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Little Women – Adoráveis Mulheres


Houve um tempo – e não faz tanto tempo assim – em que o melhor destino para uma mulher seria casar. Até hoje, na verdade, há quem pense que uma mulher só pode ser feliz se encontrar um bom partido. Little Women, história já várias vezes adaptada para o cinema, surge em uma nova versão, cheia de estrelas, sob a batuta da diretora e roteirista Greta Gerwig. Quem assistiu a alguma versão anterior da história verá pequenas diferenças na narrativa aqui e ali. Quem nunca assistiu à uma adaptação do romance de Louisa May Alcott poderá se surpreender mais com o que verá em cena.

A HISTÓRIA

Começa com uma frase da escritora Louisa May Alcott: “Eu passei por um bocado de problemas, por isso eu escrevo histórias felizes”. O que veremos, em seguida, é a mais conhecida de suas histórias. De costas, Jo March (Saoirse Ronan) está pensativa e tomando coragem para entrar no escritório com diversos editores. Ela diz que está procurando pelo escritório Weekly Volcano, mais especificamente pelo Sr. Dashwood (Tracy Letts). Jo comenta que está oferendo a história de uma amiga e gostaria de saber se ela poderia ser publicada. O editor lê o conto na frente de Jo, faz diversos cortes e aceita publicar. Essa é história de Jo e de sua família.

VOLTANDO À CRÍTICA

(SPOILER – aviso aos navegantes que boa parte do texto à seguir conta momentos importantes do filme, por isso recomendo que só continue a ler quem já assistiu a Little Women): Como sempre, interessante o trabalho da diretora e roteirista Greta Gerwig. A cada nova produção, ela coloca as suas digitais. Mesmo muito adaptado, Little Women consegue, com ela, alguma perspectiva nova. A qualidade, neste caso, está nos detalhes.

Não faz muito tempo, sem querer, assisti a uma versão anterior de Little Women – a de 2018, homônima, dirigida por Claire Niederpruem. Antes, há muito tempo, assisti à versão de 1994, dirigida por Gillian Armstrong e, a exemplo desta nova versão, de Greta Gerwig, também com grande elenco – a saber: Susan Sarandon, Winona Ryder, Kirsten Dunst (criança), Claire Danes, Christian Bale, Gabriel Byrne, entre outros.

Ou seja, para quem já assistiu a alguma versão anterior de Little Women, não podemos dizer, exatamente, que a história aqui será nova. Não. A essência da escrita de Louisa May Alcott foi preservada nesta nova versão, com algumas novas ideias e elementos acrescentados aqui e ali. Neste ponto é que o trabalho de Greta Gerwig ganha relevância – assim como a escolha à dedo de cada pessoa do elenco, é claro.

No que eu notei uma diferença maior neste filme em relação às produções anteriores? Especialmente na forma com que Theodore Laurence, mais como conhecido como Laurie (Timothée Chalamet), foi retratado, assim como em algumas falas de Amy (Florence Pugh). Natural, e na história isso se repete, independente da adaptação feita para o cinema, que a personagem mais “empoderada” (para usar um termo bastante em voga atualmente) seja Jo.

Isso continua valendo nesta versão. Jo é a protagonista, não há dúvidas sobre isso. Ela que conduz grande parte da história e é ela quem defende uma vida que não passe pelo “destino inevitável” do casamento. Essa versão da história deixa mais claro que a intenção de Jo é seguir com uma ligação forte com a família, especialmente com as irmãs. Até esse Little Women, não tinha reparado como esta história revela a passagem da vida infantil/adolescente para a vida adulta de quatro irmãs.

Em um certo momento do filme, fica claro esta passagem, com a necessária – e algumas vezes dura, dolorosa – passagem de uma vida de sonhos e de fantasias, que costuma caracterizar a fase infantil/juvenil, para a vida de desafios, perdas, recusas e conquistas da vida adulta. A versão de Greta Gerwig deixa mais claro como esta produção trata desta passagem do tempo e de uma fase para a outra da vida de quatro irmãs.

