Manchester by the Sea – Manchester à Beira-Mar


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Tem pessoas que apenas querem ser um “ninguém”. E elas tem uma boa razão para isso. Determinados fatos da vida podem fazer com que você apenas queira esquecer o máximo possível quem você é e de onde você veio. Mas uma hora ou outra a fatura é cobrada. Manchester by the Sea conta a história de pequenas e grandes tragédias particulares. Se a história não é 100% original, a forma com que ela é contada sim traz novidade. Temos aqui um raro exemplo de um filme sensível, duro e legítimo. Muito bem polido nas aparências, mas bastante áspero em seu interior.

A HISTÓRIA: Começa mostrando as águas e a cidade de Manchester, nos Estados Unidos. É neste cenário que surge o barco Claudia Marie, pilotado por Joe Chandler (Kyle Chandler) e com o irmão Lee (Casey Affleck) e o filho Patrick (Ben O’Brien) conversando na popa da embarcação. Lee conta para o sobrinho como ele tem uma visão diferente de mundo do irmão, e pergunta para ele quem ele levaria para uma ilha.

O garoto responde que o pai, e corre em direção a ele. Em outro ambiente, Lee tira a neve do caminho e ajuda a um dos moradores a resolver um problema de vedação da pia. Ele está longe de Manchester, mas logo terá que voltar para a cidade porque o irmão dele está no hospital.

VOLTANDO À CRÍTICA (SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Manchester by the Sea): Este ano temos uma safra interessante de filmes concorrendo ao Oscar. Ainda que o favoritíssimo deste ano seja um musical, por definição uma produção cheia de “fantasia” e de uma realidade um tanto “embelezada”, boa parte das histórias tem uma grande dose de reflexão sobre a dura realidade da vida.

Este é o caso de Manchester by the Sea, um filme que vai crescendo conforme a história avança e nós entendemos melhor ao protagonista e o seu contexto. O destaque da produção, sem dúvida, é o seu roteiro, ainda que o conjunto de elementos que compõem o filme também apresentem qualidade e uma boa alquimia entre si. Os atores estão bem, e a trilha sonora é um ponto fundamental, assim como a direção de fotografia.

Mas voltemos para a história, que é o mais interessante desta produção. De forma inteligente o roteiro do diretor Kenneth Lonergan mostra parte do contexto de proximidade entre Lee e o sobrinho Patrick quando este último ainda era apenas um menino. Após uma breve introdução sobre aquele contexto familiar construído na cidade de Manchester, vemos Lee em outra realidade completamente diferente.

O personagem se parece com tantos outros de classe média baixa dos Estados Unidos – e de vários outros países. Um sujeito que mora sozinho, que trabalha duro, ganha pouco, engole sapos e finaliza os dias bebendo uma cerveja para conseguir encarar melhor tudo isso.

Para muitos, este é o americano médio que foi ignorado por muito tempo pelo governo e por todos e que, nas últimas eleições nos EUA, foi o grande responsável por eleger Donald Trump como presidente. Então este filme ajuda a contar um pouco sobre o contexto destas pessoas que, não apenas nos EUA, mas em qualquer parte do mundo realmente são pouco “visíveis”. Como outros grupos que acabaram sendo tema de outros filmes desta temporada – como os “excluídos”, “desprezados” ou marginalizados de Fences (comentado aqui) ou de Moonlight (crítica neste link).

Sem perder tempo, Lonergan mostra um recorte da vida do protagonista e o retorno dele para a sua cidade-natal. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Ele retorna por uma razão muito triste: a morte do irmão mais velho. Mas esta não é a parte mais dura da história, e o roteirista/diretor espera a hora certa de nos contar porque Lee saiu de Manchester e porque para ele é tão duro voltar para lá.

De forma muito honesta, esta produção nos mostra como há tragédias particulares que são impossíveis de serem superadas. As autoridades podem dizer que você está liberado, e a família mais próxima pode lhe dar todo o apoio do mundo, ainda assim não parece justo que os dias continuem correndo como se nada tivesse acontecido. É sobre isso e muito mais que Manchester by the Sea trata.

