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È Stata La Mano di Dio – The Hand of God – A Mão de Deus


Um filme italianíssimo. Tanto na narrativa quanto, principalmente, na história e nos personagens. A exemplo de diversos filmes de Pedro Almodóvar, que ajudaram o mundo a entender um pouco do espírito, do “jeito de ser” e do modo de vida dos espanhóis, este È Stata La Mano di Dio faz o mesmo pelos italianos. Um filme com um propósito muito claro e que atinge os seus objetivos.

A HISTÓRIA

Começa com a frase: “Fiz o que pude. Acho que não fui tão mal”, de Diego Armando Maradona, “o melhor jogador de futebol de todos os tempos”. Na primeira cena do filme, alguns barcos navegam para a cidade, que é vista de forma panorâmica. Um carro de luxo trafega sozinho pela orla, até que a câmera se distancia e mostra o restante da cidade. Corta. Enquanto alguns fogos estouram no céu, o trânsito está totalmente parado. Diversas mulheres esperam em um ponto de ônibus.

Uma delas é Patrizia (Luisa Ranieri), que é chamada pelo nome por um homem que está dentro de um carro. Ele se apresenta como São Januário (Enzo De Caro). Ela entra em uma jornada misteriosa nesta noite, que vai terminar em briga com o marido, Franco (Massimiliano Gallo), tio de Fabietto Schisa (Filippo Scotti).

VOLTANDO À CRÍTICA

(SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a È Stata La Mano di Dio): Esse é um daqueles filmes que mergulha com propriedade na cultura da qual ele faz parte. Como comentei no início deste texto, È Stata La Mano di Dio é um filme italianíssimo, que busca primeiro focar na história de uma grande família italiana, suas relações e particularidades, para depois tratar sobre questões mais amplas e que pertencem a coletivos de qualquer latitude.

Algo que chama a atenção em È Stata La Mano di Dio desde que o filme começa é como ele mergulha no jeito italiano de ser, trabalhando com “estereótipos” daquela cultura, como a família, as excentricidades de um povo “visceral” e passional, a paixão que eles têm pelo futebol e pela arte – especialmente o cinema.

Além disso, o filme foca na passagem da vida juvenil para a adulta do protagonista. E isso envolve várias questões. Uma delas, bem presente para ele e para outros personagens, está relacionada com a sexualidade. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Temos uma mulher que é a grande gostosa da produção, tia do protagonista e considerada sua musa. A primeira vez dele deve ocorrer logo, avisa o pai do garoto. Não importa muito com quem ela aconteça – e, segundo o próprio Saverio (Toni Servillo), não seria estranho se essa primeira vez fosse com uma garota de programa.

Os italianos tem muito dessa cultura machista e patriarcal que os homens devem ser “iniciados” logo, porque são machos e devem ter uma vida sexual muito ativa. Como se isso tornasse eles especiais ou mais interessantes. Sabemos que não. Mas a questão “caliente”, carnal e sexual dos italianos faz parte da cultura que eles “exportam”. Isso está presente no filme em vários momentos, mas especialmente na “tia boazuda” do protagonista.

A família Schisa é retratada na produção como uma família representativa da Itália. Em uma reunião com todos os membros desta família, temos um exemplo desta “aura” italiana, com muitas gracinhas e piadinhas sendo ditas, aqui e ali, com uma série de comentários hoje considerados “politicamente incorretos” – mas que, naquela época e naquele lugar, eram bastante comuns e “aceitáveis”. Tiram sarro de tudo, e isso também faz parte do “estilo” italiano de ser.

Além da família ser um elemento fundamental nesta produção, temos em È Stata La Mano di Dio uma outra questão central: a homenagem que o filme faz para o cinema. A Sétima Arte é o que motiva o protagonista a encontrar um novo “sentido” para sua vida. (SPOILER – não leia se você ainda não assistiu ao filme). Ele perde os pais de forma violenta e repentina e tem que encarar o futuro de frente, sem apoio dos pais, que ele amava tanto.

Como ele mesmo confidencia, na parte final da produção, ele não vê mais sentido em viver. A realidade é muito dura, e apenas o cinema, talvez, possa permitir que ele encontre vontade de viver e de prosseguir, podendo oferecer para os demais um pouco de fantasia. È Stata La Mano di Dio acaba discutindo o sentido do cinema, sua função social e particular. Algo que é bem típico do cinema italiano também.

