diretor russo conhecido por suas invenções em filmes de ficção, Wanted deve ser visto sem pretensões. Como outras produções do gênero, ele é absurdo, ignora a física e a lógica, mas quem se importa? Recomendado para quem não se importa com sangue e pancadaria e para os que querem ver algo distante léguas de qualquer filosofia ou “conceito”. Divertido e bem feito, o que um filme do tipo deve ser.

SUGESTÃO DE LEITORES: Na verdade, Wanted poderia ser classificado como “contra-indicado” por leitores. hehehehehehe. É que em agosto de 2008 o Marco citou este filme dizendo que não tinha gostado dele. O classificou como uma mistura pobre entre Matrix e Clube da Luta. 😉 Certo, o filme não é nada assim excepcional, mas achei ele bonzinho. E a Angelina Jolie anoréxica… bem, a mulher se preocupa realmente com a linha. Não lembro dela nunca ter um corpo mais “cheinho” do que esse que ela exibe no filme. Vide Gia (em que ela está ótima) e Girl, Interrupted, entre outros. A mulher é magra assim mesmo, que fazer? (comento isso porque o Marco achou ela anoréxica… hehehehehe).

ATUALIZAÇÃO (15/03): Gente, resolvi dar uma diminuida na nota deste filme (também). É que hoje assisti a um filme do qual falarei em breve e para o qual, logo que terminei de assistí-lo, pensei em uma nota. E eu ia achar injusto dar a nota que estou pensando para ele tendo deixado Wanted com a nota antiga, assim como o último filme alemão que eu vi. Então diminui a nota de ambos para que ficasse tudo mais justo. O povo que achou que eu tinha sido muito generosa agora pode dar um sorrisinho de canto de boca. hehehehehehehe. 😉

Sobre Alessandra

Jornalista com doutorado pelo curso de Comunicación, Cambio Social y Desarrollo da Universidad Complutense de Madrid, sou uma apaixonada pelo cinema. Em outras palavras, uma cinéfila inveterada. Também tenho Twitter, conta no Facebook, Polldaddy, Youtube, entre outros sites e recursos online. Tenho 20 anos de experiência como jornalista e hoje trabalho com inbound marketing em Florianópolis (SC), Brasil.

16 Respostas

  1. Olá Alessandra!

    Incrível a forma como tu disseca os filmes. Teus textos são longos, entretanto leves de se ler. Parabéns! Assisti a Procurado no cinema e não me animei a escrever sobre ele. Se fossse, seria um fiapo de história, rs. Permite-me colocar teu blog na minha lista de favoritos? Se tiver tempo dá uma passada lá no meu: http://blig.ig.com.br/planosequencia/

    abs.
    Charles

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  2. Oi Ale !

    Olha só a situação: você comenta tantos filmes bons e justamente quando fala de Wanted, eu resolvo aparecer!

    Eu acho que você foi um pouco generosa na nota do filme, pois eu dificilmente daria mais que um 6, e com muito esforço. Não me entenda mal, eu adoro filmes “esqueça-as-leis-da-física-e-se-divirta”, mas acredito que fui com uma expectativa alta demais para Wanted.

    Explico-me, acontece que tinha visto um preview do filme que tinha uns 3 ou 4 minutos de duração e todas as cenas me deixaram boquiabertos e doido para ver logo essa produção. Fiquei triste quando terminei de assistir e percebi que as únicas cenas que prestavam estavam justamente no trailer. Durante a exibição, nenhuma surpresa. Decepcionante, no mínimo.

    No entanto, não achei o final ruim, como vi em muitos comentários pela internet, achei que foi exatamente o necessário, se fosse menos que aquilo, ai sim, seria um filme péssimo.

    Gostei do McAvoy (Ainda espero vê-lo em Doctor Who!) e do Freeman – até porque esse ai nunca fez um filme ruim – mas Jolie não me convenceu como “musa” do herói. Acho que ela estava sem vontade de estar ali e só aceitou o papel para comprar o leite dos meninos. 😀

    Mas o conjunto da obra é um daqueles filmes que não te marcam, que voce só lembra que viu quando alguém comenta com você sobre ele. No mais, eu não recomendaria.

