Aus Dem Nichts – In the Fade – Em Pedaços


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A violência motivada pela ignorância é capaz de gerar os piores pesadelos. Temas atuais fazem parte de Aus Dem Nichts. Um filme potente, que nos faz pensar sobre o problema gigantesco que vem crescendo em diferentes países, que é o da intolerância e da incapacidade de muitas pessoas de aceitarem o que é diferente a elas. Quando alguém passa a se sentir superior a outra pessoa, quando se sente mais “merecedor” de viver do que um semelhante de carne e osso, vivemos dias de terror e uma era tenebrosa. E o efeito de tudo isso é um vazio sem fim.

A HISTÓRIA: Diversos começam a bater palmas. De uma cela, Nuri Sekerci (Numan Acar) surge vestido de terno branco e cumprimenta os colegas de cadeia. Ele está feliz e caminha em direção à saída do pavilhão. Quando ele passa pela pessoa que está filmando, ele diz que essa é a hora da verdade. Começamos a ouvir a música My Girl, e em uma sala próxima, Katja (Diane Kruger) está esperando ele para os dois casarem. Corta. Parte 1: A Família. O tempo passou, e agora Katja leva o filho Rocco (Rafael Santana) para passar um tempo com o pai no escritório. Os fatos que virão em seguida vão afetar para a sempre a vida dela.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Aus Dem Nichts): Eu estava “sedenta” para assistir a esse filme. Quem acompanha o blog com frequência, sabe que eu estava de olho no novo filme do ótimo diretor Fatih Akin porque essa produção tinha sido, por muito tempo, cotada como a favorita para levar o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

No final das contas, para surpresa de muitos – e eu me incluo nesse grupo -, Aus Dem Nichts não chegou nem a figurar na lista dos cinco filmes finalistas na categoria Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2018. Fiquei surpresa pela “esnobada”, à princípio, mas ao assistir ao filme eu entendi um pouco as razões para isso. Aus Dem Nichts é um bom filme. Ele é bem conduzido e trata de questões muito importantes nos nossos dias. Mas ele também tem alguns probleminhas que fazem com que ele não seja tão bom quanto poderia ser.

Mas antes de falar desses “probleminhas”, vamos falar sobre a história em si. Interessante como Fatih Akin começa a sua história sobre uma Alemanha moderna e ao mesmo tempo tão antiga. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Primeiro, somos apresentados aos personagens principais: uma universitária que se apaixonou pelo cara que lhe vendia maconha e que, depois que ele foi preso, seguiu se relacionando com ele, ao ponto dos dois se casarem na prisão em que ele estava.

Passa o tempo, e o casal tem um filho de seis anos, o super esperto Rocco. Até aí, esse pequeno núcleo familiar é parecido com tantos outros. Eles devem batalhar diariamente por sobreviver e, no caso de Katja e Nuri, em dar uma vida confortável e uma boa educação para o filho, Rocco. O filme começa mostrando os fatos determinantes para essa família: o casamento de Katja e Nuri e, anos depois, o dia em que Katja levou Rocco para passar algumas horas com o pai no escritório. Até aí, tudo normal.

Mas esse filme não aborda a normalidade, e sim, fatos lamentáveis que não deveriam fazer parte da vida de ninguém. Mas que, infelizmente, fazem. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Enquanto Katja vai tranquilamente passar um tempo com a irmã Birgit (Samia Muriel Chancrin) em uma sauna, o marido e o filho dela estão sendo mortos em um ataque terrorista cruel e absurdo.

Achei interessante como o roteiro de Fatih Akin e Hark Bohm divide a história em três capítulos. Após a introdução em que o casamento de Katja e Nuri é mostrado, nós temos pela frente os capítulos A Família, A Justiça e O Mar. O primeiro mostra rapidamente o núcleo familiar de Katja, Nuri e Rocco e, com o atentado, as demais pessoas que fazem parte daquela família – os pais de Katja e de Nuri e a irmã de Katja.

Essa rede de apoio, junto com o advogado Danilo Fava (Denis Moschitto), amigo de Katja e Nuri, tenta dar um certo conforto e sustentação para Katja depois da morte trágica do marido e do filho. Mas, claro, nada disso adianta. Logo após a confirmação das mortes, Katja se lembra de uma possível suspeita que deixou uma bicicleta sem cadeado na frente do escritório que foi bombardeado. É feito um retrato falado, mas a polícia primeiro pensa na possível culpabilidade da vítima, Nuri.

Isso incomoda, e muito, mas é uma coisa bastante comum nos dias atuais. Não apenas a polícia, mas muitas “pessoas de bem” – odeio esse termo, devo dizer – saem julgando a vítima apenas pelos equívocos que ela cometeu antes. Como se alguém “merecesse” morrer porque foi preso antes. Assim, ao invés do inspetor-chefe Gerrit Reetz (Henning Peker) realmente ir atrás da suspeita apontada por Katja ou buscar outras fontes de informação, como câmeras de segurança – eis uma das falhas do filme, ao meu ver – para encontrar os criminosos, ele resolveu investigar a vítima.