Por tudo isso, esta produção pode ser considerada um ótimo exemplar de cinema italiano, em tudo que podemos considerar neste estilo de filme, que mescla realismo com fantasia e trata de elementos importantes daquela cultura. O futebol, claro, com destaque para o fascínio dos italianos com Maradona, é outro elemento importante do filme.

Esse tema perpassa toda a história. E chega em uma conclusão interessante. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). No início, para alguns da família Schisa, o que de mais importante poderia acontecer na vida e no mundo seria Maradona ser comprado para jogar na Itália. Isso acaba, de fato, acontecendo. Fabietto não morre, junto com os pais, porque ficou para ver uma partida do ídolo. Enquanto o tio considera isso um milagre, do “santo Maradona”, Fabietto considera apenas uma tragédia.

Da noite para o dia ele perdeu o que tinha de mais importante. Então, quando o jogador argentino dá um título para o time do coração do protagonista, ele está mais preocupado em encontrar um lugar para si no mundo. Enquanto os aficionados comemoram nas ruas, ele se lança para uma nova vida indo para Roma. O encantamento mudou. Um jogador de futebol, por mais fantástico que ele seja, não tornará a vida mais leve.

Fabietto deve encarar o futuro de frente. Ele tem uma família ainda, mas ninguém é tão próximo ou importante como seus pais. Ele busca um lugar que faça sentido, onde ele se sinta pertencente, e uma das possibilidades disso acontecer está no cinema.

A arte é algo importante para ele e para qualquer pessoa. A arte salva. Por fazer uma bela homenagem para o cinema, além de tratar sobre o jeito de ser dos italianos, este é um filme interessante. Merece ser visto, apesar de não ser excepcional, inesquecível ou mesmo o melhor filme do diretor.

Ah sim, e vale dizer que a opinião do cineasta, franco admirador de Maradona, deve ser vista desta forma, como a opinião de um fã do jogador argentino. Para a maioria dos brasileiros e diversos outros especialistas do futebol, o maior jogador de todos os tempos é o brasileiro Pelé. Mas não para Sorrentino. Faz parte. Devemos respeitar o olhar generoso dos fãs de Maradona, de Messi, de Pelé e de todos os demais. 😉

NOTA

8.

OBS DE PÉ DE PÁGINA

Desde o início, achei esse filme bastante autobiográfico. Afinal, Fabietto Schisa seria uma espécie de “alter ego” do diretor e roteirista Paolo Sorrentino? O quanto do realizador estaria no personagem principal de È Stata La Mano di Dio? Buscando mais informações sobre os bastidores desta produção, descobri que, de fato, È Stata La Mano di Dio é inspirado na família e na juventude do diretor na sua cidade natal, Nápoles.

De acordo com Sorrentino, ele ficou inspirado por Roma, do diretor Alfonso Cuarón (com crítica neste link), que também se inspirou na sua infância na Cidade do México para escrever o roteiro do filme. Sorrentino se inspirou em Roma para abordar a própria história neste È Stata La Mano di Dio. Ainda segundo Sorrentino, quase tudo que vemos em cena realmente aconteceu e “é verdade”.

Conforme Sorrentino, Roma lhe mostrou como “um filme pessoal e privado poderia contar uma história universal”. Por isso ele resolveu mergulhar em sua própria história para fazer È Stata La Mano di Dio.

Interessante uma declaração do diretor e roteirista sobre Nápoles: “O dogma do catolicismo é de alguma forma estruturado sobre uma criatividade muito imaginativa e fantástica. Deus está muito longe, e então você reza para seus pais mortos, Maradona e santos que estão próximos de você”.

È Stata La Mano di Dio marca o retorno de Paolo Sorrentino para sua cidade natal. A outra vez que ele filmou em Nápoles foi quando ele estreou na direção de longas-metragens, em 2001, com L’uomo in Più. Antes deste filme, ele tinha dirigido dois curtas: Un Paradiso, em 1994, e L’Amore Non Ha Confini, em 1998.