O filme tem a habilidade de nos contar de forma interessante e o mais natural/crível possível uma narrativa de perda, vidas retomadas e vidas aprisionadas. Outros filmes já fizeram isso, é verdade, mas não com o mesmo desafio narrativo e criativo desta produção. Então temos a perda de Joe logo no início da produção e o desafio de Lee encarar esta realidade e lidar com a burocracia decorrente de uma morte na família.

Lonergan escolhe o caminho já bastante explorado de narrativas paralelas. Enquanto Lee busca lidar com tudo que envolve a “destinação final” do corpo do irmão e com a nova e inesperada (ao menos para ele) responsabilidade de cuidar de Patrick, voltamos atrás na história para saber melhor sobre o contexto familiar de todas aquelas pessoas.

Desta forma, quando Lee é acompanhado pelo médico para ir reconhecer o irmão morto, voltamos para o momento em que Joe recebe o diagnóstico da doença que o mataria no futuro. Naquele momento já vemos uma certa tensão familiar, especialmente entre Lee e a cunhada, Elise (Gretchen Mol).

Esta relação conflituosa volta à tona após a morte de Joe, quando Patrick é procurado pela mãe e volta a se encontrar com ela após longo tempo separados – ela não apenas deixa o hospital quando o marido recebe o diagnóstico, mas depois acaba deixando ele e o filho definitivamente.

Algumas pessoas demonstram os seus sentimentos com facilidade, enquanto outros são mais restritos nestas manifestações. Mas isso não quer dizer que eles não estejam sentindo, e muito. Manchester by the Sea é um filme exemplar em explorar isso. Porque tanto Lee quanto Patrick parecem lidar “bem” com a perda um tanto “esperada” de Joe mas, no fim das contas, ninguém lida bem com perda alguma.

Cada um deles sofre à sua maneira. Patrick tenta manter a vida normalmente, em uma fase de descobertas, de muitas atividades, amigos e de indecisões entre duas namoradas. Lee está sendo o cara responsável por manter quase tudo em ordem – dentro do possível. Mas para ele é muito difícil ficar em uma cidade onde ele viveu uma história tão pesada.

Em nenhum momento ele quis voltar para Manchester, mas as circunstância fizeram ele retornar para a cidade. O ideal, para ele, era resolver o velório e o enterro do irmão e voltar para a vida que ele tinha até então, onde ninguém o conhecia e onde ele era “mais um” na cidade. Só que ao receber a responsabilidade por Patrick, ele chega a cogitar de ficar em Manchester.

Mas, pouco a pouco, ele se lembra porque deixou a cidade. Todos de lá olham para ele com alguma ideia pré-concebida e com sentimentos muito bem definidos. Enquanto alguns lançam olhar de pena, outros lançam olhares curiosos e muitos estão sempre o julgando ou condenando. A tragédia pessoal de Lee é como a de tantas outras pessoas. Fatos horríveis acontecem por desleixo ou por descuido. Por causa de um “momento de bobeira”.

A perda de Lee e de Randi (Michelle Wiliams) é incomensurável. Não dá para medir, não dá para entender em sua plenitude. Apenas quem vive uma situação daquela pode ter a dimensão exata do que ela significa. O casamento deles acabou depois da tragédia, e Lee teve que lidar com toda a culpa que todos jogaram sobre ele.

A cena mais forte do filme mostra como nem ele mesmo se perdoava. Talvez, com o tempo, ele tenha feito isso. Ou não. Pode apenas ter “tocado em frente” por inércia. Quando está tentando tocar a vida de volta em Manchester, por causa de Patrick, ele percebe que não conseguirá viver na cidade conforme não acha oportunidades de trabalho e, especialmente, quando reencontra Randi.

O tempo passou e, como sempre, o tempo é um grande professor e um grande remédio. O choque passou a ser algo do passado, assim como boa parte da dor e do julgamento, e Randi parece ter um certo arrependimento do que falou e do que fez com Lee. Outra cena marcante da produção é quando ela tenta conversar com ele, mas Lee não está preparado para ter qualquer contato com ela.