Sim, porque por ser de origem turca e por ter sido preso durante quatro anos como traficante, Nuri deveria ter alguma “culpa no cartório”. Como Reetz diz com todas as letras para a viúva, Nuri deveria estar fazendo algo de errado e deveria ter desagradado a alguma das “máfias” existentes na Alemanha. Que beleza, não? Tudo bem a polícia trabalhar com todas as possibilidades e ter diversas linhas de investigação, mas daí a presumir a culpa da vítima apenas por causa do seu passado, me parece um bocado injusto demais.

Da sua parte, Katja acredita que algum neonazista foi o culpado pelo atentado. Apesar daquele certo apoio da família, ela não suporta a dor dilacerante de ter perdido, de uma hora para a outra, toda a felicidade que tinha com o marido e o filho. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Ela não vê mais sentido em viver e, quando está quase morrendo, após cortar os pulsos na banheira, ela escuta uma mensagem do advogado Danilo que lhe acende alguma vontade de seguir em frente.

Ele comenta, na mensagem que deixou na secretária eletrônica, que Katja estava certa. Que tinham sido neonazistas os responsáveis pelo atentado. Aí entramos na segunda parte do filme, quando Akin e Bohm encaram o capítulo da justiça. Julgamentos sempre são interessantes, e esse se revela especialmente dolorido pelos detalhes que são narrados sobre o que aconteceu com as vítimas. Uma crueldade inacreditável. E os acusados, o casal Edda (Hanna Hilsdorf) e André Möller (Ulrich Brandhoff), impassíveis frente a tudo que foi dito.

Algo que me chamou muito a atenção é que o casal só foi “descoberto” por causa da denúncia do pai de André, Jürgen Möller (Ulrich Tukur). Ou seja, não foi porque a polícia fez um bom trabalho, mas porque um cidadão comum e consciente resolveu denunciar o próprio filho e nora por algo abjeto que eles fizeram. Mais um exemplo de como a busca pela justiça varia muito conforme a vítima.

Durante todo o filme eu me perguntei como teria sido o desenrolar daquela história se a vítima tivesse sido Katja. Se Nuri tivesse sobrevivido, teria feito alguma diferença? Duvido muito, porque o que estava em jogo ali, me parece, é o fato de que nem ela e nem ele eram os “cidadãos modelo”. E a polícia e a Justiça, aparentemente, não tem um tratamento igualitário para todos os cidadãos. Isso fica claro também com o fim do julgamento – e vamos convir que essa história de “falta de provas” ou de “dúvida pró réu” muitas vezes é pura babela para proteger alguns perfis de pessoas e não outras.

Passado tudo aquilo, e com a segunda violência que Katja sofria em relação à sua família – primeiro a morte deles, depois, a falta de justiça para o caso -, entramos na terceira parte da história: O Mar. Esse é a parte em que Katja busca a justiça pelas próprias mãos, viajando para a Grécia, onde se hospeda a uma certa distância do alvo do início da sua investigação, o empresário grego neonazista Nikolas Makaris (Yannis Economides).

No julgamento dos Möller, Makaris mentiu a favor deles. Katja tem certeza que os dois serão protegidos novamente por Makaris e vai atrás deles na Grécia. Lá, ela busca a justiça por sua conta. Depois de uma investida um tanto maluca no hotel de Makaris, ela tem a sorte do neonazista ser burro o suficiente para ir no esconderijo dos Möller para avisá-los sobre a presença dela na cidade. Isso era tudo que ela precisava, saber sobre a localização deles.

Aí temos a segunda “bobeira” do roteiro. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Primeiro, vemos aquela perseguição um tanto “ousada demais” da protagonista, que entra em uma estrada sinistra atrás de Makaris. Depois, e essa é a pisada na bola pior, a meu ver, ela acreditar que a forma mais interessante de matar o casal neonazista seria preparar uma bomba igual a que eles tinham feito para matar o marido e o filho dela.

Vamos lá. Falemos de vida real. Você localiza os dois canalhas que mataram a sua família. Qual seria a sua ideia de vingança? Certamente não seria preparar uma bomba caseira e levar ela em estradas de terra até o local do ataque, não é mesmo? Muito mais prática uma pistola ou até mesmo um fuzil. Tenho certeza que na Alemanha também existe um mercado ilegal de armas no qual ela poderia providenciar isso.