Então Jo é a protagonista e a narradora da história. O foco está nela, mas não apenas nesta personagem. Acho que a forma com que Greta Gerwig retrata as demais irmãs também é bastante coerente e madura. Ela mostra a irmã mais velha, Meg (Emma Watson), como uma garota que sonha em se casar desde sempre. Ela acaba fazendo isso sem optar por um “bom partido”. Casa por amor, o que, na época, também era algo “revolucionário”.

Afinal, como ensina a tia March (Meryl Streep), o principal papel de uma mulher, naquela época, era casar bem e, com isso, ajudar a sustentar a família. E a se manter. Porque uma mulher “sozinha” não teria chances – a não ser que, como ela, fosse rica. Meg sabia de seu “papel” na sociedade, mas decide casar por amor com o professor John Brooke (James Morton).

Ao fazer essa escolha, Meg mostra coragem. Mas também coloca mais pressão em suas irmãs. Jo é um “caso perdido”, segundo a tia March, então a pressão toda para fazer um bom casamento fica com Amy (Florence Pugh). Ela é a personagem que ganha um recorte dos mais diferenciados nesta produção. Rivaliza, literalmente, com Jo pelo papel da mulher mais corajosa da família. Ao menos se analisamos a busca das garotas pelo seu próprio lugar ao sol.

Inicialmente Amy não idealiza casar, como parece ser o desejo de Meg. Ela tem um dom pela pintura e resolve, com apoio da tia March, investir em sua formação nesta área. Poderia, a exemplo de Jo, insistir em uma carreira nas artes, mas acaba optando por outro de seus desejos: casar. Inicialmente, ela se interessa por Fred Vaughn (Dash Barber), que é um bom partido. (SPOILER – não leia se você não assistiu ao filme). Mas, na verdade, ela sempre gostou de Laurie.

Quando todos eram adolescentes, todos eram amigos. Jo e Laurie pareciam inseparáveis, mas o garoto, também um bom partido, parecia gostar de toda a família March. Depois de alguns anos, quando eles estão entrando definitivamente na vida adulta, Amy tem finalmente a chance de dizer para Laurie o que pensa. Nessa parte é que o trabalho de Greta Gerwig se diferencia.

Amy tem algumas das mais interessantes falas do filme, tanto para falar sobre a “condição feminina” daquela época quanto, e esse é o ponto diferenciado, para “puxar a orelha” de Laurie. Em determinado momento, ela fala para ele sobre como o rapaz tem uma condição privilegiada e como ele está desperdiçando o seu potencial e talento em farras e bebedeiras, sem comprometer-se com nada. Essa atitude de Amy chama a atenção de Laurie que, finalmente, resolve se comprometer – e descobre que tem um interesse diferenciado por Amy.

Completando o quarteto de irmãs, temos a Beth (Eliza Scanlen), uma garota frágil, sensível, talentosa e que parece estar sempre indo e vindo de crises de saúde. Ela é a única que não sai de casa, seja para casar, seja para estudar ou tentar uma carreira. Ainda assim, ela é a responsável pelo retorno das irmãs que saíram e pelo reencontro de toda a família.

Mas o que esta história tem de interessante? Primeiro, é preciso pensarmos sobre a época em que o romance no qual o filme se inspirou foi lançado: 1868, quando a autora tinha 30 anos. Naquela época, de fato, o papel da mulher era na cozinha, dentro de casa, criando os filhos que teve com o marido. Uma mulher que não conseguisse esse “ideal” seria praticamente uma “pária” na sociedade.

Claro que muito mudou em 172 anos de história e de evolução das sociedades… ainda que, em diversas partes, ainda esta ideia patriarcal de que a mulher deve servir o homem, ser “do lar e recatada”, segue vigente. Mas em 2020, para a sorte das mulheres, cada vez mais se fala que a mulher pode fazer o que desejar, o que lhe fizer mais sentido. Não existe mais uma regra, uma única possibilidade ou um manual a seguir.