Há muita dor em jogo. E dá para entender tudo isso. Mesmo que você ou eu não tenhamos passado por algo assim, a competência de Kenneth Lonergan e dos atores principais desta produção fazem com que você consiga se lugar no lugar deles. Ou seja, esta é mais uma produção que nos faz não apenas pensar, mas sentir e também exercer a misericórdia e a empatia.

Com um pouco de boa vontade é possível sentir qualquer dor e sentimento do outro. Isso nos aproxima e nos torna mais humanos. Este é um dos filmes que nos ajuda neste processo. Apenas por isso, e por todas as qualidades da história e do trabalho dos atores, ele já vale ser visto.

Sem contar que eu acho bacana como o filme, mais do que tratar de perdas, trata de recomeços. Sempre é possível tocar a vida em frente, e cada um sabe a melhor maneira de fazer isso. Sem tantos julgamentos e fórmulas prontas, e essa reflexão sobre a nossa sociedade atual – cheia deles – também é muito importante. Um filme bem acabado e com algumas mensagens bacanas.

NOTA: 9,3.

OBS DE PÉ DE PÁGINA: Um elemento interessante neste filme é a trilha sonora de Lesley Barber. Bastante lírica, ela contraste com o tom árido da história. É como se o que vemos e o que ouvimos fosse complementar e mostrasse como a vida é feita de histórias duras e de beleza. De suavidade e de rispidez. Considero este “casamento” inusitado entre música e história um dos pontos acertados da produção.

Entre os diferenciais do filme, como comentei antes, está o grande roteiro do diretor Kenneth Lonergan. Se este é o ponto fraco de La La Land (comentado por aqui), é o ponto forte de Manchester by the Sea. De forma muito inteligente e milimetricamente calculada o roteirista e diretor constrói esta história de uma forma que faça ela ganhar em interesse e em força conforme ela se desenvolve. Utilizando dois tempos narrativos, Lonergan também se debruça sobre a história do protagonista e das pessoas que o cercam. Bem bacana.

Algo que eu acho interessante nesta produção é que ela foge de muitos lugares-comum. Se é verdade que este filme me lembra muito outro que assisti há tempos atrás – e do qual eu não consegui, nem por decreto, lembrar o nome -, ao mesmo tempo ele se mostra diferenciado pelas escolhas no desenvolvimento dos personagens.

Aliás, explicando um pouco a nota que eu dei para o filme, ainda que ele tenha um ótimo roteiro e atuações coerentes, achei ele muito parecido, ao menos na essência, com outros filmes que já assistimos sobre perdas e sobre o “julgamento social” de uma pequena comunidade. Então, apesar de bem acabado, este filme não é exatamente revolucionário ou mesmo muito inovador. Por isso da nota acima. Mas nada que desmereça a produção, claro. Ela tem muito mais méritos que falhas.

Para muitos, Lee pode parecer um cara frio, vazio, e isso não deixa de ser verdade. Mas não é toda a verdade. A forma com que ele lidar com os fatos e esse “vazio” dele tem boas explicações e, apesar disso tudo, ele se importa muito com o sobrinho e sente uma aflição tremenda quando tem que enfrentar o passado novamente. Não é fácil, em um filme, construir uma história que trate destas nuances e que convença. Por isso mesmo Lonergan e os atores desta produção estão de parabéns, especialmente por não forçar a barra ou exagerar na história ou nas interpretações.

Da parte técnica do filme, além do roteiro muito bem construído, vale destacar a excelente trilha sonora de Lesley Barber, que contrasta com perfeição com a história e a complementa; a edição de Jennifer Lame; e a direção de fotografia de Jody Lee Lipes.

Manchester by the Sea estreou em janeiro de 2016 no Festival de Cinema de Sundance. Depois, o filme passaria, ainda, por outros 19 festivais em diversos países. Nesta trajetória o filme colecionou 97 prêmios e foi indicado a outros 211 – incluindo a indicação em seis categorias do Oscar. Números impressionantes, sem dúvida.