Muito mais difícil é ela tentar imitar uma bomba caseira só de saber os seus ingredientes e o seu “esquema”. Claro que Fatih Akin precisava dessa ideia de bomba para o seu “grand finale”. Mas vou dizer para vocês que essa “forçada de barra” me incomodou um pouquinho. Depois, achei no mínimo estranho aquela recuada dela antes do ato final. Ela desiste detonar a bomba na primeira vez. Daí eu pensei: “Ah, ela percebeu que matar eles não iria resolver nada. Que o marido dela e o filho continuariam mortos. Então o que ela vai fazer é terminar o que tinha começado na banheira”.

Pensei isso e achei que o título do terceiro capítulo, “O Mar”, tinha a ver com isso. Com a “solução final” que ela iria encontrar para aquele episódio sem solução satisfatória. Quando ela finalmente atende o telefonema do advogado, e meio que se despede dele, eu concluí que ela iria se matar. Mas aí temos o grande finale, em que tudo isso se junta – o desejo de morrer com o desejo de vingança e/ou “justiça”.

O filme é potente, e mostra que nenhuma violência ou extremismo leva a lugar algum. Apenas à morte e a mais destruição. Ninguém saiu melhor daquela história. Apenas diversas vidas foram jogadas fora e exterminadas por causa de ignorância, preconceito e um ódio reprimido que teve uma resolução desastrosa.

Quando eu penso nos títulos dos “capítulos” do filme, penso que Fatih Akin e Hark Bohm desconstruíram os três conceitos. A ideia de família, de justiça e a simbologia pacífica do mar são destruídas pelos acontecimentos que vemos em cena. Tudo que sobra no final é morte, destruição e sofrimento. Como eu disse antes, nada de bom. E tudo isso por qual razão mesmo? Porque alguns cretinos acreditam que são superiores a outras pessoas.

Infelizmente na Europa existem muitos grupos de xenófobos, preconceituosos e extremistas. Gente cretina que realmente provoca casos como o que vemos em Aus Dem Nichts. Por isso mesmo, esse filme é tão importante. Ele coloca o holofote nesta questão, e mostra com muita propriedade a dor insolúvel de quem fica – no caso, a personagem interpretada pela ótima Diane Kruger. Impossível não sentir a dor dela e se compadecer com o seu exemplo.

Antes, citei alguns pontos que me incomodaram na história. Sim, entendo as intenções de Fatih Akin. Mas ele poderia ter cuidado um pouco mais com alguns detalhes do roteiro – para que o filme não parecesse um tanto “largado” em alguns pontos. Vou citar as duas questões que mais me incomodaram. Uma das razões para Edda e André Möller terem sido absolvidos é porque não foi possível comprovar o depoimento de Katja que disse que viu Edda deixando a bicicleta na frente do escritório no bairro turco.

Gente, hoje em dia, que cidade de médio ou grande porte não está polvilhada de câmeras de segurança? E além dessas câmeras, o quanto não é frequente lojas, bancos e outros estabelecimentos terem câmeras que gravam, inclusive, parte das ruas? Então justamente na rua onde foi feito o ataque não havia uma santa câmera filmando que pudesse mostrar Edda ou alguém parecido com ela? Achei essa parte bem difícil de acreditar, mas entendo que Akin precisava disso para conseguir justificar o seu terceiro capítulo.

E aí o outro ponto que me incomodou foi a “solução criativa” que Katja deu para o seu plano de vingança. Sério mesmo que uma mãe que não tinha chegado a terminar a faculdade, que fazia uma carreira que não tinha nada a ver com eletrônica ou conhecimentos que pudessem lhe ajudar a fazer uma bomba poderia, com um bocado de facilidade, replicar uma bomba caseira como a que matou a sua família?

Para “justificar” o talento de Katja para os eletrônicos, ela foi mostrada em uma sequência do passado consertando um carrinho de controle remoto do filho. Novamente, achei exagerada a escolha de Fatih Akin para tornar o seu filme ainda mais potente. Não me parece que uma mulher com o perfil de Katja realmente faria aquilo – até porque, volto a dizer, seria muito mais fácil ela terminar com os neonazistas atirando neles, não é mesmo?

Então sim, o filme tem um belo propósito, é bem conduzido, faz o espectador se colocar no lugar da protagonista, mas ele poderia ter um roteiro um pouco mais bem cuidado. Aus Dem Nichts está entre os bons filmes dessa temporada, mas realmente eu não acho que ela era tão bom assim para ser um dos favoritos ao Oscar. Em outras palavras, não foi uma injustiça ele ficar de fora da disputa. Ainda assim, certamente ele merece ser visto.