Antes, os “espíritos livres” sobre os quais Nietzsche já falou tanto, estavam restritos apenas aos homens. Em algumas sociedades, onde o machismo ou algumas correntes religiosas extremistas são predominantes, a possibilidade de mulheres serem espíritos livres não existe. Mas esse Little Women mostra que é possível para as mulheres, mesmo há mais de 150 anos, fazer as suas próprias escolhas.

Uma mensagem interessante deste filme, e que pode ser entendida até como um desejo de sua autora, uma visão positiva de uma realidade que poderia ser possível – mas que não era, de fato, na época em que a obra original foi escrita -, é que apesar de três das quatro irmãs da história casarem (a quarta não chegou a casar porque morreu), todas fizeram isso por amor.

Ou seja, esse filme é a essência do romantismo. Muito diferente do que era a realidade das mulheres da época – e de outras mulheres, até hoje, em diversas partes do mundo. Alguém casar por amor ou não casar era a exceção da regra. O mais “normal” era a mulher ter que casar com alguém escolhido pela família e, preferencialmente, que tivesse recursos.

Algo interessante no trabalho de Greta Gerwig é que, apesar de no romance de Louisa May Alcott ficar claro que Jo acabou se casando, no roteiro deste filme o final fica propositalmente dúbio. (SPOILER – não leia… bem, você já sabe). Quando vai vender a sua história que, em teoria, seria baseada em sua própria vida, Jo sugere que ela não teria ficado com ninguém. Ou seja, que não teria corrido atrás de Friedrich Bhaer (Louis Garrel) para casar com ele.

Mas, por sugestão do editor Mr. Dashwood, ela acaba fazendo a personagem principal de seu livro correr atrás do rapaz na estação de trem. Nas cenas finais do livro, vemos como Jo transformou a mansão da tia March em uma escola e que, entre outros educadores, está lá Friedrich. Isso não quer dizer, no entanto, que eles se casaram ou que ficariam juntos. Jo poderia, de fato, ficar solteira – como ela tinha sugerido, antes, que gostaria. E como a própria autora ficou.

Mas mesmo que Jo tivesse casado com Friedrich, a escolha dela seria parecida com a das irmãs Meg e Amy. Ou seja, as três teriam casado por amor. Uma história perfeita para vender, na época, mas que fazia as mulheres também sonharem. Afinal, muitas delas teriam que casar por interesse ou sofrerem muito mais por não conseguir um “casamento favorável”.

Então essa história, escrita há mais de um século e meio atrás e “repaginada” um pouco por Greta Gerwig em mais essa adaptação, faz sonhar e inspira ao mostrar mulheres buscando a sua própria felicidade – no casamento ou fora dele – e valorizando, acima de tudo, a família e a irmandade. Little Women mostra aquela velha e conhecida “disputa” e rivalidade entre irmãs mas, acima disso, mostra os valores que unem umas às outras e toda a família.

Há uma mensagem ainda de doação e de ajudar quem tem menos – simbolizada, principalmente, pela mãe das garotas, interpretada por Laura Dern. Além disso, o tema da Guerra Civil Americana, apesar de não estar no foco da história, não fica totalmente de fora. Tanto que o pai das meninas, interpretado por Bob Odenkirk, mesmo estando boa parte da trama distante, acaba voltando para a guerra após ser ferido.

No final das contas, Little Women é uma história feliz, destas que deve agradar a todos os públicos. Algumas vezes parece que, de fato, estamos carentes de histórias assim. Especialmente quando elas nos mostram mulheres interessantes, donas de seus próprios destinos, no centro da trama. E que ressalte valores sempre importantes de serem lembrados, como a família, a irmandade, a amizade e a solidariedade.

Tudo isso faz essa história ser interessante. O elenco estelar, escolhido a dedo, também é outro ponto de destaque da produção. Só acho uma pena o quanto esta história está batida… quem nunca viu a uma adaptação de Little Women deve ficar mais encantado com o filme.