Entre os prêmios que recebeu, destaque para os de Melhor Ator para Casey Affleck no Globo de Ouro 2017; Melhor Filme segundo a National Board of Review; e para nada menos que outros 40 prêmios para Casey Affleck como Melhor Ator; 21 prêmios como Melhor Roteiro; nove prêmios para Michelle Williams como Melhor Atriz Coadjuvante; cinco prêmios para Lucas Hedges como “jovem talento” e similares.

Manchester by the Sea teria custado US$ 8,5 milhões, um orçamento baixo para os padrões de Hollywood. Bacana ver um filme com orçamento tão pequeno se sair tão bem em diversas premiações. Eu sempre torço pelo cinema independente. 😉 O filme é um grande sucesso nos Estados Unidos, onde fez US$ 42,5 milhões até o dia 2 de fevereiro deste ano. Em outros mercados em que o filme já estreou ele fez outros US$ 1 milhão. Ou seja, não apenas repôs os gastos dos produtores, mas está garantindo um belo lucro para eles.

Esta produção foi rodada em diversas cidades do Estado de Massachusetts, como Manchester, Beverly, Lynn, Essex, Gloucester, Manchester-by-the-Sea, Salem, Cape Ann, Quincy e Rockport.

Agora, algumas curiosidades sobre a produção e o cenário em que o filme se passa. A cidade onde a história é ambientada se chamava Manchester até que, em 1989, o morador Edward Corley fez uma campanha para que o nome mudasse para Manchester-by-the-Sea. O curioso é que o Legislativo aprovou a mudança naquele mesmo ano.

Interessante que este filme demorou muito para ser feito por uma série de razões. A ideia original tinha sido esboçada por John Krasinski, que falou para Matt Damon sobre este roteiro em que um trabalhador braçal acaba com a custódia do filho adolescente de seu irmão morto. Damon tinha pensado em estrear na direção com esta produção, mas acabou cedendo a história para Kenneth Lonergan que sofreu um longo martírio por causa do filme Margaret, estrelado por Damon. Em 2011 Margaret estreou de forma limitada e o processo movido pelo produtor do filme terminaria apenas em 2014. Foi só aí que Lonergan pensou em voltar a dirigir, e como Damon estava envolvido em outros projetos, ele passou Manchester para o amigo e diretor.

Quando Damon pulou fora do projeto, deixando a direção para Lonergan, ele pediu para o seu amigo de infância, Casey Affleck, protagonizar a história. Lonergan aparece como o único roteirista do filme porque ele acabou usando a premissa inicial de Krasinski e de Damon para fazer uma história bem ao seu gosto.

Este é o primeiro filme codistribuído por um serviço de streaming – neste caso, da Amazon – que consegue uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. Manchester by the Sea estreou nos cinemas também, claro, mas foi distribuído igualmente pelo serviço da Amazon. Vivemos novos tempos. O que é ótimo, porque assim o cinema sempre vai se renovar.

Manchester by the Sea é o terceiro filme escrito e dirigido por Lonergan – antes ele fez o mesmo com You Can Count on Me e com Margaret.

No melhor estilo Alfred Hitchcock, o diretor Kenneth Lonergan faz uma aparição também em Manchester by the Sea. Ele é o habitante anônimo da cidade que dá uma dura em Lee quando ele está discutindo com o sobrinho e ameaça ele de lhe dar uma porrada.

Falando no diretor de Manchester by the Sea, Kenneth Lonergan tem no currículo apenas três filmes como diretor e nove como roteirista. Com as duas indicações por Manchester by the Sea – Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original – ele contabiliza quatro indicações ao Oscar. As anteriores foram por Melhor Roteiro Original por You Can Count on Me e por Gangs of New York.