NOTA: 9.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Pessoal, estou na correria e super cansada. Então eu vou parar a crítica por aqui e publicar ela hoje apesar de não ter feito essa parte das curiosidades sobre o filme. Prometo retomar essa parte logo que possível. Mas, agora mesmo, prefiro publicar a crítica do que ficar com ela semi-pronta. Espero que me entendam. 😉

Olá pessoal! Voltei. 😉 Então, vamos falar um pouco mais sobre Aus Dem Nichts. Entre os aspectos técnicos do filme que vale destacar, me chamou a atenção a direção de fotografia de Rainer Klausmann; a edição de Andrew Bird; os figurinos de Katrin Aschendorf; o design de produção de Tamo Kunz; e a direção de arte de Seth Aschenorf.

O diretor Fatih Akin faz um bom trabalho na direção, começando por um vídeo mais “amador”, naquela sequência no presídio – se passando, então, realmente por um cinegrafista amador -, e seguindo com uma câmera muito próxima dos atores e de suas entregas. O roteiro dele e de Hark Bohm também é bom, mas não é excepcional – ele tem algumas falhas já comentadas. Esse não é o melhor filme de Akin, mas também não deixa de ser bom.

Do elenco, sem dúvida alguma a grande estrela é Diane Kruger. Ela está excepcional no papel de Katja. Realmente a entrega dela é visceral, ao ponto de não deixar ninguém incólume ou sem passar ao menos alguns minutos na sua pele. Um belo trabalho, sem dúvida. Além dela, vale destacar o bom trabalho de Denis Moschitto como o advogado Danilo Fava; de Johannes Krisch como o “odioso” advogado de defesa do casal de neonazistas; de Numan Acar como Nuri – pena que o papel dele tenha sido tão pequeno; de Henning Peker como o inspetor-chefe Gerrit Reetz; e de Rafael Santana em praticamente uma ponta – mas com desempenho muito simpático – como Rocco.

Aus Dem Nichts estreou em maio de 2017 no Festival de Cinema de Cannes. Depois, o filme participaria, ainda, de outros 29 festivais em diversos países. Nessa trajetória, o filme conquistou 10 prêmios e foi indicado a outros 14. Entre os prêmios que recebeu, destaque para o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira; para o prêmio de Melhor Atriz para Diane Kruger no Bavarian Film Awards; para o prêmio de Melhor Atriz para Diane Kruger no Festival de Cinema de Cannes; para o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema Vukovar; para os prêmios de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz para Diane Kruger no Satellite Awards; e para três prêmios como Melhor Filme em Língua Estrangeira dados por associações de críticos.

Agora, uma curiosidade sobre essa produção. Como comentei antes, Aus Dem Nichts é dividido em três capítulos. Em cada uma dessas partes, o diretor de fotografia Rainer Klausmann usou um recurso diferente – justamente para diferenciar bem cada segmento. Na primeira parte do filme, ele filmou no modo “Super-16” com a intenção de obter um visual mais áspero. Na segunda parte, ele utilizou lentes anamórficas novas e filmou de uma maneira mais estática. E na terceira parte, ele utilizou lentes velhas vintage para conseguir imagens mais “suaves”. Os segmentos mais curtos de vídeos caseiros foram rodados com smartphones comuns.

De acordo com o site Box Office Mojo, Aus Dem Nichts faturou cerca de US$ 306 mil nos Estados Unidos. Uma bilheteria baixíssima e que revela o pouco interesse que o filme despertou no público daquele país.

Os usuários do site IMDb deram a nota 7,3 para esta produção. Uma avaliação boa se considerarmos o padrão do site. Os críticos que tem os seus textos linkados no Rotten Tomatoes dedicaram 76 críticas positivas e 28 negativas para o filme, o que garante para essa produção uma aprovação de 73% e uma nota média de 6,7. Enquanto isso, segundo o site Metacritic, Aus Dem Nichts registrou um score entre os críticos de 64 (22 avaliações positivas, 7 mescladas e 1 negativa) e um “user score” de 8,1. Ou seja, no geral, o filme foi bem avaliado.

Aus Dem Nichts é uma coprodução da Alemanha e da França. Há muito tempo, ao fazer uma consulta aqui no blog, as pessoas pediram filmes da Alemanha. Por isso, essa produção entra na lista de filmes que atendem o pedido de vocês.

CONCLUSÃO: Um filme potente, com uma atriz fantástica como protagonista e com uma história bastante atual. Infelizmente. Muitos problemas são gerados pela falta de memória história e pela falta de conhecimento, de educação e de humildade. Aus Dem Nichts nos mostra de maneira contundente os efeitos práticos de um ataque terrorista. Apesar de ser interessante e de jogar luz em questões importantes, esse filme peca por alguns detalhes de roteiro. Nada que o desmereça, mas sem dúvida ele não foi o melhor estrangeiro da temporada. Prefiro ainda o vencedor do Oscar nessa categoria, o chileno Una Mujer Fantástica (comentado aqui). Mas todos merecem ser vistos.

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