Quem já viu a algumas adaptações, como é o meu caso, vai achar o filme interessante, bem dirigido, com algumas sutilizas no roteiro aqui e ali, figurinos de encher os olhos e ótimas atuações. Mas nada, assim, que surpreenda ou que torne a experiência inesquecível. Ainda assim, devo admitir, achei esta a melhor adaptação feita até hoje da obra homônima.

NOTA

8,6.

OBS DE PÉ DE PÁGINA

Primeiro aspecto que me chamou a atenção ao começar a assistir a esse filme: o elenco estelar. Ótimos atores em cena, de fato. Segundo aspecto que me chamou a atenção: os figurinos. Incríveis. Um dos pontos altos da produção, sem dúvida alguma. Um dos melhores trabalhos – se não o melhor – que eu vi nesta temporada.

Entre os atores, acho que dois nomes se destacam: Saoirse Ronan, que parece sempre magnética, atraindo nosso olhar e atenção completa desde o primeiro minuto; e Florence Pugh, que tem alguns dos melhores diálogos do filme e que também está maravilhosa em cena. A direção de Greta Gerwig, que consegue dar ritmo para a produção e, ao mesmo tempo, construir belas cenas – algumas delas, quase pinturas -, também é outro destaque do filme.

Além de Saoirse Ronan e de Florence Pugh, se destacam neste filme os trabalhos de Timothée Chalamet e de Louis Garrel, dois contrapontos interessantes para as personagens e interpretações magnéticas de Saoirse Ronan e Florence Pugh. Os atores também estão muito bem em cada sequência. Com ótimos trabalhos, mas sem brilhar tanto, digamos assim, estão os já citados Emma Watson, Eliza Scanlen, Laura Dern, Tracy Letts, James Norton e Bob Odenkirk.

Entre os atores coadjuvantes, destaque para Chris Cooper como Mr. Laurence, avô de Laurie; a já citada Meryl Streep em praticamente uma ponta como a tia March; Maryann Plunkett em uma quase ponta como Mrs. Kirke, vizinha pobre dos March.

Entre os aspectos técnicos do filme, sem dúvida alguma o grande destaque são os figurinos de Jacqueline Durran, algo que “salta aos olhos” desde o início da produção. Também chama a atenção a direção de fotografia de Yorick Le Saux; a trilha sonora de Alexandre Desplat; a edição de Nick Houy; o design de produção de Jess Gonchor; a direção de arte de Sean Falkner, Chris Farmer e Bryan Felty; e a decoração de set de Claire Kaufman.

A direção de Greta Gerwig se destaca nos detalhes que ela acrescenta na história, como a corrida de Jo depois que ela vende sua primeira história para Mr. Dashwood ou a dança escondida que ela tem com Laurie enquanto Meg participa do baile antes de se machucar. São sequências deliciosas e que tornam este filme diferenciado de outras versões que trabalharam com o material de Louisa May Alcott.

Little Women estreou em dezembro de 2019 em uma première em Nova York. Dois dias depois o filme participou do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro. Depois, o filme participou, ainda, de uma exibição no MoMA e do Festival de Cinema de Gothenburg. Em sua trajetória, até o momento, esse filme recebeu 57 prêmios e foi indicado a outros 179 – incluindo seis indicações ao Oscar e duas indicações no Globo de Ouro.

Agora, vale citar algumas curiosidades sobre Little Women. O discurso de Amy sobre casamento, que foi um dos pontos que destaquei antes, não estava no roteiro original de Greta Gerwig. Ele foi sugerido pela atriz Meryl Streep.

Para ela, havia um momento no filme que propiciava esta oportunidade de explicar, para o público moderno, como as mulheres eram impotentes naquela época da narrativa. As mulheres não apenas não podiam votar ou trabalhar como, por meio do casamento, perderiam o direito à sua propriedade, dinheiro e filhos. O discurso foi escrito pouco antes da cena ser rodada.

A diretora Greta Gerwig estava grávida de seis meses de seu primeiro filho quando as filmagens de Little Women terminaram. Ela entrou em trabalho de parto 48 horas depois de ter finalizado a primeira edição do filme. Durante as filmagens, o elenco e a equipe técnica não sabiam que ela estava grávida.