Os usuários do site IMDb deram a nota 8,2 para Manchester by the Sea, enquanto os críticos do site Rotten Tomatoes escreveram 221 textos positivos e apenas 10 negativos para a produção, o que lhe garante uma aprovação de 96% e uma nota média de 8,9. Os dois níveis de aprovação são muito bons se levarmos em conta os padrões dos respectivos sites – especialmente a nota do Rotten Tomatoes é muito boa.

Esta produção está sempre focando os personagens Lee e Patrick, por isso mesmo é tão importante que os dois se saiam realmente bem. E eles fazem um trabalho muito bom, muito coerente e sem exageros. Realmente parecem pessoas “comuns” passando por aquelas situações. Além deles, alguns atores tem trabalho importante na história. A premiada Michelle Williams é uma das que menos aparece no filme, mas ela tem um bom desempenho quando é exigida.

Fazem um bom trabalho também em papéis secundários e/ou quase em pontas Kyle Chandler como Joe Chandler; Ruibo Qian como a Dra. Bethany, que faz o diagnóstico de Joe e o acompanha durante a doença; Gretchen Mol como Elise, mãe de Patrick; C.J. Wilson em um trabalho fundamental como George, amigo dos irmãos Joe e Lee; Tom Kemp como Stan Chandler, pai de Joe e Lee – ainda que a participação dele seja pequena; Tate Donovan como o técnico de hockey de Patrick; Kara Hayward como Silvie, uma das namoradas de Patrick; Anna Baryshnikov como Sandy, a outra namorada do adolescente; Heather Burns como Jill, mãe de Sandy; Jami Tennille como Janine, mulher de George; e Matthew Broderick em uma super ponta como Jeffrey, novo marido de Elise.

Esta é uma produção 100% dos Estados Unidos, por isso o filme entra na lista de produções que atendem a uma votação feita aqui no blog há algum tempo e na qual vocês pediram filmes daquele país.

CONCLUSÃO: Um filme que trata de maneira muito franca sobre como a vida continua de maneira diferente para as pessoas que compartilharam uma tragédia. Manchester by the Sea revela a complexidade da vida, das famílias e dos amores. Nem todo mundo consegue recomeçar e, mesmo assim, toca em frente da melhor maneira que pode. Um dos pontos fortes do filme é o roteiro, que sabe construir a história com criatividade e bebendo fundo na fonte do realismo. Amargo, mas muito humano.

PALPITES PARA O OSCAR 2017: Manchester by the Sea é um dos quatro grandes concorrentes deste ano no prêmio máximo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. A produção conseguiu emplacar seis indicações ao Oscar, e os realizadores devem ficar felizes com isso.

Afinal, este é um filme não muito óbvio e sem uma grande produção ou lobby por trás. Então emplacar seis indicações, incluindo aí a de Melhor Filme, é algo muito bacana. Além da categoria principal, Manchester by the Sea concorre nas categorias Melhor Ator (Casey Affleck), Melhor Ator Coadjuvante (Lucas Hedges), Melhor Atriz Coadjuvante (Michelle Williams), Melhor Diretor (Kenneth Lonergan) e Melhor Roteiro Original.

Analisando todas estas categorias e os seus respectivos concorrentes, acredito que Manchester by the Sea tenha a sua melhor chance em Melhor Roteiro Original. O filme pode emplacar também em Melhor Ator – apesar da minha torcida ser para Denzel Washington, não dá para ignorar os 41 prêmios recebidos por Casey Affleck antes do Oscar.

Na categoria principal, Melhor Filme, o favoritíssimo é La La Land (com Moonlight correndo por fora e Manchester by the Sea um pouco atrás). A categoria Melhor Ator Coadjuvante tem Mahershala Ali como favorito; assim como Viola Davis é a favorita em Melhor Atriz Coadjuvante e Damien Chazelle corre na frente em Melhor Diretor. Assim sendo, Manchester by the Sea pode levar em roteiro e em ator, na melhor das hipóteses. Este é o prognóstico mais “óbvio” mas, claro, surpresas sempre podem acontecer.

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4 comentários em “Manchester by the Sea – Manchester à Beira-Mar

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