Agora, vale citar uma curiosidade sobre um personagem desta produção. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). O Monaciello, que significa “pequeno monge”, faz parte de uma tradição de Nápoles. Segundo esta tradição, um homem baixo, vestido com roupas compridas de monge e um chapéu de abas largas, seria uma figura típica da cidade – e com uma aura bem milagrosa, como nos conta Sorrentino neste filme.

Segundo o diretor, ele conheceu o “célebre” – de quem, admito, eu nunca tinha ouvido falar – diretor italiano Antonio Capuano “tal qual” vemos no filme. Interessante como alguns diretores são ídolos, considerados praticamente como deuses, em suas terras de origem e não muito além. Claro que Capuano, por ter 11 prêmios na carreira, não pode ser considerado um diretor desconhecido. Mas ele também não é um Fellini. Ou um Ettore Scola, ou um Bertolucci, ou um Vittorio De Sica, ou um Pasolini, um Tornatore ou um Michelangelo Antonioni. Enfim, tem muitos cineastas italianos mais conhecidos do que ele.

Mas para Sorrentino, claro, que está aqui contando sobre suas referências e fazendo um filme bastante autobiográfico, Antonio Capuano era um ídolo. Ele nasceu em Nápoles em 1940 e dirigiu 13 filmes. Entre os seus filmes mais famosos – e premiados – estão Vito e Gli Altri (1991), La Guerra di Mario (2005) e L’Amore Buio (2010).

Segundo as notas desta produção, Sorrentino escreveu durante anos notas com memórias relacionadas com sua família, amigos e pais antes de escrever o roteiro de È Stata La Mano di Dio. Quando ele decidiu escrever esse roteiro, ele fez dentro de seu processo típico: escreveu tudo de forma rápida, em cerca de duas semanas, usando como base as notas que ele tinha reunido durante anos com fatos, ideias, personagens e diálogos inspirados em fatos que ele presenciou e vivenciou na juventude.

Filippo Scotti foi escolhido como protagonista do filme depois do diretor ter feito teste com mais de 100 atores para o papel. Por falar em Scotti, ele tem 22 anos e oito trabalhos como ator no currículo, sendo quatro curtas, uma série de TV e três longas. Ele estreou nos longas em 2020 com Il Re Muore. È Stata La Mano di Dio foi o segundo longa dele.

Para Sorrentino, È Stata La Mano di Dio é um filme sobre sensibilidade. A história trata sobre amadurecimento de uma forma simples, como o diretor lembra dos fatos, tendo Maradona como um “ídolo fantasmagórico” que paira sobre todo aquela história por ter tido uma grande importância para quem viveu em Nápoles naquele tempo.

O diretor e roteirista Paolo Sorrentino nasceu no dia 31 de maio de 1970 em Nápoles. Ele perdeu os pais quando tinha 16 anos de idade. Aos 25 anos, depois de estudar durante alguns anos na Faculdade de Economia e Negócios da Universidade de Nápoles Federico II, ele decidiu trabalhar na indústria do cinema. Como diretor, ele estreou com o curta Un Paradiso em 1994, quando tinha 24 anos de idade.

O primeiro longa veio em 2001, quando ele tinha 31 anos de idade: L’Uomo in Più, que recebeu 14 prêmios e foi indicado a outros 13. Ali começou a longa parceria dele com o ator Toni Servillo. Da filmografia do diretor, que tem 11 longas no currículo, assisti a três produções, todas comentadas aqui no blog: This Must Be The Place, La Grande Bellezza e Youth.

Como os filmes de Almodóvar, especialmente da fase inicial do cineasta – antes de seus filmes mais “internacionais” – esta produção inspirada nas memórias de Sorrentino também traz alguns personagens muito típicos da Itália. Este é um diferencial deste filme.

A produção está focada sempre na narrativa de Fabietto Schisa, interpretado pelo carismático e competente jovem ator Filippo Scotti. Ele está muito bem no seu papel. Mas, apesar de ser bom, ele acaba sendo ofuscado pelo casal de atores que vivem os seus pais. Toni Servillo mais uma vez ótimo como Saverio Schisa, pai de Fabietto, e Teresa Saponangelo maravilhosa como Maria, mãe do rapaz. A personagem dela é a mais rica – ou uma das mais, vai – da história. Generosa, solar, apreciadora de fazer “pegadinhas” com todos, ela faz um trabalho impecável.