Segundo Greta Gerwig, Jo foi a sua heroína na juventude, enquanto Louisa May Alcott foi a sua heroína na idade adulta. A diretora e roteirista admira, sobretudo, como a escritora transformou a vida de meninas e mulheres em best-seller. “Isso foi extraordinário”, ela comentou.

Quem ficou, como eu, interessado em saber mais sobre Louisa May Alcott, uma boa introdução pode ser esse material da Wikipédia.

Os usuários do site IMDb deram a nota 8,1 para esta produção, enquanto que os críticos que tem os seus textos linkados no Rotten Tomatoes dedicaram 342 críticas positivas e 18 negativas, o que garante para o filme a aprovação de 95% e uma nota média de 8,58. O site Metacritic apresenta um “metascore” 91 e o selo “Metacritic Must-see” para esta produção, fruto de 53 críticas positivas e de quatro críticas medianas.

De acordo com o site Box Office Mojo, Little Women teria custado cerca de US$ 40 milhões e faturado, apenas nos Estados Unidos, pouco mais de US$ 95,7 milhões. Nos outros mercados em que o filme estreou, destaque para os resultados no Reino Unido, com US$ 24,1 milhões; na Itália, com US$ 5,5 milhões; na Espanha, com US$ 4,8 milhões; e na França, com US$ 4,6 milhões.

Little Women é uma produção 100% dos Estados Unidos. Por causa disso, o filme passa a figurar na lista de produções que atendem a uma votação feita há tempos aqui no blog. 😉

CONCLUSÃO

A história é conhecida. Já foi abordada em diversas produções com o mesmo nome. Apesar disso, a diretora e roteirista Greta Gerwig consegue colocar a sua identidade neste filme que fala sobre família, amizade entre irmãs e o papel da mulher na sociedade. Little Women, apesar de ser um filme de época, se revela bastante atual ao mostrar as diversas possibilidades – ou limitações – que cercam a vida de uma mulher. Bem narrado e com um elenco estelar, o filme encanta pelo desempenho do elenco e pelas mensagens que dissemina. Uma boa produção, mas que não surpreende – e nem teria como, para falar a verdade.

PALPITES PARA O OSCAR 2020

Como comentei antes, Little Women foi indicado em seis categorias do Oscar deste ano. Confira a lista: Melhor Filme; Melhor Atriz para Saoirse Ronan; Melhor Atriz Coadjuvante para Florence Pugh; Melhor Roteiro Adaptado; Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora.

Segundo as bolsas de apostas, Little Women é o favorito para ganhar nas categorias Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Figurino. Como os figurinos são um dos pontos fortes da produção, acho que o filme tem ótimas chances nesta categoria, de fato.

Agora, Melhor Roteiro Adaptado… será? Entre os concorrentes – vale lembrar, Jojo Rabbit (comentado aqui), The Irishman (com crítica neste link), Joker (comentado aqui) e The Two Popes (com crítica neste link) -, a disputa realmente é grande. Pessoalmente, entre esses trabalhos, eu ficaria entre The Irishman e Jojo Rabbit. Com preferência para o primeiro.

Nas categorias das atrizes, trilha sonora e Melhor Filme, vejo Little Women com zero de chances – ou pouco mais que zero na categoria Melhor Filme, apenas. Assim sendo, o filme realmente pode ganhar de 1 a 2 estatuetas, no máximo. Ou nenhuma. A conferir logo mais. Mas eu apostaria apenas em Melhor Figurino.

Por Alessandra

Jornalista com doutorado pelo curso de Comunicación, Cambio Social y Desarrollo da Universidad Complutense de Madrid, sou uma apaixonada pelo cinema e "série maníaca". Em outras palavras, uma cinéfila inveterada e uma consumidora de séries voraz - quando o tempo me permite, é claro.

Também tenho Twitter, conta no Facebook, Polldaddy, Youtube, entre outros sites e recursos online. Tenho 20 anos de experiência como jornalista e hoje trabalho com inbound marketing em Florianópolis (SC), Brasil.

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