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  3. Cristóvão Corrêa Soares

    Prezada Alessandra,

    primeiro, quando eu crescer que ser igual a você.
    Seu bom gosto sobre cinema e a respectiva perspicácia
    sobre o assunto, muito me impressionaram.
    Sou apenas um adimirador da sétima arte,
    em especial da obra de Wim Wenders…

    Má, a pergunto que lhe faço é:
    você mora no Brasil? todos esses filmes sobre os quais você realiza comentários pertinentes,
    são encontrados aqui em terras tupiniquins ?

    Quais cineclubes e videolocadoras você recomenda?
    (juro que procurarei por eles, um dia, mesmo não habitando
    as grandes metrópoles como Sampa…)

    Atenciosamente
    Cristóvão Corrêa Soares
    (imagético amador)

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  4. Enzo

    Ale! tudo bom? Quanto tempo, você não faz ideia do susto que tomei ao ver a foto do “wanted” no seu blog. kakak
    adorei sua critica, apesar que denovo achei você um pouco generosa. Estou anotando os nomes dos ultimos filmes que você postou, me interessei por todos.

    Ale, tenho uma indicação pra você: “Surveillance”. Gostei muito desse filme, Dirigido por Jennifer Chambers Lynch a filha do David Lynch, autor de alguns dos filmes que estão na minha lista de 10+

    É um prazer ler sua critica.
    abraço
    Enzo

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  5. Cristóvao

    Obrigado por responder.

    E, corrigindo a mensagem anterior, onde se lê “que ser” leia-se “quero ser”… rs

    Você falou sobre os básicos do Wenders, né? Pois é, caminhando por aí dia desses eu encontrei num Sebo o LP da trilha sonora do “Paris, Texas”, que é instrumental do melhor.

    Ah, por outros motivos, prefiro o Herzog ao Wenders… rsrs até porque assiste mais filmes do Zog do que do Wim…

    Té mais
    (desculpe-me pela demora em retornar…)

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    1. Cristóvão

      Olá…

      você pode enviar o link do que havia comentado sobre o Aguirre?

      Maravilhoso!
      Até uma das primeiras cenas, em que o Klaus Kinski (incrível !) tá na canoa caminhando de um lado pro outro e mentendo bronca em geral, que provam uma das minhas teses mirabolantes.
      A de que se conhece um bom quando ele fica – interpreta – calado.

      Isso lembra mesmo o cinema expressionista alemão ou os primórdios do cinema mudo… má é verdade, não acha?

      Enfim, (por falar em trilha, a MIA fez água nos olhos desse mortal durante o “Slumdog Millionaire”, na hora cheguei a torcer pra que o filme se transformasse em road movie de vez….)

      É isso,
      até a próxima

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  6. Cristóvão Corrêa Soares

    Você não sabe, mas sou espectador (esporádico mas não menos cativo) do seu blog …

    Ah, na mudança de assunto de ‘cinema mudo’ pra ‘trilha sonora’ me faltou um conectivo…

    Aff… mas na edição, faz sentido né?

    Eisenstein que o diga… rsrs

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    1. Cristóvão Corrêa Soares

      Oi, Alessandra !

      tudo bem ?
      Caramba, dia desses eu precisei de uma crítica sobre o “Amantes”, em cartaz aqui em Brasília…
      Então, procurei pelo seu comentário depois de ler algumas críticas de que desconfio. Afinal,sinopses “críticas” dos jornalistas são tão confiáveis, né não ? rsrs. Exemplo: a Folha de São Paulo avaliou esse longa com 3 estrelinhas; já o Correio Braziliense mandou logo 4. Aff…
      Tá certo que se desconfie menos da Folha que do Correio, mas ….

      Acho que vou vê-lo em breve, mesmo assim manda ver aí a sua opinião. Pra mim vai ser importante pensar nisso depois.

      Tchau !

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