A personagem de Maria também representa muito da mulher italiana daquela geração – e representa mulheres de muitas latitudes da mesma época. (SPOILER – não leia se você não viu ao filme). Ela é feliz, mãe de família, inteligente, carismática, e lida com uma traição antiga do marido. Fabietto é poupado disso, até perto da morte dos pais. Depois da tragédia ele descobre, pela irmã, que tem um irmão “bastardo” de oito anos. Não chegamos a vê-lo em cena.

Temos diversos atores em papéis secundários, já que este filme explora bem, ao menos na parte inicial da produção, essas figuras da família do protagonista que orbitam e alimentam a história com cenas “típicas” e que devem encontrar muito eco no público italiano – para nós, as cenas parecem apenas uma coletânea de memórias e figuras peculiares, nada demais.

Entre os personagens secundários que tem um pouco mais de destaque na história, podemos citar Marlon Joubert como Marchino, irmão mais velho de Fabietto; Luisa Ranieri como Patrizia, tia do protagonista, mulher mais bonita em cena e “musa” de Fabietto; Renato Carpentieri como Alfredo, tio que sempre diz que os outros são uma decepção, um tanto ranzinza, um tanto sábio; Massimiliano Gallo como Franco, marido de Patrizia; e Betty Pedrazzi como a Baronesa Focale, vizinha no apartamento de cima da família Schisa.

Claro que há vários outros atores em papéis menores. A lista seria longa para citar todos. Então vou citar apenas alguns, como Ciro Capano, que interpreta ao cineasta Antonio Capuano, um dos ídolos de Fabietto; Dora Romano como Senhora Gentile, uma mulher que sempre está com um casaco de pele e que ama falar palavrões; Alessandro Bressanello como Aldo Cavallo, pretendente de uma tia de Fabietto e que vira piada da família; Lino Musella como Marriettiello, outro tio do protagonista; e Biagio Manna como Armando, traficante que acaba virando amigo do protagonista; entre outros.

Entre os aspectos técnicos do filme, vale destacar a direção de fotografia de Daria D’Antonio e a edição de Cristiano Travaglioli. Sem tanto destaque, mas vale citar outros aspectos técnicos da produção, como a trilha sonora de Lele Marchitelli, que é bastante pontual na produção; o design de produção de Carmine Guarino; a direção de arte de Saverio Sammali; a decoração de set de Iole Autero; os figurinos de Mariano Tufano e a maquiagem e o cabelo feitos por Federico Carretti, Vincenzo Mastrantonio, Peter Nicastro e Marco Perna.

È Stata La Mano di Dio estreou em setembro de 2021 no Festival de Cinema de Veneza. Depois, até novembro de 2021, o filme participaria, ainda, de outros 18 festivais de cinema em diversos países, incluindo os festivais de Zurique, Hamburgo, Londres, Tóquio e Estocolmo. Em dezembro do mesmo ano o filme foi disponibilizado pela Netflix.

Este filme homenageia o cinema também em outro sentido. Várias sequências da produção misturam realidade com fantasia, um tipo de “realismo fantástico” que é tão importante para parte da história do cinema italiano – vide, especialmente, Fellini e Tornatore neste sentido.

Até o momento, È Stata La Mano di Dio ganhou 13 prêmios e foi indicado a outros 26. Entre os prêmios que recebeu, destaque para os de Melhor Jovem Ator para Filippo Scotti, Melhor Filme e Melhor Atriz para Teresa Saponangelo, assim como o Leão de Prata do Prêmio do Grande Júri do Festival de Cinema de Veneza; além de seis prêmios em diferentes festivais como Melhor Filme Internacional. È Stata La Mano di Dio também foi indicado Melhor Filme em Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2022. Ou seja, é um filme bem cotado para o Oscar.

È Stata La Mano di Dio é uma coprodução da Itália e dos Estados Unidos e o representante da Itália no Oscar 2022.

Os usuários do site IMDb deram a nota 7,5 para esta produção, enquanto que os críticos que tem os seus textos linkados no Rotten Tomatoes dedicaram 118 críticas positivas e 24 negativas para a produção, o que lhe garante uma aprovação de 83% e uma nota média de 7,3. O site Metacritic, por sua vez, apresenta um “metascore” 76 para o filme, fruto de 29 críticas positivas e sete medianas.

Não sei vocês, mas enquanto eu assistia a esse filme e refletia sobre toda a admiração do protagonista – e de Sorrentino – por Maradona, eu só pensava em como a ida do jogador para a Itália acabou com ele. Foi ali, ele diria depois, que ele realmente começou a afundar na cocaína.

Ou seja, a ida do jogador para o time do coração da família Schisa, que representa os Sorrentino e tantos outros, até pode ter feito a alegria dos fãs do futebol italianos, mas acabou prejudicando bastante Maradona. Ele é visto aqui como um ídolo, quase um super herói, mas ele tinha pés de barro, como bem sabemos.

CONCLUSÃO

Um filme dividido em dois grandes momentos. No primeiro, temos um mergulho interessante no “jeito de ser” dos italianos. No segundo, temos uma homenagem clara ao cinema. È Stata La Mano di Dio fala dos italianos, da paixão que eles tem pela vida, pela família, pela ideia de “irmandade”, pelo futebol e pelo cinema. Um filme interessante, mas que não está entre os melhores daquele país ou desta temporada.

PALPITES PARA O OSCAR 2022

Chego com È Stata La Mano di Dio no quinto filme desta temporada. Assim, completo um terço das produções que foram selecionadas para avançar na disputa pelo Oscar de Melhor Filme Internacional neste ano.

Honestamente, ele não é o pior e nem o melhor filme desta leva. Entre as produções que eu assisti até agora, acho que È Stata La Mano di Dio não tem a força necessária para avançar. Claro, ele é dirigido por um grande nome e conta uma história que pode agradar aos críticos e aos votantes da Academia – história que mescla aprofundamento em uma cultura com homenagem ao cinema.

Mas, particularmente, não vejo o filme com potência para chegar muito longe. Não acho que ele chega até a lista dos cinco finalistas e, muito menos, que tenha chance de ganhar a estatueta nesta categoria sempre muito disputada. Entre os filmes que eu vi até agora, vejo Ich Bin Dein Mensch (comentado por aqui) com mais chances de avançar.

Em segundo lugar, mas correndo por fora, gostaria de ver Lunana (com crítica neste link) avançando. Em seguida, pelo fenômeno que se tornou entre o público e a crítica, viria Lamb (com crítica por aqui), com este È Stata La Mano di Dio correndo próximo. Em último lugar ficaria Un Monde (comentado neste link). Pensando de uma forma geral, avaliando desempenho nas bilheterias, histórico do cinema de cada país, etc.

Seguindo o meu gosto pessoal, Ich Bin Dein Mensch e Lunana seriam os meus favoritos até aqui. Os outros três, considero bons, com Lamb sendo o último da lista. Mas ainda é cedo para cravar os finalistas. Vou avançar com a lista e depois atualizo vocês por aqui. 😉

Por Alessandra

Jornalista com doutorado pelo curso de Comunicación, Cambio Social y Desarrollo da Universidad Complutense de Madrid, sou uma apaixonada pelo cinema e "série maníaca". Em outras palavras, uma cinéfila inveterada e uma consumidora de séries voraz - quando o tempo me permite, é claro.

Também tenho Twitter, conta no Facebook, Polldaddy, YouTube, entre outros sites e recursos online. Tenho mais de 20 anos de experiência como jornalista. Trabalhei também com inbound marketing e, atualmente, atuo como professora do curso de Jornalismo da FURB (Universidade Regional de Blumenau).

3 respostas em “È Stata La Mano di Dio – The Hand of God – A Mão de Deus”

[…] Um filme que eu não acho tão incrível quanto outras pessoas acham pode surpreender e avançar. Falo do islandês Lamb (comentado por aqui). Mas, se fosse apostar em alguém neste momento, apostaria primeiro no filme alemão e, em segundo lugar, nesta produção japonesa. Correm por fora, portanto, Lunana, o belga Un Monde (com crítica neste link) e o italiano È Stata La Mano di Dio (comentado por aqui). […]

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